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24/09/2020 - Língua Inglesa

Padlet nas aulas de ...

Hello, everyone!!! How are you doing? I hope you are really good! Learning new things and rhythms! Por aqui estamos a mil por hora! A cada dia nos surpreendendo com a criação dos professores e a sua paixão por ensinar...

24/09/2020 - Língua Inglesa

Padlet nas aulas de inglês – um mural interativo para criar e compartilhar

Hello, everyone!!!

How are you doing? I hope you are really good! Learning new things and rhythms!

Por aqui estamos a mil por hora! A cada dia nos surpreendendo com a criação dos professores e a sua paixão por ensinar.

Em nossa formação digital, no curso Inglês com jogos e brincadeiras estamos trabalhando o conceito e algumas possibilidades de gamificação.

Para conseguir um mural colaborativo e postar atividades, imagens, textos, vídeos, utilizamos o Padlet. O Padlet é uma ferramenta online que funciona como mural interativo e permite criar um espaço onde professor e alunos podem interagir postando ideias, vídeos, links, imagens, comentando e dando like nas outras postagens. E você pode utilizar facilmente no Google Classroom ou enviar link e QR code para compartilhamento.

Fizemos um Padlet para o curso, sobre gamificação. Visite e veja!

https://padlet.com/cassianabeghetto/rimkj1b1r9gk05oh

É possível salvar todas as publicações do mural em PDF, no formato de jornal, revista.

         

A professora Maria Luciana de Brito Martins foi logo criar o dela para usar em suas aulas! Veja:

Professores que aprendem, criam, aproveitam a oportunidade, fazem a diferença!

Parabéns, Luciana!

Go for it!

The students need teachers like that!

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09/09/2020 - Língua Portuguesa

Como usar a sala de ...

Olá, professor! Olá, professora! Tudo bem? Hoje trazemos uma sugestão de estratégia a partir da proposta da sala de aula invertida. Você sabe o que é sala de aula invertida? Também conhecida como “flipped cl...

09/09/2020 - Língua Portuguesa

Como usar a sala de aula invertida no ensino remoto?

Olá, professor! Olá, professora! Tudo bem?

Hoje trazemos uma sugestão de estratégia a partir da proposta da sala de aula invertida. Você sabe o que é sala de aula invertida?

Também conhecida como “flipped classroom”, a sala de aula invertida, assim como o nome já aponta,  inverte os momentos da aula, com o objetivo de que o aluno tenha contato com o “conteúdo” / “tema” da aula antes – seja por meio de textos, vídeos, áudios, pesquisas, atividades – e o momento em que estiver na sala de aula, com o professor, aproveite este momento para debater, tirar dúvidas, ampliar… Deixamos aqui um link com uma entrevista com Jon Bergmann para que você possa conhecer mais sobre a proposta: https://desafiosdaeducacao.grupoa.com.br/jon-bergmann-e-a-sala-de-aula-invertida/

 

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Certo, mas se a ideia da sala de aula invertida é ter o contato na sala de aula – no momento presencial – para as trocas, ampliações, construções – como podemos fazer isso agora neste momento de aulas remotas? Adaptando a proposta para o nosso atual contexto: entendendo que é necessário um momento de reunião, de troca de ideias, de conversas – podemos considerar que este encontro também pode ser virtual (e, quando as aulas retornarem presencialmente – ou na proposta do ensino híbrido, estes momentos podem ser presencialmente também). Para isso é possível utilizar vários recursos diferentes como Zoom, Teams, Google Meet, plataformas de ambientes virtuais de aprendizagem, salas virtuais no messenger, whatsapp etc.

E como podemos organizar uma proposta assim? Depende do que você quer explorar com seus alunos e com qual objetivo – por isso o planejamento aqui também é essencial (até porque estamos falando de uma aula). Uma vez definido o conteúdo/tema que será discutido, primeiro é preciso pensar como você fará com que seus alunos tenham contato com esse assunto. Pode ser por meio de um vídeo que explore o tema ou até uma videoaula – você pode usar as videoaulas do canal do Aprende Brasil no YouTube, por exemplo. Lá temos videoaulas de todos os componentes curriculares, desde a Educação Infantil até o Ensino Fundamental – anos finais, acompanhando a organização e propostas presentes nos livros didáticos do Sistema de Ensino Aprende Brasil. Vale a pena dar uma olhada:  https://www.youtube.com/c/SistemaAprendeBrasil/playlists.

Também pode ser um texto sobre o assunto; um arquivo com uma sistematização; um áudio falando sobre o tema; uma breve introdução encaminhada em um texto e um pedido de pesquisa para descobrir mais sobre o assunto etc. Caso você e seus alunos estejam usando o Aprende Brasil ON, você pode criar uma atividade e inserir este material lá dentro (assim você consegue acompanhar o acesso da turma). É possível ir variando a estratégia e/ou escolher a mais adequada para a faixa etária / nível dos alunos / contexto-realidade. O importante é que, de alguma forma, os alunos sintam-se desafiados para que esta primeira etapa – que demanda a atenção e envolvimento deles – tenha bons resultados.

O próximo momento é a parte do encontro para conversar sobre aquilo que foi encaminhado na primeira etapa. Aqui a estratégia a ser aplicada dependerá do que foi enviado previamente, do seu objetivo de aula (aquilo que você quer alcançar com seus alunos) e também do perfil da sua turma. Mas, basicamente, precisa ter um encontro (que, na nossa proposta – de ensino remoto, é um encontro virtual). Para isso, é necessário combinar com os alunos antes, o prazo para que eles realizem a primeira etapa e também alertá-los para que estejam preparados para esse segundo momento em que eles devem trazer: o que entenderam do conteúdo/tema; as pesquisas realizadas e/ou atividades propostas; as ampliações e aprofundamentos; e, especialmente, as dúvidas.

Também é necessário planejar o encontro virtual (além de escolher por qual meio ele será realizado, data/horário/duração), pensando nos encaminhamentos que fará para que haja a participação dos seus alunos; para que haja momentos de escutar o que eles trouxeram; para que você possa ampliar e também tirar as dúvidas. Aqui, também é possível utilizar outra proposta de metodologia ativa: aprendizagem por pares – quando, depois de uma rodada inicial para que os alunos tragam o que entenderam sobre o conteúdo/tema, e, ainda havendo dúvidas, você permite que os próprios alunos conversem entre eles e expliquem uns para os outros. É sempre uma proposta muito interessante e com resultados significativos.

No encontro virtual também pode haver momento de atividades realizadas de forma coletiva e em pequenos grupos. E, claro, ainda podemos adaptar de muitas outras formas: para cada aluno ou pequeno grupo pode ser um conteúdo/tema diferente e, para cada encontro virtual, um responsável (aluno ou grupo) traz para apresentação/discussão o estudo realizado, com um momento para uma rodada de perguntas dos colegas; pode solicitar que o responsável grave um vídeo com seu estudo e encaminhe para todos da turma (depois de sua prévia avaliação) e será a partir desse vídeo que todos irão pesquisar mais e realizar algumas atividades propostas para, depois, no encontro virtual, trazerem suas complementações e dúvidas etc.

A sala de aula invertida é uma proposta de metodologia ativa que coloca o aluno como protagonista no processo de construção do conhecimento e, portanto, é uma boa opção para explorarmos em nossas aulas – também nesse momento de aulas remotas. O que vocês acharam? Já utilizaram estratégias assim com suas turmas? Compartilhem suas experiências aqui conosco!

 

Grande abraço e até breve!

Assessoria de Língua Portuguesa

linguaportuguesa@aprendebrasil.com.br

 

 

 

 

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08/04/2020 - Informática Educativa, Língua Portuguesa

Aplicativos úteis para as aulas

Olá, pessoal!

 

Vamos verificar alguns aplicativos úteis para a Educação?!

 

Na postagem passada, falamos um pouco sobre metodologias ativas e trouxemos algumas sugestões de livros sobre o tema (recheados de ideias bacanas para serem aplicadas em sala de aula: se você ainda não viu este post, confere lá depois! http://educadores.aprendebrasilon.com.br/blogassessoria/category/lingua-portuguesa/

 

Agora, até para auxiliar, também, na aplicação de metodologias ativas, trazemos uma relação de aplicativos (apps) que podem ser aproveitados para construir suas aulas… veja só:

 

Imagem de Gerd Altmann por Pixabay_finger-769300_640

 

 

Aplicativos na Educação*

 

  • Pixton

Aplicativo para criação de quadrinhos de forma fácil e rápida.

 

  • Scribble Press

Com o Scribble Press é possível contar sua história com imagens e fotos.

 

  • UTellStory

O UTellStory é uma plataforma on-line que permite contar e compartilhar histórias com fotos, vídeos, áudios e animações.

 

  • Meograph

O Meograph é um dos sites mais conhecidos para a criação de histórias próprias.

 

  • VoiceThread

Com o VoiceThread, o aluno poderá fazer uma gravação junto a quantas pessoas quiser e compartilhar esse conteúdo em diversos sites. Além disso, cada gravação pode receber comentários em formato de vídeo, imagem, áudio e texto.

 

  • StoryKit

O StoryKit permite que o aluno faça um conteúdo interativo com facilidade e rapidez. Ele só precisa ter uma boa história, criatividade e pronto! Suas histórias terão imagens, sons e animações para melhorar ainda mais a experiência de storytelling.

 

  • Puppet Pals HD

O Puppet Pals HD é utilizado para criar uma apresentação com animação e áudio de forma fácil e rápida. Com o Puppet Pals é possível escolher os personagens da história e gravar a voz por cima. É uma ótima ferramenta para liberar a imaginação e dar vida às histórias que estão na mente.

 

  • Storyboard

O Storyboard é um software usado para quem quer criar uma história rapidamente. Além disso, com essa ferramenta, é fácil compartilhar e salvar suas criações.

 

  • SonicPics

O SonicPics permite organizar imagens e fazer gravações narrando sobre elas.

 

  • Comic Life

Para o aluno que sempre quis ser um escritor de histórias em quadrinhos, o Comic Life torna seu sonho possível. O aplicativo permite a utilização de fotos e imagens do próprio celular para criar as histórias.

 

  • SlickFlick

O SlickFlick utiliza as fotos do celular para criar vídeos e animações, ao contar a história de maneira fácil e compartilhá-la com seus amigos.

 

  • Hands

O Hands é um aplicativo colaborativo em que várias pessoas podem, juntas, escrever e criar histórias com imagens, textos, áudios e animações.

 

Aplicativos para interação imediata / questionários

 

O Poll Everywhere serve para realizar anotações no corpo do texto durante a leitura, e o professor, ao iniciar a explicação, parte das anotações dos alunos. As anotações podem ser transcritas no quadro, mas fica mais interessante se o professor usar alguma rede social ou plataforma on-line. A ideia é que o slide vá sendo construído com os alunos de modo colaborativo.

 

O Socrative permite a criação de questionário e transforma o dispositivo do aluno em um clicker. Possibilita, ainda, a utilização de vídeo e imagem e gera resultados analisáveis por questão e por aluno.

 

O Kahoot possui a mesma finalidade apontada pelo Socrative, ou seja, também permite a geração de questionários, transformando o dispositivo do aluno em um clicker. Podem ser utilizados vídeos e imagens, analisáveis por questão e por aluno.

 

*(retirados do livro “A sala de aula inovadora: estratégias pedagógicas para fomentar o aprendizado ativo”, de Fausto Camargo e Thuinie Daros, Editora Penso, 2018)

 

 

O que vocês acharam desta relação? Já usaram algum destes aplicativos? Conhecem outros interessantes? Compartilhem conosco aqui, queremos receber suas contribuições!

 

E, claro, mandem também suas sugestões de pautas para as próximas postagens! 😊

 

Até breve!

Equipe de Assessoria de Língua Portuguesa

linguaportuguesa@aprendebrasil.com.br

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  • [* O plugin Shield marcou este comentário como “Trash”. Motivo: Teste Bot Falhado (caixa de seleção) *]
    Muito importante o uso dos aplicativos sugeridos para melhor desenvolver as metodologias ativas,mas a maiora dos professores/pessoas necessitam ser capacitadas para saber fazer o uso em suas práticas pedagógicas,a maioria é de uma geração que as ferramentas digitais ainda não existia,e estão se adaptando com os recursos tecnológicos digitais.
    As capacitações tem que levar em conta esse público alvo que está na ativa tendo que se adequar ao mundo digital.

  • [* O plugin Shield marcou este comentário como “Trash”. Motivo: Teste Bot Falhado (caixa de seleção) *]
    Que universo fantástico de possibilidades.

07/04/2020 - Informática Educativa, Língua Portuguesa

E as metodologias ativas?!

Olá, pessoal! Como vocês estão?

 

Vamos trocar ideias sobre metodologias ativas? Hoje, iniciamos esta proposta com algumas sugestões de livros que abordam este tema e trazem muitas ideias que podem ser colocadas em práticas.

 

As metodologias ativas, de acordo com Lilian Bacich:

 

“[…] englobam uma concepção do processo de ensino e aprendizagem que considera a participação efetiva dos alunos na construção da sua aprendizagem, valorizando as diferentes formas pelas quais eles podem ser envolvidos nesse processo para que aprendam melhor, em seu próprio ritmo, tempo e estilo.”

(BACICH; MORAN, 2018, p. xv – prefácio).

 

Agora, mais do que nunca, percebemos o quanto é importante o desenvolvimento da autonomia nos alunos e seu papel como protagonista na construção do conhecimento. E as metodologias ativas de aprendizagem têm como foco justamente a participação ativa e reflexiva do aluno, portanto, podem ser uma boa opção para procurar envolver a garotada.

 

Imagem de Gerd Altmann por Pixabay_social-1966010_640

 

 

Separamos algumas sugestões de livros que trazem reflexões importantes sobre metodologias ativas de aprendizagem e, principalmente, apresentam propostas para a prática. Fiquem ligados:

 

Metodologias ativas para uma educação inovadora: uma abordagem teórico-prática

(Organizadores: Lilian Bacich e José Moran – 2018)

 

BACICH, Lilian; MORAN, José (Orgs.). Metodologias ativas para uma educação inovadora: uma abordagem teórico-prática. Porto Alegre: Penso Editora, 2018.

 

Metodologias inov-ativas na educação presencial, a distância e corporativa

(Andrea Filatro e Carolina Costa Cavalcanti – 2018)

 

FILATRO, Andrea; CAVALCANTI, Carolina Costa. Metodologias inov-ativas na educação presencial, a distância e corporativa. São Paulo: Saraiva Educação, 2018.

 

Metodologias ativas e personalizadas de aprendizagem: para refinar seu cardápio metodológico

(Angelo Luiz Cortelazzo et al. – 2018)

 

CORTELAZZO, Angelo Luiz et al. Metodologias ativas e personalizadas de aprendizagem: para refinar seu cardápio metodológico. Rio de Janeiro: Alta Books, 2018.

 

Metodologias ativas para a educação presencial, blended e a distância

(João Mattar – 2017)

 

MATTAR, João. Metodologias ativas: para a educação presencial, blended e a distância. São Paulo: Artesanato Educacional, 2017.

 

Aprendizagem ativa nos anos iniciais do ensino fundamental

(Anitra Vickery et al. – 2016)

 

VICKERY, Anitra et al. Aprendizagem ativa nos anos iniciais do ensino fundamental. Porto Alegre: Penso, 2016.

 

A sala de aula inovadora: estratégias pedagógicas para fomentar o aprendizado ativo

(Fausto Camargo e Thuine Daros – 2018)

 

CAMARGO, Fausto; DAROS, Thuine. A sala de aula inovadora: estratégias pedagógicas para fomentar o aprendizado ativo. Porto Alegre: Penso, 2018.

 

Aprendizagem invertida para resolver o problema do dever de casa

(Jonathan Bergmann – 2018)

 

BERGMANN, Jonathan. Aprendizagem invertida para resolver o problema do dever de casa. Porto Alegre: Penso, 2018.

 

 

E olha que legal: a Editora Grupo A (selo Penso) liberou o download do livro Aprendizagem invertida para resolver o problema do dever de casa, do Jonatham Bergmann.

Corre e baixe já:  https://www.grupoa.com.br/eb-aprend-invertida-p-resolver-o-prob-do-deve-p1003075?tsid=34

 

 

Então, pessoal, nossas indicações bibliográficas não esgotam, de forma alguma, o assunto (não temos nenhuma pretensão disso, pelo contrário!) – aliás, queremos trazer algumas possibilidades aqui, mas, especialmente, queremos receber suas contribuições.

 

Então, quais outros livros que você conhece que trazem propostas legais sobre metodologias ativas, direcionadas para a Educação Básica?

Deixem aqui nos comentários suas sugestões! 😊

 

 

Até breve!

 

Equipe de Assessoria de Língua Portuguesa

linguaportuguesa@aprendebrasil.com.br

 

 

 

BACICH, Lilian; MORAN, José (Orgs.). Metodologias ativas para uma educação inovadora: uma abordagem teórico-prática. Porto Alegre: Penso Editora, 2018.

 

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12/09/2019 - Língua Portuguesa

Gamificação em Lí...

Olá, Profes, tudo bem com vocês?   Como de costume, a publicação de hoje também se origina a partir de uma situação vivenciada no atendimento realizado junto a vocês nas escolas. Na ocasião, diante da propo...

12/09/2019 - Língua Portuguesa

Gamificação em Língua Portuguesa

Olá, Profes, tudo bem com vocês?

 

Como de costume, a publicação de hoje também se origina a partir de uma situação vivenciada no atendimento realizado junto a vocês nas escolas. Na ocasião, diante da proposição de uma estratégia de gamificação, um professor afirmou que não “curtia” aquele tipo de jogo e, por isso, não veria aplicabilidade daquela estratégia em suas aulas. Foi justamente esse comentário que nos levou a relembrar o seguinte fato:

Em determinado ano, no trabalho realizado junto aos alunos, teríamos que discutir com eles o Gênero Lírico e os textos poéticos. Considerando as características dos jovens, pensamos em como fazer para tornar a reflexão mais próxima do cotidiano deles. Observando-os, atentamente, nos intervalos e corredores, percebemos que o funk era o estilo musical que eles ouviam bastante. Contudo, esse era exatamente o estilo de música que “detestávamos”.

Então, profes, conseguiram perceber o impasse gerado e sua relação com a situação inicial apresentada no início desse post?

Na ocasião, ao invés de não explorar as potencialidades que o funk apresentava (e pensando no que melhor poderia atrair os alunos para o desenvolvimento de sua aprendizagem), mergulhamos no universo do funk. As letras e músicas foram o ponto de partida para refletirmos sobre as subjetividades ali manifestas e, por conseguinte, o lirismo. Os alunos levaram algumas músicas para a sala de aula e as apresentaram para a turma. Exploramos as temáticas presentes nas letras e, a partir disso, investigamos como essas mesmas temáticas estavam presentes em composições de outras épocas. Alguma dúvida de que os alunos amaram essa investigação?

Pois bem, isso nos levou à compreensão de que muito mais do que olhar somente para nossos gostos pessoais, estarmos atentos àquilo que desperta a atenção e o interesse dos alunos para uma aprendizagem significativa é o grande segredo. E vocês, profes, já tiveram alguma experiência parecida? Como a encararam? Quais foram os resultados? Contem para nós nos comentários.

 

Até breve!

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09/08/2019 - Ciências

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