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06/05/2021 - Geografia

Indicador geográfic...

Olá professora! Olá professor! Você já ouviu falar em indicador geográfico? É um termo empregado para produtos que se destacam pela relação qualidade/ procedência. Por exemplo, as panelas de barro de Goiabeiras ...

06/05/2021 - Geografia

Indicador geográfico: um assunto para as aulas de Geografia

Olá professora! Olá professor!

Você já ouviu falar em indicador geográfico? É um termo empregado para produtos que se destacam pela relação qualidade/ procedência. Por exemplo, as panelas de barro de Goiabeiras (Vitória)/ ES, os queijos da Serra da Canastra/ MG, a banana de Corupá/ SC  ou os doces de Pelotas/RS. Aqui no Brasil, é o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) que concede o certificado, como forma de valorizar os produtores rurais, garantir a autenticidade do produto e promover o desenvolvimento econômico da região, sendo reconhecidos por ter uma identidade, qualidade e valor únicos.

São vários atributos levados em conta no momento da análise para a certificação:

  • aspectos físicos como tipo de relevo,  solo e vegetação;
  • condições meteorológicas como temperatura e precipitação;
  • atividades como condições de cultivo, tratamento dado ao produto, preservação ambiental, etc.

Mapa das Indicações Geográficas 2019

Fonte: https://geoftp.ibge.gov.br/cartas_e_mapas/pdf Acesso em 05 mai. 2021

A cada dia os produtos com indicações geográficas estão mais valorizados, e não apenas pela sua marca, mas, sobretudo pelo seu prestígio dentro e fora do país de origem, como é o caso do queijo Parmesão italiano e o vinho do Porto português.

Quando um item possui a indicação geográfica, seu valor agregado amplifica e toda a comunidade local ganha com isso. De acordo com o SEBRAE (2013), essa certificação divide-se em:

  • Indicação de procedência: nome geográfico (país, cidade, região ou localidade) reconhecido por ser o lugar principal de produção, fabricação ou extração de determinado produto ou serviço.
  • Denominação de origem: nome geográfico que identifica produto ou serviço dotado de características devidas, exclusivamente, ao meio geográfico.

Esse assunto pode ser trabalhado ao longo de todo o Ensino Fundamental, com destaque para os Anos Finais.  Além disso,  é possível relacionar o conteúdo do LDI à realidade, o que pode contribuir para uma aprendizagem significativa.

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BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC/SEB, 2018. Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf>. Acesso em:  25 março de 2020
ENTENDA O CONCEITO DE INDICAÇÃO GEOGRÁFICA. O selo de indicação geográfica é uma garantia para o consumidor, pois comprova que o produto é genuíno e possui qualidades particulares, ligadas à sua origem. Artigo publicado em 03/12/2013. Disponível em https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/entenda-o-conceito-de-indicacao-geografica,5a8e438af1c92410VgnVCM100000b272010aRCRD Acesso em 04 mai. 2021
Fonte mapa: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/25216-mapa-das-indicacoes-geograficas#: Acesso em 04 mai. 2021
Fonte imagem:  https://pixabay.com/pt/photos/chocolates-barbear-chocolate-picado-2224998/ Acesso em 04 mai. 2021

 

 

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30/03/2021 - Geografia, História

A interrupção do t...

Olá professora! Olá professor! Neste post falaremos sobre o encalhamento do cargueiro Ever Given, que aconteceu no dia 23/03, no Canal de Suez, principal rota de comércio entre a Ásia e a Europa (passagem entre o Mar...

30/03/2021 - Geografia, História

A interrupção do tráfego no Canal de Suez: a Geografia na atualidade

Olá professora! Olá professor!

Neste post falaremos sobre o encalhamento do cargueiro Ever Given, que aconteceu no dia 23/03, no Canal de Suez, principal rota de comércio entre a Ásia e a Europa (passagem entre o Mar Vermelho e o Mar Mediterrâneo) que durou quase uma semana.

Mas, o que provocou essa situação?  Fortes rajadas de vento, associadas a uma tempestade de areia, fizeram com que o navio  encalhasse e ficasse atravessado no Canal, que é responsável por cerca de 10% do comércio marítimo global. Com o bloqueio, mais de 400 navios ficaram parados, aguardando a liberação da passagem. A demora no desbloqueio, causou grandes prejuízos para as cias marítimas de cargas de todo o mundo, e, sobretudo para o Egito e para a Companhia Evergreen Marine Corp, que é a responsável pelo cargueiro encalhado. Ambos, país e companhia, tiveram que arcar com as despesas do desencalhe e perdas das demais cias. Além disso, parte da receita do Egito advém da cobrança de taxas pela passagem pelo Canal.

Outro fato que chama a atenção, é a dependência de uma única rota marítima, pois um possível desvio  envolveria uma viagem de cerca de 9 mil quilômetros até o Cabo da Boa Esperança, contornando a África, o que acrescentaria 15 dias de navegação, provocando o aumento dos custos de frete e automaticamente das mercadorias transportadas.

Essa situação poderia ser explorada em diferentes momentos das aulas de Geografia, ao longo de todo o Ensino Fundamental, uma vez que envolve conteúdos como:

  • localização espacial;
  • cartografia;
  • redes de transporte e comunicação;
  • internacionalização e globalização;
  • setores da economia;
  • geopolítica mundial;
  • comércio marítimo, etc.

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BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC/SEB, 2018. Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf>. Acesso em:  25 março de 2020
ESPAÑOL, Marc. Encalhe do navio no Canal de Suez provoca prejuízos milionários e e queixas no Egito. Artigo disponível em <https://brasil.elpais.com/economia/2021-03-26/acoes-milionarias-e-queixas-no-egito-o-alto-custo-do-encalhe-do-navio-no-canal-de-suez.html>  Acesso em 26 mar.2021
Fonte imagem:  https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2021-03/liberacao-de-porta-conteineres-libera-canal-do-sue Acesso em 29 mar.2021

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12/03/2021 - Geografia, História

Meninas e a vulnerab...

Olá Professora! Olá professor! Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, abordarei um assunto ainda pouco divulgado pela mídia e que atinge sobretudo as mulheres: o casamento infantil. De acordo com o Fundo de ...

12/03/2021 - Geografia, História

Meninas e a vulnerabilidade do casamento infantil

Olá Professora! Olá professor!

Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, abordarei um assunto ainda pouco divulgado pela mídia e que atinge sobretudo as mulheres: o casamento infantil. De acordo com o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) que é a agência de desenvolvimento internacional da ONU, a qual trata de questões populacionais, apontou para uma redução das taxas globais de casamento infantil. No início deste século, uma a cada três mulheres entre 20 e 24 anos afirmou ter se casado enquanto eram crianças. Já em 2017, esse número era de uma a cada cinco.  Ao mesmo tempo que entre os meninos, o índice era de um para cada vinte e cinco que se casaram antes dos 18 anos (com meninas ainda mais jovens). Contudo, acredita-se que se não houver esforços governamentais, até 2030, os números tendem a subir, pois esses casamentos arranjados atingem sobretudo os países de baixa e média renda, que são também, os mais afetados pela pandemia do Covid-19.

Nessa semana, o UNICEF (Fundo Internacional de Emergência das Nações Unidas para a Infância) declarou que o fechamento de escolas, o estresse econômico, as interrupções em serviços, gravidez e morte dos pais devido à pandemia estão colocando as meninas mais vulneráveis em maior risco de casamento infantil, pois nesse momento de crise, muitos familiares veem no casamento  de suas meninas, uma forma de mitigar seus problemas financeiros imediatos.

Ainda, de acordo com este mesmo órgão, há em todo o mundo, cerca de 650 milhões de meninas e mulheres que se casaram antes de completar 18 anos, sendo que praticamente metade desses casamentos ocorreram em Bangladesh, Brasil, Etiópia, Índia e Nigéria.

Diante desse quadro, faz-se necessário mudanças, no sentido de garantir o avanço na equidade de gênero e no fortalecimento dos direitos dessas meninas, que em razão das circunstâncias (econômicas, culturais e/ou religiosas), encontram-se em condições vulneráveis, por isso, a necessidade de assegurar a educação para elas, pois é por meio da informação e do conhecimento que poderão transformar suas vidas, garantir o seu empoderamento e a possibilidade de argumentar de maneira assertiva sobre essa e outras questões.

Ao verificar a  BNCC, é possível perceber que o documento incentiva ações como as citadas, com destaque para a competência geral  07  que trata da Argumentação:

“Argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis, para formular, negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns que respeitem e promovam os direitos humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e global, com posicionamento ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do planeta”.( p. 09).

E também é um assunto que está vinculado a algumas habilidades de Geografia:

(EF05GE02) Identificar diferenças étnico-raciais e étnico-culturais e desigualdades sociais entre grupos em diferentes territórios.

(EF08GE03) Analisar aspectos representativos da dinâmica demográfica, considerando características da população (perfil etário, crescimento vegetativo e mobilidade espacial).

(EF08GE06) Analisar a atuação das organizações mundiais nos processos de integração cultural e econômica nos contextos americano e africano, reconhecendo, em seus lugares de vivência, marcas desses processos.

(EF08GE12) Compreender os objetivos e analisar a importância dos organismos de integração do território americano (Mercosul, OEA, OEI, Nafta, Unasul, Alba, Comunidade Andina, Aladi, entre outros).

(EF09GE03) Identificar diferentes manifestações culturais de minorias étnicas como forma de compreender a multiplicidade cultural na escala mundial, defendendo o princípio do respeito às diferenças.

(EF09GE15) Comparar e classificar diferentes regiões do mundo com base em informações populacionais, econômicas e socioambientais representadas em mapas temáticos e com diferentes projeções cartográficas.

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BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC/SEB, 2018. Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf>. Acesso em:  25 março de 2020
GUIMARÃES, F. (trad.) Sete coisas que você não sabia sobre o casamento infantil. Artigo publicado em 04 Fev. 2020. Disponível em: https://brazil.unfpa.org/pt-br/news/sete-coisas-que-voc%C3%AA-n%C3%A3o-sabia-sobre-o-casamento-infantil> Acesso em: 11 mar. 2021
REIS, Elisa M. 10 milhões de meninas a mais em risco de casamento infantil devido à Covid-19. Comunicado de imprensa publicado em 08 mar. 2021. Disponível em: <https://www.unicef.org/brazil/comunicados-de-imprensa/10-milhoes-de-meninas-a-mais-em-risco-de-casamento-infantil-devido-a-covid-19>  Acesso em: 11 mar. 2021
Fonte imagem: https://pixabay.com/pt/photos/%C3%ADndia-favelas-pobre-irm%C3%A3o-irm%C3%A3-2507482/ Acesso em 11 mar. 2021

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04/03/2021 - Geografia

A tecnologia ao alca...

Olá Professora! Olá Professor! Hoje trago para o nosso Blog um assunto que tem levantado algumas discussões no Brasil. É a implantação do 5G ou quinta geração da telefonia móvel. Tecnologia essa que permite maio...

04/03/2021 - Geografia

A tecnologia ao alcance de todos?

Olá Professora! Olá Professor!

Hoje trago para o nosso Blog um assunto que tem levantado algumas discussões no Brasil. É a implantação do 5G ou quinta geração da telefonia móvel. Tecnologia essa que permite maior rapidez e segurança na troca de informações e comunicações de dados entre os  diferentes dispositivos, fato que tem gerado embate em importantes setores da sociedade, como na política, economia e educação.

As diferentes siglas, 3G, 4G ou 5G, são denominações utilizadas para as diferentes gerações e tecnologias de redes móveis, responsáveis pelo acesso à Internet de celulares, tablets, entre outros dispositivos.

Mas, na prática, o que isso significa? A implantação do 5G promoveria melhorias em diferentes áreas e ampliaria o espectro da chamada “Internet da Coisas”, isto é, uma conexão entre  “objetos inteligentes” por meio da rede mundial de computadores. Por exemplo: por meio de um aplicativo em um dispositivo móvel com 5G, seria possível regular a temperatura do ar condicionado da residência à distância, ou, indo ainda mais longe, um médico poderia operar sem estar presente fisicamente.

Contudo, para que essa tecnologia chegue até a população brasileira, primeiramente terá que ocorrer o leilão do 5G, entre as empresas de telefonia interessadas em instalar essa nova geração de tecnologia no país, e, que já controlam esse setor por meio de praticamente um oligopólio: a Tim, a Claro e a Vivo. Além disso, todas elas concordam que o 3 G e o 4G ainda têm muito espaço para crescer no país, afirmando que o custo da instalação do 5G, ainda é desnecessário. Um outro obstáculo está na dimensão territorial do país que dificulta a ampliação da rede, pois exige maior investimento humano e de capital.

Esse assunto está presente na BNCC , é a competência Cultural Digital, que tem como objetivo levar o aluno a:

“Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva”.

Ao levar para a aula um tema como esse, é possível que desperte o interesse de muito alunos, pois é um tem que aguça a curiosidade dos mesmos. Baseado neste post, poderia propor aos alunos que descubram qual rede predomina em seu município 2G, 3G ou 4G, bem como o acesso da população à essa tecnologia.

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BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC/SEB, 2018. Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf>. Acesso em:  25 Março de 2020
MIAZZO, Leonardo. Da Internet ultrarrápida às cirurgias remotas, entenda a revolução e os desafio do 5G. Artigo publicado em:  https://www.cartacapital.com.br/tecnologia/da-internet-ultrarrapida-as-cirurgias-remotas-entenda-a-revolucao-e-os-desafios-do-5g/  Acesso em 25 Fev. 2021.

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19/02/2021 - Geografia

A nova diretora gera...

Olá professora! Olá professor! Em 1o. de Março, assumirá pela primeira vez a direção geral da OMC (Organização Mundial do Comércio) uma mulher. Ela é Ngozi Okonjo-Iweala, nigeriana (com cidadania americana) de ...

19/02/2021 - Geografia

A nova diretora geral da OMC e a geopolítica

Olá professora! Olá professor!

Em 1o. de Março, assumirá pela primeira vez a direção geral da OMC (Organização Mundial do Comércio) uma mulher. Ela é Ngozi Okonjo-Iweala, nigeriana (com cidadania americana) de 66 anos. Formada em Economia (pelo MIT – Massachusetts Institute of Technology), já ocupou cargos em organizações internacionais, como o Banco Mundial. Ela será também a primeira representante da África a dirigir a OMC.

Essa organização tem como objetivo regular e fiscalizar o comércio internacional, garantindo o cumprimento das regras e estabelecendo sanções aos países-membros que não cumprirem as suas diretrizes.

Um dos maiores desafios à nova diretora geral, será o de mediar a tensão comercial entre os Estados Unidos e a China (agravada pelo governo do ex-presidente Trump). Além disso, Okongo-Iweala deverá enfrentar a pressão pela reforma das regras comerciais e se contrapor ao protecionismo comercial que foi ampliado com a pandemia.

Ironicamente, a escolha de Ngozi Okonjo-Iweala se tornou possível, graças ao apoio do atual presidente dos EUA, Joe Biden, pois seu antecessor se negava a fazê-lo.  A nigeriana irá substituir o brasileiro Roberto Azevêdo, que renunciou ao cargo em setembro de 2020.

Essa temática, pode ser trabalhada em vários momentos do Ensino Fundamental, como mostra o exemplo:

 8o ano/3o vol./p. 16

Ao abordar a chegada de uma mulher africana à direção geral da OMC, abre-se a possibilidade de debates sobre questões  geopolíticas atuais como a tensão entre EUA e China e a distribuição dos recursos energéticos.

Ainda, é possível iniciar o assunto deste post, por meio de uma eleição na aula. Poderiam ter vários candidatos que demonstrariam por meio de um “debate” sua “formação e preparo” para o cargo. Os demais alunos participariam através da escolha do candidato de sua preferência. Com essa sugestão de atividade algumas competências da BNCC poderiam ser estimuladas, como:

  • conhecimento,
  • pensamento científico, crítico e criativo,
  • argumentação
  • além da assertividade e do relacionamento interpessoal (competências socioemocionais).

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BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC/SEB, 2018. Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf>. Acesso em:  25 Março de 2020.
OLIVEIRA, Kelly (edição). Nigeriana Ngozi Okonjo-Iweala torna-se primeira mulher a liderar OMC. Artigo publicado em Agência Brasil. Disponível em <https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2021-02/nigeriana-ngozi-okonjo-iweala-torna-se-primeira-mulher-liderar-omc>  Acesso em 17 Fev. 2021
Fonte imagens: https://pixabay.com/ Acesso em 17 Fev. 2021

 

 

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17/02/2021 - Geografia, História, Língua Portuguesa

Mão na massa, Brasil! – Fontes Históricas na prática

 

Palavras-chave:

Fontes históricas, autonomia, ensino de história, prática pedagógica, interdisciplinaridade.

Segmento/ano:

Ensino Fundamental

 

Objetivos de aprendizagem (BNCC):

  1. Selecionar objetos e documentos pessoais e de grupos próximos ao seu convívio e compreender sua função, seu uso e seu significado.
  2. Compilar histórias da família e/ou da comunidade registradas em diferentes fontes.
  3. Identificar as formas de registro utilizadas na produção do saber histórico.
  4. Identificar aspectos e formas de registro das sociedades antigas na África (egípcios), no Oriente Médio (mesopotâmicos) e nas Américas, distinguindo alguns significados presentes na cultura material e na tradição oral dessas sociedades.

Olá!

Na última postagem falamos sobre a importância das fontes históricas para o ensino de História (para ler o post, clique AQUI).

E como fazer isso na prática?

De início, é importante destacar que não só documentos escritos podem ser chamados de fontes históricas. Há, por exemplo, fontes materiais (vasos, esculturas, etc.), fontes orais (relatos de pessoas que vivenciaram uma acontecimento) e fontes visuais (pinturas, documentários, etc.).

Esses diversos tipos de documentos podem ser apresentados para nossos educandos como máquinas do tempo, transformando a sala de aula em um divertido laboratório. Para tratar das fontes históricas, podemos usar a Base Nacional Comum Curricular – BNCC com o que ela chama de atitude historiadora:

  1. Analisar – problematizar a fonte e a visão que se tem sobre ela
  2. Comparar – olhar para outras práticas que se assemelham da tratada na fonte
  3. Contextualizar – localizar momentos e lugares específicos da produção da fonte e de seu conteúdo
  4. Identificar – utilizar da percepção e interação com a fonte para conhecê-la melhor
  5. Interpretar – depois de todos os passos acima é possível ler a fonte com um olhar mais crítico e atento aos detalhes

Esse passo a passo, como a própria BNCC sugere, faz parte da atitude de um historiador e pode ser um instrumento para que nossos estudantes aprendam de maneira autônoma sobre História!

 

Para acessar o PDF clique na imagem ou AQUI.

 

O convite aqui é para que os educandos levem para a sala de aula fontes que permeiam o seu dia a dia. Nos anos iniciais seria interessante que os documentos selecionados fizessem parte das vivências familiares e da comunidade da qual faz parte – como fotos de família, livros de receita, etc. Já nos anos finais, é possível expandir a escolha para fontes em nível nacional e mundial – por exemplo, o diário de Anne Frank, vasos ilha de Creta ou quem sabe o áudio do primeiro samba brasileiro?

O exercício com as fontes históricas, atreladas a atitude historiadora, estimulam a autonomia de pensamento

e a capacidade de reconhecer sujeitos que vivem de acordo com a época e o lugar em que se encontram. Isso possibilita observar o que é preservado ou transformado ao longo do devir histórico.

A atividade sugerida pode ser um convite para trabalhar a interdisciplinaridade: mobilizar mapas como fonte, unindo-se a Geografia, ou textos literários, adentrando no campo da Literatura.

 

E aí, bora colocar a mão na massa junto com os estudantes?

 

Habilidades mobilizadas (BNCC):

EF02HI04 Selecionar e compreender o significado de objetos e documentos pessoais como fontes de memórias e histórias nos âmbitos pessoal, familiar, escolar e comunitário.

EF06HI02 Identificar a gênese da produção do saber histórico e analisar o significado das fontes que originaram determinadas formas de registro em sociedades e épocas distintas.

 

*Texto escrito em parceria entre: Equipe Assessoria de História e Professora Daniela Pereira da Silva

 

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Referências:
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC/SEB, 2017. Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/bncc-20dez-site.pdf>. Acesso em: maio, 2018.
FERREIRA, Marieta de Morais; OLIVEIRA, Margarida Maria Dias de. Dicionário de Ensino de História. Editora FGV, 2019.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. Editora Paz & Terra, 2019.
PINSKY, Carla Bassanezi. Fontes históricas. Editora Contexto, 2005.

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