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03/09/2020 - Ensino Religioso, História

Pensando Violências...

Olá! O uso de filmes e músicas nas aulas já é algo constante. Pensando nestes recursos, hoje vamos indiciar uma possibilidade de prática interdisciplinar.   Você conhece a música This is America, do cantor Ch...

03/09/2020 - Ensino Religioso, História

Pensando Violências: uma possibilidade interdisciplinar

Olá!

O uso de filmes e músicas nas aulas já é algo constante. Pensando nestes recursos, hoje vamos indiciar uma possibilidade de prática interdisciplinar.

 

Você conhece a música This is America, do cantor Childish Gambino?

 

Clique na imagem para ver o clipe.

 

Esta música e clipe são excelentes instrumentos para refletir sobre diferentes violências estruturais.

Que tal convidar seu colega, professor de Língua Inglesa e propor possibilidades de interpretação desta canção e do clipe? Assim como, a expressão corporal da coreografia pode ser abordada por Arte.

Abaixo segue um link para o site Aventuras na História que apresenta diferentes referencias históricos apresentadas no clipe:

 

                    THIS IS AMERICA, DE CHILDISH GAMBINO: AS REFERÊNCIAS HISTÓRICAS

No clipe que varreu a internet, Donald Glover faz alusão a diversos momentos cruciais da história do conflito racial nos EUA

Acesse o site.

 

Lembrando que este tema pode estar atrelado diretamente á um conteúdo, como pode ser visto nas habilidades mencionadas a abaixo:

(EF08LI18) Construir repertório cultural por meio do contato com manifestações artístico-culturais vinculadas à língua inglesa (artes plásticas e visuais, literatura, música, cinema, dança, festividades, entre outros), valorizando a diversidade entre culturas.
(EF09HI26) Discutir e analisar as causas da violência contra populações marginalizadas (negros, indígenas, mulheres, homossexuais, camponeses, pobres etc.) com vistas à tomada de consciência e à construção de uma cultura de paz, empatia e respeito às pessoas.

Porém o destaque principal está na possibilidade de discutir estruturas violentas da sociedade, como apresenta a própria BNCC:

“Além disso, e tendo por base o compromisso da escola de propiciar  uma formação integral, balizada pelos direitos humanos e princípios democráticos, é preciso considerar a necessidade de desnaturalizar qualquer forma de violência nas sociedades contemporâneas, incluindo a violência simbólica de grupos sociais que impõem normas, valores e conhecimentos tidos como universais e que não estabelecem diálogo entre as diferentes culturas presentes na comunidade e na escola” (BNCC, 2018, p. 61).

Ainda vale destacar que a imagem de capa do post apresenta uma relação entre um momento clipe e um cartaz do século XIX que apresenta Jim Crow personagem no teatro americano.

 

O que achou da proposta? Você conhece músicas e clipes nacionais que contribuem para esta discussão? Compartilhe conosco nos comentários.

 

Equipe Assessoria de História

 

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10/08/2020 - Educação Infantil

Quarentena brincante...

Olá, familiares e professores! Espero que todos estejam bem em seus lares! Como todas as outras postagens, hoje vamos abordar mais um assunto bacana: contação de histórias para crianças de todas as idades. Vocês sa...

10/08/2020 - Educação Infantil

Quarentena brincante para crianças de todas as idades

Olá, familiares e professores!

Espero que todos estejam bem em seus lares!

Como todas as outras postagens, hoje vamos abordar mais um assunto bacana: contação de histórias para crianças de todas as idades.

Vocês sabiam que as histórias têm um papel importante e são fundamentais na formação educacional da criança? É um momento mágico, no qual a criança terá a oportunidade de vivenciar e absorver situações que possa permitir a ela identificar-se com aquele instante, além de contribuir para o desenvolvimento de sua linguagem.

Antigamente, as pessoas demonstravam suas habilidades de comunicação e fala, contando histórias. Entre os povos ancestrais, essas histórias proporcionavam momentos de afeto, descobertas, aprendizagem, união, confraternização e trocas de experiências. A contação de histórias também ajudava os povos antigos a passarem o tempo e a vencerem a solidão, a quietude, a tristeza, o tédio, contar novidades e compartilhar alegrias. E tudo isso, era estimulante e enriquecedor porque despertava ainda mais a vontade e a motivação de quem escutava, a querer ouvir mais e mais e a contar fatos e histórias também. Muitas pessoas se reuniam em volta da mesa, no jardim de suas casas, nas praças e calçadas para contar histórias, casos e situações vivenciadas e todos adoravam ouvir e aprender.

Com o passar dos tempos e por meio desses estímulos gerados pela contação de histórias, foi observado que com elas, crianças, jovens e adultos podem adquirir valores morais e sociais, e ampliar o conhecimento cultural. Nesse contexto percebe-se claramente a importância e o significado das histórias na prática familiar, social e escolar.

Essa prática tão bela, instigante e provocante,  irá contribuir para que a criança amplie seu  gosto pela leitura e pela linguagem, a desenvolver ainda mais a imaginação, a criatividade e o faz de conta tão importante na infância, além de ser excelente ferramenta para auxiliar a criança na observação, reflexão e memória, despertando nela o lado lúdico, característica fundamental para o seu pleno desenvolvimento.

Dessa forma, aproveitando a chegada da estação mais fria do ano, que tal pegar um cobertor para se aquecer e promover seções de contação de histórias para as crianças? É uma dica muito legal para instigar o pensamento, a imaginação, o faz de conta, a criatividade e ampliar a oralidade.

As histórias podem ser contadas em vários espaços diferenciados:  na sala sobre o tapete ou no sofá, no jardim, na cama antes de dormir , durante o banho, na rede, fazendo um piquenique na área externa de sua residência, enfim escolha o espaço e o momento que achar necessário e propício para  tornar a contação bem agradável, divertida e proveitosa.

 

 

 

 

Segundo Ferreira (2011, p.78), os momentos de contar histórias devem ser mágicos como as histórias. Ouvir uma história é muito envolvente e o que mais importa é que as crianças estejam acomodadas confortavelmente, sentadas no chão em tapetes ou almofadas. O espaço pode ser simples, mas o ideal é que seja reservado especialmente para a biblioteca da sala e para a contação de histórias. Veja algumas dicas a seguir.

  • Você pode ficar em pé ou sentado entre as crianças organizadas em um semicírculo.
  • Procure dramatizar a história. Faça entonações diferentes para cada personagem, crie

efeitos sonoros, sempre respeitando a ordem dos acontecimentos.

  • Se desejar, você pode usar fantoches, dedoches, fantasias, imagens soltas, bonecos, músicas e outros recursos como acessórios, de modo a dar mais dinamicidade e vivacidade ao texto.
  • Se você for ler um livro, é importante mostrar às crianças cada página, para que elas possam ver as ilustrações, que vão somar-se aos elementos que ela imaginou.
  • Se você for contar uma história sem o apoio de um livro, é fundamental conhecer bem o enredo, a fim de poder contar de maneira fluente e com suas próprias palavras, utilizando-se de uma linguagem simples.
  • Ao final da sessão, pergunte para as crianças o que elas acharam da história, o que sentiram, se gostaram ou não do final e que outro desfecho elas dariam para a narrativa.

Analisando mais atentamente a prática de contar histórias, seja em casa, seja na escola, é fácil percebermos o quanto isso pode contribuir para o desenvolvimento da criança, com ganhos que perpassam várias áreas, como o cognitivo, o afetivo e o social.

Os educadores, quando praticam a contação ou a “hora” da história (como muitos falam) com suas crianças, são capazes de transformar as vidas delas dentro e fora da escola. Assim é com os pais, avós e outro familiar adulto, que podem ensinar e estreitar os relacionamentos com suas crianças por meio da contação de histórias.

Uma boa história, aquela que encanta, que atrai, que diverte e faz “ viajar” e ir além da imaginação auxilia muito no desenvolvimento em todas as etapas da vida da criança, contribuindo no seu aprendizado, na fala, no raciocínio e na criatividade. A grande mágica é que até mesmo nós adultos somos transformados pelas histórias que ouvimos.

Certamente, além das crianças, papai, mamãe, avós, professores, enfim todos que estiverem participando desse momento irão interagir, aproveitar, se divertir, imaginar e sonhar!

Você que ainda não fez isso, que tal fazer esse exercício e contar alguma história para alguém? Leia, conte, constate e depois nos conte como foi essa experiência incrível e linda que vivenciou!

 

Para saber mais algumas dicas bem bacanas para contar histórias para as crianças acesse  o link https://youtu.be/NmRF3DoVd_U e veja o que a Fafá – Contadora de histórias sugere. Você irá se encantar!

 

Referência:

FERREIRA, L.C.S. Educação na Primeira Infância. Editora Opet. Curitiba, 2011.

Forte abraço e até o próximo post!

Equipe Assessoria Educação Infantil

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    Contar história é um momento que pode influenciar a vida da criança para sempre. Excelente colocações.

    • Olá Maria JOsé, obrigada pela sua opinião, fazemos sempre assuntos que são de interesse para professores de Educação infantil. Abraço e fique de olho nas novidades.

    • Ivone, concordamos com você, momento mágico, não é? E as crianças amam. Abraço e fique de olho nas novidades que vem por aí.

    • Concordamos com você Fabiany, e as crianças amam. Abraço e fique de olho nas novidades que vem por aí.

  • Quando criança adorávamos brincar de casinha faz de conta, cada um era um personagem do sítio do pica pau amarelo. Era muito bom . Turminha de coleguinhas de história. Tempos bons!

    • Erni, recordar é viver e se foram momentos bons, vamos fazer para nossos pequenos. Abraço e fique de olho nas novidades que vem por aí.

  • Realmente a contação de histórias é muito importante para perpetuar a ligação familiar quando ocorre no contexto familiar. A contação de história foi muito importante durante minha infância. No final da tarde mamãe e papai se sentavam juntamente comigo e meus irmãos e contavam várias histórias para nós. Aquele momento era mágico para nós. ficávamos com os olhos vidrados e os ouvidos inclinados querendo saber o que ia acontecer e a cada dia eles mudavam a história e assim esperávamos por uma outra na próxima tarde. E na Educação Infantil penso ser um momento de grande aprendizagem para a criança, uma vez que ela também participa do processo de conto e reconto de histórias, desenvolvendo assim a sua capacidade imaginativa, curiosidade e imaginação, se colocando como protagonista do processo de contação de história. É realmente um momento mágico em que ela (criança) pode se transformar no personagem preferido e mudar o rumo da história com sua imaginação.

    • Maria José, obrigada pela sua contribuição, que delícia recordar, são nossas memórias afetivas. Abraço e fique de olho nas novidades que vem por aí.

  • Outra história emocionante é aquela que a família pode contar através do álbum de família.

    • Landrea, isso mesmo, as memórias afetivas ganham força, e sua sugestão pode ser um excelente recurso para esse momento de ensino remoto. Abraço e fique de olho nas novidades que vem por aí.

    • Puxa Cassia, mas se estou recebendo esse, como pode não chegar seus comentários? Aparece alguma mensagem? Conte-nos por favor. Abraço e fique de olho nas novidades que vem por aí.

  • Adoramos ler histórias em família, principalmente na hora de dormir. Finalizamos com músicas com sons da natureza!!!

    • Flávia, que delícia, isso vai construindo a memória afetiva. Parabéns. Abraço e fique de olho nas novidades que vem por aí.

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    Contando histórias para as crianças desenvolvemos a imaginação, a oralidade e a interação com o ambiente
    Muito bom contar histórias.

    • Ana Emília!
      Além de desenvolver a imaginação, a oralidade e a interação, os momentos das histórias aguçam muito a curiosidade, a descoberta e trabalha bastante também com o faz de conta. Todos esses pontos mencionados são fundamentais e que contribuirão de modo significativo com o desenvolvimento integral das nossas crianças.
      Abraço,
      Equipe Assessoria da Educação Infantil

    • Sim, Ana Emília!
      Além de desenvolver a imaginação, a oralidade e a interação com o ambiente conforme você comentou, a contação de histórias e ou a leitura de histórias desperta ainda mais a curiosidade das crianças, além de fazer do “faz de conta ” momentos repletos de aprendizagem e de importantes descobertas.
      Abraços,
      Assessoria Pedagógica da Educação Infantil do Aprende Brasil

  • Uma das vezes contamos numa cabana de lençóis e mesas e pipoca…com os netos…

    • Que bacana, Aparecida!
      Eu, quando pequena, adorava fazer cabanas para brincar dentro dela. Meus irmãos, primos nos deliciávamos contando histórias e fazendo outras artes.
      Atualmente, meus pais que são avós fazem isso com os netos e eles adoram!
      Abraço,
      Equipe de Assessoria da Educação Infantil

    • E como isso é bom, não é mesmo Aparecida!
      Continue proporcionando momentos assim para as crianças!
      Além de contribuir com o desenvolvimento integral das crianças, serão sempre momentos de alegria, satisfação, diversão e afeto entre todos!
      Abraço,
      Assessoria Pedagógica da Educação Infantil do Aprende Brasil

  • A alfabetização na educação infantil precisa através do brincar, com interação da criança com o mundo onde vive, com historias lúdicas mágicas com muita interação social.

    • Landrea!
      O trabalho da Educação Infantil deve contemplar as interações e brincadeiras, eixos estruturantes importantíssimos que devem nortear nossa prática pedagógica!
      É por meio do brincar, das atividades lúdicas, dos jogos e das interações que nas crianças da Educação Infantil irão aprender de forma mais prazerosa e significativa.
      Tenha um bom dia!
      Equipe de Assessoria da Educação Infantil do Aprende Brasil.

    • Leandra!
      Seu comentário foi respondido logo acima!
      Obrigada,
      Equipe de Assessoria da Educação Infantil.

    • Sim, Landrea!
      Atividades lúdicas na Educação Infantil é de extrema importância e contribui muito com a aprendizagem das crianças. A própria BNCC nos aponta os eixos estruturantes que devem permear o trabalho na Educação Infantil – “Interações e Brincadeiras”. Por meio das brincadeiras e da ludicidade a criança, experimenta, investiga, descobre, aprende e se desenvolve integralmente!
      Abraço,
      Assessoria Pedagógica da Educação Infantil do Aprende Brasil

22/07/2020 - Educação Infantil

BEBÊS E CIA –...

Ouvir histórias é uma atividade tão prazerosa e estimulante que independe da idade do ouvinte ou espectador. Contar histórias deve ser um momento mágico, ouvir histórias é muito envolvente. Mas existe diferença e...

22/07/2020 - Educação Infantil

BEBÊS E CIA – LER HISTÓRIAS PARA BEBÊS E CRIANÇAS BEM PEQUENAS

Ouvir histórias é uma atividade tão prazerosa e estimulante que independe da idade do ouvinte ou espectador. Contar histórias deve ser um momento mágico, ouvir histórias é muito envolvente. Mas existe diferença entre contar e ler histórias?

Tem uma diferença sim, contar histórias podem ser contadas de tradições orais, histórias suas ou histórias clássicas de livros, mas sem ter o livro necessariamente junto com você. Já ler histórias pede o objeto livro, você lê a história.

Com bebê e crianças bem pequenas o importante durante a leitura do livro nem é tanto a história em si porque a criança não tem ainda a compreensão do texto, mas esse é um momento de interação entre o bebê e quem está lendo, a criança vai curtir a atenção que está recebendo e vai agregando valor ao livro, relacionando momento de leitura com prazer.

Leitura com bebês e crianças bem pequenas, têm-se três dicas: hábito (costume de ler desde bem pequeno), vínculo (momento exclusivo entre professor e alunos para curtir a história) e repetição (muito importante para a criança, é essencial para ela).

Dicas de canais para saber mais do assunto:

https://www.youtube.com/watch?v=YggkVma6yuc – Especial Bebês: Dicas de Leitura e Livros

A Cigarra e a Formiga

https://www.youtube.com/watch?v=0wnyc-TJhTw – Dicas de como ler livros para bebês – Fafá Conta

A dica de hoje para leitura é:

 

 

 

 

 

 

Livro pertence a coleção Grupo 1 do Aprende Brasil

 

Como é um livro que traz um tema de muito interesse para os bebês e crianças bem pequenas, sobre animais, aqui tem como sugestões algumas atividades para serem realizadas com as crianças:

Contar ou ler a história fazendo a voz dos animais durante a contação.

Fazer um dado, com os personagens do livro e solicitar a criança que jogue o mesmo, o animal que cair, a criança deve fazer o som.

 

 

 

 

 

 

 

Outra possibilidade com o tema, é cantar a música, Sítio do Seu Lobato, com ilustrações de animais ou com brinquedos.

 

 

 

 

 

 

 

 

Assista: http://www.youtube.com/watch?v=nBmy90DikwQ&feature=related

Uma sugestão é montar um livro da história, segue uma indicação: https://professoraivaniferreira.blogspot.com/2014/09/um-dia-de-sol-na-fazendalivro-artesanal.html

E aí, professor, o que achou dessas nossas sugestões?

E você, como trabalha leitura com seus alunos? Comente e compartilhe com a gente.

 

Forte abraço e até o próximo post!
Equipe Assessoria Educação Infantil
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Fonte: https://pt.slideshare.net/fabianaesteves76/dia-de-sol-na-fazenda-40724258

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  • Além de várias observações que faço dos pequenos no momento da leitura, me divirto quando um deles pede para ele ler o livro para os amiguinhos e faz exatamente como nós professores; mostrando a página para que as crianças vejam as letras, número, ilustrações que vão dando o desenrolar da história…

    • Olá Dulce, obrigada pelo carinho e reconhecimento de nosso trabalho, estamos aqui sempre pensando em algo diferente para propor à vocês. Abraço. Luciane

  • Leio e conto muitas histórias para meus alunos, usando figuras, fantoches, dedoches. É muito prazeroso e encantador ler e contar histórias

  • Leio histórias para os meus alunos com Muito entusiasmo mostrando as figuras, com fantoches e dedoches. Fica muito divertido. Sempre pedem para repetir as histórias contadas
    É uma atividade muito prazerosa contar histórias.

    • Olá Ana Emília, que delícia, continue sempre, as histórias são muito importantes para nossos pequenos. Abraço. Luciane

15/07/2020 - Ensino Religioso

FONAPER: ensino reli...

Professores   Vocês conhecem o Fonaper? O Fonaper (Fórum Nacional Permanente do Ensino Religioso) é a maior associação de professores e pesquisadores de Ensino Religioso do país. Os associados participam de ...

15/07/2020 - Ensino Religioso

FONAPER: ensino religioso

Professores

 

Vocês conhecem o Fonaper?

Fonaper (Fórum Nacional Permanente do Ensino Religioso) é a maior associação de professores e pesquisadores de Ensino Religioso do país. Os associados participam de uma intensa construção coletiva que envolve a troca de ideias, práticas pedagógicas, pesquisas, eventos e proposições.

 

Vale a pena conhecer! Certamente você encontrará diversos materiais disponíveis seja para seus estudos como para planejar aulas.

 

Convite para o Ciclo de Debates 2020:

Em 2020, diante do contexto da pandemia (COVID 19), o FONAPER conjuntamente com a PUC-Minas, a Unimontes e a UFJF, decidiram adiar o XVI Seminário Nacional de Formação de Professores para o Ensino Religioso (SEFOPER), com o tema Ciências da Religião, Formação e Docência em Ensino Religioso, que aconteceria em Belo Horizonte, entre os dias 10 a 12 de setembro de 2020, para o ano de 2021.

 

25/06/20 – Espiritualidade em Tempos de Pandemia [disponível no Youtube, acesse clicando aqui].

23/07/20 – O Ensino Religioso na BNCC

27/08/20 – As DCN para Licenciatura em Ciências da Religião

24/09/20 – A História do FONAPER

29/10/20 – O Presente e o Futuro do FONAPER

 

O Ciclo de Palestras será certificado pelo FONAPER, mediante inscrição. É necessário frequência de 90% de participação para receber certificado, ou seja comparecimento em 4 de 5 palestras.

 

Equipe Assessoria de História e Ensino Religioso

 

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  • Será muito bom participar, tudo tem o seu tempo. O que estamos vivendo não e um tempo perdido e sim um momento de aprendizado. Estávamos acostumados a ir e vir sem olhar para os lados nem tínhamos tempo de observar aqueles que estavam próximos de nos. Precisamos renovar a nossa fé em Deus todos os dias. Um abraço

    • Isso mesmo, além disso a forma que o grupo apresenta a discussão também é clara oportunizando grande aprendizado.

      Equipe de Ensino Religioso.

  • Seria muito bom participar , porem perdemos muito com esse momento difícil que estamos vivendo.

    • Os encontros são transmitidos ao vivo pelo Youtube e depois ficam disponíveis gravados. No site também é possível encontrar materiais.

      Equipe de Ensino Religioso.

02/07/2020 - História

A atualidade de Jean...

Olá Professores   Francês e calvinista, Jean Léry escreveu a obra “Histoire d’um Voyage fait em la terre du Bresil, dite Amerique” (traduzido como “Viagem à terra do Brasil”) sendo editada em 1578. A f...

02/07/2020 - História

A atualidade de Jean Léry

Olá Professores

 

Francês e calvinista, Jean Léry escreveu a obra “Histoire d’um Voyage fait em la terre du Bresil, dite Amerique” (traduzido como “Viagem à terra do Brasil”) sendo editada em 1578.

A fonte histórica pode ser encontrada na seção Livros Raros disponibilizados na Biblioteca Digital do Senado Federal, excelente site para encontrar documentos e livros originais digitalizados, acesse clicando aqui.

 

Capa do livro “Histoire d’um Voyage fait em la terre du Bresil, dite Amerique”.

 

O tom de atualidade da obra se encontra na sua visão mais etnográfica, que procura perceber as diferenças culturais entre europeus e indígenas sem tantas hierarquizações, de uma forma mais horizontal.

Ao projetarmos a visão de Léry em nossa sociedade, podemos afirmar que sua atualidade é evidente, pois as populações indígenas ainda sofrem com as mesmas formulações sobre sua indolência e barbárie, e a formulação do calvinista francês já apontava para uma compreensão mais profunda, no que hoje chamamos de diversidade cultural, contribuindo para chamar a atenção de nossa sociedade para este conceito, bem como possibilitando a análise dos conceitos de empatia, de etnocentrismo e de alteridade.

 

Vale destacar que a sugestão apresentada neste post pode ser relacionado com o conteúdo dos Volumes 1 e 2 do 7o. ano

Livro de História, Volume 1 e 2, 7o. ano, páginas 13 e 44.

 

Também, pode ser associado ao conteúdo do Volume 2, do 4o. ano.

Capa do Livro Didático de História, Volume 2, 4o. ano.

 

O que achou da proposta? Compartilhe conosco nos comentários.

 

Equipe Assessoria de História

 

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  • Não finalizamos ainda o volume 1 , mas é uma boa proposta para atividade complementar.

    • Olá Tânia
      Bom que já pode ser contemplado no próximo planejamento!
      Depois compartilhe conosco como foi a experiência.

29/06/2020 - Educação Infantil

Quarentena brincante...

Olá, pessoal! Espero que o final de semana tenha sido feliz e que todos estejam bem! Como já constatado, percebemos que as brincadeiras auxiliam a estimular os aspectos do desenvolvimento humano! Nem sempre é necessá...

29/06/2020 - Educação Infantil

Quarentena brincante para bebês e crianças bem pequenas

Olá, pessoal!

Espero que o final de semana tenha sido feliz e que todos estejam bem!

Como já constatado, percebemos que as brincadeiras auxiliam a estimular os aspectos do desenvolvimento humano!

Nem sempre é necessário ter brinquedos prontos e estruturados, com barulhinhos e músicas para despertar o interesse dos pequenos. Com dedicação, interesse , imaginação e criatividade é possível inventar brincadeiras, jogos e brinquedos que chamem atenção das crianças, que agucem a curiosidade, a experiência e a descoberta e que contribuam para o seu pleno desenvolvimento.

Hoje, gostaria de apresentar uma brincadeira lúdica para estimular o raciocínio, a coordenação, a diversão e a concentração das crianças.

Objetos da própria casa ou materiais recicláveis que seriam descartados ou jogados no lixo se tornam brinquedos e brincadeiras diferentes, divertidas e de grande aprendizado.

Brinquedo com caixa de ovo

Caixa de ovos vira brinquedo de encaixar.

 A primeira dica é “ furando a caixinha de ovos”.

Furar a caixa de ovos para que a criança possa encaixar hastes flexíveis (ou cotonetes) é ótimo para desenvolver a coordenação motora fina, o movimento pinça, a linguagem corporal e a concentração. Essa brincadeira pode entreter e alegrar os pequenos por muito tempo e ser repetida várias vezes.

Para fazer esta atividade, pegue um objeto perfurante (pode ser uma chave de fenda ou tesoura), fure a caixa de ovo e dê as hastes flexíveis para a criança começar a encaixá-las nos buraquinhos feitos, se entreter e brincar. Vale lembrar que esta brincadeira deve ser supervisionada por um adulto, já que as hastes podem ser atrativas para as crianças e colocadas em lugares perigosos, como olhos e boca.

Outra opção é “enchendo a caixinha de ovos”.

Esta sugestão também é ótima para desenvolver a coordenação motora, o movimento pinça, a noção de espaço, o raciocínio e demais habilidades.

Para esta proposta, pegue uma caixinha de ovos, deixe-a aberta e coloque-a sobre um tapete no chão da sala ou do quarto ou de outro ambiente da casa que desejar.

Coloque dentro de uma caixinha ou pote ou pratinho de plástico alguns objetos ( tampas de garrafa pet, pompons de lã, bolinhas feitas de massinha de modelar, pecinhas de lego, enfim o que desejar e que tiver disponível e que seja do tamanho suficiente para colocar no lugar dos “ ovos” que não estão mais na caixa).

Em seguida, é só deixar a criança colocar os objetos dentro dos espaços vazios da caixinha de ovos. É interessante observar se a criança coloca um único objeto ou mais de um no mesmo espaço, se preenche todos os espaços vazios, se coloca e depois retira o objeto para repetir a brincadeira, pega um de cada vez ou se consegue pegar dois ou mais objetos e coloca-os em uma única vez, enfim observar qual foi a estratégia e raciocínio utilizado por ela ao tentar completar a caixinha de ovos. Lembro novamente, que esta brincadeira deve ser supervisionada por um adulto, já que os objetos disponibilizados podem ser atrativos para as crianças e colocados na boca.

 

 

 

 

 

As duas propostas são muito interessantes para essas faixas etárias e é importante, por parte do adulto proporcionar situações que possam instigar o pensamento e a descoberta da criança, fazendo alguns questionamentos como:

“Porque você colocou a haste aqui e não ali?”

“Parabéns, você colocou as hastes em todos os buraquinhos da caixinha!”

“Será que todas as hastes foram colocadas nos buraquinhos da caixinha?”

“Quer minha ajuda?”

“Porque você não colocou todos os objetos dentro dos espaços vazios da caixinha de ovos?”

“Porque você colocou os objetos na caixinha sempre deixando um espaço vazio entre eles?”

“Porque você colocou dois objetos num único espaço da caixinha?”

“Ficou algum espaço sem ser preenchido?”

“Parabéns, você preencheu todos os espaços vazios da caixinha de ovos.”

É importante a interação, a participação e a observação do adulto durante a realização da atividade. Assim, é possível perceber as capacidades, o interesse, a motivação, as dificuldades e as conquistas da criança, assim como propostas tão simples podem contribuir para o seu pleno desenvolvimento.

Depois que brincar com seus pequenos, deixe um comentário contando como foi a experiência da caixinha de ovos.

Forte abraço e até o próximo post!

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