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23/04/2021 - Educação Infantil

Baú de ideias – A...

Olá, Professores! Desejamos que todos estejam bem! Hoje, falaremos um pouquinho sobre criatividade, que é uma das habilidades mais importantes para se desenvolver uma atividade produtiva, tanto para nós professores, ...

23/04/2021 - Educação Infantil

Baú de ideias – A criatividade das crianças pequenas

Olá, Professores!

Desejamos que todos estejam bem!

Hoje, falaremos um pouquinho sobre criatividade, que é uma das habilidades mais importantes para se desenvolver uma atividade produtiva, tanto para nós professores, quanto para as crianças pequenas. Ser criativo é uma característica que faz a diferença, traz mais oportunidades e possibilidades de conhecimento e aprendizado.

Segundo Sir Ken Robinson, criatividade é um processo de ter ideias originais que tenham valor.

Processo e não uma ideia que veio do além; originais porque são únicos, autênticos, não são copiados e nem reproduzidos se tiverem algum valor.

Todos nascemos com um grande potencial criativo, apenas precisamos desenvolver a criatividade.

E isso inicia-se com os bebês e crianças bem pequenas, quando começam a se descobrirem como ser, estar e sobreviver no meio onde estão inseridos, ou seja no mundo que os cercam. E a infância é o momento ideal onde os professores podem contribuir por meio de atitudes e atividades simples e poderosas a estimular o pensamento criativo dentro do desenvolvimento natural das crianças.

No Blog “Bebês e CIA”, falamos que os bebês são cientistas, enquanto que as crianças bem pequenas são exploradoras.

Nesse Blog “Baú de ideias”, nos referimos às crianças pequenas com idade de 4 e 5 anos como inventoras. Nessa fase é como ocorresse um pico de criatividade das crianças as quais já dominam a imaginação que está muito presente em suas ações e que é muito importante e especial para elas.

Durante esse período, a criança entende que a sua mente é capaz de criar coisas e não há limites para que essa criação ocorra, porque acredita na sua própria capacidade e nada mais fantástico do que brincar de faz de conta, de explorar, de inventar, de criar possibilidades.

Nessa idade a criança está fazendo um ensaio para a vida, ensaiando como é viver enquanto brinca. Reproduz profissões, situações e também as suas vivências. Em geral, o que a criança expressa nessas brincadeiras de faz de conta são as referências que possuem dos adultos que a cerca e será esse inventor a partir dos interesses, estímulos e das referências que são fornecidas a ela.

Nesse caso, é importante oferecer para as crianças acessórios como, caixas, chapéus, lenços, toalhas, lençol, TNT ou qualquer outro tecido grande e outros materiais para que elas possam usar a criatividade, imaginação para transformá-los em que desejarem e para que a imaginação delas ganhe vida.

Outra opção, é formar uma brinquedoteca versátil, com materiais de montar e objetos como bonecas, panelinhas, louças de brinquedo e muito mais.

Brincar com materiais, acessórios, brinquedoteca versátil e brincar com seus pares são possibilidades de estimular a criatividade dessas crianças inventoras.

Brinquedos são seus companheiros e fundamentais para despertar a criatividade e esse poder de invenção que toda criança possui.  Basta uma diversidade deles e muito estímulo a cada momento.

Para isso, segue algumas sugestões interessantes, divertidas e estimulantes para as nossas crianças inventoras.

  1. Brincando com caixas de papelão

Para a criança inventar algo que tenha vontade.

Materiais: caixas de papelão e fita crepe

Observe nas imagens abaixo que lindo castelo e que cabana bacana foram inventadas e criadas pela criança.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2.Brincando com tecidos

Materiais: disponha lençóis, toalhas, TNT ou qualquer outro tecido e deixe a criatividade rolar solta entre as crianças. Poderá surgir uma barraca, uma tenda, um vestido e ou véu de noiva, uma capa de super herói, enfim deixe a criança “ inventar moda”.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

3.Gincana das profissões

Para fazer essa brincadeira, você precisa preparar uma lista de profissões: médico, veterinário, cozinheiro, cabeleireiro, bombeiro, professor…

Selecionar previamente alguns materiais e objetos relacionados com as profissões, deixando-os em espaços onde as crianças possam encontra-los. A atividade consiste em falar para a criança uma profissão dessa lista e pedir para ela procurar 3 objetos que sejam usados por um profissional desse ramo. Em seguida, deverá criar uma situação para representar a profissão falada para ela.

Por exemplo, ela pode pegar uma pedra e dizer que é o giz da professora. Ou pegar uma cartolina e dizer que é a lousa. É possível também.  É uma ótima maneira de ver até onde vai a imaginação das crianças.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mas não esqueçam que o fundamental sempre e em qualquer faixa etária é conversar com a criança, olhar para o que a criança olha, compartilhar o olhar com ela, esticar a conversa, fazer perguntas como:  o quê? Como? Cadê? O que é isso? Porque e como fez isso?

E vários outros questionamentos que certamente promoverão a descoberta, a aprendizagem, estimularão a criatividade e auxiliarão a desenvolver a linguagem oral da criança.

 

Deixe seu comentário e compartilhe conosco como é a experiência de trabalhar com crianças inventoras.

 

Sempre que precisarem, entrem em contato conosco!

Grande abraço e até o próximo post!

Equipe Assessoria Educação Infantil Aprende Brasil

edinfantil@aprendebrasil.com.br

 

REFERÊNCIAS:

Robinson, Ken. Somos todos criativos: os desafios para desenvolver uma das principais habilidades do futuro. São Paulo: Benvirá, 2019

https://www.tempojunto.com/2020/11/02/como-estimular-a-criatividade-infantil-com-caixas-de-papelao/ Acesso em 22/04/2021

https://www.tempojunto.com/2016/05/20/10-maneiras-de-fazer-uma-cabana-em-casa/ Acesso em 22/04/2021

 

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Grande abraço e até o próximo post!

Equipe Assessoria Educação Infantil Aprende Brasil

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23/04/2021 - Educação Infantil

Bebês e Cia – A c...

Olá, Professores! Desejamos que todos estejam bem! Hoje, falaremos um pouquinho sobre criatividade, que é uma das habilidades mais importantes  para desenvolver uma atividade produtiva, tanto para nós professores, q...

23/04/2021 - Educação Infantil

Bebês e Cia – A criatividade dos bebês e das crianças bem pequenas

Olá, Professores!

Desejamos que todos estejam bem!

Hoje, falaremos um pouquinho sobre criatividade, que é uma das habilidades mais importantes  para desenvolver uma atividade produtiva, tanto para nós professores, quanto para os bebês e crianças bem pequenas. Ser criativo é uma característica que faz a diferença e traz mais oportunidades e possibilidades de conhecimento e aprendizado.

Segundo Sir Ken Robinson, criatividade é um processo de ter ideias originais que tenham valor.

Processo e não uma ideia que veio do além; originais porque são únicos, autênticos, não são copiados e nem reproduzidos se tiverem algum valor.

Todos nascemos com um grande potencial criativo, apenas precisamos desenvolver a criatividade.

E isso inicia-se com os bebês e crianças bem pequenas, quando precisam descobrir como ser, estar e sobreviver no meio onde estão inseridos, ou seja, no mundo que os cercam. E a infância é o momento ideal onde os professores podem contribuir por meio de atitudes, atividades simples e poderosas a estimular o pensamento criativo dentro do desenvolvimento natural das crianças.

No primeiro ano, pode-se dizer que os bebês são cientistas. E o cientista nasceu para explorar, ele é um grande explorador.

Os bebês nasceram para serem cientistas e o grande trabalho deles é criar teorias e hipóteses sobre como o mundo funciona a partir dos sentidos que eles possuem e que se desenvolverão ainda mais a cada dia. Dessa forma, para termos crianças criativas precisamos estimular os seus sentidos e realizar atividades sensoriais. Elas compreendem e conhecem o mundo pelo olhar, pelo tato, pelo cheiro, pelo paladar e é necessário estimular as brincadeiras sensoriais para poder aumentar a coleção de experiências táteis, visuais, auditivas e olfativas para que consiga ampliar o seu repertório.

Para isso, seguem algumas sugestões bacanas para esse trabalho fantástico com os bebês.

  1. Contato com a natureza

Veja que legal, você não precisa ter habilidades específicas e nem comprar materiais para fazer. Basta sair com as crianças para explorar o ar livre. O sol, o vento, as flores, os sons, a areia, tudo será novidade para elas onde poderão sentir, ouvir, tocar, experimentar.

 

 

 

 

 

 

2. Caixa com fitas

Amarrar fitas, de preferência com texturas diferentes, numa caixa e deixar a criança brincar, tocar, experimentar e descobrir.  Aproveite para falar sobre as cores.

 

 

 

 

 

3.Texturas para engatinhar

Uma forma de incentivar o bebê a engatinhar e ao mesmo tempo descobrir novas sensações é fazer um percurso com diferentes texturas para ela atravessar. Toalha, cobertor, edredon, lençol, enfim você poderá  escolher o que estiver disponível, colocar sobre uma superfície segura e deixar a criança explorar o material, sentindo as texturas.

 

 

 

 

Passando o período do bebê, essa criança passa de cientista para exploradora que é a fase das crianças bem pequenas, de 1 aos 3 anos de idade. Com essa idade já conseguem se locomover pela casa, começam a explorar os espaços, já dominam um pouco mais o seu corpo, estabelecem uma relação com os objetos e já sabem que possuem uma determinada função, como por exemplo: já conseguem saber que a bola serve para  jogar, o copo para beber e o livro para manusear.

E o que fazer para incentivar a criatividade da criança bem pequena que é exploradora?

É muito bacana oferecer os objetos da casa:  o sofá por exemplo, vira uma cabana, brincadeiras com almofadas, com panelas, colheres de pau, potes e tampas. Brincar com a criança sem impor a brincadeira e sim deixa-la liderar a brincadeira, dando-lhe autonomia para as tomadas de decisões e para buscar as soluções.

  1. Brincadeira com almofadas:

Que tal fazer um circuito feito com almofadas? É excelente para estimular a coordenação motora grossa das crianças. Dá para fazer um caminho entre um móvel e o outro, por exemplo. No início, é importante a criança ter onde se apoiar. Quando o caminho estiver pronto é só chamar a criança para brincar e depois, observar as estratégias que ela usa para atravessar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2. Brincando com potes de cozinha

A proposta é fazer a criança encontrar as tampas certas para cada pote. Você começa separando potes de plástico de diferentes tamanhos e formatos e coloca-os no chão, dispondo os potes de um lado e as tampas do outro.

Em seguida você chama a criança e explica o “Jogo dos Potes”, falando inicialmente para a criança que terá que encontrar a tampa certa para cada pote.

É muito legal observar que a criança logo estabelecerá um padrão de escolher uma tampa, olhar para os potes e ir direto no certo. Conceitos como grande e pequeno e formas geométricas são trabalhados o tempo todo em atividades como esta, além das descobertas que faz quando, ao explorar, percebe, por exemplo, que vários potes cabem um dentro do outro, quando começam a comparar as tampas umas com as outras ou até mesmo quando constroem torres e castelos com esses materiais.

 

 

 

 

 

Mas não esqueçam que o fundamental sempre e em qualquer faixa etária é conversar com a criança, olhar para o que a criança olha, compartilhar o olhar com ela, esticar a conversa, fazer perguntas como:  o quê? Como? Cadê? O que é isso? Porque e como fez isso?

E vários outros questionamentos que certamente promoverão a descoberta, a aprendizagem, estimularão a criatividade e auxiliarão a desenvolver a linguagem oral da criança.

 

Deixe seu comentário e compartilhe conosco como é a experiência de trabalhar com os bebês cientistas e as crianças exploradoras.

 

Sempre que precisarem, entrem em contato conosco!

Grande abraço e até o próximo post!

Equipe Assessoria Educação Infantil Aprende Brasil

edinfantil@aprendebrasil.com.br

 

REFERÊNCIAS:

Robinson, Ken. Somos todos criativos: os desafios para desenvolver uma das principais habilidades do futuro. São Paulo: Benvirá, 2019

https://www.tempojunto.com/2014/12/29/melhores-atividades-de-descoberta-sensorial/ Acesso em 16/04/2021

https://www.tempojunto.com/2015/10/22/com-usar-almofadas-para-estimular-a-coordenacao-motora-dos-pequenos/#:~:text=Hoje%20vou%20falar%20de%20mais,coordena%C3%A7%C3%A3o%20motora%20grossa%20dos%20beb%C3%AAs. Acesso em 16/04/2021

https://www.tempojunto.com/2016/07/19/como-brincar-com-potes-da-cozinha/ Acesso em 16/04/2021

 

 

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19/04/2021 - Ciências

Entre a Lua cheia e ...

Tupinambá com arco e flecha, Albert Echout, 1643 ”Os tupinambá atribuem à Lua o fluxo e o refluxo do mar e distinguem muito bem as duas marés cheias que se verificam na lua cheia e na lua nova ou poucos dias depois...

19/04/2021 - Ciências

Entre a Lua cheia e a Lua nova … aprendendo com os Tupinambás

Tupinambá com arco e flecha, Albert Echout, 1643

Os tupinambá atribuem à Lua o fluxo e o refluxo do mar e distinguem muito bem as duas marés cheias que se verificam na lua cheia e na lua nova ou poucos dias depois”.

Claude d’Abbeville , 1612.

Assim o missionário francês Claude d’Abbeville relata um pouco do conhecimento sobre as marés, nos indígenas brasileiros Tupinambás, com quem ele conviveu ao longo de 4 meses no território que abriga atualmente o Estado do Maranhão. Em seu livro “Histoire de la mission de pères capucins en l’Isle de Maragnan et terres circonvoisines”, publicado em Paris em 1614, ele descreve o conhecimento dos indígenas em relação a localização geográfica, movimento do Sol, contagem dos anos, períodos com abundância de caça (lua nova) e com mais mosquitos ou percevejos (lua cheia).

Galileu Galilei é considerado o pai da astronomia, que é considerada a mãe de todas as Ciências, seu livro “Diálogo sobre os dois máximos sistemas do mundo; ptolomaico e copernicano”, publicado em 1632, propõe que as marés são resultado dos movimentos de rotação e translação da Terra, sem considerar a influência da Lua.

Somente em 1687, setenta e três anos após a publicação de d’Abbeville, Isaac Newton demonstrou que a causa das marés é a atração gravitacional do Sol e, principalmente, da Lua sobre a superfície da Terra. Esses fatos mostram que, muito antes da Teoria de Galileu, que não considerava a Lua, os indígenas que habitavam o Brasil já sabiam que ela é a principal causadora das marés.”

Assim o professor Germano Afonso, doutor em Astronomia nos apresenta em um artigo de 2009 a informação de que muito antes da sistematização científica os indígenas já utilizavam conceitos da Astronomia como meio de garantir sua sobrevivência no ambiente natural, respeitando e estabelecendo as devidas relações com os ciclos naturais. Assim como outros povos ao redor do mundo desenvolveram o que hoje chamamos de Etnostronomia.  Surpreendente não?

Para entender melhor como é possível que os indígenas e/ou outros povos primitivos conhecessem mais alguns princípios astronômicos, antes mesmo de existir a Ciência Astronomia descrita exemplarmente nas obras do próprio Galileu, é necessário resgatar um pouco sobre a concepção de Ciência e os diferentes tipos do conhecimento humano.

O mérito de Galileu e outros cientistas europeus foi o de sistematizar as observações e os seus estudos, por meio da experimentação e da publicação de obras com os resultados dos experimentos e as suas conclusões, estabelecendo a Ciência como conhecemos até os dias de hoje, sistematizada em um método próprio (método científico), em busca de respostas para fenômenos naturais ou não, que são observados e testados a fim da  confirmação de hipóteses, que muitas vezes são aceitas ou refutadas. Isto é Ciência.

O conhecimento indígena aqui descrito faz parte de um saber que podemos chamar de ancestral, passa de geração em geração por meio de histórias, da observação do ambiente e dos ensinamentos dos anciões na aldeia. Diferentemente da Ciência este conhecimento não é experimental, não é publicado e nem precisa ser provado ou refutado, ele tem um caráter empírico, funcional, prático, construído por meio da observação, tentativa e erro e utilidade que garante a sobrevivência do povo indígena.

Neste mês em que se comemora o dia dos povos indígenas, deixo aqui esta reflexão sobre os diferentes tipos de conhecimento e a sua utilidade para o desenvolvimento de cada sociedade, entender como o mundo funciona através de olhares diversos valoriza outras formas do saber, acrescenta informações  o que após a nossa reflexão e mediação pedagógica pode ajudar na construção de um  conhecimento escolar em cada área do conhecimento, que seja mais significativo aos alunos.

E você? Como trabalha com esta data comemorativa nas suas aulas? Conte nos comentários o que pode ser feito em suas aulas para valorizar a cultura indígena.

Atenciosamente

Assessoria de Ciências da Natureza.

Saiba mais em: http://educadores.aprendebrasilon.com.br/blogassessoria/category/ciencias/

 

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19/04/2021 - Ensino Religioso, História

Identidade e Alterid...

Olá Professores   Hoje vamos iniciar mais um Percurso Pedagógico (veja programação completa clicando aqui), edição dedicada ao volume 2 do Livro Didático, desta vez as lives de História vão se dedicar a dis...

19/04/2021 - Ensino Religioso, História

Identidade e Alteridade: sugestões para sala de aula

Olá Professores

 

Hoje vamos iniciar mais um Percurso Pedagógico (veja programação completa clicando aqui), edição dedicada ao volume 2 do Livro Didático, desta vez as lives de História vão se dedicar a discussão de alguns conceitos.

Na live voltada para Professores do Ensino Fundamental Anos Iniciais abordará os conceitos de identidade e alteridade. Faremos uma breve discussão sobre a temática e exemplificaremos como abordá-las a partir do Livro Didático Integrado do Sistema de Ensino Aprende Brasil, além de fazer sugestões e indicações práticas.

Para facilitar seu acesso aos recursos indicados disponibilizamos abaixo uma lista indicando onde localizá-los. Veja:

 

1. Fontes Históricas Escritas:

 

  • Carta de Pêro Vaz de Caminha, disponível do site Domínio Público. Neste site o documento é disponibilizado em PDF. Para baixar o arquivo clique aqui.
  • Carta de Pêro Vaz de Caminha, disponível no site do Arquivo Nacional Torre do Tombo. Neste site o documento é disponibilizado em JPG, ou seja, são imagens da carta original. Para baixar o arquivo clique aqui.
  • Obras de Hans Staden. Para conhecer um pouco sobre este viajante que descreveu suas experiências em terras brasileiras, no início do período da colonização, indicamos um vídeo do Professor Eduardo Bueno, “Hans Staden: o livro mais saboroso do Brasil”, para acessar clique aqui.

 

Vale lembrar que a descrição de Pêro Vaz de Caminha e Hans Staden são descrições do colonizador sobre o colonizado. Mas, e a visão dos povos indígenas sobre os europeus, como era? Para saber mais sobre isso fazemos duas indicações:

 

  • Site Mirim: povos do Brasil, leia o texto “Antes de Cabral”, para acessar clique aqui.
  • Site Vídeo nas Aldeias, assista ao vídeo “Índios no Brasil: uma outra história”, para acessar clique aqui.

 

2. Fontes Históricas Orais:

 

  • Vídeo Griot Toumani Kouyaté cantando uma história no Programa Arte do Artista. Para acessar o vídeo clique aqui.
  • Vídeo O Griot e a Tradição Oral. Para acessar o vídeo clique aqui.
  • Na live indicamos o uso de um podcast chamado PodParaná. Para acessar o episódio que conta lendas e contos populares paranaenses clique aqui.

 

Para abordar a questão do trabalho e tradições dos trabalhos artesanais de diferentes povos indígenas, indicamos:

 

  • Texto “Artesanato dos Índios Baniwa”, para acessar clique aqui.
  • Texto “Mulheres guarani e Kaingang recuperam costume ancestral da produção cerâmica”, para acessar clique aqui.
  • Vídeo “Anut gidahankis minikwekviyenekis: conhecimentos dos antigos”, produzido pelo IEPÉ – Instituto de Pesquisa e Formação Indígena. Para acessar o vídeo clique aqui.

 

Para finalizar, também, indicamos uma História em Quadrinhos sobre a língua indígena de sinais, para acessar clique aqui.

 

Você conhece outros recursos? Indique para nós nos comentários, assim poderemos ampliar ainda mais as possibilidades de trabalho em sala de aula.

 

Equipe Assessoria de História e Ensino Religioso

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16/04/2021 - Arte, Ciências, Educação Física, Educação Infantil, Ensino Religioso, Geografia, História, Informática Educativa, Língua Inglesa, Língua Portuguesa, Marketing, Matemática

VEM AÍ: Percurso Pedagógico: ideias para repensar o planejamento

Olá!

 

Hoje queremos fazer um convite especial.

Durante a semana de 19 a 23 de abril de 2021, a Assessoria de Áreas promoverá uma série de encontros, transmitidos pelo YouTube, com o objetivo de apresentar algumas sugestões de organização e planejamento focados nos Livros Didáticos Integrados volume 2, por componente curricular e segmentos, a partir dos diferentes recursos didáticos do Sistema de Ensino Aprende Brasil (considerando possibilidade de ensino híbrido).

 

Veja a programação completa clicando aqui.

 

A proposta é oportunizar, aos professores dos municípios conveniados, algumas ideias para o melhor aproveitamento dos recursos disponíveis (Livro Didático
Integrado Aprende Brasil e Aprende Brasil Digital), para que, cada um, diante de seu contexto e demandas, possa traçar seu planejamento.

 

Não perca!

 

Equipe Assessoria de Áreas

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14/04/2021 - Língua Inglesa

Indians? Para quem n...

Hello, everyone! Hope you are great! Uma das questões mais importantes ao estudarmos ou ensinarmos outra língua e outras culturas é estar atento em relação aos estereótipos. Estereótipos são rótulos, pré-concei...

14/04/2021 - Língua Inglesa

Indians? Para quem nasceu na Índia, certo?

Hello, everyone! Hope you are great!

Uma das questões mais importantes ao estudarmos ou ensinarmos outra língua e outras culturas é estar atento em relação aos estereótipos.

Estereótipos são rótulos, pré-conceitos que o senso comum utiliza de maneira generalizada e simplificada. Essa ideia ou único modelo dirigido a um povo pode gerar mal-entendidos na comunicação e soar como preconceito.

Ao falarmos sobre os povos indígenas norte-americanos é importante lembrar que o termo Indian é usado para descrever as pessoas, a comida, os costumes, a cultura da Índia, o país sul-asiático. Utilizar o termo Indians para se referir aos povos Nativos Americanos é errado e gera preconceito.

Convido a assistir ao tiktok a seguir, no qual a tiktoker Patrícia Raylynn explica três erros que você pode cometer no contato com a cultura nativa americana:

  1. Don’t call us Indians

Termo não adequado e estereotipado para chamar nativos americanos. O mais adequado é descobrir sua origem específica para usar o termo apropriado que pode ser Natives, Native Americans, Indigenous, First Nations.

  1. Native American and alcohol problems are not synonyms

Esse estereótipo também é falso. Nem todos os nativos têm problemas com álcool ou drogas. Qualquer um pode ter esse tipo de problema, não importa a sua origem.

  1. Natives don’t get free college

Existe uma falsa ideia de que o governo paga pela faculdade dos nativos americanos, mas cada tribo específica arrecada ou não fundos para isso. É possível conseguir bolsa de estudos, dependendo da instituição, como acontece com qualquer estudante, mas não é uma regra.

É muito importante discutir com os alunos a ideia de estereótipo. Da mesma maneira que podemos generalizar aspectos individuais de comportamento para outros povos, o brasileiro é estereotipado e não gostamos quando nos classificam com comportamentos e características generalizadas.

Observe o quadro a seguir com habilidades da BNCC a serem desenvolvidas pelos alunos, em relação à comunicação intercultural e ao entendimento e respeito entre pessoas de culturas diferentes:

EF09LI19 Discutir a comunicação intercultural por meio da língua inglesa como mecanismo de valorização pessoal e de construção de identidades no mundo globalizado.

EF08LI20 Examinar fatores que podem impedir o entendimento entre pessoas de culturas diferentes que falam a língua inglesa.

EF08LI19 Investigar de que forma expressões, gestos e comportamentos são interpretados em função de aspectos culturais.

EF08LI18 Construir repertório cultural por meio do contato com manifestações artístico-culturais vinculadas à língua inglesa (artes plásticas e visuais, literatura, música, cinema, dança, festividades, entre outros), valorizando a diversidade entre culturas.

EF07LI11 Participar de troca de opiniões e informações sobre textos, lidos na sala de aula ou em outros ambientes.

EF06LI26 Avaliar elementos/produtos culturais de países de língua inglesa absorvidos pela sociedade brasileira/comunidade.

 

Como afirma Chimamanda: “A história única cria estereótipos, e o problema com estereótipos não é que sejam falsos, mas incompletos. Eles fazem uma história se tornar a única história.”

https://www.globalcitizen.org/de/content/15-quotes-from-chimamanda-adichie-that-have-change/

Que tal considerar também pensar sobre os povos indígenas brasileiros?

Vale a visita ao blog de história para algumas considerações sobre o tema, possíveis atividades e a ideia de estereótipo.

 

 

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