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02/06/2022 - Arte

Notícias de Arte!

Olá professor, olá professora! Mona Lisa sai ilesa de ataque com torta Visitante do Museu do Louvre, em Paris, onde obra está, espalhou doce na película que protege o quadro e tentou quebrá-la.   Uma das obras ...

02/06/2022 - Arte

Notícias de Arte!

Olá professor, olá professora!

Mona Lisa sai ilesa de ataque com torta
Visitante do Museu do Louvre, em Paris, onde obra está, espalhou doce na película que protege o quadro e tentou quebrá-la.

 

Uma das obras de arte mais famosas do mundo, La Gioconda, também conhecida como Mona Lisa, saiu ilesa de um ataque que sofreu no domingo (29/05/2022).

O incidente aconteceu na tarde de domingo, quando um homem com uma peruca e em uma cadeira de rodas atirou a torta contra a película de vidro que protege a pintura de Leonardo da Vinci. Os seguranças expulsaram imediatamente a pessoa do museu, e funcionários iniciaram a limpeza da sala.

O Museu do Louvre, em Paris, onde fica o quadro, ainda não se pronunciou sobre o ataque.

Nas redes sociais, visitantes que estavam no local no momento divulgaram vídeos com imagens do quadro manchado com um creme branco e do autor do ataque, que se identificou como ativista ambiental.

“Pensem no planeta, nas pessoas que estão destruindo o planeta”, afirmou, em francês, o homem, que foi levado por seguranças do museu.

E você, o que sabe sobre a monalisa???

Eu preparei um vídeo com 10 curiosidades sobre ela! Bora ver?

(clique na imagem para assistir)

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Rafael Pawlina

Assessor de Arte

 

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09/05/2022 - Arte

Lápis cor da pele! ...

Olá professor, olá professora! – Professora: Vamos desenhar e pintar nossa família! – Joãozinho: Prof, me alcança o lápis cor da pele? – Professora: Pele de quem?   Durante muitos anos foi ...

09/05/2022 - Arte

Lápis cor da pele! Pele de quem?

Olá professor, olá professora!

– Professora: Vamos desenhar e pintar nossa família!

– Joãozinho: Prof, me alcança o lápis cor da pele?

– Professora: Pele de quem?

 

Durante muitos anos foi “normal” ouvir e dizer esse termo: LÁPIS COR DA PELE. Mas você já parou pra pensar “PELE DE QUEM?”

Há quem diga que isso é exagero, será?

O ambiente escolar tem sido lugar de perpetuação de práticas racistas em que alunos e alunas ainda vivenciam uma carência muito grande de identidade.

Desde a mais tenra idade, elas já apresentam uma imagem distorcida de si, é o que aponta estudo do Instituto Federal do Espírito Santo (IFES).

A pesquisa selecionou uma sala de escola pública, onde a maioria dos alunos era negra e pediu para eles se autorretratarem. O lápis salmão, intitulado como “lápis cor de pele”, foi o mais usado na hora de colorir a cor da pele, usado inclusive entre as crianças negras.

Os pesquisadores explicam que os alunos encontraram dificuldades de se desenhar e principalmente de se colorir. Consciente ou inconscientemente, a utilização do ‘lápis cor de pele’ se apresentou como uma solução, ainda que a atividade fosse para se retratarem como são. Muitos estudantes acharam feio colorir com lápis marrom e quando não se utilizava o lápis cor de pele, preferia outra cor como o rosa.

Ainda que não seja intencional, tais concepções indicam a naturalização de conceitos racistas ao evidenciar um padrão e uma tentativa de se adequar a esse padrão.

 

“Mas eu não gosto [de pintar meu autorretrato]. Nenhum desenho que faço gosto de pintar a pele, nunca sei que cor pinto. Se uso a cor de pele fica muito claro, se uso esse (mostrou um lápis marrom) fica muito feio, então prefiro não pintar”, afirmou uma das alunas negras que participaram do estudo.

 

A naturalização do ‘lápis cor da pele’ é um exemplo de microagressão racial que as crianças negras sofrem desde que pisam no ambiente escolar. A dificuldade de manifestar a própria identidade e considerar “feio” a cor que mais se aproxima da sua própria cor de pele é a evidência mais concreta do racismo estrutural em sua formação inicial.

 

“A escola não é um campo neutro, pelo contrário nela se reproduzem e se intensificam conflitos sociais, por isso é inaceitável que professores se posicionem de forma neutra no cotidiano escolar, é necessário que haja intervenção em práticas que tentam hegemonizar o alunado”, afirmou o estudo.

 

Microagressão racial tem efeitos devastadores

Derald Wing Sue, professor da Universidade Columbia que estuda a psicologia do racismo e do antirracismo, resumiu as microagressões raciais como “os insultos, as indignidades e as mensagens humilhantes passadas às pessoas não brancas” por indivíduos que não têm consciência da natureza ofensiva de suas palavras ou ações.

 

A principal característica da microagressão, que não deixa de ser uma atitude racista, é permanência cotidiana e insistente em toda a rotina da vítima, a despeito da intencionalidade de quem comete o ato. Desde o ‘lápis cor da pele’, até a falta de atenção do docente, a presunção de incapacidade e/ou dificuldade, a discriminação dos colegas, a questão do cabelo, o brincar sozinho e até a falta de compreensão da brutal desigualdade social que acompanha a questão racial.

O Centro de Desenvolvimento Infantil da Universidade de Harvard compilou estudos documentando como a vivência cotidiana do racismo estrutural impacta “o aprendizado, o comportamento, a saúde física e mental” infantil. E elencou quatro pontos: Corpo em estado de alerta constante; Mais chance de doenças crônicas ao longo da vida; Disparidades na saúde e na educação; Cuidadores mais fragilizados e ‘racismo indireto’

No Brasil, essa realidade também pode ser medida pelo medo da evasão escolar. Análise feita pelo Plano CDE revelou que famílias de alunos negros têm 63% mais risco de ter medo da evasão escolar de seus filhos do que pais de estudantes brancos. Isso acontece porque além das dificuldades oriundas das crises econômicas e sanitária, há o cenário de um ambiente hostil para estudantes negros e negras.

 

Em maio do ano passado, o medo da desistência de alunos negros nas suas famílias era de 35%. O número subiu para 43% no final de setembro. Entre os pais de estudantes brancos, não chegou a 40%. Quando o recorte também inclui a condição social, o cenário fica ainda pior: entre os alunos negros de famílias com renda de até dois salários mínimos, o medo de desistência chegou a 50%.

 

“A escola é um ambiente em que as crianças socializam e estabelecem relações com os demais, sendo importante para a construção da identidade de cada uma delas […] Logo elas devem ter um suporte também da escola, pois podem se tratar das primeiras vivências com as práticas racistas das crianças”, concluiu o estudo do IFES.

Adaptação de: https://pt.org.br/o-que-o-lapis-cor-de-pele-pode-ensinar-sobre-microagressoes-e-racismo-na-escola/

 

E como usar Arte para falar sobre isso?

Hoje vamos indicar duas artistas!

A primeira é a ANGÉLICA DASS

Humanæ é um trabalho fotográfico em andamento da artista Angélica Dass, uma reflexão invulgarmente direta sobre a cor da pele, tentando documentar as verdadeiras cores da humanidade em vez das etiquetas falsas “branco”, “vermelho”, “preto” e “amarelo” associadas à raça. É um projeto em constante evolução buscando demonstrar que o que define o ser humano é sua inescapável singularidade e, portanto, sua diversidade. O fundo de cada retrato é matizado com um tom de cor idêntico a uma amostra de 11 x 11 pixels tirada do nariz do sujeito e emparelhada com a palete industrial Pantone®, o que, em sua neutralidade, põe em questão as contradições e estereótipos relacionados com a questão racial. Mais do que apenas rostos e cores no projeto há quase 4.000 voluntários, com retratos feitos em 20 países diferentes e 36 cidades diferentes ao redor do mundo, graças ao apoio de instituições culturais, sujeitos políticos, organizações governamentais e organizações não governamentais. O diálogo direto e pessoal com o público e a absoluta espontaneidade da participação são valores fundamentais do projeto e o conotam com uma forte veia de ativismo. O projeto não seleciona participantes e não há data definida para a sua conclusão. Desde alguém incluído na lista da Forbes, até refugiados que cruzaram o Mar Mediterrâneo de barco, ou estudantes tanto na Suíça como nas favelas do Rio de Janeiro. Na sede da UNESCO, ou em um abrigo. Todos os tipos de crenças, identidades de gênero ou deficiências físicas, um recém-nascido ou doente terminal, todos juntos constroem a Humanae. Todos nós, sem rótulos.

A segunda é a artista ADRIANA VAREJÃO

 

Ela faz a série “a voz do polvo” onde aborda os diferentes tipos de pele a partir de um estudo junto a uma antropóloga com base nos dados do IBGE. Para saber mais sobre isso, você pode ler a entrevista de Adriana por meio do link: https://artebrasileiros.com.br/arte/povo-de-cores-infinitas/

 

E para terminar, trago mais duas referências de vídeos.

Curta metragem lápis cor da pele: https://www.youtube.com/watch?v=-VGpB_8b77U

Vídeo lápis cor da pele: https://youtube.com/shorts/UXt4hYSJWxQ?feature=share

IMPORTANTE SABER!

Hoje em dia, há disponível no mercado, diversas marcas de caixas de lápis de cores e de giz de cera com diferentes tons de pele, peça para a equipe gestora da escola adquirir!

 

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Rafael Pawlina

Assessor de Arte

 

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09/05/2022 - Arte

Cinema: mas o que é...

Olá professora, olá professor! O Foley é um processo utilizado para criar ou recriar sons de objetos para as suas produções audiovisuais. O nome do processo é uma homenagem ao artista, Jack Donovan Foley, pioneiro ...

09/05/2022 - Arte

Cinema: mas o que é FOLEY

Olá professora, olá professor!

O Foley é um processo utilizado para criar ou recriar sons de objetos para as suas produções audiovisuais. O nome do processo é uma homenagem ao artista, Jack Donovan Foley, pioneiro na arte de produzir sons e sentidos, área que conhecemos como sonoplastia.

Às vezes, quando gravamos um vídeo, costumamos priorizar a captação de áudio das atrizes em cena e “isolamos” a ambiência existente naquele espaço. Em outras palavras, ignoramos os sons dos objetos e das ações que estão envolvidas naquele universo dramático.

Dessa forma, para reconstruirmos aquele momento, vamos precisar recriar alguns materiais sonoros na etapa de pós-produção para preencher as informações do espaço narrativo que deixamos para trás.

E se você achou que apenas os dramas ou os romances utilizassem o foley, fique sabendo que ele é super importante quando falamos de ficção científica.

Afinal, em muitos casos, vamos precisar criar o áudio de objetos que só existem no nosso próprio universo ficcional, ou seja, vamos ter que inventar sons e ruídos do absoluto zero. Então, que isso dê certo e para que essa tarefa ocorra com poucos erros, vamos precisar recorrer a um processo básico de criação do foley: o planejamento.

Importando sons já existentes

Nesse texto, vamos tratar apenas de sons já existentes. Ou seja, nesse modelo você não vai precisar gravar os seus próprios sons. Desse modo, sugiro que encontre uma boa biblioteca de áudio gratuita e com autorização de reprodução.

Com essa ferramenta, você poderá explorar o universo das suas personagens além de adicionar elementos que darão mais autenticidade e emoção ao seu vídeo.

Vale ressaltar que o foley também serve para cobrir registros não-intencionais captados durante as gravações: como os barulhos de uma rua movimentada, por exemplo.

Como curiosidade, menciono aqui alguns dos materiais mais comuns usados no foley para gerar sons. Em primeiro lugar, temos o celofane para recriar a lembrança de um fogo crepitante. Em seguida, um par de luvas para emular o bater de asas de algumas aves. Por fim, uma vara fina pode resultar no famoso whoosh, ou seja, funciona para criar os sons de movimentos muito rápidos.

Como pensar a trilha, os efeitos ou o foley para os meus vídeos?

Conforme a criação do universo sonoro do seu vídeo, você irá se atentar para resolver algumas questões essenciais:

  • Qual é o universo da sua história (ficcional ou documental)?
  • Por que utilizar esse e não outro som?
  • O som que você deseja adicionar é forte ou fraco?
  • É composto por uma ou mais fontes?
  • É um som grave ou agudo?
  • Ouve-se de perto ou de longe?

Todas as respostas estarão refletidas em seu material.

Por isso, estude a sua cena a fim de entender os indicadores que você precisa para sua produção de som.

Pense em como esse áudio irá adicionar uma emoção ao que você precisa comunicar. Às vezes, opte pelo simples. Essa recomendação pode ser útil porque sons em excesso costumam distrair a sua audiência em vez de atrair.

Experimente também criar camadas de áudio e trabalhar com diferentes intensidades dos sons. Essa mistura faz o ambiente parecer mais natural.

Seguindo essas recomendações e testando bastante, o resultado poderá te surpreender e elevar a qualidade da sua entrega.

E no material didático?

No livro do 6º Ano vemos o conteúdo do SOUND DESIGN.

6º Ano, Volume 02, pág. 20

E na sequencia a atividade para o estudante é preencher uma tabela de Foley:

6º Ano, Volume 02, pág. 21

Para saber como preencher, o estudante precisa saber o que é Foley, por isso utilize o texto desse blog e complemente com esses vídeos:

O que é FOLEY? https://www.youtube.com/watch?v=9GinMADzL_8

Como são gravados os Foleys? https://www.youtube.com/watch?v=eJrTb-wMItE

Fonte: https://margofilmes.com.br/o-que-e-sonoplastia/

 

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02/05/2022 - Arte

Máscara de gesso

Olá professor, olá professora! Você já trabalhou o tema máscaras com seus alunos? Máscaras africanas, máscaras gregas, máscaras do teatro e por aí vai… São vários os conteúdos em que as máscaras se faz...

02/05/2022 - Arte

Máscara de gesso

Olá professor, olá professora!

Você já trabalhou o tema máscaras com seus alunos?

Máscaras africanas, máscaras gregas, máscaras do teatro e por aí vai… São vários os conteúdos em que as máscaras se fazem presentes, não é mesmo?

E aí os professores fazem de diferentes maneiras: com bexiga e jornal, com papelão, com pratinho de isopor… e que tal fazer uma máscara de gesso? Parece muito complicado para você? Pois no post de hoje vamos mostrar o passo-a-passo dessa dinâmica e mostra que é mais fácil do que você imagina!

Aqui vão os materiais necessários:

– Gaze gessada;

– Hidratante corporal;

– Camisa velha;

– Panos;

– Pote para colocar água (pode ser de sorvete);

– Tesoura.

Vamos ao modo de fazer:

  • Comprar a gaze gessada: Você encontra a gaze gessada em farmácias. Ela é vendida em rolinhos, e é a mesma utilizada para enfaixar membros do corpo quando os quebramos. E em geral não custam caro.

Mas qual a quantidade? Isso depende de quantas máscaras se pretende fazer e a quantidade de camadas. Em minha prática, fazia uma máscara a cada grupo de 04 ou 05 alunos. Se houver mais tempo, pode-se fazer uma por aluno, desde que despenda mais de uma aula para a atividade.

  • No dia da atividade, peça para que o estudante que será o modelo coloque a camiseta velha. Se o gesso cair na roupa, depois de secar é difícil de tirar.
  • Para preparar o rosto, o modelo deve passar um hidratante corporal. Isso protege a pele e ajuda na hora de tirar a máscara.
  • Os estudantes que farão a máscara devem cortar o rolo em tiras, o tamanho pode variar, mas o ideal é que sejam tiras de 3 ou 4cm de largura.
  • Coloque água limpa no pote de sorvete. Com o modelo deitado, oriente os estudantes a pegarem uma tira de gaze, mergulhem na água e coloquem no rosto.
  • ATENÇÃO: oriente para que os estudantes deixem em aberto os olhos, nariz e boca. Essas partes podem ser fechadas depois.
  • Assim é só ir sobrepondo as tiras, os estudantes podem fechar o rosto do modelo.
  • Cada vez que colocar uma nova gaze, peça para que eles passem o dedo a fim de alisar e deixar com um acabamento melhor.
  • Após 20 minutos, a máscara estará seca, e se soltará facilmente do rosto (desde que os estudantes não tenham prendido o cabelo do colega! Rsrs
  • Deixe secar bem, de preferência de uma semana para a outra.
  • Depois de seca, os alunos podem fechar o buraco da boca e do nariz, se quiserem podem fechar o olho também.
  • Para um melhor acabamento, pegue tiras dobre ao meio e coloque-as nas bordas, isso dará mais firmeza ao secar.
  • Depois de bem seca, é só pintar com tinta guache! (Escolha um tema ou um movimento artístico como base para elaborar as cores e formas da pintura).

De uma olhadinha nesses modelos:

Os estudantes podem usar como mascara em seus rostos para uma apresentação ou mesmo como objeto artístico para deixar em exposição!

Quais habilidades os estudantes desenvolvem nessa prática?

(EF15AR03) Reconhecer e analisar a influência de distintas matrizes estéticas e culturais das

artes visuais nas manifestações artísticas das culturas locais, regionais e nacionais.

(EF15AR04) Experimentar diferentes formas de expressão artística (desenho, pintura, colagem,

quadrinhos, dobradura, escultura, modelagem, instalação, vídeo, fotografia etc.), fazendo uso

sustentável de materiais, instrumentos, recursos e técnicas convencionais e não convencionais.

(EF15AR05) Experimentar a criação em artes visuais de modo individual, coletivo e

colaborativo, explorando diferentes espaços da escola e da comunidade.

(EF15AR06) Dialogar sobre a sua criação e as dos colegas, para alcançar sentidos plurais.

Aqui tem um vídeo com o passo-a-passo para ajudar: https://www.youtube.com/watch?v=HIt4fimIjaU

DICA IMPORTANTE: Na hora de lavar os materiais e descartar as sobras, oriente aos alunos que não usem pia ou tanque para jogar o pó de gesso que sobra nos potes, isso pode entupir os encanamentos. O ideal é peneirar a água e jogar pedaços de gesso na lixeira!

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25/04/2022 - Arte

Mais de 1.000 ideias...

Olá professor, olá professora! Tudo bem por aí? Esperamos que sim! O post de hoje vai ser curtinho, mas vai trazer mais de mil ideias pra você trabalhar em sala de aula! Você provavelmente já saiu pela internet em ...

25/04/2022 - Arte

Mais de 1.000 ideias!

Olá professor, olá professora!

Tudo bem por aí? Esperamos que sim!

O post de hoje vai ser curtinho, mas vai trazer mais de mil ideias pra você trabalhar em sala de aula!

Você provavelmente já saiu pela internet em busca de atividades para fazer com seus alunos, não é mesmo?

Pois bem, hoje eu quero dividir com vocês um material que se encontra disponível na internet e que traz várias sugestões para nos ajudar a ensinar Arte.

Trata-se de uma coleção de manuais produzidos por uma marca de materiais artísticos, nesse material há sugestões e referências de artistas!

Então aproveite!

É so clicar nesses links e aproveitar! Ah, você pode fazer o download no seu computador e acessa-lo off-line!

Para baixar, clique no ícone abaixo da revista digital:

Links:

Manual 01 – https://acrilex.com.br/manual-de-educadores-vol-1/

Manual 02 – https://acrilex.com.br/manual-de-educadores-vol-2/

Manual 03 – https://acrilex.com.br/manual-de-educadores-vol-3/

Manual 04 – https://acrilex.com.br/manual-de-educadores-vol-4/

Manual 05 – https://acrilex.com.br/manual-de-educadores-vol-5/

Manual 06 – https://acrilex.com.br/manual-de-educadores-vol-6/

Manual 07 – https://acrilex.com.br/manual-de-educadores-vol-7/

Manual 08 – https://acrilex.com.br/manual-de-educadores-vol-8/

Manual 09 – https://acrilex.com.br/manual-de-educadores-vol-9/

Fez alguma atividade dessas com os estudantes? Mande seu relato e fotos para arte@aprendebrasil.com.br e nós podemos publicar em breve.

 

Fonte: https://acrilex.com.br/catalogos-e-manuais/

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18/04/2022 - Arte

Arte no processo de ...

Olá professor, Olá professora! Muitos professores me perguntam como a Arte pode auxiliar no processo de alfabetização de crianças, por isso, hoje nosso post é sobre isso! Pesquisas mostram que o trabalho com Arte a...

18/04/2022 - Arte

Arte no processo de alfabetização de crianças

Olá professor, Olá professora!

Muitos professores me perguntam como a Arte pode auxiliar no processo de alfabetização de crianças, por isso, hoje nosso post é sobre isso! Pesquisas mostram que o trabalho com Arte ajuda as crianças a diferenciar o formato das letras e a relacionar textos de temas diferentes. Ana Mae Barbosa está à frente de algumas destas pesquisas.

Vamos ler a entrevista que Ana Mae fala sobre esse processo de alfabetizar com o auxílio da Arte: “Na alfabetização, a criança confunde as palavras lata e bola. Por que? Porque ela se apropria de configurações: a palavra bola tem uma letra alta, uma baixa, uma alta e uma baixa, a palavra lata também. Então elas se equivalem. A criança que trabalha com arte, desenha, trabalha com pintura, rapidamente percebe a diferença, que é o risco na letra T.  Se nós temos problemas de alfabetização na escola, por que não usar artes visuais, que é especificamente dirigida para a percepção visual, para a discriminação?”, provoca.

E vai além: um pesquisador da Califórnia “que se especializou em pesquisar pesquisas, é um metapesquisador” encontrou estudos que mostram que o desenvolvimento intelectual na Arte é transferível para outras disciplinas. Uma delas mostrou que a prática do desenho desenvolve a capacidade nas pessoas de relacionar 3 textos de diferentes temas. “Isso é uma coisa fantástica, pode ser explorada em qualquer área”, comemora Ana Mae.

Ana Mae Barbosa: A arte-educação mudou muito. Essa visão que você menciona, de só pensar na expressão do aluno, é aquela que a gente chama de ensino expressionista, que está ligado ao Modernismo. Eu acho que é muito importante fazer a criança e o adolescente conseguirem expressar em uma linguagem presentacional aquilo que ele não pode dizer na linguagem discursiva, que é essa que eu estou falando com você agora, ou na linguagem científica. O ser humano se comunica por 3 linguagens: a presentacional, a científica e a discursiva. É preciso que ele se desenvolva através das 3. Ele pode ter um potencial fantástico em linguagem discursiva, e não ter nas outras. Essa linguagem de arte não se traduz em outra linguagem, você pode criar equivalentes. Quando a crítica fala da Arte, ela está criando em linguagem discursiva um equivalente à linguagem presentacional, mas tradução, não tem.

Aí vem o pós-modernismo, com uma outra visão. Nós temos que desenvolver a capacidade do aluno se expressar, mas temos também que alimentá-lo. A ideia anterior era “a arte é uma coisa que sai de dentro”, é o “mínimo denominador comum” do expressionismo. Mas a gente tem que se alimentar de arte. Expor o aluno à linguagem presentacional, à fotografia, à pintura, ao desenho, ao cinema, porque cinema também é arte visual, e fazê-los pensar. Por que eu acho que isso é melhor do que aquilo? Já estou integrando a linguagem discursiva no próprio conhecimento de arte. E criando também uma bibliografia do olhar, juntando várias visões de arte, vários processos artísticos. Meu livro “A Abordagem Triangular” supõe que, para o ensino das Artes Visuais, você tem que fazer, ler a obra de arte ou a imagem, interpretar criticamente até, e contextualizar o que você faz e o que você vê. Aí essa contextualização é uma porta aberta para as outras disciplinas.

Há poucos dias eu dei uma aula mostrando um trabalho sobre Ecologia junto com artistas que fizemos em 1992, durante a Rio 92. A contextualização foi Botânica. Com botânicos no Parque do Ibirapuera, conversamos sobre plantas, sobre árvores. Aprenderam que cada planta é cuidada de um jeito. Para depois subir no museu e ter uma artista com uma árvore enorme, só com os galhos desenhados em acetato transparente, presa na parede do museu, e os meninos iam produzir as folhas da árvore, e ele colocava a folha da árvore em papel autocolante. Depois disso eles iam ver uma instalação de cafezal em diversos momentos da sua maturação. Aí, eles passavam do figurativo para o abstrato, e aí depois tinha uma outra parte vinculada ao museu, de olhar as obras livremente, escolher uma pra ser discutida com o educador em grupos pequenos. Tem vários passos, mas a gente tinha a ciência ali, iniciando, e eles tinham a experiência com o mundo fenomênico da arte, depois o mundo como representação figurativa, e depois o mundo da árvore representado nos tratamentos. Eles descobriram assim que a abstração não é “jogamento de tinta”, é pensamento também, pensamento visual.

Essa nova maneira de ensinar Arte surge mais ou menos em 92. Teve um impacto enorme. O professor de Arte era desconsiderado, diziam que ele não prepara aula, aí o professor de Arte começou a ser respeitado na escola, porque ele tinha que preparar aula como todos os outros. Para o professor, foi um ganho.

Você disse que a Arte está perdendo espaço por causa dessa junção com as outras disciplinas no Ensino Médio. Por que?

Há muito perigo, porque a Educação está sendo dominada por economistas. Outros governos também fizeram isso. É submeter a Educação à Economia. Vem sendo uma característica não só do Brasil, mas do Capitalismo em geral. Mas agora a coisa está pior, porque já está decretado.

A Arte é uma forma de compensação pela repressão que a gente tem que exercer nos adolescentes, é importantíssima do ponto de vista do raciocínio. Olha, veja a dificuldade que é, no desenho de observação, você passar duas dimensões para três dimensões, é um processo difícil do ponto de vista intelectual, da inteligência.

As pesquisas mostram que a arte influi inclusive nos processos mentais que são medidos pelo teste de QI, que pede principalmente raciocínio. Até nesses testes já está se provando que um aluno que trabalha com Arte pontua melhor. Como é que você vai largar? Eu nem falo do emocional, porque falar para um burocrata da Educação sobre o emocional não vai ter efeito, então eu falo dessas pesquisas concretas que provam que há transferência de aprendizagem, processos mentais da Arte para as outras áreas, tudo isso mostra que a Arte tem um papel importante.

Nos Estados Unidos foi a mesma coisa. No fim da década de 1950, quando o Sputnik é lançado, há uma ênfase imensa em arte, as ainda modernistas, a ideia do expressionismo. E chega a década de 1970, toda uma geração criada com muita arte nos Estados Unidos vai enfrentar o que? A guerra do Vietnã. E eles conseguiram se posicionar contra, foi lindo, eu vivi lá esse momento em 1971, estava fazendo meu mestrado de Yale, gente rica, gente poderosa, gente bem formada fazendo performances contra a guerra do Vietnã dentro da Universidade.

Então eles disseram “Oh, ok. As pessoas que a gente formou assim, pensando em criatividade, estão fazendo isso contra a gente” e começaram a cortar. Eu não sei por que estão fazendo isso hoje. Nos Estados Unidos é claro que eles começaram a cortar arte depois do movimento dos jovens contra a guerra do Vietnã.

Você falou no auditório sobre as crianças que desenvolvem a criatividade desde cedo e têm facilidade de identificar a diferença das letras. É um benefício visível da arte para a alfabetização, e vai na contramão da crença de que se deve incentivar Português e Matemática para que as pessoas aprendam a ler, escrever e fazer contas. Pelo visto não é bem assim…

Não, claro que não. Eu acho até mais séria a pesquisa que foi feita nos Estados Unidos, que quem trabalha com desenho é capaz de relacionar 3 textos de temas completamente diferentes. Isso prova que desenvolve a capacidade de ler, de observar, raciocinar.

Por que você prefere se referir a Arte na escola como “contato” com arte em vez de “aprendizagem” de arte?

Isso é um pensamento que eu ainda estou desenvolvendo, porque eu sempre briguei muito com essa história de dizer “a arte não se ensina”, que vem da Bauhaus. Aí eu dizia “se a arte não se ensina, se aprende”. Agora eu já acho que não sei se vai mais além, se contamina com a arte. É diferente, uma pessoa contaminada pela arte, ela age, ela busca por ela própria mais arte, e se alimenta sempre de arte. Agora, como eu vou colocar isso teoricamente, sem pesquisa, eu não sei.

Eu tenho poucos anos na minha frente agora, eu ainda tenho pelo menos dois temas de pesquisa que eu quero desenvolver. Um deles é o problema da criatividade modernista e da criatividade pós-moderna. A criatividade modernista enfatizou a produção de múltiplas respostas, que é a fluência e a originalidade, sabendo que existia outros processos. Mas a criatividade pós-moderna enfatiza principalmente a flexibilidade, a mudança de categoria.

Existe até um teste de flexibilidade: uma página com 16 círculos e você tem que completar objetos. A pessoa fluente vai, por exemplo, fazer assim: panela, boca de fogão, ovo. São redondos da mesma categoria. Uma pessoa flexível vai fazer ovo, botão e roda de bicicleta, por exemplo. Muda completamente de categoria. Agora o equilíbrio entre essas duas é que torna o indivíduo mais criativo ou não.

Esses mundos, o moderno e o pós-moderno, se ligam pela flexibilidade e fluência, mas um está pensando em originalidade, e o pós-modernismo já não pensa mais em originalidade. Pensa em adequação, e aí destaca a elaboração, porque a elaboração vai fazer com que você, pela necessidade, vá mudando a função de um objeto ou o próprio objeto. Só que eu não sei ainda como fazer isso para provar o que eu estou dizendo.

E a afetividade, você acha que tem espaço para ser trabalhada na arte-educação? A disciplina da Arte tem esse potencial?

Para mim, todas as disciplinas têm esse potencial. Mas a cultura brasileira vem dando à Arte essa tarefa, e a gente tem que assumir e realmente fazer isso.

Por que você diz que a cultura brasileira vem entregando essa tarefa para a Arte?

Porque não se preocupa em desenvolvimento de criatividade nas outras áreas. Quando fala de criatividade, “Ah, isso é Arte. Isso aí a Arte faz”. Agora acho que nem mais isso querem, né, porque se estão tirando a Arte, não sei como vai ser essa lavagem cerebral da cultura brasileira, porque o sistema escolar sempre pensou isso. Se estamos desenvolvendo criatividade na Arte, pronto, agora Matemática, Inglês, a gente pode ser um pouco decoreba, sabe? Quando nada deveria ser decoreba.

Nesses 63 anos de trabalho, você já viu muitos momentos em que a Arte foi subjugada?

Sim, muitos. A primeira ameaça de tirar a Arte do currículo foi em 1996. Foi crucial, terrível. Dividimos todos os professores para cada um azucrinar um senador ou deputado, sabe? Hoje eu não tenho mais energia pra ir e trabalhar assim.

Mas você acha que dá pra gente ter esperança?

Eu não sei se tenho esperança, não. Eu também deixei de ser otimista totalmente, entendeu? Eu tô muito apreensiva, é a palavra que posso usar. Porque nós somos, hoje, o país que tem a melhor arte-educação na América Latina. Os outros países estão começando. Estão indo muito bem. Eu não ia há 5 anos ao México, fiquei espantada com o avanço nesses 5 anos. Entretanto nós vamos perder a liderança. Por causa de quê? Por causa de mestrados e doutorados, das pesquisas.

Tem um programa do Ministério da Educação (MEC) chamado mestrado profissional, que recebe, em Artes, só o professor que está em sala de aula e quer desenvolver um projeto que seja voltado para o chão da escola. A gente viu que tínhamos excelentes mestrados e doutorados, mas raramente algum chegava a modificar o chão da escola. E aí criou-se esse mestrado, com o professor que tinha que estar em sala de aula. Ele diminuía a carga horária, e recebia uma bolsa para alimentação e transporte, porque essas coisas aumentam quando você está estudando. Em São Paulo só teve duas turmas formadas. Agora está começando a terceira sem bolsa, com três bolsas apenas. Isso pra mim é sem bolsa. Então, isso já é uma decadência.

Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/18310/a-arte-pode-beneficiar-ate-a-alfabetizacao-na-escola

Gostou? Ficou com dúvidas ou tem sugestões?

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ATÉ A PRÓXIMA, TCHAU! =)

Rafael Pawlina

Assessor de Arte

 

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