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18/09/2020 - Língua Portuguesa

Regência nominal em...

Olá, professores(as). Como vocês estão? Hoje vamos dar uma dica que pode ser usada para trabalhar o conteúdo de regência nominal. Quando ensinamos a relação entre “regente” e “regido” é importante demarca...

18/09/2020 - Língua Portuguesa

Regência nominal em prática

Olá, professores(as).
Como vocês estão?

Hoje vamos dar uma dica que pode ser usada para trabalhar o conteúdo de regência nominal.

Quando ensinamos a relação entre “regente” e “regido” é importante demarcarmos a dependência que existe entre os termos. Para isso, não basta realizar o estudo isolado dos diferentes casos, é preciso criar oportunidades para que os alunos possam refletir sobre esses usos, ampliando, assim, a percepção de que há dependência do nome em relação aos seu complemento.

Como ampliar essa percepção?

– Selecione títulos ou trechos de reportagens, mas lembre-se de deixar as frases incompletas. Exemplo:

“Aluno relata que teve dificuldade…”
“O estudo é referente…”
“Especialistas ainda têm dúvidas…”

– Mostre esses trechos aos alunos e solicite que levantem hipóteses sobre o desfecho dessas reportagens;

– Cada um deverá construir uma lógica para poder completar essas frases;

– Depois, todos deverão explicar quais foram as hipóteses que criaram para cada desfecho;

– Nesse momento, você já pode verificar como foi que os alunos relacionaram intuitivamente os nomes (dificuldade, referente e dúvidas) aos seus complementos;

Professor (a), sabemos que grande parte das regras gramaticais são internalizadas pelos falantes, que, muitas vezes, nem as percebem nos usos espontâneos que fazem da língua. Isso quer dizer que, nessa atividade, os alunos podem até ter usado corretamente as regras de regência nominal sem se dar conta de que sabiam fazer isso naturalmente. Por isso, depois que todos comentarem suas hipóteses, mostre isso a eles, ressaltando as frases da seguinte maneira:

“Aluno relata que teve dificuldade…” – Em quê? Para quê? Com quê?
“O estudo é referente…” – A quê?
“Especialistas ainda têm dúvidas…” –  Sobre o quê?

– Se tiverem acertado o uso das preposições, mostre a eles que souberam aplicar corretamente as regras de regência nominal. Caso tenham cometido algum desvio, explique que é sempre importante pesquisar essa relação de dependência entre os termos durante a escrita de um texto.

Essa atividade é simples, mas muito eficiente. Ela serve também para incentivar os alunos a refletirem mais sobre a língua e os usos reais que fazem dela.

Se desejar, essa prática também pode ser ampliada para o estudo de outros conteúdos, por exemplo, o de transitividade verbal. Outra sugestão é usar diferentes gêneros textuais como: títulos de filmes, mensagens de texto, e-mails etc.

O mais importante é praticar e refletir sobre a língua!

Gostou dessa dica?
Comente aqui.

Até breve!
Assessoria de Língua Portuguesa
linguaportuguesa@aprendebrasil.com.br

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16/09/2020 - Língua Portuguesa

Efeitos de modaliza...

Olá, professores (as). Como vocês estão? A dica de hoje é uma atividade prática e divertida para trabalhar os efeitos de modalização do discurso. A ideia é fazer essa atividade para ampliar o estudo desse conteú...

16/09/2020 - Língua Portuguesa

Efeitos de modalização

Olá, professores (as).
Como vocês estão?

A dica de hoje é uma atividade prática e divertida para trabalhar os efeitos de modalização do discurso.

A ideia é fazer essa atividade para ampliar o estudo desse conteúdo, ou seja, o ideal é que os alunos já saibam o que são modalizadores e já tenham estudado ou realizado algumas atividades sobre isso.

Como fazer?

– Escolha alguns trailers de filmes que estão disponíveis no Youtube (verifique a classificação indicativa e selecione de acordo com a faixa etária dos seus alunos);

– Inicie essa atividade passando um trecho da cena do filme;

– Durante uma cena importante, pare a reprodução do trailer e questione: o que acontecerá a seguir?

– Solicite aos alunos que escrevam algumas hipóteses sobre o desfecho dessa cena, usando os modalizadores que já foram estudados.

Exemplo:

Se o aluno já assistiu ao filme e, portanto, sabe o que vai acontecer, ele poderá usar uma forma que expresse certeza: “Certamente, o cachorro derrubará o bolo”.

Se o aluno já assistiu ao filme, mas não se lembra da cena, ele poderá usar uma forma que expresse dúvida: “É provável que o cachorro derrube o bolo”.

Se o aluno não assistiu ao filme, poderá criar uma hipótese: “Pode ser que o cachorro derrube o bolo”.

Nessa atividade, é possível recorrer ao uso de diferentes formas de modalização: certeza, dúvida, delimitação, desejo, emoção etc. O objetivo, aqui, é praticar o uso desses recursos e demonstrar aos alunos que um mesmo conteúdo pode ser transmitido de formas diferentes, expressando posicionamentos e visões diferentes, de acordo com a intenção do enunciador.

Você pode concluir essa atividade com uma análise dos modalizadores nas críticas, resenhas e comentários – sobre esse filme – disponíveis em sites e redes sociais.

Essa foi a dica de hoje.
Você já realizou alguma prática diferente? Como foi?
Comente aqui.

Até breve!
Assessoria de Língua Portuguesa
linguaportuguesa@aprendebrasil.com.br

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  • Eu gostei muito dessa forma de trabalho, vou utilizar quando tiver oportunidade. Em minha escola já trabalhei com atividade de leitura onde os alunos escreviam outro final para a história, cada um a sua maneira.

24/08/2020 - Língua Portuguesa

Hoje é dia de entre...

Olá, professor(a)! Tudo bem com você? Continuando com nossas sugestões de práticas, também para este momento de distanciamento social e aulas remotas, hoje trazemos uma proposta com o gênero textual entrevista (que...

24/08/2020 - Língua Portuguesa

Hoje é dia de entrevista!

Olá, professor(a)! Tudo bem com você?

Continuando com nossas sugestões de práticas, também para este momento de distanciamento social e aulas remotas, hoje trazemos uma proposta com o gênero textual entrevista (que é bastante explorado em toda a Educação Básica – por isso é bem tranquilo para adaptar e conseguir ajustar para o ano/série com que você está trabalhando).

  • O primeiro passo é possibilitar que os alunos tenham contato com entrevistas – por isso vale indicar alguns sites para que eles possam acessar (tanto entrevistas escritas como em áudios e vídeos). Também pode aproveitar as entrevistas que estão impressas nos livros didáticos ou indicadas ali (há muitas entrevistas nos livros do Sistema de Ensino Aprende Brasil, ao longo do Ensino Fundamental, em diversos volumes e que podem ser aproveitadas) e também é fácil encontrar em revistas.
  • Depois, é interessante indicar alguns vídeos que explorem o gênero textual entrevista, sua função, características/estrutura. Temos algumas videoaulas (do 4° e do 5° anos) que irão explorar o gênero. Seguem os links:

 

Mas vocês também podem gravar seus próprios vídeos para encaminhar para os alunos e/ou também indicar outras videoaulas.

  • Na sequência, a ideia é propor que os alunos se preparem para produzir suas entrevistas (escolhendo o tema; o entrevistado; elaborando as perguntas; escolhendo o suporte de veiculação). Você pode, de acordo com a realidade/contexto da sua turma, ajudar a definir alguns desses elementos. Também é possível sugerir algum material de apoio – por exemplo, para a construção do roteiro de perguntas.
  • Neste momento, em que todos estão em casa, o entrevistado pode ser alguém da própria família (e o tema pode ser, inclusive, os desafios do distanciamento social provocado pela pandemia) e a entrevista poder ser gravada com o próprio celular (tanto com vídeo ou apenas com o recurso do áudio).
  • Também é possível enviar as perguntas por whatsapp para outros contatos, de acordo com a proposta da entrevista, recebendo as respostas da mesma forma.
  • Ou, ainda, agendar um encontro on-line, via Zoom, Teams ou Google Meet (por exemplo), com a pessoa que se deseja entrevistar e gravar este encontro, enquanto faz este bate-papo com perguntas e respostas.
  • E, é claro, também há a possibilidade de enviar as perguntas por escrito (pode ser por e-mail e até por carta, se for o caso) e aguardar a resposta (também por escrito).
  • Depois, chega a hora de compartilhar essas entrevistas. O ideal é que toda a turma possa ter acesso, por isso você pode usar, por exemplo, recursos digitais como o Padlet (mural virtual) para a exposição das entrevistas (que aceita todos os formatos: tanto texto, como imagens, áudios e vídeos), ou pode inserir no Google Classroom. Mas, também é possível compartilhar em ferramentas de Podcast, via YouTube e até por whatsapp – depende do seu contexto e do seu propósito.

 

Você também pode aproveitar algumas das ideias propostas nos planejamentos sugeridos pela Nova Escola (e tem adaptação para o ensino remoto, em uma das abas). Aqui seguem os links para algumas propostas:

 

A ideia é praticar mais um gênero textual, de forma leve e produtiva, fazendo com os que os alunos percebam, inclusive, além da função/intencionalidade do texto, a forma de linguagem empregada para cada situação (de acordo com o entrevistado, com o suporte em que a entrevista será exibida, com o público-alvo, se é escrita ou oral e também com o tema discutido).

 

Gostou da proposta? Compartilhe aqui conosco suas ideias, sugestões e ampliações possíveis para explorar o gênero entrevista.

 

Até breve!

Assessoria de Língua Portuguesa

linguaportuguesa@aprendebrasil.com.br

 

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21/08/2020 - Língua Portuguesa

Onde x aonde: mapa d...

Olá, professoras e professores. Como vocês estão? Esperamos que todos estejam bem! Nós já falamos aqui no blog sobre o uso do mapa nas aulas de Língua Portuguesa. Lembram? A ideia era relacionar o mapa do Brasil ao...

21/08/2020 - Língua Portuguesa

Onde x aonde: mapa do Brasil

Olá, professoras e professores.

Como vocês estão?

Esperamos que todos estejam bem!

Nós já falamos aqui no blog sobre o uso do mapa nas aulas de Língua Portuguesa. Lembram? A ideia era relacionar o mapa do Brasil ao estudo da variação linguística e dos adjetivos pátrios.

A dica de hoje está relacionada ao uso do mapa, mas, agora, foi pensada para ampliar o estudo reflexivo do uso de onde e aonde.
Esses termos costumam causar dúvidas, principalmente porque – nos usos mais espontâneos e menos monitorado da nossa língua – muitas pessoas não costumam fazer essa distinção. Trata-se de um pequeno detalhe gramatical, mas que faz diferença na hora de produzir um texto formal. Por isso, é importante mostrar aos alunos que existem regras diferentes para esses usos, mas, mais do que isso, é preciso favorecer uma compreensão baseada na noção de espaço e movimento.

Como fazer?

Elabore diversas frases baseadas em pontos turísticos, capitais e cidades do Brasil. A ideia é fazer alguns enigmas para que os alunos resolvam a partir da análise reflexiva do mapa. Exemplo:

– O estado onde meu tio mora possui divisa com dois estados da região Sul do Brasil…

– A Chapada dos Guimarães, aonde iremos nas próximas férias, fica no estado de…

– A cidade onde minha amiga nasceu é a mais populosa do Brasil…

Aonde você vai? Eu vou conhecer a capital do Paraná…

A ideia é explorar as riquezas do Brasil, estabelecendo essa noção de “onde” como local (fixo) e “aonde” como movimento. Reforçando sempre que:

– Onde está associado a verbos que exigem a preposição em.

Aonde está associado a verbos que exigem a preposição a.

Depois, você também pode pedir aos alunos que criem seus próprios enigmas relacionados às suas experiências: onde nasceu, lugares que conhece ou gostaria de conhecer etc.

Utilizar a ferramenta Google maps é, sem dúvida, uma excelente opção, pois os alunos podem explorar as cidades, as regiões, os pontos turísticos e ainda fazer um tour virtual pelo Brasil.

Outra dica legal é produzir um diálogo interdisciplinar com a Geografia ou História. Você pode planejar essa aula em parceria com esses componentes e ampliar as possibilidades na abordagem de diferentes conteúdos/objetos de conhecimento.

Gostou dessa dica?
Comente aqui.

=)

Até breve!
Assessoria de Língua Portuguesa
linguaportuguesa@aprendebrasil.com.br

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19/08/2020 - Língua Portuguesa

Verdade ou desafio?

Olá, professores e professoras. Tudo bem com vocês? A dica de hoje é uma atividade que pode ser feita tanto no ensino remoto quanto no presencial. A ideia é fazer um jogo de “verdade ou desafio”, adaptado para o ...

19/08/2020 - Língua Portuguesa

Verdade ou desafio?

Olá, professores e professoras.
Tudo bem com vocês?

A dica de hoje é uma atividade que pode ser feita tanto no ensino remoto quanto no presencial.
A ideia é fazer um jogo de “verdade ou desafio”, adaptado para o ensino de Língua Portuguesa, mas seguindo as mesmas regras dessa tradicional brincadeira. Aqui, pensamos numa atividade de revisão de conteúdos, mas você pode usar da maneira que achar mais interessante.

Como fazer?

O professor escolhe um conteúdo e um gênero textual, por exemplo: colocação pronominal e letra de música.

Se a atividade for realizada no formato on-line, você pode fazer as perguntas por sorteio. É mais interessante realizar essa atividade em grupos, pois os alunos podem trabalhar em equipe.

O professor sorteia o nome ou número do grupo e pergunta: verdade ou desafio?

– Se o grupo escolher verdade, o professor fará uma pergunta sobre o conteúdo estudado e eles precisarão responder com uma justificativa. Para isso, você pode usar trechos de textos e questionar: qual é a justificativa para o uso da próclise nesse trecho? Espera-se que o grupo responda a partir do estudo desse conteúdo: palavra ou expressão de valor negativo, conjunção subordinativa, pronome indefinido, advérbio, pronome relativo etc.

– Se o grupo escolher desafio, você propõe então que eles pesquisem, em letras de músicas, um uso justificado da ocorrência da próclise. Se o grupo acertar, ganha um ponto; se errar, o professor explica o equívoco e pede para que o grupo cante um trecho da música.

Essa é uma proposta de atividade de revisão de conteúdos, mas ela pode ser adaptada e usada em outros momentos, com outras finalidades e outros gêneros textuais.

Outra opção é pedir que eles pesquisem as ocorrências em textos informais, pois certamente encontrarão exemplos de usos que não estarão de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa. Essa é uma excelente oportunidade para discutir a regra e também para falar sobre as diferenças entre a língua falada e a escrita (formal e informal).

É também uma forma diferente de regatar o estudo dos conteúdos mais complexos, fazendo com que a atividade seja mais dinâmica e divertida. Além disso, ao propor a prática de pesquisa sobre as regras gramaticais, você envolve a participação ativa dos alunos numa atividade mais reflexiva sobre as ocorrências linguísticas.

Essa foi a dica de hoje.
Você já realizou uma atividade como essa? Como foi?
Comente aqui.

Até breve!

Assessoria da Língua Portuguesa
linguaportuguesa@aprendebrasil.com.br

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14/08/2020 - Língua Portuguesa

Vamos trabalhar com ...

Professores(as), tudo bem com vocês? Esperamos que vocês e os seus estejam bem e em segurança! Hoje trazemos algumas sugestões de trabalho com rótulos, desde o momento da alfabetização (1° e 2° ano); até para e...

14/08/2020 - Língua Portuguesa

Vamos trabalhar com os rótulos?!

Professores(as), tudo bem com vocês? Esperamos que vocês e os seus estejam bem e em segurança!

Hoje trazemos algumas sugestões de trabalho com rótulos, desde o momento da alfabetização (1° e 2° ano); até para explorar a ortografização (mais a partir do 3° ano), e ainda também pode ser trabalhado em outros anos para discutir desde a função social do texto (gênero textual), como outros elementos.

 

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Por que escolhemos o rótulo agora? Porque é muito fácil de encontrar (e se você estiver com aulas remotas com seus alunos, com certeza ficará fácil para eles encontrarem esse gênero textual em casa – basta  abrir algum algum armário, pegar algum produto na prateleira e lá está o rótulo!). E, justamente, por ser um gênero textual muito abundante, é importante que os alunos entendam sua construção (porque ainda vão ter que ler muito rótulo na vida!). Ah, e claro, no livro didático do Sistema de Ensino Aprende Brasil, do 1° ano, volume 3, o gênero textual rótulo está sendo explorado – então, aqui, vocês encontrarão mais algumas opções de encaminhamentos.

O primeiro passo é solicitar que os alunos tenham em mão alguns rótulos de produtos diferentes (se possível, pelo menos 2 – mas você pode alterar de acordo com sua proposta e, especialmente, tendo em mente o contexto dos seus alunos). A partir disso, as propostas podem ser selecionadas de acordo com o nível de seus alunos e com o seu objetivo. Seguem algumas ideias para você se inspirar:

 

  • Solicitar que os alunos separem os rótulos, organizando-os de acordo com algum critério que eles definirão: pode ser por tipo de produto (alimentício, limpeza, cuidados pessoais etc.); por nome/marca (pela letra inicial / por ordem alfabética); por tamanho/peso; por prazo de validade; por ordem de importância/necessidade – enfim, você também pode deixar aberto para os alunos criarem seus critérios de organização (o importante é que eles registrem isso: podem tirar uma foto e escrever o critério de organização como legenda; podem gravar um vídeo ou áudio trazendo essa explicação etc.);
  • Pedir que os alunos identifiquem, em seus rótulos, onde se encontram algumas informações e quais são elas (e devem registrar – pode ser por escrito ou gravando um áudio): nome/marca; quantidade/peso/medidas; composição/ingredientes; data de fabricação; data ou período de validade; uso/utilidade; slogan; empresa que produziu/endereço; dados para contato etc. Depois, solicitar que eles pensem qual a importância dessas informações no rótulo (você pode selecionar algumas e pedir que levantem hipóteses). É possível agendar um momento para que os alunos falem sobre essas hipóteses levantadas; que indiquem quais são as informações mais importantes nos rótulos (de acordo com o tipo de produto) e por quê; e ainda podem até construir uma relação com os dados essenciais dos rótulos por tipo de produto;
  • No caso da alfabetização, é possível explorar bem as letras, as sílabas, as palavras: pedir que identifiquem a letra inicial do nome do produto (e quais outros rótulos apresentam nomes iniciando com a mesma letra) – pode fazer o mesmo trabalho com a sílaba inicial, medial e final (dependendo de cada contexto); identificar quantas letras tem o nome/marca do produto – depois, quantas sílabas; dá para explorar a sílaba tônica também;
  • Solicitar que localizem no rótulo se há letras do seu nome (qualquer letra que compõe o nome) e pedir que transcrevam as palavras em que estas letram se encontram no caderno. Na sequência, devem tentar ler (ou pedir que alguém leia para eles essas palavras) para que prestem atenção no som – é o mesmo som encontrado no seu nome? Qual é a diferença (e que levantem hipóteses sobre isso);
  • Podem circular, no rótulo todo, determinadas letras (ou as sílabas que estão sendo trabalhadas ou todas as palavras conhecidas) e escrever estas letras/sílabas/palavras no caderno (e depois ainda podem escrever outras palavras que comecem com a mesma letra/mesma sílaba/que rimem com a palavras etc.);
  • Estimule que pensem sobre o nome, marca e o produto em si. Por exemplo: Nescau – o produto é achocolatado, mas, normalmente, já o chamamos pelo nome/marca – no entanto, existe achocolatado de outras marcas (Toddy, por exemplo). Depois desta reflexão, pode pedir que eles colem os rótulos (ou escrevam no caderno o nome/marca e podem até desenhar também) e, ao lado, escrevam que produto é. Você pode trazer isso como atividade, já selecionando alguns desses produtos que trazem essa relação direta com o nome/marca (pode até já colocar uma foto/imagem para a identificação visual). Exemplos: Maizena (amido de milho); Hellmann’s (maionese); Miojo (macarrão instantâneo); Ninho (leite em pó); Danone (iogurte); Leite Moça (leite condensado); Yakult (leite fermentado); Sucrilhos (cereal); Bombril (lã de aço); Durex (fita adesiva); Cotonetes (haste flexível); Band-aid (curativo adesivo); Dove (sabonete) etc.;
  • Você pode separar alguns vídeos de comerciais, propagandas de alguns produtos (pode ser impressa também ou retirada da internet) e apresentar para os alunos para que eles identifiquem o que foi destacado na propagando e que está presente no rótulo. Também podem ser desafiados a criar propagandas dos rótulos que separaram;
  • De acordo com a faixa etária e objetivo, os alunos também podem criar novos rótulos de produtos fictícios (seguindo tudo o que foi discutido sobre o rótulo antes);
  • É possível explorar logomarca e slogan e também o código de barras (como texto);
  • A discussão sobre rótulos pode ser explorada em casa, com os pais/responsáveis – que tal propor que os alunos façam uma entrevista com os adultos de sua casa (de sua família, vizinhos, por telefone também) sobre a importância da leitura dos rótulos? O que cada um lê nos rótulos quando está fazendo as compras e por quê? Isso dá um trabalho de conscientização bem legal (dá até para envolver várias áreas do conhecimento).

 

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E, claro, tudo isso que foi apresentado pode ser adaptado/alterado/complementado, de acordo com a realidade dos seus alunos e, especialmente, levando em consideração o seu objetivo de aula.

O que você achou? Tem outra sugestão para explorar os rótulos com seus alunos? Compartilhe suas ideias aqui conosco – deixe nos comentários suas sugestões.

 

Até breve!

Assessoria de Língua Portuguesa

linguaportuguesa@aprendebrasil.com.br

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  • [* O plugin Shield marcou este comentário como “Trash”. Motivo: Teste Bot Falhado (caixa de seleção) *]
    Trabalhar com rótulos é fantástico. Fazer uma lojinha com as embalagens vazias e explorar o máximo os rótulos. Com certeza irei adotar as ideias sugeridas aqui.

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    O trabalho com rótulos é muito significativo para o processo de alfabetização das crianças. E neste momento de atividades remotas, além de propiciar aprendizagem, pode ganhar um foco lúdico para os pequenos.É o aprendizado da leitura e escrita,(com função social), além dos muros escolares.

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    Boa tarde!!!
    Acho muito importante e enriquecedor este trabalho com rótulos, pois facilita muito o trabalho sendo que todos os alunos possuem em suas casas; vindo de encontro para ser trabalhado neste momento em que estamos vivendo ( com aulas remotas ). Podem ser feitas diferentes atividades adaptando a nossa realidade, atingindo assim nossos objetivos. Também vale a pena lembrar que esta atividade pode ser trabalhada com outras disciplinas como Ciências …

  • [* O plugin Shield marcou este comentário como “Trash”. Motivo: Teste Bot Falhado (caixa de seleção) *]
    TRABALHAR COM RÓTULOS SEMPRE AJUDA BASTANTE, POIS AS CRIANÇAS TÊM ACESSO À ESSE MATERIAL QUE FAZ PARTE DO SEU DIA-A-DIA

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    Adoro trabalhar com rótulos, acho viável e significativo… a princípio, uma “leitura de imagens”. Gosto de trabalhas figuras… cada um psquisa uma que lhe chame atenção, diz por que escolheu aquela. depois, proponho uma produção coletiva. cada alunos,por sua vez, vai produzindo um pedaço do texto, oralmente, introduzindo a sua figura áquela parte do texto. O professor vai registrando, depois, digita e os alunos colam as figuras ao redor. Eles se preocupam em dar uma sequência lógica ao texto, q é a construção do saber.

  • Boa noite!
    Eu gosto muito de trabalhar com rótulos! É uma atividade significativa e os alunos participam ativamente.
    Todos tem em casa. No processo de alfabetizaçao podemos fazer muitas atividades adaptando a nossa realidade visando assim atingirmos nossos objetivos, a prendizagem e desenvolver as habilidades em nossos alunos!

  • Acho de suma importancia este trabalho de rótulos, vindo de encontro a cultura de cada regiao que pode assim ser explorada