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30/06/2021 - Arte

ABORDAGEM TRIANGULAR

Olá professora, olá professor! ♥ Que bom tê-los conosco mais uma vez!   Que bom tê-los conosco mais uma vez! Quando falamos no Ensino de Arte no Brasil, o nome mais importante que nos vem a cabeça é a Ana M...

30/06/2021 - Arte

ABORDAGEM TRIANGULAR

Olá professora, olá professor! ♥
Que bom tê-los conosco mais uma vez!

 

Que bom tê-los conosco mais uma vez!

Quando falamos no Ensino de Arte no Brasil, o nome mais importante que nos vem a cabeça é a Ana Mae Barbosa.

E nos post de hoje vamos trazer um pouco mais de informações sobre essa pesquisadora e também sobra a ABORDAGEM TRIANGULAR.

“Ana Mae nasceu no Rio de Janeiro, mas ainda pequena foi morar em Recife. Perdeu o pai com três anos e a mãe com seis, sendo criada pela avó materna. Fez graduação em direito, contra a vontade da avó. Precisava trabalhar e por isso foi fazer um curso com o Paulo Freire para prestar um concurso de professora primária.”

Desde muito nova, Ana Mae viu na Arte um potencial gerador de uma nova sociedade, e com isso buscou estudar os processos da Arte-educação.

Preocupada com os modelos e metodologias do Ensino da Arte, Ana Mae elaborou a Abordagem Triangular. Ela mesma diz que não gosta de chamar sua abordagem nem de proposta nem de metodologia, para que não haja uma regra de aplicação. Muitas pessoas que estudaram a ABORDAGEM TRIANGULAR acabaram considerando como uma receita de bolo e aplicando em suas salas de aula, sem refletir sobre aquilo.

O surgimento da abordagem triangular objetivava a  melhoria do ensino da arte, na busca pelo entendimento da mesma e também uma buscava uma mais aprendizagem significativa. Preocupou-se pela busca de um conhecimento critico não somente para os aluno, mas também para os professores. Nos anos 90 a abordagem Triangular passou a ser colocada em prática. Inicialmente foi chamada de Projeto Arte na escola.  Mais tarde, ficou conhecida como  Triangular e/ou Abordagem Triangular. Entre essas duas nomenclaturas foi escolhido o nome de Abordagem Triangular (Barbosa, 2010, p.11).

Fica evidente portanto, que  a abordagem Triangular não se enquadra para quem quer seguir um método padronizado, ele  requer a  liberdade de obter conhecimento critico  reflexível  no processo de ensino […], ajustando-se ao contexto em que se encontra (Machado, 20010, p.79).

A Abordagem Triangular é uma abordagem diálogica. A imagem do Triângulo abre caminhos para o professor na sua prática docente. Ele pode fazer suas escolhas metodológicas,  é permitido mudanças e adequações, não é um  modelo fechado, que não aceita alterações. Não é necessário seguir um passo a passo. Para Barbosa ” (…)  refere-se à uma abordagem eclética. Requer transformações enfatizando o contexto” (Barbosa, 2010, p. 10).

Essa visão mudou o Ensino de Arte e também o papel da Arte dentro da escola.

Quer saber mais sobre a abordagem?

Assista ao vídeo que explico esses conceitos! (clique na imagem para assistir)

Gostou? Ficou com dúvidas ou tem sugestões?

Deixe aqui nos comentários!!!

ATÉ A PRÓXIMA, TCHAU! =)

Rafael Pawlina

Assessor de Arte

 

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30/06/2021 - Arte, Educação Física, Ensino Religioso, História

Dialoga, Brasil! – Que corpo é esse?

 

Palavras-chave:

Sexualidade, preconceito, diversidade.

Segmento/ano:

Ensino Fundamental.

 

 


Olá, professores!

 

 

O número de LGBTQIA+ em espaços diversos na sociedade aumenta desde a reabertura democrática brasileira. No espaço escolar isto gera um efeito curioso: de um lado a liberdade de expressão faz com que vejamos hoje mais alunos(as), professores(as) e demais pessoas dentro desse espaço conhecedoras e seguras de suas próprias sexualidades, a ponto de torná-las públicas sem medo de represálias. Do outro lado, o tabu sobre a presença de debates sobre sexualidade na escola tem crescido imensamente.

 

Conheça mais sobre a sigla LGBTQIA+ assistindo ao vídeo: Rita em 5 Minutos: LGBTQIA+

 

Fato é que nossos estudantes possuem identidades diversas e por isso carregam experiências e vivências plurais para dentro do ambiente escolar. Se basear e utilizar dessa bagagem é justamente umas das bases mais eficientes para a construção de aprendizagens significativas. A sexualidade está presente nessas vivências e ignorá-la pode prejudicar o desenvolvimento de muitos estudantes.

Além disso, a escola como um ambiente de convívio social reinventa fenômenos da sociedade. Portanto, se há violência na sociedade, questões ligadas à violência aparecem no ambiente escolar de uma maneira reformulada. Nesse sentido, basta pegar os dados brasileiros de violência contra pessoas LGBTQIA+  comparar com as falas de estudantes para perceber a presença de LGBTfobia no ambiente escolar.

 

 

Fonte do Infográfico: Politize, para acessar a reportagem clique na imagem ou aqui.

 

 

Esses marcadores demonstram a imensa vulnerabilidade social da qual essa população faz parte. É necessário que esses debates sejam feitos com os discentes para que os que se identificam enquanto pessoas LGBTQIA+ não se sintam acuados dentro do espaço educacional. Aos que não se identificam como parte desse grupo, é necessário que aprendam a respeitar e não apenas a tolerar a presença de pessoas LGBTQIA+.

 

 

Você sabia que a dificuldade de lhe dar com a identidade de gênero está entre os principais motivos para suicídio entre jovens? Discutimos isso nesse post Educação sexual: temática polêmica, mas muito necessária!

 

 

Essa é uma tarefa delicada, pois é importante que nós educadores estejamos seguros de nossa própria sexualidade para mediar a presença de questões como essa de maneira saudável dentro da escola.

 

“A homofobia está presente em todos os espaços. Consequentemente, o ambiente escolar, configura para algum estudante um lugar de opressão, discriminação e preconceitos, em torno do qual existe um preocupante quadro de violência a que estão submetidos milhões de estudantes LGBT” (PEREIRA, 2017, p. 4).

 

É necessário também estar atento, pois é possível que esses debates cheguem até nós por meio de seus efeitos nos estudantes: apresentar dificuldade de concentração no processo ensino-aprendizagem, pouca participação em atividades coletivas em sala de aula e extra sala, comportamento agressivo e evasão escolar.

 

Habilidades mobilizadas (BNCC):

  • (EI03EO06) Manifestar interesse e respeito por diferentes culturas e modos de vida.
  • (EF67LP19) Realizar levantamento de questões, problemas que requeiram a denúncia de desrespeito a direitos, reivindicações, reclamações, solicitações que contemplem a comunidade escolar ou algum de seus membros e examinar normas e legislações.
  • (EF05HI04) Associar a noção de cidadania com os princípios de respeito à diversidade, à pluralidade e aos direitos humanos.
  • (EF09ER06) Reconhecer a coexistência como uma atitude ética de respeito à vida e à dignidade humana.

 

Dica: Que Corpo É Esse?

A série Que corpo é esse? produzida pelo canal Futura busca atentar educadores, crianças, adolescentes e famílias sobre o conhecimento do próprio corpo e a importância do respeito  à sexualidade, tópicos possíveis de serem explorados pela competência geral de número 8 da Base Nacional Comum Curricular. Clique na imagem para conferir a primeira temporada da série.

 

Que é um tema sensível e necessário já entendemos, mas como introduzir isso no ambiente escolar? Estamos no mês do orgulho LGBT, que tal utilizar essa data para introduzir o assunto? Fique ligado no próximo post que vamos falar mais sobre isso! 🙂

 

*Texto escrito em parceria entre: Equipe Assessoria de História e Ensino Religioso e a Professora Daniela Pereira da Silva

 

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Referências:
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC/SEB, 2017. Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/bncc-20dez-site.pdf>. Acesso em: maio de 2021.
PEREIRA, Jefferson Silva. Escola, homofobia e ensino de História no tempo presente. In: III Seminário Internacional História do Tempo Presente-ISSN 2237 4078. 2017.
SEFFNER, Fernando. É raro, mas acontece muito: aproximações entre ensino de História e questões em gênero e sexualidade. Andrade, Juliana Alved de; Pereira, Nilton Mullet (orgs.). Ensino de História e suas práticas de pesquisa [recurso eletrônico]. 2. ed. Porto Alegre: Oikos, 2021. P. 422-437, 2021.
VERVLOET, Laylla Corrêa Teixeira; BITTE, Regina Celi Frechiani. SABERES E FAZERES DOCENTES: O ENSINO DE HISTÓRIA NA PERSPECTIVA DA DIVERSIDADE SEXUAL E DE GÊNERO.

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29/06/2021 - Arte, Ciências, Educação Física, Educação Infantil, Ensino Religioso, Geografia, História, Informática Educativa, Língua Inglesa, Língua Portuguesa, Marketing, Matemática

VEM AÍ: Percurso Pedagógico: ideias para repensar o planejamento

Olá!

 

Hoje queremos fazer um convite especial.

 

Durante a semana de 05 a 09 de julho de 2021, a Assessoria de Áreas promoverá uma série de encontros, transmitidos pelo YouTube, com o objetivo de apresentar algumas sugestões de organização e planejamento dos livros didáticos do volume 3, por componente curricular e segmentos, a partir dos diferentes recursos didáticos do Sistema de Ensino Aprende Brasil (considerando possibilidade de ensino híbrido).

A proposta é oportunizar, aos professores dos municípios conveniados, algumas ideias para o melhor aproveitamento dos recursos disponíveis (Livro Didático Integrado Aprende Brasil e Aprende Brasil Digital), para que, cada um, diante de seu contexto e demandas, possa traçar seu planejamento.

 

Veja a programação completa clicando aqui. 

Não perca!

 

Equipe Assessoria de Áreas

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29/06/2021 - Educação Infantil

Baú de ideias – F...

Olá, Professores! Todos os anos, quando o final do primeiro semestre se aproxima, as escolas começam a pensar na organização das festividades do mês de junho e julho. Isso por conta das festas juninas e alguma vezes...

29/06/2021 - Educação Infantil

Baú de ideias – Festa junina: que tal alegrar o arraiá na escola ou em casa?

Olá, Professores!

Todos os anos, quando o final do primeiro semestre se aproxima, as escolas começam a pensar na organização das festividades do mês de junho e julho. Isso por conta das festas juninas e alguma vezes julinas que acontecem nas cidades e em várias escolas. É comum a comunidade e as instituições escolares direcionarem o olhar para os arraiais com as bandeirolas, as vestimentas e os chapéus de palha, hoje sinônimos de festa caipira.

Fogueira de mentirinha, bandeirinhas e balões feitos de papel nas salas de aula e decorando a quadra da escola, barracas com brincadeiras, comidas e bebidas, vestimentas e danças características… Neste ano, por conta da pandemia, infelizmente as festas juninas não acontecerão como gostaríamos. Mas sem a festa presencial e apesar do distanciamento social, a celebração popular não precisa passar despercebida. É possível propor atividades e brincadeiras interessantes para serem realizadas com crianças pequenas. E o legal é que elas podem ser realizadas na escola ou em casa com a família.

Vejam a seguir, algumas propostas bacanas e divertidas que alegram e divertem a todos:

  • Uma vivência musical – experimentando os ritmos e movimento
  • Apresente para as crianças uma canção junina.
  • Apresente várias vezes e vá chamando atenção para o ritmo, marcando com palmas, com os pés, com passos etc.
  • Depois observe se as crianças percebem e reproduzem o ritmo e, aos poucos, aprendem a melodia ou a letra.
  • À medida que a brincadeira vai ficando mais conhecida, os ritmos podem ser obtidos com várias partes do corpo: batendo na barriga, nas coxas, nas costas do amigo, na bochecha (com boca aberta e fechada).
  • Essa é uma rotina que pode ser aplicada para introduzir e trabalhar qualquer tipo de música.
  • Para animar o arraial, dançar e aproveitar muito é só clicar aqui: http://bit.ly/festajunina_playlist_Tempojunto Vocês encontrarão várias opções de músicas para animar a festança.

 

  • Corrida do Pinguim
  • Você irá precisar apenas de bexigas, uma para cada participante.
  • Após encher a bexiga, basta colocar entre as pernas dos brincantes.
  • Marque a linha de chegada com um pedaço de fita crepe ou outro material que tiver disponível ( barbante, lã, durex colorido, uma tira de papel ou até mesmo pedrinhas ou gravetos que encontrar caídos no chão).

A brincadeira consiste em correr até a linha de chegada, com a bexiga entre as pernas, sem deixar cair e sem estourar!

Sabem porque a brincadeira é intitulada “ Corrida do Pinguim”?

Porque ao correr com a bexiga entre as pernas, os movimentos são muito parecidos com o andar do pinguim, ou seja, com os pés voltados para fora.

 

  • Acerte a lata
  • Você irá precisar de 10 latas vazias ( pode ser de milho, de molho de tomate, de creme de leite, etc). Se preferir, poderá encapá-las com o material que desejar ( papel de presente liso ou decorado, folhas de revistas, papel contato, etc). Se desejar, poderá aumentar a quantidade de latas.
  • Se não tiver latas, poderá ser com copos de papelão descartáveis.
  • Dispor as latas ou copos, formando uma torre com esses objetos, começando com a quantidade maior e terminando com um objeto apenas. Sugestão: começar fazendo uma fileira com 4 latas ou copos, sobre essa fileira intercalar 3 latas ou copos, depois 2 latas ou copos e terminar com 1 lata ou copo. Pronto a torre estará formada.

O objetivo do jogo, é derrubar as latas ou copos. Para isso, poderá ser utilizada qualquer bolinha que você tenha disponível ( bolinha de meia, de tênis, bolinha da piscina de bolinhas, etc) ou fazer uma bolinha de papel.

Após as brincadeiras realizadas, se desejarem as crianças poderão ganhar alguma prenda pela participação e ou comemorar saboreando pipocas, milho verde, pinhão, bolo, doces ou outras gostosuras.

Deixe seu comentário e conte para nós como foi o arraiá na escola ou em casa com a família.

 

Sempre que precisarem, entrem em contato conosco!

Grande abraço e até o próximo post!

Equipe Assessoria Educação Infantil Aprende Brasil

edinfantil@aprendebrasil.com.br

 

Referências

https://www.tempojunto.com/2019/05/13/brincadeira-de-movimento-com-bexiga-corrida-do-pinguim/ Brincadeira adaptada. Acesso em 15/06/2021

https://www.tempojunto.com/2015/06/12/brincadeiras-de-festa-junina-para-um-arraial-de-arrasar/  Brincadeiras adaptadas Acesso 15/06/2021

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29/06/2021 - Educação Infantil

Bebês e Cia – Fes...

Olá, Professores!   É diversão, é alegria, é festa para os bebês e crianças bem pequenas! E por falar em diversão e alegria, elas adoram brincar com tecidos. Pedaços grandes, pequenos, estampados e colorido...

29/06/2021 - Educação Infantil

Bebês e Cia – Festa junina: que tal alegrar o arraiá na escola ou em casa?

Olá, Professores!

 

É diversão, é alegria, é festa para os bebês e crianças bem pequenas!

E por falar em diversão e alegria, elas adoram brincar com tecidos. Pedaços grandes, pequenos, estampados e coloridos se transformam em capas de super-heróis, vestidos encantados, tendas, casinhas de faz de conta e até mesmo como “cheirinho” e isso tudo para os bebês e as crianças bem pequenas é sempre um prato cheio para descobertas e explorações. Desvendar os cheiros, os toques, texturas, cores e coordenar os movimentos representam pura diversão e encantamento.

Todos os anos, quando o final do primeiro semestre se aproxima, as escolas começam a pensar na organização das festividades do mês de junho e julho. Isso por conta das festas juninas e alguma vezes julinas que acontecem nas cidades e em várias escolas.

Neste ano, por conta da pandemia, infelizmente as festas juninas não acontecerão como gostaríamos. Mas sem a festa presencial e apesar do distanciamento social, a celebração popular não precisa passar despercebida. É possível propor atividades e brincadeiras interessantes para serem realizadas com bebês e crianças bem pequenas. E o legal, é que elas podem ser realizadas na escola ou em casa com a família.

Então, que tal aproveitar o período de festa junina e realizar brincadeiras com tecidos? Só que, como estamos falando em festa junina, a sugestão é escolher fitas diversas, tecido xadrez, jutas, chitas de várias cores, tamanhos e espessuras, já que esse material reflete o espírito junino. Inclusive, é possível aproveitar o material na decoração da sala de aula, da escola ou da residência, apresentando às crianças novos usos e seus significados.

  • Caixa do Kit

Dentro da caixa, colocar os materiais: fitas diversas, tecidos xadrez, chitas, jutas e outros tecidos que desejarem e que lembrem festa junina.

  • Despertando o interesse

Sem interferir na criatividade dos pequenos, despertar o interesse e favorecer a livre exploração, organize os tecidos espalhados no chão, num espaço amplo em suportes ou locais em que seja possível amarrá-los e pendurá-los.

Será perceptível a curiosidade e a vontade das crianças em manipular e estender os tecidos, deitar sobre eles, cobrir-se, colocar na cabeça, na boca, cheirar, puxar, apenas passar as mãos, se enrolar e alternar a exploração dos variados tamanhos, estampas e texturas.

  • Explorando e descobrindo

Passada a primeira euforia, possivelmente as crianças começarão a pensar em brincadeiras mais elaboradas. Nesse momento, é importante o olhar e a escuta atenta, observando as criações e invenções, não descartando-se as possíveis intervenções do adulto, porém sem usar da sua “interferência” nas elaborações realizadas. Aqui as crianças descobrirão várias possibilidades de utilização dos tecidos.

Aproveitando o trabalho sobre festa junina, colocar as músicas típicas, fazer as pinturas típicas nos pequenos ( só muita atenção: não utilizar produtos em crianças que são alérgicas)e disponibilizar apetrechos como chapéus e adereços para despertar ainda mais o interesse, promover a exploração, a criação e a descoberta. As músicas divertem, alegram e encantam o mundo dos bebês e das crianças bem pequenas. Deixe-as criar, cantar, dançar e se divertir como conseguirem, de acordo com suas capacidades, interesses e como desejarem.

  • Acabando a brincadeira suavemente

Nas brincadeiras com tecidos, os bebês e as crianças bem pequenas vão naturalmente se cansando, brincando de dormir ou abrigando-se nas cabanas, nos colchonetes ou nos tapetes e almofadas disponibilizadas pelo ambiente. No caso dos bebês, é importante faze-los dormir como de costume e para as crianças bem pequenas, sugere-se aproveitar essas situações, trazendo a questão do cansaço e do sono como proposta lúdica: colocar a caixa do kit no centro do ambiente e convidar os pequenos a colocar os panos cansados para dormir também! Vocês perceberão quantas situações interessantes surgirão como: crianças cantarolando cantigas de ninar, ajeitando o tecido para dormir como se fosse um bebê, dialogando com o tecido fazendo de conta que é uma criança, etc. Portanto, é interessante observar e levantar as possibilidades que brotam naquele momento para terminar suavemente a brincadeira.

E, no momento de decorar a escola para a festa, as crianças podem pegar os tecidos já conhecidos do kit e ajudar na decoração. Nesse sentido, as brincadeiras realizadas com os tecidos de chita vão contribuir com a contextualização da data comemorativa.

 

Deixe seu comentário e conte para nós como foi a brincadeira com tecidos no arraiá na escola ou em casa com a família.

 

Sempre que precisarem, entrem em contato conosco!

Grande abraço e até o próximo post!

Equipe Assessoria Educação Infantil Aprende Brasil

edinfantil@aprendebrasil.com.br

 

REFERÊNCIAS:

https://tempodecreche.com.br/repertorio-cultural/chita-festa-junina-e-um-kit-para-brincadeiras/#more-5400 Proposta adaptada. Acesso em 15/06/2021

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28/06/2021 - História

Fenícios

  Palavras-chave: História Antiga; Fenícios; Recursos Audiovisuais. Segmento/Público Alvo: 6º. ano   Olá!   História Antiga é sempre um assunto interessante e que desperta a atenção de muitas pess...

28/06/2021 - História

Fenícios

 

Palavras-chave:

História Antiga; Fenícios; Recursos Audiovisuais.

Segmento/Público Alvo:

6º. ano


 

Olá!

 

História Antiga é sempre um assunto interessante e que desperta a atenção de muitas pessoas, não é mesmo? Hoje a sugestão é exatamente sobre História Antiga, mais especificamente a respeito dos fenícios.

 

O alfabeto fenício desenvolveu-se a partir do alfabeto proto-cananeu, durante o século XV a.C. Antes disso, os fenícios escreveram com um script cuneiforme. As primeiras inscrições conhecidas no alfabeto fenício vêm de Byblos e datam de 1000 a.C.. Fotografia. Britannica ImageQuest. Dipsonível em <quest.eb.com/search/300_2289601/1/300_2289601/cite>. Acessado em 23 Mar 2020.

 

Os fenícios

 

“constituíram uma civilização bastante diferente das outras já estudadas: não chegaram a formar um grande império, não tinham uma religião que promovesse sua unificação cultural, não construíram grandes templos que resistiram ao tempo e nem de grandes rios os fenícios se beneficiaram”. (NICOLAZZI Jr., 2015. v. 1, p. 58).

 

E a nossa proposta é a de trabalhar a história fenícia com o auxílio de recursos didáticos, como vídeos, a exemplo dos preparados pela professora e historiadora Priscila Grahl, em que o mundo fenício e o comércio são abordados.

Veja o vídeo da professora clicando aqui.

 

Agora é a vez de vocês!

Que tal produzirem vídeos sobre esse e outros assuntos? Façam e nos mandem, pois vocês poderão aparecer aqui no blog!

 

Equipe Assessoria de História

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Referências:
NICOLAZZI Jr, Norton Frehse. História: Ensino Médio. Curitiba: Positivo, 2015. v. 1, p. 58.

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