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26/03/2021 - Educação Infantil

Baú de Ideias ̵...

Olá professor (a)! Aprender brincando e brincar aprendendo! As brincadeiras são peças fundamentais na Educação Infantil. Não se trata de apenas distrair as crianças. Brincar contribui para o desenvolvimento físic...

26/03/2021 - Educação Infantil

Baú de Ideias – Brincar com crianças pequenas

Olá professor (a)!

Aprender brincando e brincar aprendendo!

As brincadeiras são peças fundamentais na Educação Infantil. Não se trata de apenas distrair as crianças. Brincar contribui para o desenvolvimento físico, social, cultural, emocional, afetivo e cognitivo. O brincar e o jogar são momentos sagrados na vida de uma criança. É com essa prática que as crianças ampliam seus conhecimentos sobre si mesmas, os outros e o mundo ao seu redor, desenvolvem múltiplas linguagens, exploram e manipulam objetos, organizam seus pensamentos, descobrem regras e agem com as regras, assumem papel de líderes e interagem com outras crianças, preparando-se para um mundo socializado.

Por falar em brincar, que tal propor uma para as crianças?

Empresta-me sua casinha

Material: giz de quadro ou se a escola tiver, bambolês.

Desenvolvimento: trace com giz no chão pequenos círculos (um círculo a menos que  o número de participantes) e um círculo central ou distribua os bambolês da mesma forma.

Cada círculo será ocupado por uma criança, a que não tem casa diz:

– Empresta-me sua casinha?

As outras respondem:

– Pois não!

Nesse momento, todas deverão trocar de lugar, enquanto a criança no centro procurará ocupar um dos círculos vagos. Se conseguir, será substituída pela criança que ficar sem lugar. Caso contrário, voltará ao círculo central para recomeçar a brincadeira.

E aí, professor, o que achou dessa nossa sugestão?

E você, como trabalha essa brincadeira com seus alunos? Comente e compartilhe com a gente.

Forte abraço e até o próximo post!
Equipe Assessoria Educação Infantil
Se desejar falar conosco, envie e-mail para: edinfantil@aprendebrasil.com
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26/03/2021 - Educação Infantil

Bebês e Cia –...

Olá professor (a)! Já falamos diversas vezes sobre a importância da interação para o desenvolvimento dos bebês e crianças bem pequenas. Seja por meio de músicas, histórias ou brincadeiras, além é claro de muit...

26/03/2021 - Educação Infantil

Bebês e Cia – Brincar com bebês e crianças bem pequenas

Olá professor (a)!

Já falamos diversas vezes sobre a importância da interação para o desenvolvimento dos bebês e crianças bem pequenas. Seja por meio de músicas, histórias ou brincadeiras, além é claro de muito carinho, e interagir com o pequeno colabora para que ele se desenvolva de forma mais plena e saudável, além de fortalecer o vínculo de afeto entre vocês.

Cabe a creche enriquecer a experiência lúdica da criança. Para isso, é necessário primeiramente observar o sujeito em ação para tentar conhecer essa realidade: como ele usa os espaços, como interage, como se utiliza dos brinquedos e como aprende. É necessário atentar também para os espaços que são disponibilizados para a brincadeira: o ambiente deve estimular a criatividade, a imaginação, a autonomia e a espontaneidade, mas ao mesmo tempo, deve ser seguro.

Que tal uma brincadeira divertida?

Vamos remar!

Sente-se com as pernas esticadas ou cruzadas e coloque seu bebê/criança sentado de frente para você ou sobre suas pernas. A criança deve posicionar-se entre suas pernas. Com os maiores, pernas esticadas e um pouco entreabertas.

Pegue as mãos do bebê/criança e faça movimento para frente e para trás. Primeiro você se impulsiona para trás e, com isso, fazemos com que o corpo da criança vá para frente. E depois convide o bebê/criança para que caia para trás e você se deixa ir para frente.

Pode seguir a brincadeira, com uma música ritmando o movimento, por exemplo, cante uma música de marinheiro, veja um exemplo, clique aqui  WhatsApp Audio 2021-03-25 at 14.13.27 (1)  para ouvir!

Ô marinheiro, marinheiro, marinheiro só,

  ô quem te ensinou a nadar,

marinheiro só,

ou foi o tombo do navio, marinheiro só,

oi foi o balanço do mar,

marinheiro só.

A brincadeira pode ter variações, não só de ritmos, mas também a posição das pernas. Com as crianças maiores os movimentos podem ser ampliados e elas realizarão a atividade com maior autonomia; indo para frente e para trás, apoiando-se com as mãos nas de seu par.

Essa brincadeira pode ser bastante divertida!

E aí, professor, o que achou dessa nossa sugestão?

E você, como trabalha essa brincadeira com seus alunos? Comente e compartilhe com a gente.

Forte abraço e até o próximo post!
Equipe Assessoria Educação Infantil
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23/03/2021 - Língua Inglesa

Yes, nós temos down...

Good morning, everyone! Vim aqui para divulgar a boa notícia! Já temos todos os áudios do material didático de língua inglesa para download, facilitando o planejamento e o andamento das aulas! Visite a plataforma do...

23/03/2021 - Língua Inglesa

Yes, nós temos download!

Good morning, everyone!

Vim aqui para divulgar a boa notícia!

Já temos todos os áudios do material didático de língua inglesa para download, facilitando o planejamento e o andamento das aulas!

Visite a plataforma do Aprende Brasil Digital e desfrute de mais essa vantagem em utilizar o material didático do Sistema de Ensino Aprende Brasil!

Lembre também de incluir em seu planejamento as videoaulas, os objetos educacionais e as trilhas disponíveis também no Aprende Brasil Digital e já selecionadas por volume.

Enjoy it!

Take care!

Cassiana

 

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18/03/2021 - Ciências

O que uma ostra e um...

Olá a todos(as), tudo bem? Assim como nós que enfrentamos há mais de um ano o isolamento social e a quebra na regularidade das nossas atividades cotidianas, as crianças também têm sofrido com a falta das aulas pres...

18/03/2021 - Ciências

O que uma ostra e uma borboleta podem nos dizer sobre a saúde mental das crianças no isolamento?

Olá a todos(as), tudo bem?

Assim como nós que enfrentamos há mais de um ano o isolamento social e a quebra na regularidade das nossas atividades cotidianas, as crianças também têm sofrido com a falta das aulas presenciais, interação com os colegas e professores, e demais mudanças causadas em sua rotina pela pandemia da Covid-19.

Diversas pesquisas e estudos que tem sido realizadas apontam alterações no nível de ansiedade, sintomas de depressão, aumento da timidez, agressividade, irritação, impaciência e insônia, como alguns dos transtornos mentais que podem ser causados e/ou agravados pelo longo período de isolamento ou contato social reduzido. Bem como, infelizmente, um aumento dos casos de violência doméstica.

Como educadores sabemos da importância das relações sociais desenvolvidas no ambiente escolar, do quanto a interação entre as crianças é importante para o aprendizado e o seu desenvolvimento cognitivo. Mas, o que pode ser feito para auxiliar nossos alunos neste momento difícil pelo qual passamos? Você já ouviu falar na sigla EMDR?

A EMDR é uma terapia, fundamentada na Psicologia que busca trabalhar as dificuldades que enfrentamos quando expostos a estímulos/ações negativos ao redor, traduzida do inglês significa algo como Dessensibilização e reprocessamento do movimento ocular.

“Quando coisas ruins acontecem, o cérebro tem dificuldade em juntar todas as peças e, como resultado, coisas que as pessoas dizem ou fazem ou coisas que as crianças veem, ouvem, cheiram ou tocam podem trazer à tona as memórias ruins, os pensamentos confusos, sentimentos e sensações corporais ligados a essas coisas ruins. O EMDR ajuda o cérebro a juntar todas as peças para que as coisas ruins possam nos deixar e as coisas boas ou as coisas que aprendemos com elas podem ficar para que fiquemos mais fortes. Então, o cérebro pode mastigar e digerir todos os sentimentos e pensamentos confusos, bem como os sentimentos ruins que possamos ter no corpo.” (Ana Gomez)

A terapeuta Ana Gomez, propõe então, um trabalho para ser desenvolvido com as crianças, em virtude deste período de isolamento, por meio da leitura e desenvolvimento de atividades de um livro infantil intitulado “A história da Ostra e da Borboleta: O Coronavírus e eu.”.    

Este livro escrito por Ana Gomez foi traduzido o português e outros 19 idiomas e faz parte de um dos materiais que foram desenvolvidos por meio da força tarefa mundiais para cuidar de crianças nesse período de enfrentamento ao Coronavírus. A pedido da autora, o livro não deve ser vendido nem foi impresso por nenhuma editora, está disponível em formato digital e pode ser baixado de forma gratuita diretamente no site da autora. O objetivo é fazer a divulgação da obra junto a escolas para que possa fazer a diferença no enfrentamento do momento difícil pelo qual estamos passando, especialmente muitas crianças que enfrentam dificuldades em casa como violência doméstica, perdas familiares, dificuldades econômicas entre outras que estão sendo evidenciadas neste tempo.

Que tal aproveitar o momento para ajudar nossos alunos com outras dificuldades além dos conteúdos escolares?   Para saber mais sobre EMDR, baixar o livro indicado e/ou conhecer mais sobre o trabalho da autora, acesse o site pessoal da terapeuta Ana Gomez e conheça suas outras obras em https://www.anagomez.org/

Até mais!

Assessoria de Ciências da Natureza.

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10/03/2021 - Ensino Religioso, História

Dialoga, Brasil! ...

Palavras-chave: Tempo, temporalidade, memória. Segmento/ano: Ensino Fundamental, Educação Infantil.     Professores, vamos refletir um pouco sobre o conceito de tempo e temporalidade?   O que entendemos...

10/03/2021 - Ensino Religioso, História

Dialoga, Brasil! – Para que serve o tempo?

Palavras-chave:

Tempo, temporalidade, memória.

Segmento/ano:

Ensino Fundamental, Educação Infantil.

 


 

Professores, vamos refletir um pouco sobre o conceito de tempo e temporalidade?

 

O que entendemos por realidade é um processo individual para cada pessoa. Formado sobretudo através do nosso contato com o mundo externo e nossa absorção dele. Isso não ocorre de maneira neutra, pois nossas crenças, memórias, vivências, etc. servem de filtro para que a realidade chegue até nós, tornando-se um processo único para cada pessoa. 

Um dos fatores determinantes na forma como vamos dialogar com o mundo externo é o tempo. Por vezes tão abstrato, lidamos com ele de forma mecânica no cotidiano, ou mesmo inconsciente. Porém, compreender as diversas construções de tempo que nos rodeiam, permite-nos observar acontecimentos, agir e analisar a realidade de maneira mais crítica na nossa relação com o meio, com as pessoas e com nós mesmos. Tempo, é também um instrumento chave quando o assunto é ensino de História!

A nossa compreensão de tempo passa por um caminho: concepção do tempo, percepção do tempo e temporalidade.

A concepção está atrelada ao social, ou seja, como a sociedade na qual fomos criados entende o tempo? 

Sobretudo no ocidente, fomos ensinados a lidar com ele de forma cronológica e linear. Essa concepção é baseada numa ideia progressiva do tempo, como se estivéssemos caminhando em uma linha reta. Ou melhor, como se a História do mundo caminhasse de forma linear. As famosas linhas do tempo, tão usadas na História e no ensino dela, são um ótimo exemplo disso!

Apesar de ser comum vermos essa concepção como “natural”, há inúmeras críticas à ela, primeiro porque reproduz uma visão eurocêntrica e excludente do mundo, segundo porque:

 

O tempo da História não é uma linha reta […] as linhas entrecruzadas por ele compõem um relevo. Ele tem espessura e profundidade (PROST, 2014, p. 114)

 

Dessa forma, é importante que observemos que construir uma História cronológica e selecionar os fatos considerados relevantes para se estar em uma linha do tempo não é um processo neutro e exclui dessa linha muitos outros acontecimentos e fatos ocorridos em tempos e espaços distintos. 

 

Para acessar o PDF clique na imagem ou AQUI.

 

Por sua vez, a percepção do tempo está ligada a forma como a concepção social chega para nós, de forma individual, filtrado por nossas memórias, vivências, crenças, etc. 

E por fim, chegamos a temporalidade: a sensação de passagem objetiva do tempo, no cotidiano, e nossas ações ligadas e delimitadas pelo tempo. A hora de acordar, sair de casa para o trabalho, escola ou faculdade, o horário daquela reunião importante, a hora do almoço e do café da tarde… tudo isso influencia as nossas ações e nossas relações: eis a importância da temporalidade!

Assim percebemos que, apesar de inconsciente, nossa relação com o tempo molda quem somos, como estamos e como entendemos o mundo! Esse processo começa ainda na infância e o ensino de História pode ser um aliado importante. Apresentar às crianças diversas formas de compreender o tempo pode ampliar a percepção de tempo e desenvolver sujeitos que se relacionam de forma mais saudável com o mundo, com as pessoas e com si mesmo. Um sujeito crítico!

 

Para acessar o PDF clique na imagem ou AQUI.

 

Apontamos que a percepção cronológica e linear de tempo se apresenta de forma excludente e eurocêntrica. Que tal expandir nossos conhecimentos sobre o tempo para outros grupos sociais? Esse material do InfoAmazonia e do Instituto Socioambiental nos apresenta um pouco da ideia de tempo para uma etnia dos povos originários do Brasil, perpassando a  astronomia, os ecossistemas climáticos e a espiritualidade.

 

Ciclos Anuais dos povos indígenas do Rio Tiquié – Calendário Indígena

 

E a pergunta que fica é: como fazer isso na prática, na realidade da sala de aula?

Fica ligado (a) no próximo post que vamos te apresentar uma possibilidade prática!

 

Habilidades mobilizadas (BNCC):

EF02HI06 Identificar e organizar, temporalmente, fatos da vida cotidiana, usando noções relacionadas ao tempo (antes, durante, ao mesmo tempo e depois).

EF04HI01 Reconhecer a história como resultado da ação do ser humano no tempo e no espaço, com base na identificação de mudanças e permanências ao longo do tempo.

EF06HI01 Identificar diferentes formas de compreensão da noção de tempo e de periodização dos processos históricos (continuidades e rupturas).

 

*Texto escrito em parceria entre: Equipe Assessoria de História e Professora Daniela Pereira da Silva

 

Sempre que precisar entre em contato conosco: historia@aprendebrasil.com.br
Siga nossas redes sociais: Instagram @aprendebrasil / YouTube: Sistema Aprende Brasil

 

Referências:
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC/SEB, 2017. Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/bncc-20dez-site.pdf>. Acesso em: maio, 2018.
WHITROW, G. J. O Tempo na História. Rio de Janeiro. Editora Zahar, 1993.
FERREIRA, Marieta de Morais; OLIVEIRA, Margarida Maria Dias de. Dicionário de Ensino de História. Editora FGV, 2019.

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24/02/2021 - Arte, Ensino Religioso, História

Dialoga, Brasil! ...

  Palavras-chave: Filmes, trabalho escolar, criatividade   Segmento/ano: Ensino fundamental Olá! Quando falamos do uso de filmes na sala de aula, abrimos uma grande porta criativa que mora entre a realidade e ...

24/02/2021 - Arte, Ensino Religioso, História

Dialoga, Brasil! – O uso de filmes da sala de aula

 

Palavras-chave:

Filmes, trabalho escolar, criatividade

 

Segmento/ano:

Ensino fundamental


Olá!

Quando falamos do uso de filmes na sala de aula, abrimos uma grande porta criativa que mora entre a realidade e a ficção.

Dessa forma, devemos observar produções audiovisuais como um produto cultural que carrega algumas marcas possíveis de expandir o repertório cultural dos estudantes:

 

“(…) no trabalho escolar com filmes, desde que devidamente organizado, o professor pode adensar esta experiência, para ele e para os seus alunos, exercitando o olhar crítico e encantado, ao mesmo tempo.” (NAPOLITANO, 2009, p. 15).

 

Para exemplificar, vamos falar um pouco sobre o filme A Missão (1986) e como ele pode ser usado no trabalho escolar?

 

 

Nessa obra, podemos, inicialmente, investigar o que representa fatos históricos.

Entre eles, é possível citar o encontro entre os europeus e os povos originários; as missões jesuíticas; a Guerra Guaranítica; entre outros eventos citados abaixo como representações de eventos históricos:

 

Para acessar o PDF clique na imagem ou AQUI.

 

Frente a esses fatos históricos presentes no filme, podemos nos questionar: e o que o filme representa que tende mais à ficção?

É possível aqui problematizar a construção dos personagens: os jesuítas representam mesmo uma alma caridosa e inocente perante os costumes indígenas? Será que a visão de que os indígenas “gostavam” da catequização pode ser romântica demais? Além disso, os povos originários são representados com um típico exotismo, reduzidos a um segundo plano da trama. Seria esse mesmo o papel que eles assumiram no contexto histórico de 1750?

 

Essas fragilidades do filme podem ser entendidas realizando alguns questionamentos:

 

  1. Quem produziu esse filme?
  2. Em que época foi produzido?
  3. Qual época ele retrata?
  4. Quem ele retrata?
  5. Quem é o narrador da trama?

 

As indagações acima nos levam a saber que o filme foi produzido na Inglaterra – no século XX – e retrata portugueses, espanhóis e ameríndios na América do Sul – no século XVIII. Também é importante destacar que a trama é narrada por um funcionário da corte.

Essa leitura mais ampla apura nosso olhar frente às fragilidades que um audiovisual pode apresentar. Neste caso, há uma reprodução de uma ideia civilizatória positiva dos europeus sobre os povos originários.

Esse simples roteiro de análise já se apresenta como uma atividade inicial de sondagem possível de realizar com os estudantes sobre um filme.

 

Mas, que tal desafiar um pouco mais nós e nossos estudantes?

 

“(…) seja qual for a demanda de trabalho, as atividades de cinema precisam ser dinâmicas, desafiadoras, interessantes para o público jovem e jovem adulto e, sobretudo, que contribuam para a formação geral e ampliação do seu repertório cultural.” (NAPOLITANO, 2009, p. 30).

 

Nem sempre a ficção leva a fragilidades! Ela pode ser um caminho de exercício da criatividade para os educandos.

Vamos explorar essa lado da ficção e suas potências para ensino religioso usando o filme A Missão (1986)  no nosso próximo post, fique ligado!

 

Te convidamos para aproveitar e assistir ao filme 🙂

 

 

Habilidades mobilizadas (BNCC):

(EF01ER01) Identificar e acolher as semelhanças e diferenças entre o eu, o outro e o nós.

(EF07ER08) Reconhecer o direito à liberdade de consciência, crença ou convicção, questionando concepções e práticas sociais que a violam.

(EF15AR25) Conhecer e valorizar o patrimônio cultural, material e imaterial, de culturas diversas, em especial a brasileira, incluindo-se suas matrizes indígenas, africanas e europeias, de diferentes épocas, favorecendo a construção de vocabulário e repertório relativos às diferentes linguagens artísticas.

(EF05HI10) Inventariar os patrimônios materiais e imateriais da humanidade e analisar mudanças e permanências desses patrimônios ao longo do tempo.

 

*Texto escrito em parceria entre: Equipe Assessoria de História e Professora Daniela Pereira da Silva

 

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Referências:
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC/SEB, 2017. Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/bncc-20dez-site.pdf>. Acesso em: maio, 2018.
NAPOLITANO, Marcos. Cinema: experiência cultural e escolar. Secretaria de Educação, Estado de São Paulo. Caderno de cinema do professor dois. São Paulo: FDE, p. 10-31, 2009.
DE OLIVEIRA, Cláudia Neli B. Abuchaim. NAPOLITANO, Marcos. Como usar o cinema na sala de aula. São Paulo: Contexto, 2003.

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