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23/04/2021 - Educação Infantil

Bebês e Cia – A c...

Olá, Professores! Desejamos que todos estejam bem! Hoje, falaremos um pouquinho sobre criatividade, que é uma das habilidades mais importantes  para desenvolver uma atividade produtiva, tanto para nós professores, q...

23/04/2021 - Educação Infantil

Bebês e Cia – A criatividade dos bebês e das crianças bem pequenas

Olá, Professores!

Desejamos que todos estejam bem!

Hoje, falaremos um pouquinho sobre criatividade, que é uma das habilidades mais importantes  para desenvolver uma atividade produtiva, tanto para nós professores, quanto para os bebês e crianças bem pequenas. Ser criativo é uma característica que faz a diferença e traz mais oportunidades e possibilidades de conhecimento e aprendizado.

Segundo Sir Ken Robinson, criatividade é um processo de ter ideias originais que tenham valor.

Processo e não uma ideia que veio do além; originais porque são únicos, autênticos, não são copiados e nem reproduzidos se tiverem algum valor.

Todos nascemos com um grande potencial criativo, apenas precisamos desenvolver a criatividade.

E isso inicia-se com os bebês e crianças bem pequenas, quando precisam descobrir como ser, estar e sobreviver no meio onde estão inseridos, ou seja, no mundo que os cercam. E a infância é o momento ideal onde os professores podem contribuir por meio de atitudes, atividades simples e poderosas a estimular o pensamento criativo dentro do desenvolvimento natural das crianças.

No primeiro ano, pode-se dizer que os bebês são cientistas. E o cientista nasceu para explorar, ele é um grande explorador.

Os bebês nasceram para serem cientistas e o grande trabalho deles é criar teorias e hipóteses sobre como o mundo funciona a partir dos sentidos que eles possuem e que se desenvolverão ainda mais a cada dia. Dessa forma, para termos crianças criativas precisamos estimular os seus sentidos e realizar atividades sensoriais. Elas compreendem e conhecem o mundo pelo olhar, pelo tato, pelo cheiro, pelo paladar e é necessário estimular as brincadeiras sensoriais para poder aumentar a coleção de experiências táteis, visuais, auditivas e olfativas para que consiga ampliar o seu repertório.

Para isso, seguem algumas sugestões bacanas para esse trabalho fantástico com os bebês.

  1. Contato com a natureza

Veja que legal, você não precisa ter habilidades específicas e nem comprar materiais para fazer. Basta sair com as crianças para explorar o ar livre. O sol, o vento, as flores, os sons, a areia, tudo será novidade para elas onde poderão sentir, ouvir, tocar, experimentar.

 

 

 

 

 

 

2. Caixa com fitas

Amarrar fitas, de preferência com texturas diferentes, numa caixa e deixar a criança brincar, tocar, experimentar e descobrir.  Aproveite para falar sobre as cores.

 

 

 

 

 

3.Texturas para engatinhar

Uma forma de incentivar o bebê a engatinhar e ao mesmo tempo descobrir novas sensações é fazer um percurso com diferentes texturas para ela atravessar. Toalha, cobertor, edredon, lençol, enfim você poderá  escolher o que estiver disponível, colocar sobre uma superfície segura e deixar a criança explorar o material, sentindo as texturas.

 

 

 

 

Passando o período do bebê, essa criança passa de cientista para exploradora que é a fase das crianças bem pequenas, de 1 aos 3 anos de idade. Com essa idade já conseguem se locomover pela casa, começam a explorar os espaços, já dominam um pouco mais o seu corpo, estabelecem uma relação com os objetos e já sabem que possuem uma determinada função, como por exemplo: já conseguem saber que a bola serve para  jogar, o copo para beber e o livro para manusear.

E o que fazer para incentivar a criatividade da criança bem pequena que é exploradora?

É muito bacana oferecer os objetos da casa:  o sofá por exemplo, vira uma cabana, brincadeiras com almofadas, com panelas, colheres de pau, potes e tampas. Brincar com a criança sem impor a brincadeira e sim deixa-la liderar a brincadeira, dando-lhe autonomia para as tomadas de decisões e para buscar as soluções.

  1. Brincadeira com almofadas:

Que tal fazer um circuito feito com almofadas? É excelente para estimular a coordenação motora grossa das crianças. Dá para fazer um caminho entre um móvel e o outro, por exemplo. No início, é importante a criança ter onde se apoiar. Quando o caminho estiver pronto é só chamar a criança para brincar e depois, observar as estratégias que ela usa para atravessar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2. Brincando com potes de cozinha

A proposta é fazer a criança encontrar as tampas certas para cada pote. Você começa separando potes de plástico de diferentes tamanhos e formatos e coloca-os no chão, dispondo os potes de um lado e as tampas do outro.

Em seguida você chama a criança e explica o “Jogo dos Potes”, falando inicialmente para a criança que terá que encontrar a tampa certa para cada pote.

É muito legal observar que a criança logo estabelecerá um padrão de escolher uma tampa, olhar para os potes e ir direto no certo. Conceitos como grande e pequeno e formas geométricas são trabalhados o tempo todo em atividades como esta, além das descobertas que faz quando, ao explorar, percebe, por exemplo, que vários potes cabem um dentro do outro, quando começam a comparar as tampas umas com as outras ou até mesmo quando constroem torres e castelos com esses materiais.

 

 

 

 

 

Mas não esqueçam que o fundamental sempre e em qualquer faixa etária é conversar com a criança, olhar para o que a criança olha, compartilhar o olhar com ela, esticar a conversa, fazer perguntas como:  o quê? Como? Cadê? O que é isso? Porque e como fez isso?

E vários outros questionamentos que certamente promoverão a descoberta, a aprendizagem, estimularão a criatividade e auxiliarão a desenvolver a linguagem oral da criança.

 

Deixe seu comentário e compartilhe conosco como é a experiência de trabalhar com os bebês cientistas e as crianças exploradoras.

 

Sempre que precisarem, entrem em contato conosco!

Grande abraço e até o próximo post!

Equipe Assessoria Educação Infantil Aprende Brasil

edinfantil@aprendebrasil.com.br

 

REFERÊNCIAS:

Robinson, Ken. Somos todos criativos: os desafios para desenvolver uma das principais habilidades do futuro. São Paulo: Benvirá, 2019

https://www.tempojunto.com/2014/12/29/melhores-atividades-de-descoberta-sensorial/ Acesso em 16/04/2021

https://www.tempojunto.com/2015/10/22/com-usar-almofadas-para-estimular-a-coordenacao-motora-dos-pequenos/#:~:text=Hoje%20vou%20falar%20de%20mais,coordena%C3%A7%C3%A3o%20motora%20grossa%20dos%20beb%C3%AAs. Acesso em 16/04/2021

https://www.tempojunto.com/2016/07/19/como-brincar-com-potes-da-cozinha/ Acesso em 16/04/2021

 

 

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19/04/2021 - Ciências

Entre a Lua cheia e ...

Tupinambá com arco e flecha, Albert Echout, 1643 ”Os tupinambá atribuem à Lua o fluxo e o refluxo do mar e distinguem muito bem as duas marés cheias que se verificam na lua cheia e na lua nova ou poucos dias depois...

19/04/2021 - Ciências

Entre a Lua cheia e a Lua nova … aprendendo com os Tupinambás

Tupinambá com arco e flecha, Albert Echout, 1643

Os tupinambá atribuem à Lua o fluxo e o refluxo do mar e distinguem muito bem as duas marés cheias que se verificam na lua cheia e na lua nova ou poucos dias depois”.

Claude d’Abbeville , 1612.

Assim o missionário francês Claude d’Abbeville relata um pouco do conhecimento sobre as marés, nos indígenas brasileiros Tupinambás, com quem ele conviveu ao longo de 4 meses no território que abriga atualmente o Estado do Maranhão. Em seu livro “Histoire de la mission de pères capucins en l’Isle de Maragnan et terres circonvoisines”, publicado em Paris em 1614, ele descreve o conhecimento dos indígenas em relação a localização geográfica, movimento do Sol, contagem dos anos, períodos com abundância de caça (lua nova) e com mais mosquitos ou percevejos (lua cheia).

Galileu Galilei é considerado o pai da astronomia, que é considerada a mãe de todas as Ciências, seu livro “Diálogo sobre os dois máximos sistemas do mundo; ptolomaico e copernicano”, publicado em 1632, propõe que as marés são resultado dos movimentos de rotação e translação da Terra, sem considerar a influência da Lua.

Somente em 1687, setenta e três anos após a publicação de d’Abbeville, Isaac Newton demonstrou que a causa das marés é a atração gravitacional do Sol e, principalmente, da Lua sobre a superfície da Terra. Esses fatos mostram que, muito antes da Teoria de Galileu, que não considerava a Lua, os indígenas que habitavam o Brasil já sabiam que ela é a principal causadora das marés.”

Assim o professor Germano Afonso, doutor em Astronomia nos apresenta em um artigo de 2009 a informação de que muito antes da sistematização científica os indígenas já utilizavam conceitos da Astronomia como meio de garantir sua sobrevivência no ambiente natural, respeitando e estabelecendo as devidas relações com os ciclos naturais. Assim como outros povos ao redor do mundo desenvolveram o que hoje chamamos de Etnostronomia.  Surpreendente não?

Para entender melhor como é possível que os indígenas e/ou outros povos primitivos conhecessem mais alguns princípios astronômicos, antes mesmo de existir a Ciência Astronomia descrita exemplarmente nas obras do próprio Galileu, é necessário resgatar um pouco sobre a concepção de Ciência e os diferentes tipos do conhecimento humano.

O mérito de Galileu e outros cientistas europeus foi o de sistematizar as observações e os seus estudos, por meio da experimentação e da publicação de obras com os resultados dos experimentos e as suas conclusões, estabelecendo a Ciência como conhecemos até os dias de hoje, sistematizada em um método próprio (método científico), em busca de respostas para fenômenos naturais ou não, que são observados e testados a fim da  confirmação de hipóteses, que muitas vezes são aceitas ou refutadas. Isto é Ciência.

O conhecimento indígena aqui descrito faz parte de um saber que podemos chamar de ancestral, passa de geração em geração por meio de histórias, da observação do ambiente e dos ensinamentos dos anciões na aldeia. Diferentemente da Ciência este conhecimento não é experimental, não é publicado e nem precisa ser provado ou refutado, ele tem um caráter empírico, funcional, prático, construído por meio da observação, tentativa e erro e utilidade que garante a sobrevivência do povo indígena.

Neste mês em que se comemora o dia dos povos indígenas, deixo aqui esta reflexão sobre os diferentes tipos de conhecimento e a sua utilidade para o desenvolvimento de cada sociedade, entender como o mundo funciona através de olhares diversos valoriza outras formas do saber, acrescenta informações  o que após a nossa reflexão e mediação pedagógica pode ajudar na construção de um  conhecimento escolar em cada área do conhecimento, que seja mais significativo aos alunos.

E você? Como trabalha com esta data comemorativa nas suas aulas? Conte nos comentários o que pode ser feito em suas aulas para valorizar a cultura indígena.

Atenciosamente

Assessoria de Ciências da Natureza.

Saiba mais em: http://educadores.aprendebrasilon.com.br/blogassessoria/category/ciencias/

 

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14/04/2021 - Língua Inglesa

Indians? Para quem n...

Hello, everyone! Hope you are great! Uma das questões mais importantes ao estudarmos ou ensinarmos outra língua e outras culturas é estar atento em relação aos estereótipos. Estereótipos são rótulos, pré-concei...

14/04/2021 - Língua Inglesa

Indians? Para quem nasceu na Índia, certo?

Hello, everyone! Hope you are great!

Uma das questões mais importantes ao estudarmos ou ensinarmos outra língua e outras culturas é estar atento em relação aos estereótipos.

Estereótipos são rótulos, pré-conceitos que o senso comum utiliza de maneira generalizada e simplificada. Essa ideia ou único modelo dirigido a um povo pode gerar mal-entendidos na comunicação e soar como preconceito.

Ao falarmos sobre os povos indígenas norte-americanos é importante lembrar que o termo Indian é usado para descrever as pessoas, a comida, os costumes, a cultura da Índia, o país sul-asiático. Utilizar o termo Indians para se referir aos povos Nativos Americanos é errado e gera preconceito.

Convido a assistir ao tiktok a seguir, no qual a tiktoker Patrícia Raylynn explica três erros que você pode cometer no contato com a cultura nativa americana:

  1. Don’t call us Indians

Termo não adequado e estereotipado para chamar nativos americanos. O mais adequado é descobrir sua origem específica para usar o termo apropriado que pode ser Natives, Native Americans, Indigenous, First Nations.

  1. Native American and alcohol problems are not synonyms

Esse estereótipo também é falso. Nem todos os nativos têm problemas com álcool ou drogas. Qualquer um pode ter esse tipo de problema, não importa a sua origem.

  1. Natives don’t get free college

Existe uma falsa ideia de que o governo paga pela faculdade dos nativos americanos, mas cada tribo específica arrecada ou não fundos para isso. É possível conseguir bolsa de estudos, dependendo da instituição, como acontece com qualquer estudante, mas não é uma regra.

É muito importante discutir com os alunos a ideia de estereótipo. Da mesma maneira que podemos generalizar aspectos individuais de comportamento para outros povos, o brasileiro é estereotipado e não gostamos quando nos classificam com comportamentos e características generalizadas.

Observe o quadro a seguir com habilidades da BNCC a serem desenvolvidas pelos alunos, em relação à comunicação intercultural e ao entendimento e respeito entre pessoas de culturas diferentes:

EF09LI19 Discutir a comunicação intercultural por meio da língua inglesa como mecanismo de valorização pessoal e de construção de identidades no mundo globalizado.

EF08LI20 Examinar fatores que podem impedir o entendimento entre pessoas de culturas diferentes que falam a língua inglesa.

EF08LI19 Investigar de que forma expressões, gestos e comportamentos são interpretados em função de aspectos culturais.

EF08LI18 Construir repertório cultural por meio do contato com manifestações artístico-culturais vinculadas à língua inglesa (artes plásticas e visuais, literatura, música, cinema, dança, festividades, entre outros), valorizando a diversidade entre culturas.

EF07LI11 Participar de troca de opiniões e informações sobre textos, lidos na sala de aula ou em outros ambientes.

EF06LI26 Avaliar elementos/produtos culturais de países de língua inglesa absorvidos pela sociedade brasileira/comunidade.

 

Como afirma Chimamanda: “A história única cria estereótipos, e o problema com estereótipos não é que sejam falsos, mas incompletos. Eles fazem uma história se tornar a única história.”

https://www.globalcitizen.org/de/content/15-quotes-from-chimamanda-adichie-that-have-change/

Que tal considerar também pensar sobre os povos indígenas brasileiros?

Vale a visita ao blog de história para algumas considerações sobre o tema, possíveis atividades e a ideia de estereótipo.

 

 

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26/03/2021 - Educação Infantil

Baú de Ideias ̵...

Olá professor (a)! Aprender brincando e brincar aprendendo! As brincadeiras são peças fundamentais na Educação Infantil. Não se trata de apenas distrair as crianças. Brincar contribui para o desenvolvimento físic...

26/03/2021 - Educação Infantil

Baú de Ideias – Brincar com crianças pequenas

Olá professor (a)!

Aprender brincando e brincar aprendendo!

As brincadeiras são peças fundamentais na Educação Infantil. Não se trata de apenas distrair as crianças. Brincar contribui para o desenvolvimento físico, social, cultural, emocional, afetivo e cognitivo. O brincar e o jogar são momentos sagrados na vida de uma criança. É com essa prática que as crianças ampliam seus conhecimentos sobre si mesmas, os outros e o mundo ao seu redor, desenvolvem múltiplas linguagens, exploram e manipulam objetos, organizam seus pensamentos, descobrem regras e agem com as regras, assumem papel de líderes e interagem com outras crianças, preparando-se para um mundo socializado.

Por falar em brincar, que tal propor uma para as crianças?

Empresta-me sua casinha

Material: giz de quadro ou se a escola tiver, bambolês.

Desenvolvimento: trace com giz no chão pequenos círculos (um círculo a menos que  o número de participantes) e um círculo central ou distribua os bambolês da mesma forma.

Cada círculo será ocupado por uma criança, a que não tem casa diz:

– Empresta-me sua casinha?

As outras respondem:

– Pois não!

Nesse momento, todas deverão trocar de lugar, enquanto a criança no centro procurará ocupar um dos círculos vagos. Se conseguir, será substituída pela criança que ficar sem lugar. Caso contrário, voltará ao círculo central para recomeçar a brincadeira.

E aí, professor, o que achou dessa nossa sugestão?

E você, como trabalha essa brincadeira com seus alunos? Comente e compartilhe com a gente.

Forte abraço e até o próximo post!
Equipe Assessoria Educação Infantil
Se desejar falar conosco, envie e-mail para: edinfantil@aprendebrasil.com
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  • Muito legal, semelhante a brincadeira do “coelhinho sai da toca”, brinquei muito na infância.

    • Que bacana, professora!
      E como essas brincadeiras são divertidas e ricas em aprendizados, não é?
      Um abraço,
      Adrianna

    • Que bacana, professora!
      E como essas brincadeiras são divertidas e ricas em aprendizados, não é?
      Abraço!
      Adrianna

26/03/2021 - Educação Infantil

Bebês e Cia –...

Olá professor (a)! Já falamos diversas vezes sobre a importância da interação para o desenvolvimento dos bebês e crianças bem pequenas. Seja por meio de músicas, histórias ou brincadeiras, além é claro de muit...

26/03/2021 - Educação Infantil

Bebês e Cia – Brincar com bebês e crianças bem pequenas

Olá professor (a)!

Já falamos diversas vezes sobre a importância da interação para o desenvolvimento dos bebês e crianças bem pequenas. Seja por meio de músicas, histórias ou brincadeiras, além é claro de muito carinho, e interagir com o pequeno colabora para que ele se desenvolva de forma mais plena e saudável, além de fortalecer o vínculo de afeto entre vocês.

Cabe a creche enriquecer a experiência lúdica da criança. Para isso, é necessário primeiramente observar o sujeito em ação para tentar conhecer essa realidade: como ele usa os espaços, como interage, como se utiliza dos brinquedos e como aprende. É necessário atentar também para os espaços que são disponibilizados para a brincadeira: o ambiente deve estimular a criatividade, a imaginação, a autonomia e a espontaneidade, mas ao mesmo tempo, deve ser seguro.

Que tal uma brincadeira divertida?

Vamos remar!

Sente-se com as pernas esticadas ou cruzadas e coloque seu bebê/criança sentado de frente para você ou sobre suas pernas. A criança deve posicionar-se entre suas pernas. Com os maiores, pernas esticadas e um pouco entreabertas.

Pegue as mãos do bebê/criança e faça movimento para frente e para trás. Primeiro você se impulsiona para trás e, com isso, fazemos com que o corpo da criança vá para frente. E depois convide o bebê/criança para que caia para trás e você se deixa ir para frente.

Pode seguir a brincadeira, com uma música ritmando o movimento, por exemplo, cante uma música de marinheiro, veja um exemplo, clique aqui  WhatsApp Audio 2021-03-25 at 14.13.27 (1)  para ouvir!

Ô marinheiro, marinheiro, marinheiro só,

  ô quem te ensinou a nadar,

marinheiro só,

ou foi o tombo do navio, marinheiro só,

oi foi o balanço do mar,

marinheiro só.

A brincadeira pode ter variações, não só de ritmos, mas também a posição das pernas. Com as crianças maiores os movimentos podem ser ampliados e elas realizarão a atividade com maior autonomia; indo para frente e para trás, apoiando-se com as mãos nas de seu par.

Essa brincadeira pode ser bastante divertida!

E aí, professor, o que achou dessa nossa sugestão?

E você, como trabalha essa brincadeira com seus alunos? Comente e compartilhe com a gente.

Forte abraço e até o próximo post!
Equipe Assessoria Educação Infantil
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23/03/2021 - Língua Inglesa

Yes, nós temos down...

Good morning, everyone! Vim aqui para divulgar a boa notícia! Já temos todos os áudios do material didático de língua inglesa para download, facilitando o planejamento e o andamento das aulas! Visite a plataforma do...

23/03/2021 - Língua Inglesa

Yes, nós temos download!

Good morning, everyone!

Vim aqui para divulgar a boa notícia!

Já temos todos os áudios do material didático de língua inglesa para download, facilitando o planejamento e o andamento das aulas!

Visite a plataforma do Aprende Brasil Digital e desfrute de mais essa vantagem em utilizar o material didático do Sistema de Ensino Aprende Brasil!

Lembre também de incluir em seu planejamento as videoaulas, os objetos educacionais e as trilhas disponíveis também no Aprende Brasil Digital e já selecionadas por volume.

Enjoy it!

Take care!

Cassiana

 

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