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05/05/2022 - Educação Física, Ensino Religioso, História

História de Vida: Conceição Evaristo

 

Olá professores

 

Retomando a proposta de uso histórias de vida como metodologia para o ensino de história, hoje vamos conhecer a escritora brasileira Conceição Evaristo.

 

 

Veja o post sobre o uso de História de vida como metodologia para o ensino de história.

 

Conciliando o trabalho de empregada domestica e os estudos, Conceição concluiu a formação no curso Normal aos 25 anos, “como professora da rede pública, suas atividades docentes sempre incluíram conteúdos referentes à questão étnico-racial”. (LOPES, 2019, p. 32)

Segundo Nei Lopes (2019, p. 32) “o prazer e o hábito de ouvir e contar histórias, Conceição adquiriu com uma tia, Maria Filomena, e também com a própria mãe. Nesse caminho, tendo iniciado seu ativismo em relação às questões socais no movimento operário, Conceição acabou chegando à literatura. E chegou pela participação, entre 1987 e 1988, no Coletivo de Escritores Negros do Rio de Janeiro”.

 

 

 

 

“Suas obras – em especial esse primeiro romance, traduzido para o inglês e publicado nos Estados Unidos em 2007 – abordam antes de tudo temas como a discriminação racial, de gênero e de classe”. (LOPES, 2019, p. 33)

 

 

 

O escritora presença garantida em diversas palestras, cursos e entrevistas, expondo diversos elementos da sua militância expondo a desigualdade racial em nosso país. Veja a participação dele no programa Roda Viva:

 

 

Veja a entrevista com Conceição Evaristo no programa Roda Viva, clicando aqui.

 

 

A história de muitas mulheres foram apagadas ou ignoradas ao longo da história, por isso ações de resgate são fundamentais, um lindo projeto que se propõe a divulgar e evidenciar a vida de algumas delas é o Museu Virtual das Heroínas sem estátua, entre no site e conheça mais sobre o projeto.

 

Entenda mais sobre a temática Educação Antirracista, assunto amplamente debatido por Conceição Evaristo, lendo alguns posts aqui do Blog das Assessorias:

 

Gostou da proposta? Já desenvolveu algum trabalho como este com seus alunos? Compartilhe conosco

 

 

Equipe Assessoria de História e Ensino Religioso

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Referências:
LOPES, Nei. Afro-reluzente: 100 personalidades notáveis do século XX. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 2019.

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28/04/2022 - Educação Física, Ensino Religioso, História

Abolição da escravatura quer dizer libertação?

 

 

Professores!

 

Dia 13 de maio de 1888, a Princesa Isabel assinava a Lei Áurea, decretando a abolição da escravização de pessoas no Brasil. Para pensarmos sobre essa data vamos resgatar um texto publicado em 2008 (ainda, extremamente atual), pelo Correio da Baixada, escrito por Neusa Santos Souza.

 

 

Conheça mais sobre a História de Vida de Neusa, clicando aqui.

 

 

Neusa publicou, entre outras coisas, o livro Tornar-se Negro, referência sobre as dificuldade emocionais de negros que rechaçam a própria imagem por indução racista de seus algozes históricos. No livro e no artigo a seguir, a baiana lacaniana faz um diagnóstico sobre essa baixa autoestima de negros e defende a necessidade de prosseguir lutando apesar de tantas vitórias e avanços [1].

 

Visualize parte do livro Tornar-se Negro escrito por Neuza, clicando aqui.

 

O texto de Neuza:

 

Contra o racismo: com muito orgulho e amor
Neusa Santos SouzaEspecial para o Correio da Baixada, em 13 de maio de 2008

Comemoramos hoje 120 anos de abolição da escravatura negra no Brasil. Abolição da escravidão quer dizer aqui fim de um sistema cruel e injusto que trata os negros como coisa, objeto de compra e venda, negócio lucrativo para servir à ambição sem fim dos poderosos. Abolição da escravatura quer dizer aqui fim da humilhação, do desrespeito, da injustiça. Abolição da escravatura quer dizer libertação.

Mas será que acabamos mesmo com a injustiça, com a humilhação e com o desrespeito com que o conjunto da sociedade brasileira ainda nos trata? Será que acabamos com a falta de amor-próprio que nos foi transmitido desde muito cedo nas nossas vidas? Será que já nos libertamos do sentimento de que somos menores, cidadãos de segunda categoria? Será que gostamos mesmo da nossa pele, do nosso cabelo, do nosso nariz, da nossa boca, do nosso corpo, do nosso jeito de ser? Será que nesses 120 de abolição conquistamos o direito de entrar e sair dos lugares como qualquer cidadão digno que somos? Ou estamos quase sempre preocupados com o olhar de desconfiança e reprovação que vem dos outros?

Cento e vinte anos de abolição quer dizer 120 de luta dos negros que, no Brasil, dia a dia, convivem com o preconceito e a discriminação racial. 120 de abolição quer dizer 120 de luta contra o racismo desse país que é nosso e que ajudamos a construir: não só com o trabalho, mas, sobretudo, com a cultura transmitida por nossos ancestrais e transformada e enriquecida por cada um de nós. 120 de abolição quer dizer 120 anos de luta contra todos os setores da sociedade e da vida cotidiana: nos espaços públicos e nos espaços privados; na Câmara, no Senado, nos sindicatos, no local de trabalho, nas escolas, nas universidades, no campo, na praça e em nossas casas. 120 de abolição quer dizer 120 de luta contra qualquer lugar em que houver um negro que ainda sofra preconceito e discriminação raciais. Nesses 120 anos, tivemos muitas vitórias, conquistamos muitas coisas, especialmente um amor por nós mesmos, uma alegria, um orgulho de sermos o que somos: brasileiros negros – negros de muitos tons de cor de pele, efeito da mistura, que é uma bela marca da sociedade brasileira.

Nesses 120 anos tivemos muitas conquistas e temos muito mais a conquistar. Nesses 120 anos vencemos muitas batalhas e temos muito mais a batalhar.

Nesses 120 anos comemoramos muitas vitórias e temos muito mais a comemorar.

A escravidão acabou, mas a nossa luta continua! [2]

 

 

Quais reflexões esse texto desperta em você?

 

 

Entenda mais sobre a temática apresentada nesse post, lendo outras publicações aqui do Blog das Assessorias, dentre eles temos indicações de leituras, reflexões e Planos de Aula:

 

 

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Referências:
Alfredo Herkenhoff. Racismo: Por que se matou a psicanalista negra que fazia sucesso no Rio?. 20/1/2009 9:23. Ano XII – Número 4444. Disponível em: <http://correiodobrasil.com.br/racismo-por-que-se-matou-a-psicanalista-negra-que-fazia-sucesso-no-rio/146432/>. Acesso em: jan 2022.

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25/03/2022 - Educação Física, Ensino Religioso, História

Passos para promover uma Educação Antirracista

 

 

Olá professores

 

 

Ao longo de 2021, desenvolvemos um projeto chamado  Reflexões sobre práticas pedagógicas: caminhos para uma educação antirracista. Realizando série de encontros online que desenvolvem reflexões de temas relacionados à implementação da Lei 10.639/2003.

Você ainda pode assistir as transmissões desses encontros, basta acessar o post: OBRIGADA! EVENTO REFLEXÕES SOBRE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS: CAMINHOS PARA UMA EDUCAÇÃO ANTIRRACISTA

Entretanto, a construção de uma educação antirracista não se finda com esse projeto. Diversas ações devem ser inseridas e naturalizadas no nosso dia. Para isso alguns pontos devem ser observados:

 

  • Questione-se

Você se considera racista? Já se percebeu reproduzindo falas e comportamentos racistas? Quando uma pessoa relata um caso de racismo como você reage? Acha que é “mimimi”?

  • Observe

Olhe em volta. Como o seu grupo de convívio lhe dá com o racismo? E, a escola?

  • Apresente

Permita-se inserir diversidade no seu dia a dia. Leia, estude, vá além da escravidão. Procure referências e representatividade: escritores, artistas, desenhos, filmes, músicos, políticos.

  • Incentive e estimule

Ser diferente é natural, e é bom. Incentive o convívio e relações de amizade com as diferenças físicas ou psíquicas, de classes sociais diversas ou com culturais religiões diferentes. Conviver é a base para superar estereótipos na prática.

  • Enfrente as perguntas

Fuja do senso comum, dizer: “foi sem querer”, “não foi por maldade” contribuir para a perpetuação do racismo e violências.

 

Como forma de estimular ainda mais essa discussão nas escolas, o Instituto Porvir desenvolveu um questionário que pode levar professores a pensar suas práticas.

 

 

Para acessar o PDF do questionário, basta clicar aqui.

 

 

Lembre-se que a intenção ao realizar estes questionamentos não é a condenação das pessoas, e sim uma reflexão que leve a transformação, ou seja, o ato de se identificar como racista deve preceder a transformação. Pois, se somos educados para sermos racistas, podemos ser educados para deixar tais preconceitos raciais de lado.

 

 

Afinal, como promover uma educação antirracista, se o professor não se colocar no papel de objeto de reprodução dessa estrutura social?

 

 

Entenda mais sobre a temática Educação Antirracista, lendo alguns posts aqui do Blog das Assessorias:

 

 

 

Equipe Assessoria de Áreas
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Referências
SENAC. Diversidades: Educação antirracismo. Disponível em: <https://www.cursosead.sp.senac.br/antirracismo/page5.html>. Acesso em: 05 de maio de 2021.

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08/03/2022 - Educação Física

Como abordar o dia 8...

Olá Professora! Olá Professor!   8 de março: que repercussão essa data pode ter nas aulas de Educação Física escolar? Você pode estar se perguntando se isso tem relação com o meu trabalho ou como eu poderi...

08/03/2022 - Educação Física

Como abordar o dia 8 de março nas aulas de Educação Física?

Olá Professora! Olá Professor!

 

8 de março: que repercussão essa data pode ter nas aulas de Educação Física escolar?

Você pode estar se perguntando se isso tem relação com o meu trabalho ou como eu poderia abordar essa data em minhas aulas. Então, quantas vezes você já se deparou com meninas que não participaram com a mesma intensidade que meninos das aulas de Educação Física? Algumas você, talvez, já tenha tentando construir respostas nesse sentido, e por vezes não aprofundava muito a questão por não saber muito bem por onde começar.

Então vamos lá para tentar compreender melhor o que este dia representa e seu impacto para a sociedade:

“Não há um evento específico que explique sua origem: a data nasceu de um conjunto de movimentos no final do século 19 e começo do século 20 contra as péssimas condições de trabalho às quais as trabalhadoras eram submetidas. “As mulheres tinham que trabalhar 16 horas por dia durante seis dias na semana. Elas eram vigiadas para ir ao banheiro e até fora do trabalho. Sofriam um conjunto de abusos e assédio sexual”, explica a doutora em sociologia pela USP (Universidade de São Paulo), professora e jornalista Isabelle Anchieta, autora da trilogia “Imagens da Mulher no Ocidente Moderno”. Tudo isso para ganhar 33% a menos do que os homens – algo que ainda hoje se mantém.” Para saber mais, leia o seguinte texto, clicando em cima do título: Dia Internacional da Mulher: as verdadeiras histórias por trás do 8 de março

Frente a isso, essa postagem tem como pretensão visibilizar algumas personalidades femininas que fizeram e fazem da história do universo esportivo.

Será que nossos/as estudantes estão acostumados/as a assistirem/verem essas referências quando estudam e praticam diversos esportes? Quais são as mulheres que marcaram sua memória nos esportes? Será que as mulheres tiveram desde sempre as mesmas oportunidades que os homens para realizar as práticas esportivas?

É sabido que:

“Por toda a história, as mulheres tiveram de lutar pelo direito de competir, provando-se por meio de feitos de força física e resistência e debitarias inegavelmente impressionantes. Da proibição de assistir a eventos esportivos até serem atletas mais valentes de todos os tempos, vamos celebrar as conquistas dessas mulheres nos esportes. (IGNOTOFSKY, 2019, p. 8).

Vejamos alguns momentos em que as mulheres que marcam significativamente a história das mulheres nos eventos esportivos:

    • 776 A. C. – nos antigos jogos olímpicos. Onde as mulheres casadas eram proibidas de participar dos jogos, podendo receber pena de morte.
    • 1896 – As mulheres foram proibidas de competir nos primeiros Jogos Olímpicos modernos, mas há rumores de que uma mulher, Melponente, correu a maratona de 42 km não oficialmente. 
    • 1900 – Primeiros Jogos Olímpicos modernos em que mulheres puderam competir.
    • 1964 – Antes da Lei dos Direitos Civis, os afro-americanos não tinham proteção igual perante a lei. Em 1964, a segregação em escolas, locais de trabalho, instituições públicas e esportes se tornou inconstitucional.
    • 1966 – Bobbi Gibbi tornou-se a primeira mulher a correr a Maratona de Boston, porque se disfarçou. 
    • 1978 – A Unesco declara que os esportes são direitos fundamentais a todos. Será que realmente a todos?
    • 1991 – A FIFA cria a primeira Copa do Mundo de futebol feminino. (IGNOTOFSKY, 2019, p. 8-9)

Você conhece esses marcos históricos? Já dialogou com os/as estudantes, buscando inspirá-los/as?

Atualmente, podemos citar e reconhecer muito mais nomes de mulheres que continuam travando muitas lutas para poderem competir sendo atletas, técnicas, professoras. 

Que tal observarmos como a diferença salarial nesse universo acompanha a restrições que o tempo histórico demonstra:

Muitos dados apontam que em todo o mundo, as mulheres recebem menos que os hoje nas relações de trabalho, e isso não é diferente nos esportes. Vejamos um exemplo sobre essa discrepância em relação ao futebol masculina e feminino:

Clique na imagem e leia o artigo na integra que compara o salário do jogador “Messi, sozinho, ganha o dobro de 1.693 jogadoras das principais ligas do mundo juntas”.

Recentemente a seleção feminina dos Estados Unidos das Américas (EUA) tiveram uma grande conquista, que é justamente equiparação salarial em relação a seleção masculina. Ficou interessado/a? Quer saber mais, leia o artigo na íntegra: Seleção feminina dos EUA ganhará mesmo salário do time masculino

 

A frase “Uma mulher sobe e puxa a outra”, é uma inspiração de uma mulher somar a outra na sua luta. Que tal inspirar tua turma com duas histórias de esportistas que vem inspirando pessoas no mundo?

Conheça um pouco sobre a Marta |jogadora de futebol| e Serena Williams |jogadora de tênis, para isso acesse o QRcode:

A frase que tem sido invocada atualmente é : “Uma mulher sobe e puxa a outra”, é uma inspiração de uma mulher somar a outra na sua luta. Que tal inspirar tua turma com duas histórias de esportistas que vem inspirando pessoas no mundo?

 

Referência:

IGNOTOFSKY, Rachel. As esportistas: 55 mulheres que jogaram para vencer. São Paulo: Blucher, 2019.

 

Espero que tenha gostado! Até logo!

 

Um abraço,

 

Assessoria de Educação Física

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26/11/2021 - Arte, Ciências, Educação Física, Educação Infantil, Ensino Religioso, Geografia, História, Informática Educativa, Língua Inglesa, Língua Portuguesa, Matemática

Música na aula de Arte e em casa de uma forma divertida e tecnológica

Olá professora, olá professor! ♥
Que bom tê-los conosco mais uma vez!

Desde os PCNs de 1997, promover o desenvolvimento dos estudantes por meio das linguagens é uma das metodologias que devem nortear o ensino da Arte. Dessa forma, como podemos trabalhar a linguagem da música de uma forma interativa e promovendo a experiência?

Nós temos uma sugestão! O “Eu Sou DJ” é mais um jogo gratuito, desenvolvido pelo Aprende Brasil.

Por meio do jogo, as crianças estimulam a criatividade e o conhecimento, explorando sons, criando músicas e aprendendo sobre os diversos campos artísticos de uma forma divertida!

Jogue agora: https://digital.aprendebrasil.com.br/SEQ/MARKETING/Eu_sou_DJ/

 

Tanto professores quanto a família podem participar desses momentos de diversão e criatividade!

Quando jogar com seus filhos ou alunos, registre esse momento e marque o Aprende Brasil nas redes sociais para conhecermos suas criações musicais.

 

Gostou? Ficou com dúvidas ou tem sugestões?

Deixe aqui nos comentários!!!

ATÉ A PRÓXIMA, TCHAU! =)

Rafael Pawlina

Assessor de Arte

 

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26/11/2021 - Arte, Ciências, Educação Física, Educação Infantil, Ensino Religioso, Geografia, História, Informática Educativa, Língua Portuguesa, Matemática

PRORROGAÇÃO EDITAL DE CHAMADA: E-BOOK “REFLEXÕES SOBRE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS: CAMINHOS PARA UMA EDUCAÇÃO ANTIRRACISTA

 

 

Olá Professores e Professoras

 

 

Sabemos que o final do ano é sempre muito sobrecarregado e é difícil participar de qualquer trabalho extraclasse. Mas, queremos muito a sua contribuição para nosso e-book Reflexões sobre práticas pedagógicas: caminhos para uma Educação antirracista.

Afinal, nosso objetivo principal é compartilhar com professores de todo o Brasil práticas reais, que realmente já foram aplicadas nas mais várias diversas áreas do conhecimento e etapas de ensino.

Você ainda não conhece o Projeto Reflexões sobre práticas pedagógicas: caminhos para uma Educação antirracista? Você não pode perder! Veja esse post no Blog das Assessorias que explicamos tudo pra você.

Mas, resumindo, o evento desenvolveu uma série de encontros online (todas as lives estão gravadas, veja clicando aqui) que trouxeram reflexões sobre temas relacionados à implementação da Lei n° 10.639/2003 com a intencionalidade de promover mudanças no fazer pedagógico e orientar professores, coordenadores e gestores, que ainda se sentem desamparados sobre orientações práticas, ou seja, como planejar e abordar tais temas em sala de aula.

A lives são a primeira etapa do projeto. Mas, queremos mais! Com o objetivo de conhecer e socializar práticas educacionais que promovam a implementação da Lei nas diferentes áreas do conhecimento e etapas de ensino, o Sistema de Ensino Aprende Brasil convida profissionais da educação de municípios conveniados, para fazer parte da construção de um e-book.

Para isso tornamos público a chamada para submissões de relatos de experiência para composição dos capítulos do e-book. Saiba como participar:

 

 

ACESSE O EDITAL DE CHAMADA: E-BOOK “REFLEXÕES SOBRE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS: CAMINHOS PARA UMA EDUCAÇÃO ANTIRRACISTA

 

 

Calma, que as notícias boas ainda não acabaram! Pois, prorrogamos os prazos de envio dos trabalhos:

 

 

Resultados da avaliação e publicação dos trabalhos no e-book:

Divulgação da chamada: 12 de julho de 2021.

Envio dos trabalhos: 12 de julho até 05 de dezembro de 2021 NOVA DATA 20 DE FEVEREIRO DE 2022.

Divulgação dos aprovados total e parcial (com necessidade de ajustes): janeiro de 2022. NOVA DATA MARÇO DE 2022.

Publicação: 1° semestre de 2022 NOVA DATA 2º. SEMESTRE DE 2022.

As avaliações serão realizadas separadamente pelos membros do comitê de avaliação.

 

 

Informações Gerais:

Quem pode participar? Professores e gestores de todas as etapas de ensino, dos municípios que utilizam o Sistema de Ensino Aprende Brasil.

De que forma? Enviando um relato de experiência sobre a aplicação de temas relacionados à Lei n° 10.639/2003 na sua escola. Cada relato de experiência comporá um capítulo do e-book.

Para qual endereço de e-mail? historia@aprendebrasil.com.br e edfisica@aprendebrasil.com.br

A meta é selecionar entre 10 e 20 relatos de experiência que estejam de acordo com a temática do dossiê e que cumpram as normas para a submissão. Participe e compartilhe, escreva individualmente ou em grupo!

 

Quaisquer outras situações serão avaliadas pelo Comitê de Avaliação e Organização.

Contato: historia@aprendebrasil.com.br e edfisica@aprendebrasil.com.br

 

Equipe Assessoria de Áreas
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