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09/05/2022 - Arte

Cinema: mas o que é...

Olá professora, olá professor! O Foley é um processo utilizado para criar ou recriar sons de objetos para as suas produções audiovisuais. O nome do processo é uma homenagem ao artista, Jack Donovan Foley, pioneiro ...

09/05/2022 - Arte

Cinema: mas o que é FOLEY

Olá professora, olá professor!

O Foley é um processo utilizado para criar ou recriar sons de objetos para as suas produções audiovisuais. O nome do processo é uma homenagem ao artista, Jack Donovan Foley, pioneiro na arte de produzir sons e sentidos, área que conhecemos como sonoplastia.

Às vezes, quando gravamos um vídeo, costumamos priorizar a captação de áudio das atrizes em cena e “isolamos” a ambiência existente naquele espaço. Em outras palavras, ignoramos os sons dos objetos e das ações que estão envolvidas naquele universo dramático.

Dessa forma, para reconstruirmos aquele momento, vamos precisar recriar alguns materiais sonoros na etapa de pós-produção para preencher as informações do espaço narrativo que deixamos para trás.

E se você achou que apenas os dramas ou os romances utilizassem o foley, fique sabendo que ele é super importante quando falamos de ficção científica.

Afinal, em muitos casos, vamos precisar criar o áudio de objetos que só existem no nosso próprio universo ficcional, ou seja, vamos ter que inventar sons e ruídos do absoluto zero. Então, que isso dê certo e para que essa tarefa ocorra com poucos erros, vamos precisar recorrer a um processo básico de criação do foley: o planejamento.

Importando sons já existentes

Nesse texto, vamos tratar apenas de sons já existentes. Ou seja, nesse modelo você não vai precisar gravar os seus próprios sons. Desse modo, sugiro que encontre uma boa biblioteca de áudio gratuita e com autorização de reprodução.

Com essa ferramenta, você poderá explorar o universo das suas personagens além de adicionar elementos que darão mais autenticidade e emoção ao seu vídeo.

Vale ressaltar que o foley também serve para cobrir registros não-intencionais captados durante as gravações: como os barulhos de uma rua movimentada, por exemplo.

Como curiosidade, menciono aqui alguns dos materiais mais comuns usados no foley para gerar sons. Em primeiro lugar, temos o celofane para recriar a lembrança de um fogo crepitante. Em seguida, um par de luvas para emular o bater de asas de algumas aves. Por fim, uma vara fina pode resultar no famoso whoosh, ou seja, funciona para criar os sons de movimentos muito rápidos.

Como pensar a trilha, os efeitos ou o foley para os meus vídeos?

Conforme a criação do universo sonoro do seu vídeo, você irá se atentar para resolver algumas questões essenciais:

  • Qual é o universo da sua história (ficcional ou documental)?
  • Por que utilizar esse e não outro som?
  • O som que você deseja adicionar é forte ou fraco?
  • É composto por uma ou mais fontes?
  • É um som grave ou agudo?
  • Ouve-se de perto ou de longe?

Todas as respostas estarão refletidas em seu material.

Por isso, estude a sua cena a fim de entender os indicadores que você precisa para sua produção de som.

Pense em como esse áudio irá adicionar uma emoção ao que você precisa comunicar. Às vezes, opte pelo simples. Essa recomendação pode ser útil porque sons em excesso costumam distrair a sua audiência em vez de atrair.

Experimente também criar camadas de áudio e trabalhar com diferentes intensidades dos sons. Essa mistura faz o ambiente parecer mais natural.

Seguindo essas recomendações e testando bastante, o resultado poderá te surpreender e elevar a qualidade da sua entrega.

E no material didático?

No livro do 6º Ano vemos o conteúdo do SOUND DESIGN.

6º Ano, Volume 02, pág. 20

E na sequencia a atividade para o estudante é preencher uma tabela de Foley:

6º Ano, Volume 02, pág. 21

Para saber como preencher, o estudante precisa saber o que é Foley, por isso utilize o texto desse blog e complemente com esses vídeos:

O que é FOLEY? https://www.youtube.com/watch?v=9GinMADzL_8

Como são gravados os Foleys? https://www.youtube.com/watch?v=eJrTb-wMItE

Fonte: https://margofilmes.com.br/o-que-e-sonoplastia/

 

Gostou? Ficou com dúvidas ou tem sugestões?

Deixe aqui nos comentários!!!

ATÉ A PRÓXIMA, TCHAU! =)

Rafael Pawlina

Assessor de Arte

 

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02/05/2022 - Arte

Máscara de gesso

Olá professor, olá professora! Você já trabalhou o tema máscaras com seus alunos? Máscaras africanas, máscaras gregas, máscaras do teatro e por aí vai… São vários os conteúdos em que as máscaras se faz...

02/05/2022 - Arte

Máscara de gesso

Olá professor, olá professora!

Você já trabalhou o tema máscaras com seus alunos?

Máscaras africanas, máscaras gregas, máscaras do teatro e por aí vai… São vários os conteúdos em que as máscaras se fazem presentes, não é mesmo?

E aí os professores fazem de diferentes maneiras: com bexiga e jornal, com papelão, com pratinho de isopor… e que tal fazer uma máscara de gesso? Parece muito complicado para você? Pois no post de hoje vamos mostrar o passo-a-passo dessa dinâmica e mostra que é mais fácil do que você imagina!

Aqui vão os materiais necessários:

– Gaze gessada;

– Hidratante corporal;

– Camisa velha;

– Panos;

– Pote para colocar água (pode ser de sorvete);

– Tesoura.

Vamos ao modo de fazer:

  • Comprar a gaze gessada: Você encontra a gaze gessada em farmácias. Ela é vendida em rolinhos, e é a mesma utilizada para enfaixar membros do corpo quando os quebramos. E em geral não custam caro.

Mas qual a quantidade? Isso depende de quantas máscaras se pretende fazer e a quantidade de camadas. Em minha prática, fazia uma máscara a cada grupo de 04 ou 05 alunos. Se houver mais tempo, pode-se fazer uma por aluno, desde que despenda mais de uma aula para a atividade.

  • No dia da atividade, peça para que o estudante que será o modelo coloque a camiseta velha. Se o gesso cair na roupa, depois de secar é difícil de tirar.
  • Para preparar o rosto, o modelo deve passar um hidratante corporal. Isso protege a pele e ajuda na hora de tirar a máscara.
  • Os estudantes que farão a máscara devem cortar o rolo em tiras, o tamanho pode variar, mas o ideal é que sejam tiras de 3 ou 4cm de largura.
  • Coloque água limpa no pote de sorvete. Com o modelo deitado, oriente os estudantes a pegarem uma tira de gaze, mergulhem na água e coloquem no rosto.
  • ATENÇÃO: oriente para que os estudantes deixem em aberto os olhos, nariz e boca. Essas partes podem ser fechadas depois.
  • Assim é só ir sobrepondo as tiras, os estudantes podem fechar o rosto do modelo.
  • Cada vez que colocar uma nova gaze, peça para que eles passem o dedo a fim de alisar e deixar com um acabamento melhor.
  • Após 20 minutos, a máscara estará seca, e se soltará facilmente do rosto (desde que os estudantes não tenham prendido o cabelo do colega! Rsrs
  • Deixe secar bem, de preferência de uma semana para a outra.
  • Depois de seca, os alunos podem fechar o buraco da boca e do nariz, se quiserem podem fechar o olho também.
  • Para um melhor acabamento, pegue tiras dobre ao meio e coloque-as nas bordas, isso dará mais firmeza ao secar.
  • Depois de bem seca, é só pintar com tinta guache! (Escolha um tema ou um movimento artístico como base para elaborar as cores e formas da pintura).

De uma olhadinha nesses modelos:

Os estudantes podem usar como mascara em seus rostos para uma apresentação ou mesmo como objeto artístico para deixar em exposição!

Quais habilidades os estudantes desenvolvem nessa prática?

(EF15AR03) Reconhecer e analisar a influência de distintas matrizes estéticas e culturais das

artes visuais nas manifestações artísticas das culturas locais, regionais e nacionais.

(EF15AR04) Experimentar diferentes formas de expressão artística (desenho, pintura, colagem,

quadrinhos, dobradura, escultura, modelagem, instalação, vídeo, fotografia etc.), fazendo uso

sustentável de materiais, instrumentos, recursos e técnicas convencionais e não convencionais.

(EF15AR05) Experimentar a criação em artes visuais de modo individual, coletivo e

colaborativo, explorando diferentes espaços da escola e da comunidade.

(EF15AR06) Dialogar sobre a sua criação e as dos colegas, para alcançar sentidos plurais.

Aqui tem um vídeo com o passo-a-passo para ajudar: https://www.youtube.com/watch?v=HIt4fimIjaU

DICA IMPORTANTE: Na hora de lavar os materiais e descartar as sobras, oriente aos alunos que não usem pia ou tanque para jogar o pó de gesso que sobra nos potes, isso pode entupir os encanamentos. O ideal é peneirar a água e jogar pedaços de gesso na lixeira!

Gostou? Ficou com dúvidas ou tem sugestões?

Deixe aqui nos comentários!!!

ATÉ A PRÓXIMA, TCHAU! =)

Rafael Pawlina

Assessor de Arte

 

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02/07/2021 - Língua Portuguesa

Neologismos

Olá, professores(as). Tudo bem com vocês? A língua é viva, dinâmica e está em constante evolução. Ela acompanha as transformações sociais que ocorrem a todo momento, em todos os lugares. A partir das interaçõ...

02/07/2021 - Língua Portuguesa

Neologismos

Olá, professores(as).

Tudo bem com vocês?

A língua é viva, dinâmica e está em constante evolução. Ela acompanha as transformações sociais que ocorrem a todo momento, em todos os lugares.
A partir das interações sociais surgem os neologismos, que podem ocorrer em diferentes níveis: sintático, semântico, no empréstimo de outras línguas, entre outros.

Essas construções linguísticas permitem inúmeras possibilidades de estudo e são muito divertidas para serem trabalhada com os alunos.

Hoje, vamos propor uma sugestão de atividade para brincar com essas palavras.

Selecione vários neologismos diferentes e elabore dicas que expliquem suas ocorrências nas interações informais.

O objetivo é que os alunos tentem adivinhar, exemplo:

– Em nível fonológico: palavra usada em momentos informais de despedida… (Resposta: xau)
– Em nível sintático: palavra usada para expressar o ato de repetir… (Resposta: repeteco)
– Em nível semântico: palavra usada em situação constrangedora de briga ou escândalo… (Resposta: barraco)
– Em nível de empréstimo: palavra usada para caracterizar o produtor de conteúdos em um blog… (Resposta: blogueiro)

A ideia é selecionar várias palavras que usamos em nosso dia a dia, com o objetivo de enfatizar seus processos de formação.

Outra sugestão interessante é selecionar algumas imagens para contextualizar e auxiliar nas dicas que você dará aos alunos.

Já realizou uma prática como essa?
Comente aqui!

Até logo!

Assessoria de Língua Portuguesa
linguaportuguesa@aprendebrasil.com.br

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14/06/2021 - Matemática

Sugestão de Ativida...

Olá, professores! Sejam bem-vindos a esta seção, onde você encontrará algumas sugestões de atividades para trabalhar com os estudantes do 1° Ano do Ensino Fundamental, explorando números até 50, relacionando com...

14/06/2021 - Matemática

Sugestão de Atividade de Matemática

Olá, professores!

Sejam bem-vindos a esta seção, onde você encontrará algumas sugestões de atividades para trabalhar com os estudantes do 1° Ano do Ensino Fundamental, explorando números até 50, relacionando com as habilidades:

(EF01MA01) Utilizar números naturais como indicador de quantidade ou de ordem em diferentes situações cotidianas e reconhecer situações em que os números não indicam contagem nem ordem, mas sim código de identificação.
(EF01MA02) Contar de maneira exata ou aproximada, utilizando diferentes estratégias como o pareamento e outros agrupamentos.
(BRASIL, 2018, p. 279)

Para acessar: Sugestão de Atividade de Matemática

Fique ligado! Na próxima semana teremos mais publicações.

Até breve!

Referência:

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC/SEB, 2017. Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/bncc-20dez-site.pdf> . Acesso em: maio, 2018.

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14/06/2021 - Língua Portuguesa

Provador de palavras

Olá, professores(as). Como vocês estão? Hoje vamos propor uma prática para explorar os usos e os efeitos de sentido das palavras nos textos. – Primeiro, selecione o tema que deseja trabalhar com seus alunos: ad...

14/06/2021 - Língua Portuguesa

Provador de palavras

Olá, professores(as).

Como vocês estão?

Hoje vamos propor uma prática para explorar os usos e os efeitos de sentido das palavras nos textos.

– Primeiro, selecione o tema que deseja trabalhar com seus alunos: adjetivos, advérbios, verbos de elocução, conjunções, coesão textual etc.

– Em seguida, selecione vários fragmentos de diferentes gêneros textuais: títulos de filmes, trechos de música, mensagens informais, reportagens, citações, poemas etc.

– Prepare uma exposição desses fragmentos para que todos os alunos leiam, analisem e interpretem a partir do contexto em que foram produzidos.

– Se, por exemplo, o seu objetivo for explorar o uso dos verbos de elocução, para cada fragmento selecionado, apresente outros verbos para que os alunos experimentem uma substituição e reescrevam o trecho, apresentando um novo sentido.

Exemplo
Gênero textual: Fábula

Fragmento: – Onde você está? – perguntou a lebre.
Verbos para experimentação: questionou – disse – indagou – respondeu – gritou – explicou.

O objetivo é que os alunos brinquem com a alteração dos verbos e analisem os efeitos causados pela substituição.

Depois, elabore algumas questões para direcionar essa análise e proponha uma conversa sobre todas as substituições.

Você pode realizar essa prática usando material físico (cartinhas com os verbos), pode realizar no modelo tradicional (escrevendo ou projetando no quadro) e também no modelo on-line (com animações em slides ou em um arquivo digital).

Já realizou uma prática como essa? Como você fez?
Comente aqui.

Até breve!
Assessoria de Língua Portuguesa

linguaportuguesa@aprendebrasil.com.br

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17/02/2021 - Geografia, História, Língua Portuguesa

Mão na massa, Brasil! – Fontes Históricas na prática

 

Palavras-chave:

Fontes históricas, autonomia, ensino de história, prática pedagógica, interdisciplinaridade.

Segmento/ano:

Ensino Fundamental

 

Objetivos de aprendizagem (BNCC):

  1. Selecionar objetos e documentos pessoais e de grupos próximos ao seu convívio e compreender sua função, seu uso e seu significado.
  2. Compilar histórias da família e/ou da comunidade registradas em diferentes fontes.
  3. Identificar as formas de registro utilizadas na produção do saber histórico.
  4. Identificar aspectos e formas de registro das sociedades antigas na África (egípcios), no Oriente Médio (mesopotâmicos) e nas Américas, distinguindo alguns significados presentes na cultura material e na tradição oral dessas sociedades.

Olá!

Na última postagem falamos sobre a importância das fontes históricas para o ensino de História (para ler o post, clique AQUI).

E como fazer isso na prática?

De início, é importante destacar que não só documentos escritos podem ser chamados de fontes históricas. Há, por exemplo, fontes materiais (vasos, esculturas, etc.), fontes orais (relatos de pessoas que vivenciaram uma acontecimento) e fontes visuais (pinturas, documentários, etc.).

Esses diversos tipos de documentos podem ser apresentados para nossos educandos como máquinas do tempo, transformando a sala de aula em um divertido laboratório. Para tratar das fontes históricas, podemos usar a Base Nacional Comum Curricular – BNCC com o que ela chama de atitude historiadora:

  1. Analisar – problematizar a fonte e a visão que se tem sobre ela
  2. Comparar – olhar para outras práticas que se assemelham da tratada na fonte
  3. Contextualizar – localizar momentos e lugares específicos da produção da fonte e de seu conteúdo
  4. Identificar – utilizar da percepção e interação com a fonte para conhecê-la melhor
  5. Interpretar – depois de todos os passos acima é possível ler a fonte com um olhar mais crítico e atento aos detalhes

Esse passo a passo, como a própria BNCC sugere, faz parte da atitude de um historiador e pode ser um instrumento para que nossos estudantes aprendam de maneira autônoma sobre História!

 

Para acessar o PDF clique na imagem ou AQUI.

 

O convite aqui é para que os educandos levem para a sala de aula fontes que permeiam o seu dia a dia. Nos anos iniciais seria interessante que os documentos selecionados fizessem parte das vivências familiares e da comunidade da qual faz parte – como fotos de família, livros de receita, etc. Já nos anos finais, é possível expandir a escolha para fontes em nível nacional e mundial – por exemplo, o diário de Anne Frank, vasos ilha de Creta ou quem sabe o áudio do primeiro samba brasileiro?

O exercício com as fontes históricas, atreladas a atitude historiadora, estimulam a autonomia de pensamento

e a capacidade de reconhecer sujeitos que vivem de acordo com a época e o lugar em que se encontram. Isso possibilita observar o que é preservado ou transformado ao longo do devir histórico.

A atividade sugerida pode ser um convite para trabalhar a interdisciplinaridade: mobilizar mapas como fonte, unindo-se a Geografia, ou textos literários, adentrando no campo da Literatura.

 

E aí, bora colocar a mão na massa junto com os estudantes?

 

Habilidades mobilizadas (BNCC):

EF02HI04 Selecionar e compreender o significado de objetos e documentos pessoais como fontes de memórias e histórias nos âmbitos pessoal, familiar, escolar e comunitário.

EF06HI02 Identificar a gênese da produção do saber histórico e analisar o significado das fontes que originaram determinadas formas de registro em sociedades e épocas distintas.

 

*Texto escrito em parceria entre: Equipe Assessoria de História e Professora Daniela Pereira da Silva

 

Sempre que precisar entre em contato conosco: historia@aprendebrasil.com.br
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Referências:
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC/SEB, 2017. Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/bncc-20dez-site.pdf>. Acesso em: maio, 2018.
FERREIRA, Marieta de Morais; OLIVEIRA, Margarida Maria Dias de. Dicionário de Ensino de História. Editora FGV, 2019.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. Editora Paz & Terra, 2019.
PINSKY, Carla Bassanezi. Fontes históricas. Editora Contexto, 2005.

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