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04/05/2021 - Arte

Leitura de imagens, ...

Olá professora, olá professor! ♥ Que bom tê-los conosco mais uma vez! Recentemente, você viu aqui no blog de Arte, um post falando sobre as etapas para se apreciar uma obra de Arte, e o post de hoje é um compleme...

04/05/2021 - Arte

Leitura de imagens, o que precisamos saber?

Olá professora, olá professor! ♥
Que bom tê-los conosco mais uma vez!

Recentemente, você viu aqui no blog de Arte, um post falando sobre as etapas para se apreciar uma obra de Arte, e o post de hoje é um complemento sobre o assunto.

Uma forma de apreciar uma obra de Arte é realizando a leitura de imagem. As imagens são textos não verbais, portanto sua leitura é muito importante para a compreensão daquilo que estamos vendo.

“Na verdade, as leituras de imagens fazem parte de nossas vidas. Quando olhamos um quadro tentamos imaginar o que o pintor retratou ali, nos reportamos à época do mesmo, avaliamos suas características gerais e individuais, sejam elas de objetos, paisagens, pessoas, animais, alimentos, etc. Dessa forma, identificamos os elementos ali presentes, se estão vivos ou mortos, se estão estáticos ou se movem e conseguimos até mesmo imaginar o que as pessoas conversavam.”

Ler a imagem significa tirar suas conclusões, extrair informações e compreender seu contexto! Aqui vai um vídeo para te ajudar a compreender um pouco mais sobre o assunto:

CLIQUE E ASSISTA

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Rafael Pawlina

Assessor de Arte

 

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20/04/2021 - Arte

5 Dicas para aprecia...

Olá professora, olá professor! ♥ Que bom tê-los conosco mais uma vez! Fazer a leitura e a apreciação de uma imagem é uma parte muito importante da aula de Arte, por isso, hoje nós daremos 5 dicas que podem te a...

20/04/2021 - Arte

5 Dicas para apreciar uma obra de Arte

Olá professora, olá professor! ♥
Que bom tê-los conosco mais uma vez!

Fazer a leitura e a apreciação de uma imagem é uma parte muito importante da aula de Arte, por isso, hoje nós daremos 5 dicas que podem te ajudar e ajudar aos seus alunos nesse processo de apreciação!

Para ajudar nesse processo, você pode seguir os seguintes passos:

  • Evite ler a etiqueta em uma obra de arte quando você a vê pela primeira vez. Tente entendê-la antes de deixar que algo influencie sua opinião.
  • Obtenha uma primeira impressão avaliando se a obra de arte desperta algumas emoções, como tristeza, felicidade, medo ou confusão (isso é normal).
  • Observe as linhas. Avalie se são suaves e leves como as pinturas de Renoir, ou escuras e fortes. Olhe como o artista as usou, por exemplo, Van Gogh usou-as para mostrar as correntes de vento em noite estrelada, enquanto Munch as utilizou em “O Grito”, para exibir ondas sonoras.
  • Observe as cores e os tons, e como criam o temperamento da obra de arte.
  • Procure símbolos possíveis, especialmente em pinturas religiosas. Uma pomba geralmente representa o Espírito Santo, enquanto uma serpente simboliza o mal. Quanto mais você analisar a arte, reconhecerá e compreenderá ainda mais esses símbolos.
  • Observe a composição e a perspectiva da obra de arte, inclusive se é cheia de detalhes, simétrica, e o ângulo. Por exemplo, em “A Última Ceia” de Tintoretto, a composição e a perspectiva estão em um ângulo de cima, que é diferente da maioria das pinturas de “A Última Ceia”, que costumam ser simétricas e centralizadas.
  • Observe a luz e a sombra. Muitas vezes, os artistas usam a luz para dar um efeito dramático, como na pintura de Carravaggio “A Conversão de São Paulo”. A luz pode dizer também a hora do dia na pintura e se vêm de fonte natural (como um relâmpago) ou artificial (lanterna).
  • Use todas as informações que você recolheu até agora para compreender o tema, que é a mensagem da pintura.
  • Agora olhe a etiqueta. Ela deve informar pelo menos o nome da obra de arte, o artista e a data. Às vezes, ela também indica sobre o que é a obra. Por exemplo, a famosa pintura “Mãe de Whistler” é, na verdade, chamada de “Arranjo em Cinza e Preto”: “A Mãe do Artista”. Isso mostra que o artista estava mais concentrado no arranjo de cores do que no amor por sua mãe.

 

Essas dicas foram retiradas de: “https://canaldoensino.com.br/blog/9-passos-para-analisar-uma-obra-de-arte”

Além dessas dicas, quero indicar um vídeo onde falo algumas outras coisas sobre o assunto!

Clique e assista:

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Rafael Pawlina

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13/04/2021 - Arte

O diorama dos 5 porq...

Olá professora, olá professor! ♥ Que bom tê-los conosco mais uma vez! Sabemos que o último ano foi repleto de desafios. Aulas virtuais, aulas remotas, problemas de compreensão e de avaliação. Mas se podemos diz...

13/04/2021 - Arte

O diorama dos 5 porquês!

Olá professora, olá professor! ♥
Que bom tê-los conosco mais uma vez!

Sabemos que o último ano foi repleto de desafios. Aulas virtuais, aulas remotas, problemas de compreensão e de avaliação. Mas se podemos dizer que essa pandemia também nos trouxe, foi a coragem de arriscar no ensino de novas formas. Nós pudemos olhar de forma mais individual, tentando resolver um problema de cada aluno por vez, e assim, podemos perceber que temos muitas especificidades dentro de uma mesma sala.

Para ajudar nesse processo e dar continuidade nesse olhar individualizado e que coloque o estudante como protagonista de seu próprio aprendizado, hoje trazemos uma proposta de metodologia ativa que pode ser usada tanto no formato presencial quanto no remoto. Antes de explicar de que forma podemos abordar essa metodologia, vamos resgatar o conceito maior sobre a metodologia ativa:

Metodologias ativas são estratégias de ensino centradas na participação efetiva dos estudantes na construção do processo de aprendizagem, de forma flexível, interligada e híbrida. As metodologias ativas, num mundo conectado e digital, expressam-se por meio de modelos de ensino híbridos, com muitas possíveis combinações. A junção de metodologias ativas com modelos flexíveis e híbridos traz contribuições importantes para o desenho de soluções atuais para os aprendizes de hoje. (MORAN, 2018, p. 4).

Pensando nessas estratégias, gostaríamos que você conhecesse o diorama dos 5 porquês. Nessa metodologia, o professor apresenta aos alunos um grande tema, o tema macro. Para que os estudantes tenham um ponto de partida, o professor deve apresentar um problema ou uma questão principal sobre esse tema. A partir dessa proposta feita pelo professor, os estudantes devem criar perguntas que estejam correlacionadas ao tema, mais necessariamente 5 perguntas, e por isso o nome: Diorama dos 05 porquês. Ao terminarem de criar as perguntas individualmente ou em grupos, eles devem realizar pesquisas que os direcionem para as respostas e assim criarem um acervo de conhecimento que os permita responder a pergunta macro feita pelo professor.

Ao final dessas perguntas e respostas, o professor e alunos devem dialogar sobre esse processo de construção do conhecimento e assim produzirem um produto com sua pesquisa. Esse produto pode ser um cartaz, uma apresentação, um blog ou mesmo um podcast.

Para saber mais sobre essa metodologia ativa e ver exemplos práticos de sua aplicação, clique no banner abaixo e veja o vídeo. Você também pode se inscrever no canal para saber mais sobre arte-educação!

 

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Rafael Pawlina

Assessor de Arte

 

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08/03/2021 - Arte

Mulheres, incríveis...

Olá professora, olá professor! ♥ Que bom tê-los conosco mais uma vez! Dia 8 de março, dia internacional das mulheres. Muito se fala das mulheres que foram representadas na história da Arte, afinal, quem não conh...

08/03/2021 - Arte

Mulheres, incríveis e artistas!

Olá professora, olá professor! ♥
Que bom tê-los conosco mais uma vez!

Dia 8 de março, dia internacional das mulheres. Muito se fala das mulheres que foram representadas na história da Arte, afinal, quem não conhece La Giocconda? Mas as mulheres não são apenas as representadas. Elas também são artistas e merecem o respeito, por isso, em uma breve homenagem a essas mulheres fortes e incríveis, vamos apresentar artistas que merecem esse olhar de respeito e o nosso reconhecimento!

Referências:
Disponível em:https://www.guiadasemana.com.br/arte/galeria/10-pintoras-incriveis-que-voce-precisa-conhecer Acesso em 08/03/2021.
Disponível em: https://periodicos.ufpe.br/revistas/icone/article/view/230654 Acesso em 08/03/2021.

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24/02/2021 - Ensino Religioso, História

Dialoga, Brasil! ...

  Palavras-chave: Filmes, trabalho escolar, criatividade   Segmento/ano: Ensino fundamental Olá! Quando falamos do uso de filmes na sala de aula, abrimos uma grande porta criativa que mora entre a realidade e ...

24/02/2021 - Ensino Religioso, História

Dialoga, Brasil! – O uso de filmes da sala de aula

 

Palavras-chave:

Filmes, trabalho escolar, criatividade

 

Segmento/ano:

Ensino fundamental


Olá!

Quando falamos do uso de filmes na sala de aula, abrimos uma grande porta criativa que mora entre a realidade e a ficção.

Dessa forma, devemos observar produções audiovisuais como um produto cultural que carrega algumas marcas possíveis de expandir o repertório cultural dos estudantes:

 

“(…) no trabalho escolar com filmes, desde que devidamente organizado, o professor pode adensar esta experiência, para ele e para os seus alunos, exercitando o olhar crítico e encantado, ao mesmo tempo.” (NAPOLITANO, 2009, p. 15).

 

Para exemplificar, vamos falar um pouco sobre o filme A Missão (1986) e como ele pode ser usado no trabalho escolar?

 

 

Nessa obra, podemos, inicialmente, investigar o que representa fatos históricos.

Entre eles, é possível citar o encontro entre os europeus e os povos originários; as missões jesuíticas; a Guerra Guaranítica; entre outros eventos citados abaixo como representações de eventos históricos:

 

Para acessar o PDF clique na imagem ou AQUI.

 

Frente a esses fatos históricos presentes no filme, podemos nos questionar: e o que o filme representa que tende mais à ficção?

É possível aqui problematizar a construção dos personagens: os jesuítas representam mesmo uma alma caridosa e inocente perante os costumes indígenas? Será que a visão de que os indígenas “gostavam” da catequização pode ser romântica demais? Além disso, os povos originários são representados com um típico exotismo, reduzidos a um segundo plano da trama. Seria esse mesmo o papel que eles assumiram no contexto histórico de 1750?

 

Essas fragilidades do filme podem ser entendidas realizando alguns questionamentos:

 

  1. Quem produziu esse filme?
  2. Em que época foi produzido?
  3. Qual época ele retrata?
  4. Quem ele retrata?
  5. Quem é o narrador da trama?

 

As indagações acima nos levam a saber que o filme foi produzido na Inglaterra – no século XX – e retrata portugueses, espanhóis e ameríndios na América do Sul – no século XVIII. Também é importante destacar que a trama é narrada por um funcionário da corte.

Essa leitura mais ampla apura nosso olhar frente às fragilidades que um audiovisual pode apresentar. Neste caso, há uma reprodução de uma ideia civilizatória positiva dos europeus sobre os povos originários.

Esse simples roteiro de análise já se apresenta como uma atividade inicial de sondagem possível de realizar com os estudantes sobre um filme.

 

Mas, que tal desafiar um pouco mais nós e nossos estudantes?

 

“(…) seja qual for a demanda de trabalho, as atividades de cinema precisam ser dinâmicas, desafiadoras, interessantes para o público jovem e jovem adulto e, sobretudo, que contribuam para a formação geral e ampliação do seu repertório cultural.” (NAPOLITANO, 2009, p. 30).

 

Nem sempre a ficção leva a fragilidades! Ela pode ser um caminho de exercício da criatividade para os educandos.

Vamos explorar essa lado da ficção e suas potências para ensino religioso usando o filme A Missão (1986)  no nosso próximo post, fique ligado!

 

Te convidamos para aproveitar e assistir ao filme 🙂

 

 

Habilidades mobilizadas (BNCC):

(EF01ER01) Identificar e acolher as semelhanças e diferenças entre o eu, o outro e o nós.

(EF07ER08) Reconhecer o direito à liberdade de consciência, crença ou convicção, questionando concepções e práticas sociais que a violam.

(EF15AR25) Conhecer e valorizar o patrimônio cultural, material e imaterial, de culturas diversas, em especial a brasileira, incluindo-se suas matrizes indígenas, africanas e europeias, de diferentes épocas, favorecendo a construção de vocabulário e repertório relativos às diferentes linguagens artísticas.

(EF05HI10) Inventariar os patrimônios materiais e imateriais da humanidade e analisar mudanças e permanências desses patrimônios ao longo do tempo.

 

*Texto escrito em parceria entre: Equipe Assessoria de História e Ensino Religioso e a Professora Daniela Pereira da Silva

 

Sempre que precisar entre em contato conosco: historia@aprendebrasil.com.br
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Referências:
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC/SEB, 2017. Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/bncc-20dez-site.pdf>. Acesso em: maio, 2018.
NAPOLITANO, Marcos. Cinema: experiência cultural e escolar. Secretaria de Educação, Estado de São Paulo. Caderno de cinema do professor dois. São Paulo: FDE, p. 10-31, 2009.
DE OLIVEIRA, Cláudia Neli B. Abuchaim. NAPOLITANO, Marcos. Como usar o cinema na sala de aula. São Paulo: Contexto, 2003.

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10/11/2020 - Arte

Vamos falar sobre o ...

Olá professora, olá professor! ♥ Que bom tê-los conosco mais uma vez! Todas e todos nós precisamos saber que para trabalhar com educação não podemos dizer em momento algum que paramos de estudar. Sim, a educaç...

10/11/2020 - Arte

Vamos falar sobre o professor pesquisador?

Olá professora, olá professor! ♥
Que bom tê-los conosco mais uma vez!

Todas e todos nós precisamos saber que para trabalhar com educação não podemos dizer em momento algum que paramos de estudar.

Sim, a educação exige de nós um constante aperfeiçoamento e uma incessante busca por com conceitos e conhecimentos. Por isso o post de hoje é para falar sobre essas referências que podem te auxiliar nessa busca.

Durante as lives das semanas pedagógicas e durante as formações digitais, apresentei alguns livros que sempre utilizo quando é necessário pensar em conceitos e fundamentações formais do ensino de Arte.

E a pedido das(os) professor(as), hoje trago os nomes destes livros e destes autores!

POR QUE ARTE-EDUCAÇÃO?

Autor: João Francisco Duarte Jr.

Editora: Papirus

Este livro traça um paralelo sobre a importância do ensino da Arte com o lugar do artista e da obra. Duarte Junior é um dos grandes autores da área da Arte-educação e apesar do livro ter sido escrito em 1991, ajuda o professor a dar significado no seu trabalho em sala.

DESTAQUE: Neste livro meu destaque vai para o capítulo 2: “ADESTRAMENTO E APRENDIZAGEM”.

CRIATIVIDADE E PROCESSOS DE CRIAÇÃO

Autora: Fayga Ostrower

Editora: Vozes

Sempre que falamos em Arte, pensamos também em criatividade. Mas você sabia que a criatividade não é algo “sobrenatural”? Ela é um estímulo, um processo que leva em consideração, tudo aquilo que já vivemos e tudo aquilo que faz parte do nosso repertório. Desta forma, este livro serve para que o professor entenda como estimular o processo criativo de maneira qualificativa.

DESTAQUE: Capítulo 2: “MATERIALIDADE E IMAGINAÇÃO CRIATIVA”

ENSINO DE ARTE

Autoras: Luciana Mourão Arslan e Rosa Iavelberg

Editora: Cengage Learning

Com uma escrita leve e quase dialogando este livro leva o professor a repensar em seu papel fundamental quando falamos em Arte-educação. Além da retrospectiva histórica temos neste livro diversos exemplos práticos de trabalho com nossos estudantes.

DESTAQUE: Não há como não falar dos desafios da avaliação em Arte. Por isso, meu destaque vai para o capítulo 5 “AVALIAÇÃO EM ARTE”

METODOLOGIA DO ENSINO DE ARTE – Fundamentos e proposições

Autoras: Maria Eloisa Ferraz e Maria Rezende Fusari

Editora: Cortez

Neste livro, Ferraz e Fusari dão verdadeiras aulas do ensino de Arte. Com muito exemplos práticos, mas também com muita fundamentação teórica, as autoras trazem muitas informações que podem auxiliar o professor que ainda encontra dificuldade de pensar suas aulas.

DESTAQUE: Como boa parte da Arte começa lá com os pequenos, meu destaque aqui é o capítulo 6: “ARTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL E NO ENSINO FUNDAMENTAL”

Esses são alguns dos livros que eu conheço e indico. Vale lembrar que a maioria deles comprei pela internet em sebos online e não custam muito. Mas vele lembrar também do GOOGLE LIVROS que concentra muitos livros em formato Online. Experimentem conhecer. (https://books.google.com.br/)

Tem livros sobre Arte para indicar? Deixe nos comentários para que outros professores possam conhecer!

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Rafael Pawlina

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