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24/02/2022 - Língua Portuguesa

LITERATURA: use e ab...

Olá, Professores! No mundo inteiro as pessoas conhecem a história dos Três Porquinhos, mas a versão do Lobo vocês conhecem? A versão onde ele é a vítima da história? Coitadinho do Lobo que de mau não tem nada. ...

24/02/2022 - Língua Portuguesa

LITERATURA: use e abuse da imaginação.

Olá, Professores!

No mundo inteiro as pessoas conhecem a história dos Três Porquinhos, mas a versão do Lobo vocês conhecem? A versão onde ele é a vítima da história? Coitadinho do Lobo que de mau não tem nada. Será?

Que tal apresentar às crianças o outro lado da história e promover um debate por meio de dobraduras, teatro, narrativas , HQs, entre outras possibilidades?

Se não for possível ter acesso ao livro, segue um link , a hora do conto,  https://www.youtube.com/watch?v=Hpgbhy3nfX0

Professor, antes de ler ou apresentar o vídeo “a verdadeira história dos três porquinhos” ler a história clássica dos Três Porquinhos.

Após a leitura das histórias, promover uma roda de conversa . Possibilidades para iniciar a roda:

  • qual a versão eles preferem? Poderá fazer um gráfico para deixar exposto na sala.
  • Qual das versões vocês acham que é a verdadeira?

Promover um momento para confecção de dobraduras. Segue link (passo a passo).

Com as dobraduras, suas crianças poderão apresentar teatro com a versão escolhida pelo grupo. O importante é promover atividades com as duas versões da história. Quem sabe não surge uma terceira  criada pelas crianças?

https://www.youtube.com/watch?v=WhJ_IDUe0zo ( Dobradura do lobo).

Professor, use a sua imaginação para proporcionar um momento mágico para seus alunos.

Aqui, colocamos uma possibilidade que pode ser ampliada de acordo com a faixa etária das crianças.

Bom trabalho!

 

 

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31/05/2021 - Educação Infantil

Bebês e CIA –...

Olá, Professores! Como vocês estão? Esta é a cena de um vídeo disponível no Instagram @gemeasdafer, que mostra duas irmãs gêmeas (3 anos) fazendo o experimento de passar um líquido, parece ser suco de uva, de um...

31/05/2021 - Educação Infantil

Bebês e CIA – As emoções no dia a dia dos bebês e das crianças bem pequenas

Olá, Professores!

Como vocês estão?

Esta é a cena de um vídeo disponível no Instagram @gemeasdafer, que mostra duas irmãs gêmeas (3 anos) fazendo o experimento de passar um líquido, parece ser suco de uva, de um recipiente para outro. Nesses últimos dias, o vídeo teve muitas visualizações na rede social e, além da experiência de conservação de quantidade, do trabalho de coordenação motora para pegar os recipientes e servir o líquido, foi possível observar também a forma como as meninas enfrentam os desafios.

Quer assistir ao vídeo? Clique aqui: https://www.instagram.com/p/CO7yDwpBOp6/

Experimentos e brincadeiras como essa são incríveis para o desenvolvimento infantil! Por isso, deixamos nossa dica para que sejam ofertadas situações nas quais as crianças se sintam desafiadas, motivadas a aprender, a testar suas habilidades, pois, dessa forma, vivenciam inúmeros conteúdos, mas também aprendem sobre como lidar com as situações em que algo não sai como o esperado, sobre superação, coragem e respeito às diferenças, pois cada pessoa é única e tem um conjunto de habilidades também único.

Além do trabalho lúdico com os campos de experiências, também são percebidas as competências socioemocionais, que são sentidas e vividas “na vida real” em situações como essas que vimos no exemplo.

Quando os bebês e as crianças bem pequenas têm a oportunidade de experimentar, aprendem e superam seus limites, além de receberem estímulos para aguçar a curiosidade e a criatividade na resolução dos problemas do dia a dia, enquanto aprendem sobre si e desenvolvem o autoconhecimento.

Em vivências como essas, é importante que os adultos preparem o local, cuidando na escolha dos materiais (apropriados a cada idade) e supervisionem a brincadeira, acompanhando, encorajando e ficando ao lado dos pequenos. Esse olhar e apoio são fundamentais para a criança se sentir segura e confiante para seguir com suas descobertas e aprendizagens.

Em que outras situações podemos trabalhar novas habilidades e desenvolver a inteligência emocional?

Compartilha conosco suas experiências aqui nos comentários! Vamos gostar de saber!

Um abraço,

Equipe da Assessoria de Educação Infantil Aprende Brasil

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14/04/2021 - Língua Inglesa

Indians? Para quem n...

Hello, everyone! Hope you are great! Uma das questões mais importantes ao estudarmos ou ensinarmos outra língua e outras culturas é estar atento em relação aos estereótipos. Estereótipos são rótulos, pré-concei...

14/04/2021 - Língua Inglesa

Indians? Para quem nasceu na Índia, certo?

Hello, everyone! Hope you are great!

Uma das questões mais importantes ao estudarmos ou ensinarmos outra língua e outras culturas é estar atento em relação aos estereótipos.

Estereótipos são rótulos, pré-conceitos que o senso comum utiliza de maneira generalizada e simplificada. Essa ideia ou único modelo dirigido a um povo pode gerar mal-entendidos na comunicação e soar como preconceito.

Ao falarmos sobre os povos indígenas norte-americanos é importante lembrar que o termo Indian é usado para descrever as pessoas, a comida, os costumes, a cultura da Índia, o país sul-asiático. Utilizar o termo Indians para se referir aos povos Nativos Americanos é errado e gera preconceito.

Convido a assistir ao tiktok a seguir, no qual a tiktoker Patrícia Raylynn explica três erros que você pode cometer no contato com a cultura nativa americana:

  1. Don’t call us Indians

Termo não adequado e estereotipado para chamar nativos americanos. O mais adequado é descobrir sua origem específica para usar o termo apropriado que pode ser Natives, Native Americans, Indigenous, First Nations.

  1. Native American and alcohol problems are not synonyms

Esse estereótipo também é falso. Nem todos os nativos têm problemas com álcool ou drogas. Qualquer um pode ter esse tipo de problema, não importa a sua origem.

  1. Natives don’t get free college

Existe uma falsa ideia de que o governo paga pela faculdade dos nativos americanos, mas cada tribo específica arrecada ou não fundos para isso. É possível conseguir bolsa de estudos, dependendo da instituição, como acontece com qualquer estudante, mas não é uma regra.

É muito importante discutir com os alunos a ideia de estereótipo. Da mesma maneira que podemos generalizar aspectos individuais de comportamento para outros povos, o brasileiro é estereotipado e não gostamos quando nos classificam com comportamentos e características generalizadas.

Observe o quadro a seguir com habilidades da BNCC a serem desenvolvidas pelos alunos, em relação à comunicação intercultural e ao entendimento e respeito entre pessoas de culturas diferentes:

EF09LI19 Discutir a comunicação intercultural por meio da língua inglesa como mecanismo de valorização pessoal e de construção de identidades no mundo globalizado.

EF08LI20 Examinar fatores que podem impedir o entendimento entre pessoas de culturas diferentes que falam a língua inglesa.

EF08LI19 Investigar de que forma expressões, gestos e comportamentos são interpretados em função de aspectos culturais.

EF08LI18 Construir repertório cultural por meio do contato com manifestações artístico-culturais vinculadas à língua inglesa (artes plásticas e visuais, literatura, música, cinema, dança, festividades, entre outros), valorizando a diversidade entre culturas.

EF07LI11 Participar de troca de opiniões e informações sobre textos, lidos na sala de aula ou em outros ambientes.

EF06LI26 Avaliar elementos/produtos culturais de países de língua inglesa absorvidos pela sociedade brasileira/comunidade.

 

Como afirma Chimamanda: “A história única cria estereótipos, e o problema com estereótipos não é que sejam falsos, mas incompletos. Eles fazem uma história se tornar a única história.”

https://www.globalcitizen.org/de/content/15-quotes-from-chimamanda-adichie-that-have-change/

Que tal considerar também pensar sobre os povos indígenas brasileiros?

Vale a visita ao blog de história para algumas considerações sobre o tema, possíveis atividades e a ideia de estereótipo.

 

 

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23/03/2021 - Língua Inglesa

Yes, nós temos down...

Good morning, everyone! Vim aqui para divulgar a boa notícia! Já temos todos os áudios do material didático de língua inglesa para download, facilitando o planejamento e o andamento das aulas! Visite a plataforma do...

23/03/2021 - Língua Inglesa

Yes, nós temos download!

Good morning, everyone!

Vim aqui para divulgar a boa notícia!

Já temos todos os áudios do material didático de língua inglesa para download, facilitando o planejamento e o andamento das aulas!

Visite a plataforma do Aprende Brasil Digital e desfrute de mais essa vantagem em utilizar o material didático do Sistema de Ensino Aprende Brasil!

Lembre também de incluir em seu planejamento as videoaulas, os objetos educacionais e as trilhas disponíveis também no Aprende Brasil Digital e já selecionadas por volume.

Enjoy it!

Take care!

Cassiana

 

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10/03/2021 - Ensino Religioso, História

Dialoga, Brasil! ...

Palavras-chave: Tempo, temporalidade, memória. Segmento/ano: Ensino Fundamental, Educação Infantil.     Professores, vamos refletir um pouco sobre o conceito de tempo e temporalidade?   O que entendemos...

10/03/2021 - Ensino Religioso, História

Dialoga, Brasil! – Para que serve o tempo?

Palavras-chave:

Tempo, temporalidade, memória.

Segmento/ano:

Ensino Fundamental, Educação Infantil.

 


 

Professores, vamos refletir um pouco sobre o conceito de tempo e temporalidade?

 

O que entendemos por realidade é um processo individual para cada pessoa. Formado sobretudo através do nosso contato com o mundo externo e nossa absorção dele. Isso não ocorre de maneira neutra, pois nossas crenças, memórias, vivências, etc. servem de filtro para que a realidade chegue até nós, tornando-se um processo único para cada pessoa. 

Um dos fatores determinantes na forma como vamos dialogar com o mundo externo é o tempo. Por vezes tão abstrato, lidamos com ele de forma mecânica no cotidiano, ou mesmo inconsciente. Porém, compreender as diversas construções de tempo que nos rodeiam, permite-nos observar acontecimentos, agir e analisar a realidade de maneira mais crítica na nossa relação com o meio, com as pessoas e com nós mesmos. Tempo, é também um instrumento chave quando o assunto é ensino de História!

A nossa compreensão de tempo passa por um caminho: concepção do tempo, percepção do tempo e temporalidade.

A concepção está atrelada ao social, ou seja, como a sociedade na qual fomos criados entende o tempo? 

Sobretudo no ocidente, fomos ensinados a lidar com ele de forma cronológica e linear. Essa concepção é baseada numa ideia progressiva do tempo, como se estivéssemos caminhando em uma linha reta. Ou melhor, como se a História do mundo caminhasse de forma linear. As famosas linhas do tempo, tão usadas na História e no ensino dela, são um ótimo exemplo disso!

Apesar de ser comum vermos essa concepção como “natural”, há inúmeras críticas à ela, primeiro porque reproduz uma visão eurocêntrica e excludente do mundo, segundo porque:

 

O tempo da História não é uma linha reta […] as linhas entrecruzadas por ele compõem um relevo. Ele tem espessura e profundidade (PROST, 2014, p. 114)

 

Dessa forma, é importante que observemos que construir uma História cronológica e selecionar os fatos considerados relevantes para se estar em uma linha do tempo não é um processo neutro e exclui dessa linha muitos outros acontecimentos e fatos ocorridos em tempos e espaços distintos. 

 

Para acessar o PDF clique na imagem ou AQUI.

 

Por sua vez, a percepção do tempo está ligada a forma como a concepção social chega para nós, de forma individual, filtrado por nossas memórias, vivências, crenças, etc. 

E por fim, chegamos a temporalidade: a sensação de passagem objetiva do tempo, no cotidiano, e nossas ações ligadas e delimitadas pelo tempo. A hora de acordar, sair de casa para o trabalho, escola ou faculdade, o horário daquela reunião importante, a hora do almoço e do café da tarde… tudo isso influencia as nossas ações e nossas relações: eis a importância da temporalidade!

Assim percebemos que, apesar de inconsciente, nossa relação com o tempo molda quem somos, como estamos e como entendemos o mundo! Esse processo começa ainda na infância e o ensino de História pode ser um aliado importante. Apresentar às crianças diversas formas de compreender o tempo pode ampliar a percepção de tempo e desenvolver sujeitos que se relacionam de forma mais saudável com o mundo, com as pessoas e com si mesmo. Um sujeito crítico!

 

Para acessar o PDF clique na imagem ou AQUI.

 

Apontamos que a percepção cronológica e linear de tempo se apresenta de forma excludente e eurocêntrica. Que tal expandir nossos conhecimentos sobre o tempo para outros grupos sociais? Esse material do InfoAmazonia e do Instituto Socioambiental nos apresenta um pouco da ideia de tempo para uma etnia dos povos originários do Brasil, perpassando a  astronomia, os ecossistemas climáticos e a espiritualidade.

 

Ciclos Anuais dos povos indígenas do Rio Tiquié – Calendário Indígena. Para assistir ao vídeo clique aqui.

 

E a pergunta que fica é: como fazer isso na prática, na realidade da sala de aula?

Fica ligado (a) no próximo post que vamos te apresentar uma possibilidade prática!

 

Habilidades mobilizadas (BNCC):

EF02HI06 Identificar e organizar, temporalmente, fatos da vida cotidiana, usando noções relacionadas ao tempo (antes, durante, ao mesmo tempo e depois).

EF04HI01 Reconhecer a história como resultado da ação do ser humano no tempo e no espaço, com base na identificação de mudanças e permanências ao longo do tempo.

EF06HI01 Identificar diferentes formas de compreensão da noção de tempo e de periodização dos processos históricos (continuidades e rupturas).

 

*Texto escrito em parceria entre: Equipe Assessoria de História e Ensino Religioso e Professora Daniela Pereira da Silva

 

Sempre que precisar entre em contato conosco: historia@aprendebrasil.com.br
Siga nossas redes sociais: Instagram @aprendebrasil / YouTube: Sistema Aprende Brasil

 

Referências:
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC/SEB, 2017. Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/bncc-20dez-site.pdf>. Acesso em: maio, 2018.
WHITROW, G. J. O Tempo na História. Rio de Janeiro. Editora Zahar, 1993.
FERREIRA, Marieta de Morais; OLIVEIRA, Margarida Maria Dias de. Dicionário de Ensino de História. Editora FGV, 2019.

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02/03/2021 - Educação Infantil, Informática Educativa

Aprende Brasil Digital: Educação Infantil

Olá, Professores!

Como vocês estão?

Passando aqui hoje para fazer um convite!

Em nossos encontros online da Semana Pedagógica já apresentamos nosso novo ambiente virtual: ABD – Aprende Brasil Digital e hoje viemos aqui para reforçar o convite e deixar registradas todas as possibilidades, os materiais e os recursos que disponibilizamos para vocês!

Para quem é o Aprende Brasil Digital? Para educadores, crianças e seus responsáveis.

O que temos lá?

Para os educadores:

– Ideias, dicas e sequências didáticas com sugestões de ampliação para trabalho com todas as faixas etárias, para os planejamentos e para as práticas pedagógicas;

– Blog, áudios, histórias, músicas e jogos que podem ser utilizados na creche, na pré-escola e podem ser indicados para as famílias realizarem em casa, junto com as crianças, inclusive pensando no ensino remoto;

– Documentos legais e biblioteca do professor, com textos, artigos e diversos materiais para estudo;

– PDFs dos livros do professor e das crianças.

Para as crianças:

– OEDs – objetos educacionais digitais (histórias, vídeos, jogos, áudios e músicas). As crianças podem utilizar com auxílio de um adulto: na escola, com os professores e em casa, com os responsáveis.

No ABD é possível acessar os vídeos “Aprende em casa Brasil” com sugestões para:

– Grupo 1: Álbum do Bebê e Livro das Trajetórias;

– Grupo 2: Pranchetas de Experimentação;

– Grupos 3, 4 e 5: todas as Unidades Temáticas.

Como acessar esses recursos e usufruir de todas essas ferramentas? Fazer login em www.aprendebrasildigital.com.br, com usuário e senha fornecidos por sua instituição.

Boa diversão e bom aprendizado!

Um abraço da Assessoria Pedagógica da Educação Infantil

Se desejar falar conosco, envie e-mail para: edinfantil@aprendebrasil.com.br

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