Últimas Publicações:

23/02/2022 - Educação Infantil

BAÚ DE IDEIAS – C...

[…] SOMOS TIPO PASSARINHOS SOLTOS A VOAR DISPOSTOS A ACHAR UM NINHO NEM QUE SEJA NO PEITO UM DO OUTRO Emicida Olá professor (a)! Aperte o cinto para uma viagem brincante na nova coleção de Educação Infantil do...

23/02/2022 - Educação Infantil

BAÚ DE IDEIAS – COMPANHEIROS DE AVENTURAS

[…] SOMOS TIPO PASSARINHOS SOLTOS A VOAR DISPOSTOS

A ACHAR UM NINHO NEM QUE SEJA NO PEITO UM DO OUTRO

Emicida

Olá professor (a)!

Aperte o cinto para uma viagem brincante na nova coleção de Educação Infantil do Sistema de Ensino Aprende Brasil. Você vai notar que foi utilizado a metáfora do voo no projeto gráfico, na concepção pedagógica, na linguagem e na organização das propostas. Essa escolha foi feita para traduzir a criação de um material aberto, flexível, fluído, brincante, interativo, instigante e que potencializa a autoria e o (re) planejamento docente. Por isso, afirmamos o nosso compromisso com voos significativos, que respeitem e valorizem o tempo de ser criança.

A legislação atual e outros estudos, apontam para a necessidade de devolver a infância do encantamento às crianças, pois essa fase do desenvolvimento humano precisa estar repleta de experimentações, descobertas, aprendizagens e desenvolvimento. Uma infância potente, capaz de criar memórias afetivas, impactar no desenvolvimento por meio de experiências significativas, alargar repertórios e proporcionar descobertas focadas na curiosidade do hoje, nos interesses das crianças no agora, e não no porvir, no que elas serão quando adultas. A infância é época de fortalecer as asas e encorajar o voo.

Vamos conhecer nossos companheiros de aventuras?

QUERO-QUERO:

Crianças de 3 anos têm a coordenação motora ampla em pleno desenvolvimento e gostam de correr, pular, girar e escalar. A fala está evoluindo com uma fantástica ampliação do vocabulário. E sua imaginação com elaboração de narrativas criativas e brincadeiras simbólicas, em que pessoas, objetos e situações fabulosamente se transformam. Como os quero-queros, são territorialistas, ainda estão aprendendo a partilhar e emprestar, característica compreensível levando em conta o egocentrismo.

 

 

CURIÓ:

 

Os pequenos de 4 anos, assim como os curiós, são habilidosos nas suas ações. Eles se interessam pelo desenho representativo, pelas letras, pelos números, pelos jogos, pelo corpo humano, pelos animais… Criativos, imaginativos, ativos, autônomos. Precisamos dar visibilidade à curiosidade, à experimentação e à criatividade no processo educativo.

 

 

BEM-TE-VI

 

Assim como os bem-te-vis, a maioria das crianças de 5 anos se adapta com facilidade ao meio, passando mais tempo longe dos familiares de referência. Tem uma capacidade adaptativa, suas hipóteses são mirabolantes, seus pensamentos estratégicos e seus interesses cada vez mais complexos, e mesmo sendo “crianças grandes” da Educação Infantil, precisamos continuar a vê-las como crianças. Resguardar ao “bem-ver” para as potencialidades das crianças, não antecipando práticas e nem processos.

 

Acesse o canal do Aprende Brasil no Youtube, no link https://youtu.be/G5Lj-u1UOFk e ouça as músicas criadas para cada companheiro de aventura, você e as crianças irão se divertir!

As crianças precisam embarcar em um voo permeado pela descoberta, experimentação, brincadeira, alegria e interação. Não só o destino – a aprendizagem final – deve importar, mas todo o trajeto precisa ser especial, permitindo reajustes de rotas, replanejamentos, personalizações, pausas para contemplações, voltas para o ninho no acolhimento de um colinho, encontros encorajadores para voos conjuntos.

Verdadeiras revoadas brincantes!

Um ótimo trabalho!

E aí, professor, o que achou da nova coleção?

Comente e compartilhe com a gente.

 

Forte abraço e até o próximo post!
Equipe Assessoria Educação Infantil
Se desejar falar conosco, envie e-mail para: edinfantil@aprendebrasil.com.br
Siga nossas redes sociais: @aprendebrasil

 

 

 

 

Deixe o seu comentário!

03/02/2022 - Ensino Religioso

Conhecimento religio...

    Olá professor! Olá professora!   “Por mais cético que seja o homem no que diz respeito à religião, à religiosidade e a espiritualidade, termos estes por vezes intercambiáveis, deve ele admitir...

03/02/2022 - Ensino Religioso

Conhecimento religioso no Ensino Fundamental: é só o começo

 

 

Olá professor! Olá professora!

 

“Por mais cético que seja o homem no que diz respeito à religião, à religiosidade e a espiritualidade, termos estes por vezes intercambiáveis, deve ele admitir que é inegável a influência da religião na formação do povo brasileiro como um todo, e na educação em particular, seja ela formal ou informal”. (SILVA, 2020, p. 2)

 

Que o Ensino Religioso apresenta grandes desafios em sala de aula, nós já sabemos, não é mesmo? Mas, o que se espera desse componente curricular no Ensino Fundamental Anos Iniciais e Finais?

É importante destacar que, conforme atual legislação educacional brasileira, o ensino do Ensino Religioso é de oferta obrigatória para o Ensino Fundamental. E, conforme a BNCC, não é apenas um componente curricular (que antigamente chamávamos de disciplina) ele é uma área do conhecimento, ou seja, possui suas especificidades, competências e habilidades bem delineadas.

Sendo assim, nós professores não podemos ensinar só o que queremos na hora que acharmos melhor. Temos sim nossa autonomia de planejamento, porém com determinações curriculares bem estabelecidas.

 

Mas, por que esse ensino começa já nos Anos Iniciais?

 

Vamos pensar! Crianças são pequenos “exploradores”, ou seja, perguntar, investigar e se surpreender com descobertas é característico nos primeiros anos de vida. Esse momento é ideal para que eles sejam apresentados a diversidade e ao conhecimento religioso que de forma progressiva estimula a elaboração de conceitos e juízos fundamentados em argumentos razoáveis.

Esta sequência no ensino estimula o que o que a BNCC vai chamar de desenvolvimento da capacidade de elaborar argumentos, hipóteses e a prática da dúvida sistemática.

 

Dica: O Canal do Youtube RELIGANDO Ciência da Religião Online pode ser um interessante instrumento para seus estudos e aprimoramento do fazer pedagógico.

 

Para acessar o canal basta clicar aqui.

 

 

Este primeiro contato com conceitos o conhecimento religioso deverá ser consolidado e aprofundado durante toda vida escolar. Lembre-se que

 

Considerando os marcos normativos e, em conformidade com as competências gerais estabelecidas no âmbito da BNCC, o Ensino Religioso deve atender os seguintes objetivos:


a) Proporcionar a aprendizagem dos conhecimentos religiosos, culturais e estéticos, a partir das manifestações religiosas percebidas na realidade dos educandos;
b) Propiciar conhecimentos sobre o direito à liberdade de consciência e de crença, no constante propósito de promoção dos direitos humanos;
c) Desenvolver competências e habilidades que contribuam para o diálogo entre perspectivas religiosas e seculares de vida, exercitando o respeito à liberdade de concepções e o pluralismo de ideias, de acordo com a Constituição Federal;
d) Contribuir para que os educandos construam seus sentidos pessoais de vida a partir de valores, princípios éticos e da cidadania.

 

Segundo Junqueira e Itoz (2020, p. 92) “Educar implica compreender a complexidade e romper visões reducionistas e construir acolhimento e reconhecimento das singularidades e das divindades. A escola de educação básica é território de processos educativos, de aprendizagens sintonizadas com o mundo, o que supõe considerar as diferentes realidades, as diversas culturas que levem a reinventar novas formas do existir humano e planetário”.

Para auxiliar no seu processo de planejamento e entender melhor o que se espera do Ensino Religioso nas escolas acompanhe as postagem aqui do Blog das Assessorias, constantemente apresentaremos planos de aulas, assim como dicas de sites, livros, filmes e diferentes atividades.

 

 

Você tem alguma prática que gostaria de compartilhar conosco? Basta enviar seu relato e podemos postar aqui no blog contribuindo para o fazer dos nossos pares: historia@aprendebrasil.com.br

 

 

Equipe Assessoria de História e Ensino Religioso

Sempre que precisar entre em contato conosco: historia@aprendebrasil.com.br
Siga nossas redes sociais: Instagram @aprendebrasil / YouTube: Sistema Aprende Brasil

Referências
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Base nacional comum curricular. Brasília, DF, 2018. Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/bncc-20dez-site.pdf>. Acesso em: janeiro, 2019.
JUNQUEIRA, Sérgio Rogério Azedo; ITOZ, Sonia de. O Ensino Religioso segundo a BNCC. In.: SILVEIRA, Emerson Sena da; JUNQUEIRA, Sérgio (Org.). O Ensino Religioso na BNCC: teoria e prática para o Ensino Fundamental. Petrópolis, RJ: Vozes, 2020. 74-92.
SILVA, Alesandro. Ensino Religioso no Brasil (Breve Histórico). Ubatuba/SP, 2020.

Deixe o seu comentário!

22/09/2021 - Arte, Geografia

Vamos desenhar?

Olá Professora! Olá Professor! Que tal participar da Campanha Além do desenho:traçando lugares, vivências e comunidades? Esta ação tem como ponto de interesse os Anos Iniciais, pois a alfabetização vai além da...

22/09/2021 - Arte, Geografia

Vamos desenhar?

Olá Professora! Olá Professor!

Que tal participar da Campanha Além do desenho:traçando lugares, vivências e comunidades?

Esta ação tem como ponto de interesse os Anos Iniciais, pois a alfabetização vai além da escrita e o desenho também é uma forma de expressão. As inscrições irão até 30/09. Para participar basta acessar o link:

É importante ressaltar que esta campanha, tem como objetivo proporcionar avanços nos materiais utilizados por professores e alunos de todo o Brasil.

Contamos com vocês!!

Equipe Assessoria de Geografia

Sempre que precisar entre em contato conosco: geografia@aprendebrasil.com.br  
Siga nossas redes sociais: Instagram @aprendebrasil / YouTube: Sistema Aprende Brasil

 

Deixe o seu comentário!

14/06/2021 - Arte, Geografia

O desenho como forma...

Olá professora! Olá professor! Você percebe a importância do desenvolvimento das noções espaciais nas crianças? Noções como lateralidade, reversibilidade e localização espacial, serão ampliadas à medida que ...

14/06/2021 - Arte, Geografia

O desenho como forma de representação espacial

Olá professora! Olá professor!

Você percebe a importância do desenvolvimento das noções espaciais nas crianças? Noções como lateralidade, reversibilidade e localização espacial, serão ampliadas à medida que ocorra o amadurecimento das mesmas. Daí ao falarmos em alfabetização cartográfica, podemos citar SILVA (2010, p.137) que aponta “a habilidade de saber localizar-se e localizar pessoas, objetos, fenômenos e outros lugares, como também utilizar os diversos referenciais e orientação espacial” devem ser desenvolvidos na escola. Por isso, podemos afirmar que o desenvolvimento da linguagem cartográfica é necessário desde os primeiros anos do Ensino Fundamental, sendo que a sua evolução  irá variar de acordo com a ampliação das habilidades cognitivas de cada criança.

Mas o que a alfabetização cartográfica tem a ver com desenho?

Por meio do desenho a criança representa de forma bidimensional aquilo que ela vive, suas experiências sensoriais e tudo o que acontece no seu espaço de vivência que é tridimensional.

Ao propor um desenho sobre os diferentes espaços vividos, o professor enquanto mediador, estará estimulando os primeiros passos da alfabetização cartográfica, que de acordo com a BNCC, deverá ser desenvolvida nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental.

O que achou deste post? Deixe seu comentário.

Equipe Assessoria de Geografia

Sempre que precisar entre em contato conosco: geografia@aprendebrasil.com.br
Siga nossas redes sociais: @aprendebrasil

Grande abraço e até o próximo post!

Equipe Assessoria de Geografia

Referências:
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC/SEB, 2018. Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf>. Acesso em:  25 março de 2020
SILVA, Luciana G. Jogos e situações-problema na construção das noções de lateralidade, referências e localização espacial. In CASTELLAR, Sonia. (Org.) Educação geográfica: teorias e práticas docentes. 2ª. Ed., São Paulo: Contexto, 2010. P.136-156
Fonte imagem: https://unsplash.com/photos/Ia02X7WcPn0 Acesso em 28 mai. 2021

 

Deixe o seu comentário!

02/06/2021 - Educação Infantil

Baú de ideias ̵...

Olá, Professores! Como vocês estão? Vocês conhecem o jogo “come-come”? É uma dobradura de papel, com números de 1 a 8 ou com 8 cores / formas / símbolos diferentes, para brincar em duas ou mais pessoas. Uma pe...

02/06/2021 - Educação Infantil

Baú de ideias – “Come-come” das emoções

Olá, Professores!

Como vocês estão?

Vocês conhecem o jogo “come-come”? É uma dobradura de papel, com números de 1 a 8 ou com 8 cores / formas / símbolos diferentes, para brincar em duas ou mais pessoas. Uma pessoa fala um número de 1 a 10 e quem está com o “come-come” na mão, tem que abrir e fechar na quantidade de vezes correspondente ao número que a pessoa falou. Então a pessoa que falou o número, escolhe uma cor, ou número, ou forma / símbolo. Quem está com o “come-come” abre e lê o que está escrito no papel.

Aqui nesse vídeo é possível observar como fazer o “come-come” e como brincar: https://www.youtube.com/watch?v=367Eh1Xh9EQ

Como a ideia hoje é trabalhar com as competências socioemocionais, podemos escrever diferentes emoções, sentimentos, ou formas de agir frente às emoções em cada uma das abas e, ao abrir a aba, a criança deve falar sobre aquela emoção, se já sentiu ou como se sente em determinada situação. Assim: digamos que a criança escolheu a aba verde – “TRISTEZA”. Você, professor, pode orientar ou vocês podem elaborar as regras antes de iniciar a brincadeira. Se o combinado for falar se já se sentiu triste, como no exemplo, a criança vai contar alguma situação em que já experimentou tristeza. E assim por diante, com outras emoções como felicidade, medo, surpresa, raiva, nojo, desprezo, inveja, etc.

Dessa forma, adultos e crianças se expressam e contam situações e maneiras de lidar com as mais diversas emoções e sentimentos. As crianças são ouvidas, elaboram novas formas de pensar, sentir e agir, entendem suas emoções e, consequentemente, podem ter ganhos e melhores desempenhos nas mais diversas situações do dia a dia, além do desenvolvimento da competência geral da BNCC autoconhecimento.

Há também outras variações para a brincadeira “come-come”, com outros objetivos: trabalhar com as quantidades, com desafios, com perguntas ou com a intencionalidade pedagógica que você desejar.

O que vale é soltar a criatividade, sempre tendo em vista a intenção das propostas.

Boa diversão!

Façam aí e nos contem, aqui nos comentários, como foi. Vamos gostar de saber!

Um abraço,

Equipe da Assessoria de Educação Infantil Aprende Brasil

Deixe o seu comentário!

17/05/2021 - Ciências

Ciência como ferram...

Carl Von Linné https://escola.britannica.com.br/artigo/Carlos-Lineu/632188)(1707-1778)  é o nome de um naturalista amplamente estudado e conhecido pelos professores de Ciências. Lineu, como é chamado na língua por...

17/05/2021 - Ciências

Ciência como ferramenta de legitimação do preconceito

Courtesy of the Nationalmuseum, Stockholm

Carl Von Linné https://escola.britannica.com.br/artigo/Carlos-Lineu/632188)(1707-1778)  é o nome de um naturalista amplamente estudado e conhecido pelos professores de Ciências. Lineu, como é chamado na língua portuguesa, tem grande importância para o estudo das Ciências Naturais, especialmente pelo desenvolvimento do seu consagrado sistema taxonômico, utilizado até hoje para classificar os seres vivos.

O que talvez poucos educadores saibam é que em sua obra mais importante, Systema Naturae (1735), ao incluir o ser humano no reino animal o naturalista classifica os homens em quatro (4) variedades distintas, que levavam em conta não apenas a cor da pele, mas também os atributos morais, tais como:

Europeus albus – branco, inventivo, engenhoso, governado por leis.

Americanus rubesceus – moreno, amante da liberdade, irascível, governado pelos costumes.

Asiaticus luridus – amarelado, orgulhoso, avaro, governado pela opinião.

After niger – negro, preguiçoso, astuto, negligente, governado pela vontade arbitrária dos seus senhores. (Poliakov, 1974, p.137).

Atualmente olhar para estas definições soa como ofensivo e discriminatório, além de cientificamente incorreto, mas então como e por que este médico/botânico sueco ainda é tão importante para o estudo da Biologia?

Em nossas formações você já deve ter ouvido que a Ciência é uma atividade humana com determinações sociais e econômicas, sujeita a erros e acertos. Esta classificação foi publicada em 1735 e estudada por pesquisadores em diversas partes do mundo, e retrata exatamente o pensamento de uma elite social e intelectual branca da época, interessada em manter a sua

hegemonia e privilégios, buscando na Ciência meios de legitimar diferenças entre os seres humanos. Aqui no Brasil, este pensamento de utilização da pesquisa científica como discurso legitimador da superioridade branca sobre os outros seres humanos, encontrou terreno fértil em diversos estudos realizados por cientistas do Museu Nacional, em suas conferências e cursos públicos que ocorreram no Rio de janeiro entre 1870 e 1889. Nomes como Ladislau Netto, Louis Couty e João Baptista de Lacerda utilizaram a classificação de Lineu, estudos da evolução, da Antropologia, além da observação e estudos realizados com crânios e esqueletos que faziam parte do acervo do museu Nacional, para difundir as diferenças existentes entre as diversas “raças”  humanas, buscando defender uma superioridade branca sobre outros humanos, como os negros, asiáticos e  indígenas, como pode ser conferido no livro, Darwinismo, raça e gênero de Karoline Carula, historiadora, que descreve com detalhes o papel importante das conferências do museu Nacional como instrumento de influência social sobre a elite brasileira.

Sabemos hoje, graças ao avanço da genética e outras Ciências, que independente da cor da nossa pele todos somos parte de uma única espécie, somos os únicos hominídeos sobreviventes, os Homo sapiens. Todos os representantes desta espécie apresentam o mesmo desenvolvimento biológico, as mesmas capacidades e possibilidades evolutivas, o que impossibilita qualquer tentativa de se legitimar o preconceito racial ou de gênero entre a espécie humana por meio da Ciência. Nem sempre foi assim, muito se tentou e se especulou para provar que determinados grupos eram superiores há outros, merece

ndo, portanto, privilégios ou domínio sobre grupos diferentes e diversos. Se biologicamente esta é uma questão resolvida, ainda temos muito que desenvolver em termos sociais, educativos e de políticas públicas.

Esta reflexão aqui apresentada é uma iniciativa para convidar a todos(as) para participar, a partir do dia 8 de junho, de uma série de lives “Reflexões sobre práticas pedagógicas: caminhos para uma educação antirracista.” O evento será realizado no Canal do Youtube do Sistema de Ensino Aprende Brasil, organizado pela Assessoria de Área.

 

Vamos aprender um pouco sobre este tema e ajudar a melhorar cada vez mais a nossa sociedade? Espero vocês lá!

Até mais!

Assessoria de Ciências da Natureza

Para saber mais, leia também:

Preconceito, discriminação e racismo (http://educadores.aprendebrasilon.com.br/blogassessoria/2021/05/17/preconceito-discriminacao-e-racismo/)

Racismo: ainda precisamos falar sobre isso? (http://educadores.aprendebrasilon.com.br/blogassessoria/2021/05/05/racismo-ainda-precisamos-falar-sobre-isso/)

Os negros são racistas? (http://educadores.aprendebrasilon.com.br/blogassessoria/2021/05/10/os-negros-sao-racistas/)

Habilidades mobilizadas (BNCC): http://basenacionalcomum.mec.gov.br/:

(EF01CI04) Comparar características físicas entre os colegas, reconhecendo a diversidade e a importância da valorização, do acolhimento e do respeito às diferenças.

(EF07CI06) Discutir e avaliar mudanças econômicas, culturais e sociais, tanto na vida cotidiana quanto no mundo do trabalho, decorrentes do desenvolvimento de novos materiais e tecnologias (como automação e informatização).

(EF09CI08) Associar os gametas à transmissão das características hereditárias, estabelecendo relações entre ancestrais e descendentes.

(EF09CI09) Discutir as ideias de Mendel sobre hereditariedade (fatores hereditários, segregação, gametas, fecundação), considerando-as para resolver problemas envolvendo a transmissão de características hereditárias em diferentes organismos.

(EF09CI10) Comparar as ideias evolucionistas de Lamarck e Darwin apresentadas em textos científicos e históricos, identificando semelhanças e diferenças entre essas ideias e sua importância para explicar a diversidade biológica.

(EF09CI11) Discutir a evolução e a diversidade das espécies com base na atuação da seleção natural sobre as variantes de uma mesma espécie, resultantes de processo reprodutivo.

Referências

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC/SEB, 2017. Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/bncc-20dez-site.pdf>. Acesso em: abril  de 2021.

CARUTA, Karoline. Darwinismo, raça e gênero. Projetos modernizadores da nação em conferências e cursos públicos. (Rio de Janeiro; 1870-1889). Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2016.

POLIAKOV, Léon. O mito ariano. São Paulo, SP: Perspectiva/Edusp, 1974.

 

 

Deixe o seu comentário!