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10/09/2021 - Educação Infantil

Baú de ideias ̵...

Olá, professor (a)! Como você está? As crianças pequenas gostam de criar brinquedos, inventar brincadeiras e colocar todo seu potencial criativo em ação. É assim aí com a sua turma também? Caixas de papelão de ...

10/09/2021 - Educação Infantil

Baú de ideias – “Acerte o buraco”

Olá, professor (a)!

Como você está?

As crianças pequenas gostam de criar brinquedos, inventar brincadeiras e colocar todo seu potencial criativo em ação. É assim aí com a sua turma também? Caixas de papelão de diferentes tamanhos são materiais não estruturados bastante apreciados por elas, pois uma caixa pode ser tudo que elas quiserem e tudo que a imaginação permitir! Tais criações, além de possibilitarem diversão, simultaneamente permitem ricos momentos de descobertas e aprendizagens.

Pensando nisso, nossa dica de hoje é brincar de “Acerte o buraco”, confeccionando um brinquedo com materiais que muitas vezes temos em casa ou que podem ser facilmente encontrados.

Para a confecção, você vai precisar de:

– uma tampa de caixa de papelão ou a base de uma caixa cortada (preferencialmente de tamanho grande, como aquelas de caixa de papel ofício ou maior);

– tesoura e/ou estilete (para uso do adulto);

– bolinhas plásticas como aquelas de piscina de bolinhas (ou outras confeccionadas até com jornal, envolvidas com fita adesiva);

– tinta, se desejarem colorir ou durex colorido, pois dá também para brincar com pontuação: é só definir a quantidade de pontos para cada cor.

Assista ao vídeo aqui:

https://br.pinterest.com/pin/511862313902736574/

Corte círculos um pouco maiores do que a bolinha, para permitir sua passagem pelo buraco. Porém não tão grandes para que tenha uma dose de desafio para as crianças!

Como brincar:

Uma ideia é a criança tentar acertar a bolinha vermelha no buraco vermelho e assim sucessivamente. É um desafio! Você já tentou fazer? Parece fácil, mas requer uma boa coordenação motora, equilíbrio e paciência, pois às vezes demoramos para conseguir derrubar a bolinha…

Outra ideia é combinar uma pontuação para cada cor de bolinha ou buraco e marcar os pontos, para depois somar e questionar: Quem fez mais pontos? Quantos pontos a mais? É possível também fazer a somatória de pontos por grupo.

Divirtam-se!

Um abraço da Equipe de Assessoria da Educação Infantil Aprende Brasil

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01/09/2021 - Educação Infantil

Bebês e CIA: “...

Olá, professor (a)! Como você está? Os bebês e as crianças bem pequenas apreciam explorar brinquedos e objetos com cores e que possibilitam movimento. Além da diversão garantida, simultaneamente acontecem momentos...

01/09/2021 - Educação Infantil

Bebês e CIA: “Fundo do mar”

Olá, professor (a)!

Como você está?

Os bebês e as crianças bem pequenas apreciam explorar brinquedos e objetos com cores e que possibilitam movimento. Além da diversão garantida, simultaneamente acontecem momentos de descobertas, criações e aprendizagens.

Aqui no blog da Assessoria da Educação Infantil ressaltamos sempre a importância dos brinquedos que podem ser confeccionados com a participação dos pequenos, usando diferentes materiais e também propomos ideias de atividades lúdicas com utilização de materiais não estruturados.

Hoje a dica é brincar de “Fundo do mar”, confeccionando um brinquedo com materiais que muitas vezes temos em casa ou que encontramos facilmente.

Para brincar de “Fundo do mar”, você vai precisar de:

– garrafão de água de 5 litros (de plástico, descartável);

– balões coloridos de tamanho pequeno;

– caneta de CD ou canetinha resistente à agua;

– anilina, corante, glitter (opcional).

Encha os pequenos balões coloridos, desenhe o rosto e as nadadeiras dos peixes e coloque-os dentro do garrafão, que deve estar cheio de água. Se desejar, pode colocar anilina, corante azul e/ou glitter. Veja como fazer e o resultado:

Vídeo explicativo aqui:

https://br.pinterest.com/pin/291959988353901148/

Os pequenos podem auxiliar a colocar a água e os peixes no garrafão e vão se divertir com os movimentos e com as cores. Podem, inclusive, cantar e criar histórias junto com os adultos! Que tal?

Faz aí e conta para a gente aqui nos comentários como foi a confecção e a brincadeira! 😉 Vamos gostar de saber!

Divirtam-se!

Um abraço da Equipe de Assessoria da Educação Infantil Aprende Brasil

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05/08/2021 - Educação Infantil

BEBÊS E CIA –...

Olá professor (a)! Desde que nasce, o bebê vê o mundo em cores. Tudo o que compramos é de cor. Ainda que veja tudo colorido, somente a partir do primeiro ano é que o bebê começa a fazer várias descobertas. O fato...

05/08/2021 - Educação Infantil

BEBÊS E CIA – BRINCAR COM BEBÊS E CRIANÇAS BEM PEQUENAS

Olá professor (a)!

Desde que nasce, o bebê vê o mundo em cores. Tudo o que compramos é de cor. Ainda que veja tudo colorido, somente a partir do primeiro ano é que o bebê começa a fazer várias descobertas. O fato de começar a andar o torna autônomo para explorar o mundo. Seus brinquedos de pegar, os jogos de empilhar e encaixar objetos tem cores fortes que chamam sua atenção. No entanto, ainda não é capaz de identificar cores.

A partir dos 18 meses a criança já começa a absorver melhor o conceito de cores. Convém, portanto, que se trabalhe as cores primárias (amarelo, azul e vermelho), especialmente. Até os 24 meses a criança se torna capaz de associar as cores, classificando-as e fazendo correspondência entre objetos da mesma cor. No entanto, será apenas passado os dois anos que a criança conseguirá, de fato, parear as cores, ou seja, diante de uma gama de objetos distintos, conseguirá classificá-los por sua cor corretamente.

Os jogos educativos são grandes aliados na hora de ensinar as cores às crianças e podem ser feitos com material simples e de fácil acesso. O ingrediente básico é a criatividade para ofertar às crianças uma gama de possibilidades de reforçar o conhecimento das cores.

Que tal um jogo divertido?

Cada cor no seu lugar!

Material:

1 caixa plástica de divisória

Papel coloridos: vermelho, amarelo e azul

Pompons pequenos ou bolinhas de massinha de modelar: vermelho, amarelo e azul

Como fazer:

  • Recorte quadrados coloridos e coloque no fundo da caixa plástica de divisória para referência a criança.
  • Disponibilize no centro da roda de conversa a caixa e os pompons ou bolinhas de massinha em um prato.
  • Explique as crianças que cada bolinha deverá ser guardada em seu lugar na cor correspondente. Faça uma vez para ela ver e deixe que as crianças explorem o jogo.

 

 

 

 

 

 

E aí, professor, o que achou dessa nossa sugestão?

E você, como trabalharia cores com seus alunos? Comente e compartilhe com a gente.

 

Forte abraço e até o próximo post!

Equipe Assessoria Educação Infantil

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05/08/2021 - Educação Infantil

BAÚ DE IDEIAS – B...

Olá professor (a)! Na educação infantil, o trabalho com o número na maioria das escolas infantis trabalha basicamente no reconhecimento dos algarismos e escritas do mesmo; muitos educadores esquecem da importância d...

05/08/2021 - Educação Infantil

BAÚ DE IDEIAS – BRINCAR COM CRIANÇAS PEQUENAS

Olá professor (a)!

Na educação infantil, o trabalho com o número na maioria das escolas infantis trabalha basicamente no reconhecimento dos algarismos e escritas do mesmo; muitos educadores esquecem da importância da exploração da variedade de ideias matemáticas existentes, referentes a classificação e seriação. Toda criança passa por descobertas, ela precisa mexer, experimentar, tocar, explorar, vivenciar para poder assim conhecer o novo. Necessita do concreto através de materiais manipuláveis para poder organizar seus conhecimentos, o qual é adquirido naturalmente através do contato com outras pessoas, das interações com o grupo de amigos. Ou seja, é uma construção resultante das ações da criança com o mundo, e pode ocorrer através de jogos, brincadeiras, literatura, entre outros.

Através da atividade lúdica a criança constrói símbolos. Elas devem ter a oportunidade de construir as relações matemáticas em vez de simplesmente entrar em contato com o pensamento pronto, devem formular suas hipóteses a partir de ensaio e erro.

Por falar em lúdico, que tal propor uma atividade para as crianças?

Contando com os dedos

Material:

  • 1 luva de plástico transparente
  • 15 pompons de uma única cor
  • Durex
  • Caneta preta ou azul permanente

Desenvolvimento:

Essa atividade tem como objetivo, que a criança agrupe a quantidade de pompons em cada um dos dedos da luva. Para isso, enumere cada um dos dedos. Depois coloque dentro da luva 15 pompons da mesma cor, feche com durex a luva; aqui se deseja que a criança relacione os números e suas quantidades. Cores diferentes podem acabar induzindo a criança ao erro. É uma proposta sensorial, permitindo que a criança mova os pompons dentro da luva a fim de conseguir agrupar as quantidades.

Dica: você pode fazer duas luvas para trabalhar de 1 a 10 com as crianças maiores.

 

 

 

 

 

 

E aí, professor, o que achou dessa nossa sugestão?

E você, como trabalha números e quantidades com seus alunos? Comente e compartilhe com a gente.

 

Forte abraço e até o próximo post!
Equipe Assessoria Educação Infantil
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26/03/2021 - Educação Infantil

Baú de Ideias ̵...

Olá professor (a)! Aprender brincando e brincar aprendendo! As brincadeiras são peças fundamentais na Educação Infantil. Não se trata de apenas distrair as crianças. Brincar contribui para o desenvolvimento físic...

26/03/2021 - Educação Infantil

Baú de Ideias – Brincar com crianças pequenas

Olá professor (a)!

Aprender brincando e brincar aprendendo!

As brincadeiras são peças fundamentais na Educação Infantil. Não se trata de apenas distrair as crianças. Brincar contribui para o desenvolvimento físico, social, cultural, emocional, afetivo e cognitivo. O brincar e o jogar são momentos sagrados na vida de uma criança. É com essa prática que as crianças ampliam seus conhecimentos sobre si mesmas, os outros e o mundo ao seu redor, desenvolvem múltiplas linguagens, exploram e manipulam objetos, organizam seus pensamentos, descobrem regras e agem com as regras, assumem papel de líderes e interagem com outras crianças, preparando-se para um mundo socializado.

Por falar em brincar, que tal propor uma para as crianças?

Empresta-me sua casinha

Material: giz de quadro ou se a escola tiver, bambolês.

Desenvolvimento: trace com giz no chão pequenos círculos (um círculo a menos que  o número de participantes) e um círculo central ou distribua os bambolês da mesma forma.

Cada círculo será ocupado por uma criança, a que não tem casa diz:

– Empresta-me sua casinha?

As outras respondem:

– Pois não!

Nesse momento, todas deverão trocar de lugar, enquanto a criança no centro procurará ocupar um dos círculos vagos. Se conseguir, será substituída pela criança que ficar sem lugar. Caso contrário, voltará ao círculo central para recomeçar a brincadeira.

E aí, professor, o que achou dessa nossa sugestão?

E você, como trabalha essa brincadeira com seus alunos? Comente e compartilhe com a gente.

Forte abraço e até o próximo post!
Equipe Assessoria Educação Infantil
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  • Muito legal, semelhante a brincadeira do “coelhinho sai da toca”, brinquei muito na infância.

    • Que bacana, professora!
      E como essas brincadeiras são divertidas e ricas em aprendizados, não é?
      Um abraço,
      Adrianna

    • Que bacana, professora!
      E como essas brincadeiras são divertidas e ricas em aprendizados, não é?
      Abraço!
      Adrianna

24/02/2021 - Ensino Religioso, História

Dialoga, Brasil! ...

  Palavras-chave: Filmes, trabalho escolar, criatividade   Segmento/ano: Ensino fundamental Olá! Quando falamos do uso de filmes na sala de aula, abrimos uma grande porta criativa que mora entre a realidade e ...

24/02/2021 - Ensino Religioso, História

Dialoga, Brasil! – O uso de filmes da sala de aula

 

Palavras-chave:

Filmes, trabalho escolar, criatividade

 

Segmento/ano:

Ensino fundamental


Olá!

Quando falamos do uso de filmes na sala de aula, abrimos uma grande porta criativa que mora entre a realidade e a ficção.

Dessa forma, devemos observar produções audiovisuais como um produto cultural que carrega algumas marcas possíveis de expandir o repertório cultural dos estudantes:

 

“(…) no trabalho escolar com filmes, desde que devidamente organizado, o professor pode adensar esta experiência, para ele e para os seus alunos, exercitando o olhar crítico e encantado, ao mesmo tempo.” (NAPOLITANO, 2009, p. 15).

 

Para exemplificar, vamos falar um pouco sobre o filme A Missão (1986) e como ele pode ser usado no trabalho escolar?

 

 

Nessa obra, podemos, inicialmente, investigar o que representa fatos históricos.

Entre eles, é possível citar o encontro entre os europeus e os povos originários; as missões jesuíticas; a Guerra Guaranítica; entre outros eventos citados abaixo como representações de eventos históricos:

 

Para acessar o PDF clique na imagem ou AQUI.

 

Frente a esses fatos históricos presentes no filme, podemos nos questionar: e o que o filme representa que tende mais à ficção?

É possível aqui problematizar a construção dos personagens: os jesuítas representam mesmo uma alma caridosa e inocente perante os costumes indígenas? Será que a visão de que os indígenas “gostavam” da catequização pode ser romântica demais? Além disso, os povos originários são representados com um típico exotismo, reduzidos a um segundo plano da trama. Seria esse mesmo o papel que eles assumiram no contexto histórico de 1750?

 

Essas fragilidades do filme podem ser entendidas realizando alguns questionamentos:

 

  1. Quem produziu esse filme?
  2. Em que época foi produzido?
  3. Qual época ele retrata?
  4. Quem ele retrata?
  5. Quem é o narrador da trama?

 

As indagações acima nos levam a saber que o filme foi produzido na Inglaterra – no século XX – e retrata portugueses, espanhóis e ameríndios na América do Sul – no século XVIII. Também é importante destacar que a trama é narrada por um funcionário da corte.

Essa leitura mais ampla apura nosso olhar frente às fragilidades que um audiovisual pode apresentar. Neste caso, há uma reprodução de uma ideia civilizatória positiva dos europeus sobre os povos originários.

Esse simples roteiro de análise já se apresenta como uma atividade inicial de sondagem possível de realizar com os estudantes sobre um filme.

 

Mas, que tal desafiar um pouco mais nós e nossos estudantes?

 

“(…) seja qual for a demanda de trabalho, as atividades de cinema precisam ser dinâmicas, desafiadoras, interessantes para o público jovem e jovem adulto e, sobretudo, que contribuam para a formação geral e ampliação do seu repertório cultural.” (NAPOLITANO, 2009, p. 30).

 

Nem sempre a ficção leva a fragilidades! Ela pode ser um caminho de exercício da criatividade para os educandos.

Vamos explorar essa lado da ficção e suas potências para ensino religioso usando o filme A Missão (1986)  no nosso próximo post, fique ligado!

 

Te convidamos para aproveitar e assistir ao filme 🙂

 

 

Habilidades mobilizadas (BNCC):

(EF01ER01) Identificar e acolher as semelhanças e diferenças entre o eu, o outro e o nós.

(EF07ER08) Reconhecer o direito à liberdade de consciência, crença ou convicção, questionando concepções e práticas sociais que a violam.

(EF15AR25) Conhecer e valorizar o patrimônio cultural, material e imaterial, de culturas diversas, em especial a brasileira, incluindo-se suas matrizes indígenas, africanas e europeias, de diferentes épocas, favorecendo a construção de vocabulário e repertório relativos às diferentes linguagens artísticas.

(EF05HI10) Inventariar os patrimônios materiais e imateriais da humanidade e analisar mudanças e permanências desses patrimônios ao longo do tempo.

 

*Texto escrito em parceria entre: Equipe Assessoria de História e Ensino Religioso e a Professora Daniela Pereira da Silva

 

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Referências:
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC/SEB, 2017. Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/bncc-20dez-site.pdf>. Acesso em: maio, 2018.
NAPOLITANO, Marcos. Cinema: experiência cultural e escolar. Secretaria de Educação, Estado de São Paulo. Caderno de cinema do professor dois. São Paulo: FDE, p. 10-31, 2009.
DE OLIVEIRA, Cláudia Neli B. Abuchaim. NAPOLITANO, Marcos. Como usar o cinema na sala de aula. São Paulo: Contexto, 2003.

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