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02/06/2022 - Arte

Notícias de Arte!

Olá professor, olá professora! Mona Lisa sai ilesa de ataque com torta Visitante do Museu do Louvre, em Paris, onde obra está, espalhou doce na película que protege o quadro e tentou quebrá-la.   Uma das obras ...

02/06/2022 - Arte

Notícias de Arte!

Olá professor, olá professora!

Mona Lisa sai ilesa de ataque com torta
Visitante do Museu do Louvre, em Paris, onde obra está, espalhou doce na película que protege o quadro e tentou quebrá-la.

 

Uma das obras de arte mais famosas do mundo, La Gioconda, também conhecida como Mona Lisa, saiu ilesa de um ataque que sofreu no domingo (29/05/2022).

O incidente aconteceu na tarde de domingo, quando um homem com uma peruca e em uma cadeira de rodas atirou a torta contra a película de vidro que protege a pintura de Leonardo da Vinci. Os seguranças expulsaram imediatamente a pessoa do museu, e funcionários iniciaram a limpeza da sala.

O Museu do Louvre, em Paris, onde fica o quadro, ainda não se pronunciou sobre o ataque.

Nas redes sociais, visitantes que estavam no local no momento divulgaram vídeos com imagens do quadro manchado com um creme branco e do autor do ataque, que se identificou como ativista ambiental.

“Pensem no planeta, nas pessoas que estão destruindo o planeta”, afirmou, em francês, o homem, que foi levado por seguranças do museu.

E você, o que sabe sobre a monalisa???

Eu preparei um vídeo com 10 curiosidades sobre ela! Bora ver?

(clique na imagem para assistir)

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Rafael Pawlina

Assessor de Arte

 

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09/05/2022 - Arte

Lápis cor da pele! ...

Olá professor, olá professora! – Professora: Vamos desenhar e pintar nossa família! – Joãozinho: Prof, me alcança o lápis cor da pele? – Professora: Pele de quem?   Durante muitos anos foi ...

09/05/2022 - Arte

Lápis cor da pele! Pele de quem?

Olá professor, olá professora!

– Professora: Vamos desenhar e pintar nossa família!

– Joãozinho: Prof, me alcança o lápis cor da pele?

– Professora: Pele de quem?

 

Durante muitos anos foi “normal” ouvir e dizer esse termo: LÁPIS COR DA PELE. Mas você já parou pra pensar “PELE DE QUEM?”

Há quem diga que isso é exagero, será?

O ambiente escolar tem sido lugar de perpetuação de práticas racistas em que alunos e alunas ainda vivenciam uma carência muito grande de identidade.

Desde a mais tenra idade, elas já apresentam uma imagem distorcida de si, é o que aponta estudo do Instituto Federal do Espírito Santo (IFES).

A pesquisa selecionou uma sala de escola pública, onde a maioria dos alunos era negra e pediu para eles se autorretratarem. O lápis salmão, intitulado como “lápis cor de pele”, foi o mais usado na hora de colorir a cor da pele, usado inclusive entre as crianças negras.

Os pesquisadores explicam que os alunos encontraram dificuldades de se desenhar e principalmente de se colorir. Consciente ou inconscientemente, a utilização do ‘lápis cor de pele’ se apresentou como uma solução, ainda que a atividade fosse para se retratarem como são. Muitos estudantes acharam feio colorir com lápis marrom e quando não se utilizava o lápis cor de pele, preferia outra cor como o rosa.

Ainda que não seja intencional, tais concepções indicam a naturalização de conceitos racistas ao evidenciar um padrão e uma tentativa de se adequar a esse padrão.

 

“Mas eu não gosto [de pintar meu autorretrato]. Nenhum desenho que faço gosto de pintar a pele, nunca sei que cor pinto. Se uso a cor de pele fica muito claro, se uso esse (mostrou um lápis marrom) fica muito feio, então prefiro não pintar”, afirmou uma das alunas negras que participaram do estudo.

 

A naturalização do ‘lápis cor da pele’ é um exemplo de microagressão racial que as crianças negras sofrem desde que pisam no ambiente escolar. A dificuldade de manifestar a própria identidade e considerar “feio” a cor que mais se aproxima da sua própria cor de pele é a evidência mais concreta do racismo estrutural em sua formação inicial.

 

“A escola não é um campo neutro, pelo contrário nela se reproduzem e se intensificam conflitos sociais, por isso é inaceitável que professores se posicionem de forma neutra no cotidiano escolar, é necessário que haja intervenção em práticas que tentam hegemonizar o alunado”, afirmou o estudo.

 

Microagressão racial tem efeitos devastadores

Derald Wing Sue, professor da Universidade Columbia que estuda a psicologia do racismo e do antirracismo, resumiu as microagressões raciais como “os insultos, as indignidades e as mensagens humilhantes passadas às pessoas não brancas” por indivíduos que não têm consciência da natureza ofensiva de suas palavras ou ações.

 

A principal característica da microagressão, que não deixa de ser uma atitude racista, é permanência cotidiana e insistente em toda a rotina da vítima, a despeito da intencionalidade de quem comete o ato. Desde o ‘lápis cor da pele’, até a falta de atenção do docente, a presunção de incapacidade e/ou dificuldade, a discriminação dos colegas, a questão do cabelo, o brincar sozinho e até a falta de compreensão da brutal desigualdade social que acompanha a questão racial.

O Centro de Desenvolvimento Infantil da Universidade de Harvard compilou estudos documentando como a vivência cotidiana do racismo estrutural impacta “o aprendizado, o comportamento, a saúde física e mental” infantil. E elencou quatro pontos: Corpo em estado de alerta constante; Mais chance de doenças crônicas ao longo da vida; Disparidades na saúde e na educação; Cuidadores mais fragilizados e ‘racismo indireto’

No Brasil, essa realidade também pode ser medida pelo medo da evasão escolar. Análise feita pelo Plano CDE revelou que famílias de alunos negros têm 63% mais risco de ter medo da evasão escolar de seus filhos do que pais de estudantes brancos. Isso acontece porque além das dificuldades oriundas das crises econômicas e sanitária, há o cenário de um ambiente hostil para estudantes negros e negras.

 

Em maio do ano passado, o medo da desistência de alunos negros nas suas famílias era de 35%. O número subiu para 43% no final de setembro. Entre os pais de estudantes brancos, não chegou a 40%. Quando o recorte também inclui a condição social, o cenário fica ainda pior: entre os alunos negros de famílias com renda de até dois salários mínimos, o medo de desistência chegou a 50%.

 

“A escola é um ambiente em que as crianças socializam e estabelecem relações com os demais, sendo importante para a construção da identidade de cada uma delas […] Logo elas devem ter um suporte também da escola, pois podem se tratar das primeiras vivências com as práticas racistas das crianças”, concluiu o estudo do IFES.

Adaptação de: https://pt.org.br/o-que-o-lapis-cor-de-pele-pode-ensinar-sobre-microagressoes-e-racismo-na-escola/

 

E como usar Arte para falar sobre isso?

Hoje vamos indicar duas artistas!

A primeira é a ANGÉLICA DASS

Humanæ é um trabalho fotográfico em andamento da artista Angélica Dass, uma reflexão invulgarmente direta sobre a cor da pele, tentando documentar as verdadeiras cores da humanidade em vez das etiquetas falsas “branco”, “vermelho”, “preto” e “amarelo” associadas à raça. É um projeto em constante evolução buscando demonstrar que o que define o ser humano é sua inescapável singularidade e, portanto, sua diversidade. O fundo de cada retrato é matizado com um tom de cor idêntico a uma amostra de 11 x 11 pixels tirada do nariz do sujeito e emparelhada com a palete industrial Pantone®, o que, em sua neutralidade, põe em questão as contradições e estereótipos relacionados com a questão racial. Mais do que apenas rostos e cores no projeto há quase 4.000 voluntários, com retratos feitos em 20 países diferentes e 36 cidades diferentes ao redor do mundo, graças ao apoio de instituições culturais, sujeitos políticos, organizações governamentais e organizações não governamentais. O diálogo direto e pessoal com o público e a absoluta espontaneidade da participação são valores fundamentais do projeto e o conotam com uma forte veia de ativismo. O projeto não seleciona participantes e não há data definida para a sua conclusão. Desde alguém incluído na lista da Forbes, até refugiados que cruzaram o Mar Mediterrâneo de barco, ou estudantes tanto na Suíça como nas favelas do Rio de Janeiro. Na sede da UNESCO, ou em um abrigo. Todos os tipos de crenças, identidades de gênero ou deficiências físicas, um recém-nascido ou doente terminal, todos juntos constroem a Humanae. Todos nós, sem rótulos.

A segunda é a artista ADRIANA VAREJÃO

 

Ela faz a série “a voz do polvo” onde aborda os diferentes tipos de pele a partir de um estudo junto a uma antropóloga com base nos dados do IBGE. Para saber mais sobre isso, você pode ler a entrevista de Adriana por meio do link: https://artebrasileiros.com.br/arte/povo-de-cores-infinitas/

 

E para terminar, trago mais duas referências de vídeos.

Curta metragem lápis cor da pele: https://www.youtube.com/watch?v=-VGpB_8b77U

Vídeo lápis cor da pele: https://youtube.com/shorts/UXt4hYSJWxQ?feature=share

IMPORTANTE SABER!

Hoje em dia, há disponível no mercado, diversas marcas de caixas de lápis de cores e de giz de cera com diferentes tons de pele, peça para a equipe gestora da escola adquirir!

 

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09/05/2022 - Arte

Cinema: mas o que é...

Olá professora, olá professor! O Foley é um processo utilizado para criar ou recriar sons de objetos para as suas produções audiovisuais. O nome do processo é uma homenagem ao artista, Jack Donovan Foley, pioneiro ...

09/05/2022 - Arte

Cinema: mas o que é FOLEY

Olá professora, olá professor!

O Foley é um processo utilizado para criar ou recriar sons de objetos para as suas produções audiovisuais. O nome do processo é uma homenagem ao artista, Jack Donovan Foley, pioneiro na arte de produzir sons e sentidos, área que conhecemos como sonoplastia.

Às vezes, quando gravamos um vídeo, costumamos priorizar a captação de áudio das atrizes em cena e “isolamos” a ambiência existente naquele espaço. Em outras palavras, ignoramos os sons dos objetos e das ações que estão envolvidas naquele universo dramático.

Dessa forma, para reconstruirmos aquele momento, vamos precisar recriar alguns materiais sonoros na etapa de pós-produção para preencher as informações do espaço narrativo que deixamos para trás.

E se você achou que apenas os dramas ou os romances utilizassem o foley, fique sabendo que ele é super importante quando falamos de ficção científica.

Afinal, em muitos casos, vamos precisar criar o áudio de objetos que só existem no nosso próprio universo ficcional, ou seja, vamos ter que inventar sons e ruídos do absoluto zero. Então, que isso dê certo e para que essa tarefa ocorra com poucos erros, vamos precisar recorrer a um processo básico de criação do foley: o planejamento.

Importando sons já existentes

Nesse texto, vamos tratar apenas de sons já existentes. Ou seja, nesse modelo você não vai precisar gravar os seus próprios sons. Desse modo, sugiro que encontre uma boa biblioteca de áudio gratuita e com autorização de reprodução.

Com essa ferramenta, você poderá explorar o universo das suas personagens além de adicionar elementos que darão mais autenticidade e emoção ao seu vídeo.

Vale ressaltar que o foley também serve para cobrir registros não-intencionais captados durante as gravações: como os barulhos de uma rua movimentada, por exemplo.

Como curiosidade, menciono aqui alguns dos materiais mais comuns usados no foley para gerar sons. Em primeiro lugar, temos o celofane para recriar a lembrança de um fogo crepitante. Em seguida, um par de luvas para emular o bater de asas de algumas aves. Por fim, uma vara fina pode resultar no famoso whoosh, ou seja, funciona para criar os sons de movimentos muito rápidos.

Como pensar a trilha, os efeitos ou o foley para os meus vídeos?

Conforme a criação do universo sonoro do seu vídeo, você irá se atentar para resolver algumas questões essenciais:

  • Qual é o universo da sua história (ficcional ou documental)?
  • Por que utilizar esse e não outro som?
  • O som que você deseja adicionar é forte ou fraco?
  • É composto por uma ou mais fontes?
  • É um som grave ou agudo?
  • Ouve-se de perto ou de longe?

Todas as respostas estarão refletidas em seu material.

Por isso, estude a sua cena a fim de entender os indicadores que você precisa para sua produção de som.

Pense em como esse áudio irá adicionar uma emoção ao que você precisa comunicar. Às vezes, opte pelo simples. Essa recomendação pode ser útil porque sons em excesso costumam distrair a sua audiência em vez de atrair.

Experimente também criar camadas de áudio e trabalhar com diferentes intensidades dos sons. Essa mistura faz o ambiente parecer mais natural.

Seguindo essas recomendações e testando bastante, o resultado poderá te surpreender e elevar a qualidade da sua entrega.

E no material didático?

No livro do 6º Ano vemos o conteúdo do SOUND DESIGN.

6º Ano, Volume 02, pág. 20

E na sequencia a atividade para o estudante é preencher uma tabela de Foley:

6º Ano, Volume 02, pág. 21

Para saber como preencher, o estudante precisa saber o que é Foley, por isso utilize o texto desse blog e complemente com esses vídeos:

O que é FOLEY? https://www.youtube.com/watch?v=9GinMADzL_8

Como são gravados os Foleys? https://www.youtube.com/watch?v=eJrTb-wMItE

Fonte: https://margofilmes.com.br/o-que-e-sonoplastia/

 

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25/04/2022 - Arte

Mais de 1.000 ideias...

Olá professor, olá professora! Tudo bem por aí? Esperamos que sim! O post de hoje vai ser curtinho, mas vai trazer mais de mil ideias pra você trabalhar em sala de aula! Você provavelmente já saiu pela internet em ...

25/04/2022 - Arte

Mais de 1.000 ideias!

Olá professor, olá professora!

Tudo bem por aí? Esperamos que sim!

O post de hoje vai ser curtinho, mas vai trazer mais de mil ideias pra você trabalhar em sala de aula!

Você provavelmente já saiu pela internet em busca de atividades para fazer com seus alunos, não é mesmo?

Pois bem, hoje eu quero dividir com vocês um material que se encontra disponível na internet e que traz várias sugestões para nos ajudar a ensinar Arte.

Trata-se de uma coleção de manuais produzidos por uma marca de materiais artísticos, nesse material há sugestões e referências de artistas!

Então aproveite!

É so clicar nesses links e aproveitar! Ah, você pode fazer o download no seu computador e acessa-lo off-line!

Para baixar, clique no ícone abaixo da revista digital:

Links:

Manual 01 – https://acrilex.com.br/manual-de-educadores-vol-1/

Manual 02 – https://acrilex.com.br/manual-de-educadores-vol-2/

Manual 03 – https://acrilex.com.br/manual-de-educadores-vol-3/

Manual 04 – https://acrilex.com.br/manual-de-educadores-vol-4/

Manual 05 – https://acrilex.com.br/manual-de-educadores-vol-5/

Manual 06 – https://acrilex.com.br/manual-de-educadores-vol-6/

Manual 07 – https://acrilex.com.br/manual-de-educadores-vol-7/

Manual 08 – https://acrilex.com.br/manual-de-educadores-vol-8/

Manual 09 – https://acrilex.com.br/manual-de-educadores-vol-9/

Fez alguma atividade dessas com os estudantes? Mande seu relato e fotos para arte@aprendebrasil.com.br e nós podemos publicar em breve.

 

Fonte: https://acrilex.com.br/catalogos-e-manuais/

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11/04/2022 - Arte

Dicas de filmes sobr...

Olá professora, olá professor! Quando falamos em metodologia, estamos falando no modo que escolhemos para exibir os conteúdos em sala de aula. E com os avanços das tecnologias, streamings de vídeos cada vez mais tem...

11/04/2022 - Arte

Dicas de filmes sobre Arte

Olá professora, olá professor!

Quando falamos em metodologia, estamos falando no modo que escolhemos para exibir os conteúdos em sala de aula. E com os avanços das tecnologias, streamings de vídeos cada vez mais temos possibilidades para variar a forma como esses conteúdos vão ser passados aos alunos.

Além disso, os filmes dão subsídios para trabalhar inúmeros conteúdos, estimulam debates e permitem ampliar a percepção da turma sobre um assunto. Todo ano, quase 100 milhões de ingressos de cinema são vendidos no país. Só na cidade de São Paulo, em um único fim de semana, mais de 200 mil vídeos são alugados. Os filmes são parte importante do cotidiano dos brasileiros, mas nem sempre encontram seu lugar em sala de aula. Esse é um erro e tanto, já que a telona pode funcionar como uma preciosa ferramenta didática para a aprendizagem de conteúdos de diversas disciplinas. “O cinema é uma experiência cultural importante, assim como a música e a literatura. A escola precisa levar isso em conta e tratar esse trio com igualdade”, diz Marcos Napolitano, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (USP) e especialista na utilização de filmes em aula.

Ficção ou documentário, curta ou longa-metragem – os gêneros e as opções de trabalho são inúmeros e hoje já é possível afirmar que o conhecimento sobre como usar filmes está bem sistematizado. O trabalho pode seguir por dois caminhos, dependendo do objetivo do professor:
– Aproximar a turma da linguagem artística específica do cinema, o que pode ser feito tanto na aula de Arte como na de Língua Portuguesa;
– Auxiliar na compreensão de conteúdos curriculares em diversas disciplinas dentro de sequências e projetos didáticos.

Em ambos os casos, é preciso começar expondo os objetivos da exibição e descrevendo o que será visto. “Isso é fundamental para não descaracterizar o cinema como um objeto cultural. O ideal é antecipar para a turma elementos da história, falar sobre o diretor e outras produções dele, comentar sobre os atores, mostrar a capa e a contracapa, ressaltar características técnicas, como a fotografia, contar curiosidades da época em que foi lançado e, principalmente, dizer por que gosta ou não daquele filme. O professor deve se mostrar como um espectador crítico e experiente para que os alunos aprendam a se posicionar frente ao que veem”, conta Silvinha Meireles, coordenadora do programa Cine-Educação, da Cinemateca Brasileira de São Paulo.
Texto adatado de: https://novaescola.org.br/conteudo/1469/cinema-na-escola

Quer algumas sugestões de filmes para a aula de Arte?

Então assista ao vídeo abaixo, com papel e caneta na mão!

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05/04/2022 - Arte

O que é PCN?

Olá professora, olá professor   Você já ouviu falar muito nos famosos PCNs, e muitos professores também aorebderam sobre eles na sua formação inicial, mas o quanto você sabe sobre eles? Quais as mudanças e ...

05/04/2022 - Arte

O que é PCN?

Olá professora, olá professor

 

Você já ouviu falar muito nos famosos PCNs, e muitos professores também aorebderam sobre eles na sua formação inicial, mas o quanto você sabe sobre eles? Quais as mudanças e quais suas aplicações dentro dos muros da escola?

Os Parâmetros Curriculares Nacionais, mais conhecidos como PCN, é uma coleção de documentos que compõem a grade curricular de uma instituição educativa.

Esse material foi elaborado a fim de servir como ponto de partida para o trabalho docente, norteando as atividades realizadas na sala de aula. É claro que cada instituição deve montar o seu Projeto Político Pedagógico, sua proposta pedagógica, adaptando esses conteúdos à realidade social da localidade onde está inserida.

O documento é uma orientação quanto ao cotidiano escolar, os principais conteúdos que devem ser trabalhados, a fim de dar subsídios aos educadores, para que suas práticas pedagógicas sejam da melhor qualidade.

Em sua abordagem, os parâmetros curriculares nacionais definem que os currículos e conteúdos não podem ser trabalhados apenas como transmissão de conhecimentos, mas que as práticas docentes devem encaminhar os alunos rumo à aprendizagem.

A reflexão da prática docente deve ser feita através de reuniões com todo o grupo da escola, direção, coordenação, orientação, psicopedagoga, psicóloga, professores, dentre outros profissionais, ligados à rotina da instituição e de sala de aula.

Cabe a cada instituição se organizar nesse sentido, pois a escola que não promove momentos de reflexão da prática docente causa uma relação duvidosa entre docente, alunos e conteúdos a serem ministrados.

Muitas vezes os professores não conhecem a proposta pedagógica da instituição, pois os diretores mantêm a mesma sob sete chaves, para que ninguém copie seu conteúdo. Isso torna difícil a reflexão do professor sobre o seu próprio trabalho, pois o mesmo precisa conhecer que tipo de educação aquela instituição quer oferecer, que princípios devem trabalhar e quais os objetivos a serem conquistados.

A escola deve ter responsabilidade social, instituir situações didáticas fundamentais entre os temas a serem abordados e a prática docente, as formas pelas quais a aprendizagem acontecerá, através do desenvolvimento de habilidades de leitura, interpretação, estudo independente e pesquisa.

O MEC disponibiliza esse material a todos os professores, a fim de que os mesmos possam estudá-lo e conhecê-lo a fundo, auxiliando os professores em sua atividade profissional, além de perceber a responsabilidade social conferida ao ofício de professor.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia

Texto extraído e adaptado de: https://educador.brasilescola.uol.com.br/orientacoes/pcnparametros-curriculares-nacionais.htm

Ainda falando nos PCN, mas agora pensando em Arte, gravei um vídeo para te ajudar a entender um pouco mais sobre o assunto!

Clique e assista:

 

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