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30/09/2021 - História

Entre o online e off...

Olá Professoras e Professores   Ao longo dessa semana teremos mais uma edição do Percurso Pedagógico: ideias para repensar o planejamento (ensino remoto, presencial e híbrido). Dessa vez é dedicada ao volume 4...

30/09/2021 - História

Entre o online e offline: uso de recursos digitais nas aulas de História

Olá Professoras e Professores

 

Ao longo dessa semana teremos mais uma edição do Percurso Pedagógico: ideias para repensar o planejamento (ensino remoto, presencial e híbrido). Dessa vez é dedicada ao volume 4 do Livro Didático Integrado, as lives de História ao tema: Entre o online e offline: uso de recursos digitais nas aulas de História.

 

 

Veja programação completa clicando aqui.

 

 

Na live voltada para Professores do Ensino Fundamental Anos Iniciais fizemos uma breve discussão sobre a temática e exemplificaremos como abordá-las a partir do Livro Didático Integrado do Sistema de Ensino Aprende Brasil, além de fazer sugestões e indicações práticas.

 

 

Para facilitar seu acesso aos recursos indicados disponibilizamos abaixo uma lista indicando onde localizá-los. Veja:

 

Sobre Brinquedos e Brincadeiras do passado falamos sobre os seguintes recursos:

 

  • Projeto Alecrim: Brincadeiras Cantadas, acesse o vídeo clicando aqui.
  • Leitura: O que são cantigas de roda?, acesse o texto clicando aqui.

 

Para uma trabalho com obras de arte indicamos os seguintes recursos:

 

Para o tema Profissões sugerimos a criação de Linhas do tempo interativas e online:

 

Sobre Patrimônios indicamos os recursos:

 

Sobre Meios de Transporte e Cidadania indicamos:

 

Para o tema História da Comunicação e dos Meios de Comunicação sugerimos a criação de um Jogo da Memória online:

 

Quais temas você gostaria de ver nos próximos encontros? Compartilhe conosco.

 

*Material produzido em parceria entre: Equipe Assessoria de História e Professora Daniela Pereira da Silva

 

 

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23/09/2021 - Arte, Ciências, Educação Física, Educação Infantil, Ensino Religioso, Geografia, História, Informática Educativa, Língua Inglesa, Língua Portuguesa, Matemática

VEM AÍ: Percurso Pedagógico IV: ideias para repensar o planejamento

Olá!

 

Hoje queremos fazer um convite especial.

 

Durante a semana de 27 de setembro a 01 de outubro de 2021, a Assessoria de Áreas promoverá uma série de encontros, transmitidos pelo YouTube, com o objetivo de apresentar algumas sugestões de organização e planejamento dos livros didáticos do volume 4, por componente curricular e segmentos, a partir dos diferentes recursos didáticos do Sistema de Ensino Aprende Brasil (considerando possibilidade de ensino híbrido).

 

 

 

 

Veja a programação completa clicando aqui.

 

 

A proposta é oportunizar, aos professores dos municípios conveniados, algumas ideias para o melhor aproveitamento dos recursos disponíveis (Livro Didático Integrado Aprende Brasil e Aprende Brasil Digital), para que, cada um, diante de seu contexto e demandas, possa traçar seu planejamento.

 

 

Não perca!

 

 

Equipe Assessoria de Áreas 🌹

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05/07/2021 - Ensino Religioso, História

“Só acredito ...

    Olá Professores   Iniciamos mais um Percurso Pedagógico (veja programação completa clicando aqui), edição dedicada ao volume 3 do Livro Didático, desta vez as lives de História ao tema: Leitura...

05/07/2021 - Ensino Religioso, História

“Só acredito vendo”…

 

 

Olá Professores

 

Iniciamos mais um Percurso Pedagógico (veja programação completa clicando aqui), edição dedicada ao volume 3 do Livro Didático, desta vez as lives de História ao tema: Leitura crítica de pinturas, desenhos e gravuras nas aulas de história.

Na live voltada para Professores do Ensino Fundamental Anos Finais fizemos uma breve discussão sobre a temática e exemplificaremos como abordá-las a partir do Livro Didático Integrado do Sistema de Ensino Aprende Brasil, além de fazer sugestões e indicações práticas.

Nosso objetivo ao longo da live é pensar procedimentos de análise de fontes visuais.

Um objeto só se torna documento quando apropriado por um narrador que a ele confere sentido, tornando-o capaz de expressar a dinâmica da vida das sociedades. Portanto, o que nos interessa no conhecimento histórico é perceber a forma como os indivíduos construíram, com diferentes linguagens, suas narrações sobre o mundo em que viveram e vivem, suas instituições e organizações sociais. Nesse sentido, “O historiador não faz o documento falar: é o historiador quem fala e a explicitação de seus critérios e procedimentos é fundamental para definir o alcance de sua fala. Toda operação com documentos, portanto, é de natureza retórica.” (BNCC, 2018, p. 397)

Para esse uso de fontes vamos tomar como premissa a ATITUDE HISTORIADORA apresentada pela BNCC. Os procedimentos da atitude historiadora são: identificação, comparação, contextualização, interpretação e análise.

 

Identificação: “cada documento exige um instrumental crítico particular, mas a crítica de qualquer documento deve começar pela identificação dos temas e dos argumentos, com ajuda de questões ou problemáticas.” (SCHMIDT; CAINELLI, 2009, p. 123)

Comparação: a fim de auxiliar na comparação do documento histórico, é possível trabalhar com: Biografia do autor do documento; Texto historiográfico sobre evento histórico relacionado ao documento; Outras fontes, como: textos literários, músicas, pinturas, fotografia, etc.

Contextualizar: contextualizar o documento é situá-lo no tempo e no espaço, procurando realizar uma constituição, a mais razoável possível, dos elementos e dos acontecimentos que possibilitem esclarecê-lo” (SCHMIDT; CAINELLI, 2009, p. 122).

Interpretação: o exercício da interpretação – de um texto, de um objeto, de uma obra literária, artística ou de um mito – é fundamental na formação do pensamento crítico. Exige observação e conhecimento da estrutura do objeto e das suas relações com modelos e formas (semelhantes ou diferentes) inseridas no tempo e no espaço. Interpretações variadas sobre um mesmo objeto tornam mais clara, explícita, a relação sujeito/objeto e, ao mesmo tempo, estimulam a identificação das hipóteses levantadas e dos argumentos selecionados para a comprovação das diferentes proposições. (BNCC, 2018, p. 399)

Análise: construir explicações sobre temas, ideias e argumentos apresentados no documento, relacionando-os com a autoria, os objetivos e o contexto da produção; Relacionar a análise do documento com os conteúdos em estudo e com outros documentos históricos.

 

Para facilitar seu acesso aos recursos indicados disponibilizamos abaixo uma lista indicando onde localizá-los. Veja:

 

 

  • Quem é quem na foto de Merkel “encarando” Trump durante a cúpula do G7, acesse a reportagem completa clicando aqui.
  • Trump recebendo Angela Markel, acesso o vídeo clicando aqui.
  • Cinco perspectivas da imagem-símbolo do G7, acesse a reportagem completa clicando aqui.
  • Vídeo “Minha mãe visitando o museu“, para acessar o vídeo clique aqui.
  • Site Gerador de meme, clique aqui.
  • Site Mulher 500, clique aqui.
  • Site Dicionário Excluídos da História, clique aqui.
  • Indicação de livro: Gandavo, Pero de Magalhães. Tratado da Terra do Brasil: História da Província Santa Cruz, a que vulgarmente chamamos Brasil. Brasília: Senado Federal, Conselho Editorial, 2008. 158 p. (Edições do Senado Federal; v. 100; p. 63-64. O livro pode ser acessado no site Domínio Público, clicando aqui.

 

Ao longo da live indicamos alguns posts que podem ser localizado aqui no Blog das Assessorias, são eles:

 

  • Dialoga, Brasil! – 13 de maio: presente ou conquista?, para acessar clique aqui.
  • Dialoga, Brasil! – Treze de maio e Ensino Religioso, para acessar clique aqui.
  • Mão na massa, Brasil! – O que eu vou fazer com essa tal liberdade?, para acessar clique aqui.

 

 

Quais temas você gostaria de ver nos próximos encontros? Compartilhe conosco.

 

 

*Material produzido em parceria entre: Equipe Assessoria de História e Ensino Religioso e a Professora Daniela Pereira da Silva

Sempre que precisar entre em contato conosco: historia@aprendebrasil.com.br
Siga nossas redes sociais: Instagram @aprendebrasil / YouTube: Sistema Aprende Brasil

 


Referências:
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC/SEB, 2017. Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/bncc-20dez-site.pdf>. Acesso em: maio, 2021.
BORGES, Maria Eliza Linhares. História & Fotografia. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2011. p. 25
MENEZES, Ulpiano T. Bezerra de. Memória e cultura material: documentos pessoais no espaço público. Revista Estudos Históricos, Rio de Janeiro, v. 11, n. 21, p. 89-104, jul. 1998. Disponível em: <http://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/reh/article/view/2067>. Acesso em: 23 mar. 2017.

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05/07/2021 - Ensino Religioso, História

Uma imagem “fa...

    Olá Professores   Iniciamos mais um Percurso Pedagógico (veja programação completa clicando aqui), edição dedicada ao volume 3 do Livro Didático, desta vez as lives de História ao tema: Leitura...

05/07/2021 - Ensino Religioso, História

Uma imagem “fala” mais que mil palavras

 

 

Olá Professores

 

Iniciamos mais um Percurso Pedagógico (veja programação completa clicando aqui), edição dedicada ao volume 3 do Livro Didático, desta vez as lives de História ao tema: Leitura crítica de pinturas, desenhos e gravuras nas aulas de história.

Na live voltada para Professores do Ensino Fundamental Anos Iniciais fizemos uma breve discussão sobre a temática e exemplificaremos como abordá-las a partir do Livro Didático Integrado do Sistema de Ensino Aprende Brasil, além de fazer sugestões e indicações práticas.

Ao longo do nosso encontro foi evidenciado que “desde a Educação Infantil, os alunos expressam percepções simples, mas bem definidas, de sua vida familiar, seus grupos e seus espaços de convivência. No cotidiano, por exemplo, desenham familiares, identificam relações de parentesco, reconhecem a si mesmos em fotos (classificando-as como antigas ou recentes), guardam datas e fatos, sabem a hora de dormir e de ir para a escola, negociam horários, fazem relatos orais e revisitam o passado por meio de jogos, cantigas e brincadeiras ensinadas pelos mais velhos. Com essas experiências, começam a levantar hipóteses e a se posicionar sobre determinadas situações“. (BNCC, 2018, p. 354)

Esse processo de produção e interpretação dos pequenos é essencial para iniciarmos os procedimentos de análise de fontes históricas, neste caso de imagens, pinturas, gravuras, ilustração e outros recursos visuais.

 

Um objeto só se torna documento quando apropriado por um narrador que a ele confere sentido, tornando-o capaz de expressar a dinâmica da vida das sociedades. Portanto, o que nos interessa no conhecimento histórico é perceber a forma como os indivíduos construíram, com diferentes linguagens, suas narrações sobre o mundo em que viveram e vivem, suas instituições e organizações sociais. Nesse sentido, “O historiador não faz o documento falar: é o historiador quem fala e a explicitação de seus critérios e procedimentos é fundamental para definir o alcance de sua fala. Toda operação com documentos, portanto, é de natureza retórica.” (BNCC, 2018, p. 397)

 

Para facilitar seu acesso aos recursos indicados disponibilizamos abaixo uma lista indicando onde localizá-los. Veja:

 

 

Casal de foto histórica do fim da Segunda Guerra se revê após 67 anos, acesse a reportagem sobre a imagem clicando aqui.

A confusão envolvendo a foto do beijo roubado na segunda guerra, acesse a reportagem sobre a imagem clicando aqui.

 

Ao longo da live indicamos alguns posts que podem ser localizado aqui no Blog das Assessorias, são eles:

 

 

  • Dialoga, Brasil! Fontes Históricas e o Ensino De História, para acessar clique aqui.
  • Mão na massa, Brasil! – Fontes Históricas na prática, para acessar clique aqui.
  • Dialoga, Brasil! – Espaços religiosos e patrimônio, para acessar clique aqui.
  • Mão na massa, Brasil! – O que é patrimônio para mim?, para acessar clique aqui.
  • Dialoga, Brasil! – Treze de maio e Ensino Religioso, para acessar clique aqui.
  • Mão na massa, Brasil! – Música e religião, para acessar clique aqui.
  • Dialoga, Brasil! – 13 de maio: presente ou conquista?, para acessar clique aqui.
  • Mão na massa, Brasil! – O que eu vou fazer com essa tal liberdade?, para acessar clique aqui.

 

Para esse uso de fontes vamos tomar como premissa a ATITUDE HISTORIADORA apresentada pela BNCC. Os procedimentos da atitude historiadora são: identificação, comparação, contextualização, interpretação e análise.

 

Identificação: “cada documento exige um instrumental crítico particular, mas a crítica de qualquer documento deve começar pela identificação dos temas e dos argumentos, com ajuda de questões ou problemáticas.” (SCHMIDT; CAINELLI, 2009, p. 123)

Comparação: a fim de auxiliar na comparação do documento histórico, é possível trabalhar com: Biografia do autor do documento; Texto historiográfico sobre evento histórico relacionado ao documento; Outras fontes, como: textos literários, músicas, pinturas, fotografia, etc.

Contextualizar: contextualizar o documento é situá-lo no tempo e no espaço, procurando realizar uma constituição, a mais razoável possível, dos elementos e dos acontecimentos que possibilitem esclarecê-lo” (SCHMIDT; CAINELLI, 2009, p. 122).

Interpretação: o exercício da interpretação – de um texto, de um objeto, de uma obra literária, artística ou de um mito – é fundamental na formação do pensamento crítico. Exige observação e conhecimento da estrutura do objeto e das suas relações com modelos e formas (semelhantes ou diferentes) inseridas no tempo e no espaço. Interpretações variadas sobre um mesmo objeto tornam mais clara, explícita, a relação sujeito/objeto e, ao mesmo tempo, estimulam a identificação das hipóteses levantadas e dos argumentos selecionados para a comprovação das diferentes proposições. (BNCC, 2018, p. 399)

Análise: construir explicações sobre temas, ideias e argumentos apresentados no documento, relacionando-os com a autoria, os objetivos e o contexto da produção; Relacionar a análise do documento com os conteúdos em estudo e com outros documentos históricos.

 

Quais temas você gostaria de ver nos próximos encontros? Compartilhe conosco.

 

*Material produzido em parceria entre: Equipe Assessoria de História e Ensino Religioso e a Professora Daniela Pereira da Silva

Sempre que precisar entre em contato conosco: historia@aprendebrasil.com.br
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Referências:
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC/SEB, 2017. Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/bncc-20dez-site.pdf>. Acesso em: maio, 2021.
MENEZES, Ulpiano T. Bezerra de. Memória e cultura material: documentos pessoais no espaço público. Revista Estudos Históricos, Rio de Janeiro, v. 11, n. 21, p. 89-104, jul. 1998. Disponível em: <http://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/reh/article/view/2067>. Acesso em: 23 mar. 2017.

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29/06/2021 - Educação Infantil

Baú de ideias – F...

Olá, Professores! Todos os anos, quando o final do primeiro semestre se aproxima, as escolas começam a pensar na organização das festividades do mês de junho e julho. Isso por conta das festas juninas e alguma vezes...

29/06/2021 - Educação Infantil

Baú de ideias – Festa junina: que tal alegrar o arraiá na escola ou em casa?

Olá, Professores!

Todos os anos, quando o final do primeiro semestre se aproxima, as escolas começam a pensar na organização das festividades do mês de junho e julho. Isso por conta das festas juninas e alguma vezes julinas que acontecem nas cidades e em várias escolas. É comum a comunidade e as instituições escolares direcionarem o olhar para os arraiais com as bandeirolas, as vestimentas e os chapéus de palha, hoje sinônimos de festa caipira.

Fogueira de mentirinha, bandeirinhas e balões feitos de papel nas salas de aula e decorando a quadra da escola, barracas com brincadeiras, comidas e bebidas, vestimentas e danças características… Neste ano, por conta da pandemia, infelizmente as festas juninas não acontecerão como gostaríamos. Mas sem a festa presencial e apesar do distanciamento social, a celebração popular não precisa passar despercebida. É possível propor atividades e brincadeiras interessantes para serem realizadas com crianças pequenas. E o legal é que elas podem ser realizadas na escola ou em casa com a família.

Vejam a seguir, algumas propostas bacanas e divertidas que alegram e divertem a todos:

  • Uma vivência musical – experimentando os ritmos e movimento
  • Apresente para as crianças uma canção junina.
  • Apresente várias vezes e vá chamando atenção para o ritmo, marcando com palmas, com os pés, com passos etc.
  • Depois observe se as crianças percebem e reproduzem o ritmo e, aos poucos, aprendem a melodia ou a letra.
  • À medida que a brincadeira vai ficando mais conhecida, os ritmos podem ser obtidos com várias partes do corpo: batendo na barriga, nas coxas, nas costas do amigo, na bochecha (com boca aberta e fechada).
  • Essa é uma rotina que pode ser aplicada para introduzir e trabalhar qualquer tipo de música.
  • Para animar o arraial, dançar e aproveitar muito é só clicar aqui: http://bit.ly/festajunina_playlist_Tempojunto Vocês encontrarão várias opções de músicas para animar a festança.

 

  • Corrida do Pinguim
  • Você irá precisar apenas de bexigas, uma para cada participante.
  • Após encher a bexiga, basta colocar entre as pernas dos brincantes.
  • Marque a linha de chegada com um pedaço de fita crepe ou outro material que tiver disponível ( barbante, lã, durex colorido, uma tira de papel ou até mesmo pedrinhas ou gravetos que encontrar caídos no chão).

A brincadeira consiste em correr até a linha de chegada, com a bexiga entre as pernas, sem deixar cair e sem estourar!

Sabem porque a brincadeira é intitulada “ Corrida do Pinguim”?

Porque ao correr com a bexiga entre as pernas, os movimentos são muito parecidos com o andar do pinguim, ou seja, com os pés voltados para fora.

 

  • Acerte a lata
  • Você irá precisar de 10 latas vazias ( pode ser de milho, de molho de tomate, de creme de leite, etc). Se preferir, poderá encapá-las com o material que desejar ( papel de presente liso ou decorado, folhas de revistas, papel contato, etc). Se desejar, poderá aumentar a quantidade de latas.
  • Se não tiver latas, poderá ser com copos de papelão descartáveis.
  • Dispor as latas ou copos, formando uma torre com esses objetos, começando com a quantidade maior e terminando com um objeto apenas. Sugestão: começar fazendo uma fileira com 4 latas ou copos, sobre essa fileira intercalar 3 latas ou copos, depois 2 latas ou copos e terminar com 1 lata ou copo. Pronto a torre estará formada.

O objetivo do jogo, é derrubar as latas ou copos. Para isso, poderá ser utilizada qualquer bolinha que você tenha disponível ( bolinha de meia, de tênis, bolinha da piscina de bolinhas, etc) ou fazer uma bolinha de papel.

Após as brincadeiras realizadas, se desejarem as crianças poderão ganhar alguma prenda pela participação e ou comemorar saboreando pipocas, milho verde, pinhão, bolo, doces ou outras gostosuras.

Deixe seu comentário e conte para nós como foi o arraiá na escola ou em casa com a família.

 

Sempre que precisarem, entrem em contato conosco!

Grande abraço e até o próximo post!

Equipe Assessoria Educação Infantil Aprende Brasil

edinfantil@aprendebrasil.com.br

 

Referências

https://www.tempojunto.com/2019/05/13/brincadeira-de-movimento-com-bexiga-corrida-do-pinguim/ Brincadeira adaptada. Acesso em 15/06/2021

https://www.tempojunto.com/2015/06/12/brincadeiras-de-festa-junina-para-um-arraial-de-arrasar/  Brincadeiras adaptadas Acesso 15/06/2021

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29/06/2021 - Educação Infantil

Bebês e Cia – Fes...

Olá, Professores!   É diversão, é alegria, é festa para os bebês e crianças bem pequenas! E por falar em diversão e alegria, elas adoram brincar com tecidos. Pedaços grandes, pequenos, estampados e colorido...

29/06/2021 - Educação Infantil

Bebês e Cia – Festa junina: que tal alegrar o arraiá na escola ou em casa?

Olá, Professores!

 

É diversão, é alegria, é festa para os bebês e crianças bem pequenas!

E por falar em diversão e alegria, elas adoram brincar com tecidos. Pedaços grandes, pequenos, estampados e coloridos se transformam em capas de super-heróis, vestidos encantados, tendas, casinhas de faz de conta e até mesmo como “cheirinho” e isso tudo para os bebês e as crianças bem pequenas é sempre um prato cheio para descobertas e explorações. Desvendar os cheiros, os toques, texturas, cores e coordenar os movimentos representam pura diversão e encantamento.

Todos os anos, quando o final do primeiro semestre se aproxima, as escolas começam a pensar na organização das festividades do mês de junho e julho. Isso por conta das festas juninas e alguma vezes julinas que acontecem nas cidades e em várias escolas.

Neste ano, por conta da pandemia, infelizmente as festas juninas não acontecerão como gostaríamos. Mas sem a festa presencial e apesar do distanciamento social, a celebração popular não precisa passar despercebida. É possível propor atividades e brincadeiras interessantes para serem realizadas com bebês e crianças bem pequenas. E o legal, é que elas podem ser realizadas na escola ou em casa com a família.

Então, que tal aproveitar o período de festa junina e realizar brincadeiras com tecidos? Só que, como estamos falando em festa junina, a sugestão é escolher fitas diversas, tecido xadrez, jutas, chitas de várias cores, tamanhos e espessuras, já que esse material reflete o espírito junino. Inclusive, é possível aproveitar o material na decoração da sala de aula, da escola ou da residência, apresentando às crianças novos usos e seus significados.

  • Caixa do Kit

Dentro da caixa, colocar os materiais: fitas diversas, tecidos xadrez, chitas, jutas e outros tecidos que desejarem e que lembrem festa junina.

  • Despertando o interesse

Sem interferir na criatividade dos pequenos, despertar o interesse e favorecer a livre exploração, organize os tecidos espalhados no chão, num espaço amplo em suportes ou locais em que seja possível amarrá-los e pendurá-los.

Será perceptível a curiosidade e a vontade das crianças em manipular e estender os tecidos, deitar sobre eles, cobrir-se, colocar na cabeça, na boca, cheirar, puxar, apenas passar as mãos, se enrolar e alternar a exploração dos variados tamanhos, estampas e texturas.

  • Explorando e descobrindo

Passada a primeira euforia, possivelmente as crianças começarão a pensar em brincadeiras mais elaboradas. Nesse momento, é importante o olhar e a escuta atenta, observando as criações e invenções, não descartando-se as possíveis intervenções do adulto, porém sem usar da sua “interferência” nas elaborações realizadas. Aqui as crianças descobrirão várias possibilidades de utilização dos tecidos.

Aproveitando o trabalho sobre festa junina, colocar as músicas típicas, fazer as pinturas típicas nos pequenos ( só muita atenção: não utilizar produtos em crianças que são alérgicas)e disponibilizar apetrechos como chapéus e adereços para despertar ainda mais o interesse, promover a exploração, a criação e a descoberta. As músicas divertem, alegram e encantam o mundo dos bebês e das crianças bem pequenas. Deixe-as criar, cantar, dançar e se divertir como conseguirem, de acordo com suas capacidades, interesses e como desejarem.

  • Acabando a brincadeira suavemente

Nas brincadeiras com tecidos, os bebês e as crianças bem pequenas vão naturalmente se cansando, brincando de dormir ou abrigando-se nas cabanas, nos colchonetes ou nos tapetes e almofadas disponibilizadas pelo ambiente. No caso dos bebês, é importante faze-los dormir como de costume e para as crianças bem pequenas, sugere-se aproveitar essas situações, trazendo a questão do cansaço e do sono como proposta lúdica: colocar a caixa do kit no centro do ambiente e convidar os pequenos a colocar os panos cansados para dormir também! Vocês perceberão quantas situações interessantes surgirão como: crianças cantarolando cantigas de ninar, ajeitando o tecido para dormir como se fosse um bebê, dialogando com o tecido fazendo de conta que é uma criança, etc. Portanto, é interessante observar e levantar as possibilidades que brotam naquele momento para terminar suavemente a brincadeira.

E, no momento de decorar a escola para a festa, as crianças podem pegar os tecidos já conhecidos do kit e ajudar na decoração. Nesse sentido, as brincadeiras realizadas com os tecidos de chita vão contribuir com a contextualização da data comemorativa.

 

Deixe seu comentário e conte para nós como foi a brincadeira com tecidos no arraiá na escola ou em casa com a família.

 

Sempre que precisarem, entrem em contato conosco!

Grande abraço e até o próximo post!

Equipe Assessoria Educação Infantil Aprende Brasil

edinfantil@aprendebrasil.com.br

 

REFERÊNCIAS:

https://tempodecreche.com.br/repertorio-cultural/chita-festa-junina-e-um-kit-para-brincadeiras/#more-5400 Proposta adaptada. Acesso em 15/06/2021

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