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21/09/2020 - Educação Infantil

BAÚ DE IDEIAS ̵...

Vamos continuar a contar histórias? Essa atividade é muito gostosa, nos leva a mundos divertidos. A dica de hoje para leitura é: A cesta de Dona Maricota – Tatiana Belinky. Sugestão de livro para trabalhar no Livro...

21/09/2020 - Educação Infantil

BAÚ DE IDEIAS – LER HISTÓRIAS PARA CRIANÇAS PEQUENAS

Vamos continuar a contar histórias? Essa atividade é muito gostosa, nos leva a mundos divertidos.

A dica de hoje para leitura é: A cesta de Dona Maricota – Tatiana Belinky.

Sugestão de livro para trabalhar no Livro do Grupo 4 do Aprende Brasil:

Aluno – pág. 7 – Vol. 3 – Unidade 6 – Um passeio pelo sítio!

Professor – pág. 11 a 13 – Vol. 3 – Unidade 6 – Um passeio pelo sítio!

Nesse livro, autora utiliza versos nos quais os alimentos contam as vantagens de comer verduras, frutas e legumes.

 

 

 

 

 

Sugestões de atividades:

  1. Ler ou contar a história (caso não tenha o livro, segue link): https://pt.slideshare.net/CamilaRibeiro35/a-cesta-de-dona-maricota-28474072
  2. Trabalhar com as crianças as rimas que aparecem no livro, para isso professor (a), escreva a história em papel bobina ou Kraft em letra caixa alta e faça com as crianças, a leitura apontada, ressaltando as palavras que rimam.
  3. Outra sugestão, é quando fizer o texto da história, no lugar de algumas palavras, você colocar a figura, e quando perguntar para a criança o que é, você tira a figura e coloca a palavra. Começa a dar noção para a criança de leitura de texto, de cima para baixo e da esquerda para a direita.
  4. Segue uma sugestão de material que você pode produzir para contar a história, usando diferentes materiais.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

5. Também pode cantar essa música, colocando uma melodia de uma música já existente (sugestão: Sou coelhinho):

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

E você, como trabalha leitura com seus alunos? Comente e compartilhe com a gente.

Forte abraço e até o próximo post!
Equipe Assessoria Educação Infantil
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21/09/2020 - Educação Infantil

BEBÊS E CIA –...

Obaaaa…mais histórias! É tão divertido e gostoso. Com bebê e crianças bem pequenas o momento deve ser de interação entre o bebê e quem está lendo, a criança vai curtir a atenção que está recebendo e va...

21/09/2020 - Educação Infantil

BEBÊS E CIA – LER HISTÓRIAS PARA BEBÊS E CRIANÇAS BEM PEQUENAS

Obaaaa…mais histórias! É tão divertido e gostoso. Com bebê e crianças bem pequenas o momento deve ser de interação entre o bebê e quem está lendo, a criança vai curtir a atenção que está recebendo e vai agregando valor ao livro, relacionando momento de leitura com prazer. Essas dicas continuam: hábito (costume de ler desde bem pequeno), vínculo (momento exclusivo entre professor e alunos para curtir a história) e repetição (muito importante para a criança, é essencial para ela).

A dica de hoje para leitura é:

Livro pertence a coleção Grupo 2 do Aprende Brasil

Lúdico e divertido, este livro explora situações de oposição pensadas a partir do cotidiano da criança, mostrando que a noção de quantidade percebida pelas pessoas passa pela afetividade. Com delicadeza e criatividade, Márcia Leite leva o pequeno leitor a refletir sobre a questão do ponto de vista: o que parece pouco para uns pode ser muito para outros. Segue algumas sugestões de atividades para serem realizadas com as crianças:

 

 

  1. Antes da leitura: professor (a) poderá fazer uma brincadeira antes de iniciar a leitura do livro. Aproveitando que no enredo aparecem os conceitos muito e pouco, proponha uma atividade de estimar quantidades. Por exemplo: encher um potinho com tampinhas de garrafas e uma bacia grande com bolas de tamanho médio. Então, pergunte em qual dos recipientes existe o maior número de objetos: o das tampinhas ou o das bolas? O pote das tampinhas é menor, mas contém maior número de tampas do que a bacia de bolas, que é bem maior, porém com menor número de bolas. Esta sugestão pode criar uma expectativa em relação ao que vão encontrar na leitura.
  2. Durante a leitura: proponha aos alunos que folheiem o livro e que analisem a expressão das crianças, ora de alegria, ora de tristeza, dor ou frustração. Isso tem algo a ver com o título? Depois de realizar à leitura, questione o grupo sobre o que é pouco e o que é muito no contexto da obra. Pergunte aos leitores: qual das situações apresentadas no livro você considera ser a mais difícil ou a mais chata? Brincar somente uma hora no parque? Engolir duas colheres de xarope amargo? Comer apenas cinco pipocas que sobraram na panela? Deixe que cada um manifeste sua opinião. Vai se surpreender com as respostas dos pequenos. Trabalhe a forma de expressão facial e/ou corporal de como representar o cheiro ruim, a bronca, o voo do pernilongo, o tempo de espera para a festa de aniversário, ganhar um doce, ir a praia.
  3. Depois da leitura: para estabelecer um diálogo com o livro É muito pouco! – de Márcia Leite, sugere-se a leitura da obra O frio pode ser quente? – de Jandira Masur. De modo lúdico e divertido, ambos os livros envolvem o conceito de relatividade, levando a criança a refletir sobre determinadas situações de acordo com diferentes pontos de vista. O diálogo pode ser estabelecido, por exemplo, a partir da leitura das páginas em que se brinca com o número 2, no livro de Márcia Leite, e da comparação entre a colher cheia de doce e a cheia de remédio, do livro de Jandira Masur. O mesmo elemento – a colher com remédio ou com xarope amargo – é que leva à relativização dos conceitos de muito/pouco e grande/pequeno, respectivamente. Outra semelhança entre as obras é o trabalho com o tempo. Enquanto O frio pode ser quente? contrasta a duração dos dias da semana com a duração do domingo, e relativiza as noções do que seja ontem, hoje ou amanhã, É muito pouco! nos conduz a pensar sobre a duração de uma hora e de três dias, que podem ser muito longos ou curtos, dependendo do que se faz e do que se espera. Trabalhando conceitos matemáticos.

 

E aí, professor, o que achou dessas nossas sugestões?
E você, como trabalha leitura com seus alunos? Comente e compartilhe com a gente.
Forte abraço e até o próximo post!
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10/08/2020 - Educação Infantil

Quarentena brincante...

Olá, familiares e professores! Espero que todos estejam bem em seus lares! Como todas as outras postagens, hoje vamos abordar mais um assunto bacana: contação de histórias para crianças de todas as idades. Vocês sa...

10/08/2020 - Educação Infantil

Quarentena brincante para crianças de todas as idades

Olá, familiares e professores!

Espero que todos estejam bem em seus lares!

Como todas as outras postagens, hoje vamos abordar mais um assunto bacana: contação de histórias para crianças de todas as idades.

Vocês sabiam que as histórias têm um papel importante e são fundamentais na formação educacional da criança? É um momento mágico, no qual a criança terá a oportunidade de vivenciar e absorver situações que possa permitir a ela identificar-se com aquele instante, além de contribuir para o desenvolvimento de sua linguagem.

Antigamente, as pessoas demonstravam suas habilidades de comunicação e fala, contando histórias. Entre os povos ancestrais, essas histórias proporcionavam momentos de afeto, descobertas, aprendizagem, união, confraternização e trocas de experiências. A contação de histórias também ajudava os povos antigos a passarem o tempo e a vencerem a solidão, a quietude, a tristeza, o tédio, contar novidades e compartilhar alegrias. E tudo isso, era estimulante e enriquecedor porque despertava ainda mais a vontade e a motivação de quem escutava, a querer ouvir mais e mais e a contar fatos e histórias também. Muitas pessoas se reuniam em volta da mesa, no jardim de suas casas, nas praças e calçadas para contar histórias, casos e situações vivenciadas e todos adoravam ouvir e aprender.

Com o passar dos tempos e por meio desses estímulos gerados pela contação de histórias, foi observado que com elas, crianças, jovens e adultos podem adquirir valores morais e sociais, e ampliar o conhecimento cultural. Nesse contexto percebe-se claramente a importância e o significado das histórias na prática familiar, social e escolar.

Essa prática tão bela, instigante e provocante,  irá contribuir para que a criança amplie seu  gosto pela leitura e pela linguagem, a desenvolver ainda mais a imaginação, a criatividade e o faz de conta tão importante na infância, além de ser excelente ferramenta para auxiliar a criança na observação, reflexão e memória, despertando nela o lado lúdico, característica fundamental para o seu pleno desenvolvimento.

Dessa forma, aproveitando a chegada da estação mais fria do ano, que tal pegar um cobertor para se aquecer e promover seções de contação de histórias para as crianças? É uma dica muito legal para instigar o pensamento, a imaginação, o faz de conta, a criatividade e ampliar a oralidade.

As histórias podem ser contadas em vários espaços diferenciados:  na sala sobre o tapete ou no sofá, no jardim, na cama antes de dormir , durante o banho, na rede, fazendo um piquenique na área externa de sua residência, enfim escolha o espaço e o momento que achar necessário e propício para  tornar a contação bem agradável, divertida e proveitosa.

 

 

 

 

Segundo Ferreira (2011, p.78), os momentos de contar histórias devem ser mágicos como as histórias. Ouvir uma história é muito envolvente e o que mais importa é que as crianças estejam acomodadas confortavelmente, sentadas no chão em tapetes ou almofadas. O espaço pode ser simples, mas o ideal é que seja reservado especialmente para a biblioteca da sala e para a contação de histórias. Veja algumas dicas a seguir.

  • Você pode ficar em pé ou sentado entre as crianças organizadas em um semicírculo.
  • Procure dramatizar a história. Faça entonações diferentes para cada personagem, crie

efeitos sonoros, sempre respeitando a ordem dos acontecimentos.

  • Se desejar, você pode usar fantoches, dedoches, fantasias, imagens soltas, bonecos, músicas e outros recursos como acessórios, de modo a dar mais dinamicidade e vivacidade ao texto.
  • Se você for ler um livro, é importante mostrar às crianças cada página, para que elas possam ver as ilustrações, que vão somar-se aos elementos que ela imaginou.
  • Se você for contar uma história sem o apoio de um livro, é fundamental conhecer bem o enredo, a fim de poder contar de maneira fluente e com suas próprias palavras, utilizando-se de uma linguagem simples.
  • Ao final da sessão, pergunte para as crianças o que elas acharam da história, o que sentiram, se gostaram ou não do final e que outro desfecho elas dariam para a narrativa.

Analisando mais atentamente a prática de contar histórias, seja em casa, seja na escola, é fácil percebermos o quanto isso pode contribuir para o desenvolvimento da criança, com ganhos que perpassam várias áreas, como o cognitivo, o afetivo e o social.

Os educadores, quando praticam a contação ou a “hora” da história (como muitos falam) com suas crianças, são capazes de transformar as vidas delas dentro e fora da escola. Assim é com os pais, avós e outro familiar adulto, que podem ensinar e estreitar os relacionamentos com suas crianças por meio da contação de histórias.

Uma boa história, aquela que encanta, que atrai, que diverte e faz “ viajar” e ir além da imaginação auxilia muito no desenvolvimento em todas as etapas da vida da criança, contribuindo no seu aprendizado, na fala, no raciocínio e na criatividade. A grande mágica é que até mesmo nós adultos somos transformados pelas histórias que ouvimos.

Certamente, além das crianças, papai, mamãe, avós, professores, enfim todos que estiverem participando desse momento irão interagir, aproveitar, se divertir, imaginar e sonhar!

Você que ainda não fez isso, que tal fazer esse exercício e contar alguma história para alguém? Leia, conte, constate e depois nos conte como foi essa experiência incrível e linda que vivenciou!

 

Para saber mais algumas dicas bem bacanas para contar histórias para as crianças acesse  o link https://youtu.be/NmRF3DoVd_U e veja o que a Fafá – Contadora de histórias sugere. Você irá se encantar!

 

Referência:

FERREIRA, L.C.S. Educação na Primeira Infância. Editora Opet. Curitiba, 2011.

Forte abraço e até o próximo post!

Equipe Assessoria Educação Infantil

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    Contar história é um momento que pode influenciar a vida da criança para sempre. Excelente colocações.

    • Olá Maria JOsé, obrigada pela sua opinião, fazemos sempre assuntos que são de interesse para professores de Educação infantil. Abraço e fique de olho nas novidades.

    • Ivone, concordamos com você, momento mágico, não é? E as crianças amam. Abraço e fique de olho nas novidades que vem por aí.

    • Concordamos com você Fabiany, e as crianças amam. Abraço e fique de olho nas novidades que vem por aí.

  • Quando criança adorávamos brincar de casinha faz de conta, cada um era um personagem do sítio do pica pau amarelo. Era muito bom . Turminha de coleguinhas de história. Tempos bons!

    • Erni, recordar é viver e se foram momentos bons, vamos fazer para nossos pequenos. Abraço e fique de olho nas novidades que vem por aí.

  • Realmente a contação de histórias é muito importante para perpetuar a ligação familiar quando ocorre no contexto familiar. A contação de história foi muito importante durante minha infância. No final da tarde mamãe e papai se sentavam juntamente comigo e meus irmãos e contavam várias histórias para nós. Aquele momento era mágico para nós. ficávamos com os olhos vidrados e os ouvidos inclinados querendo saber o que ia acontecer e a cada dia eles mudavam a história e assim esperávamos por uma outra na próxima tarde. E na Educação Infantil penso ser um momento de grande aprendizagem para a criança, uma vez que ela também participa do processo de conto e reconto de histórias, desenvolvendo assim a sua capacidade imaginativa, curiosidade e imaginação, se colocando como protagonista do processo de contação de história. É realmente um momento mágico em que ela (criança) pode se transformar no personagem preferido e mudar o rumo da história com sua imaginação.

    • Maria José, obrigada pela sua contribuição, que delícia recordar, são nossas memórias afetivas. Abraço e fique de olho nas novidades que vem por aí.

  • Outra história emocionante é aquela que a família pode contar através do álbum de família.

    • Landrea, isso mesmo, as memórias afetivas ganham força, e sua sugestão pode ser um excelente recurso para esse momento de ensino remoto. Abraço e fique de olho nas novidades que vem por aí.

    • Puxa Cassia, mas se estou recebendo esse, como pode não chegar seus comentários? Aparece alguma mensagem? Conte-nos por favor. Abraço e fique de olho nas novidades que vem por aí.

  • Adoramos ler histórias em família, principalmente na hora de dormir. Finalizamos com músicas com sons da natureza!!!

    • Flávia, que delícia, isso vai construindo a memória afetiva. Parabéns. Abraço e fique de olho nas novidades que vem por aí.

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    Contando histórias para as crianças desenvolvemos a imaginação, a oralidade e a interação com o ambiente
    Muito bom contar histórias.

    • Ana Emília!
      Além de desenvolver a imaginação, a oralidade e a interação, os momentos das histórias aguçam muito a curiosidade, a descoberta e trabalha bastante também com o faz de conta. Todos esses pontos mencionados são fundamentais e que contribuirão de modo significativo com o desenvolvimento integral das nossas crianças.
      Abraço,
      Equipe Assessoria da Educação Infantil

    • Sim, Ana Emília!
      Além de desenvolver a imaginação, a oralidade e a interação com o ambiente conforme você comentou, a contação de histórias e ou a leitura de histórias desperta ainda mais a curiosidade das crianças, além de fazer do “faz de conta ” momentos repletos de aprendizagem e de importantes descobertas.
      Abraços,
      Assessoria Pedagógica da Educação Infantil do Aprende Brasil

  • Uma das vezes contamos numa cabana de lençóis e mesas e pipoca…com os netos…

    • Que bacana, Aparecida!
      Eu, quando pequena, adorava fazer cabanas para brincar dentro dela. Meus irmãos, primos nos deliciávamos contando histórias e fazendo outras artes.
      Atualmente, meus pais que são avós fazem isso com os netos e eles adoram!
      Abraço,
      Equipe de Assessoria da Educação Infantil

    • E como isso é bom, não é mesmo Aparecida!
      Continue proporcionando momentos assim para as crianças!
      Além de contribuir com o desenvolvimento integral das crianças, serão sempre momentos de alegria, satisfação, diversão e afeto entre todos!
      Abraço,
      Assessoria Pedagógica da Educação Infantil do Aprende Brasil

  • A alfabetização na educação infantil precisa através do brincar, com interação da criança com o mundo onde vive, com historias lúdicas mágicas com muita interação social.

    • Landrea!
      O trabalho da Educação Infantil deve contemplar as interações e brincadeiras, eixos estruturantes importantíssimos que devem nortear nossa prática pedagógica!
      É por meio do brincar, das atividades lúdicas, dos jogos e das interações que nas crianças da Educação Infantil irão aprender de forma mais prazerosa e significativa.
      Tenha um bom dia!
      Equipe de Assessoria da Educação Infantil do Aprende Brasil.

    • Leandra!
      Seu comentário foi respondido logo acima!
      Obrigada,
      Equipe de Assessoria da Educação Infantil.

    • Sim, Landrea!
      Atividades lúdicas na Educação Infantil é de extrema importância e contribui muito com a aprendizagem das crianças. A própria BNCC nos aponta os eixos estruturantes que devem permear o trabalho na Educação Infantil – “Interações e Brincadeiras”. Por meio das brincadeiras e da ludicidade a criança, experimenta, investiga, descobre, aprende e se desenvolve integralmente!
      Abraço,
      Assessoria Pedagógica da Educação Infantil do Aprende Brasil

22/07/2020 - Educação Infantil

BAÚ DE IDEIAS ̵...

Ouvir histórias é uma atividade tão prazerosa e estimulante que independe da idade do ouvinte ou espectador. Contar histórias deve ser um momento mágico, ouvir histórias é muito envolvente. Mas existe diferença e...

22/07/2020 - Educação Infantil

BAÚ DE IDEIAS – LER HISTÓRIAS PARA CRIANÇAS PEQUENAS

Ouvir histórias é uma atividade tão prazerosa e estimulante que independe da idade do ouvinte ou espectador. Contar histórias deve ser um momento mágico, ouvir histórias é muito envolvente. Mas existe diferença entre contar e ler histórias?

Tem uma diferença sim, contar histórias podem ser contadas de tradições orais, histórias suas ou histórias clássicas de livros, mas sem ter o livro necessariamente junto com você. Já ler histórias pede o objeto livro, você lê a história.

A dica de hoje para leitura é: Poesia é fruta doce e gostosa – Elias José.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sugestão de livro para trabalhar no Livro do Grupo 3 do Aprende Brasil:

Aluno – pág. 10 – Vol. 2 – Unidade 4 – Nos tempos dos avós!

Professor – pág. 9 e 10 – Vol. 2 – Unidade 4 – Nos tempos dos avós!

Esse livro reúne coisas gostosas: poesia e fruta. Soma sabores, cheiros, sons, formas e cores para o prazer e a alegria dos leitores.

Sugestões de atividades:

  1. Cantar a música Pomar – Palavra Cantada: https://www.youtube.com/watch?v=kfinwr3A9fg
  2. Em seguida, realizar um debate com a classe sobre a música. Para isso questionará a turma:
  • Qual o nome da música?
  • Sobre o que a música fala?
  • Qual o nome da planta ou árvore que nasce a amora? A banana? A maçã? A uva?
  • O que é um pomar?
  • Quem já conheceu um pomar?
  1. Solicitar que as crianças façam com massinha de modelar algumas frutas da música para montar uma maquete de pomar.
  2. Depois ler alguns poemas do livro de Elias José, utilizando alguns palitoches das mesmas.

 

 

 

 

 

 

E aí, professor, o que achou dessas nossas sugestões?

E você, como trabalha leitura com seus alunos? Comente e compartilhe com a gente.

Forte abraço e até o próximo post!
Equipe Assessoria Educação Infantil
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  • Meus alunos estão entre 2 e 3 anos e a leitura com eles já percebo que gostam de novidades..a mesma história primeiro apresento o livro e leio , depois apenas conto com caixa , palitoches, dedoches, avental ou crio outra variação de acordo com o tema, depois dramatizo…e quando percebo já estarem seguros chamo-os para serem os personagens e contarem/dramatizarem do seu jeitinho…

  • Amo ler como também incentivo à leitura. Contar história ou ler é prazeroso, pois ao ver aqueles olhos arregalados e carinhas curiosas para saber o que vai acontecer, não tem gratificação maior.

  • Sempre procuro contemplar o debate, a música, a leitura, o manuseio de materiais, além do livro, e outros

29/06/2020 - Educação Infantil

Quarentena brincante...

Olá, pessoal! Espero que o final de semana tenha sido feliz e que todos estejam bem! Como já constatado, percebemos que as brincadeiras auxiliam a estimular os aspectos do desenvolvimento humano! Nem sempre é necessá...

29/06/2020 - Educação Infantil

Quarentena brincante para bebês e crianças bem pequenas

Olá, pessoal!

Espero que o final de semana tenha sido feliz e que todos estejam bem!

Como já constatado, percebemos que as brincadeiras auxiliam a estimular os aspectos do desenvolvimento humano!

Nem sempre é necessário ter brinquedos prontos e estruturados, com barulhinhos e músicas para despertar o interesse dos pequenos. Com dedicação, interesse , imaginação e criatividade é possível inventar brincadeiras, jogos e brinquedos que chamem atenção das crianças, que agucem a curiosidade, a experiência e a descoberta e que contribuam para o seu pleno desenvolvimento.

Hoje, gostaria de apresentar uma brincadeira lúdica para estimular o raciocínio, a coordenação, a diversão e a concentração das crianças.

Objetos da própria casa ou materiais recicláveis que seriam descartados ou jogados no lixo se tornam brinquedos e brincadeiras diferentes, divertidas e de grande aprendizado.

Brinquedo com caixa de ovo

Caixa de ovos vira brinquedo de encaixar.

 A primeira dica é “ furando a caixinha de ovos”.

Furar a caixa de ovos para que a criança possa encaixar hastes flexíveis (ou cotonetes) é ótimo para desenvolver a coordenação motora fina, o movimento pinça, a linguagem corporal e a concentração. Essa brincadeira pode entreter e alegrar os pequenos por muito tempo e ser repetida várias vezes.

Para fazer esta atividade, pegue um objeto perfurante (pode ser uma chave de fenda ou tesoura), fure a caixa de ovo e dê as hastes flexíveis para a criança começar a encaixá-las nos buraquinhos feitos, se entreter e brincar. Vale lembrar que esta brincadeira deve ser supervisionada por um adulto, já que as hastes podem ser atrativas para as crianças e colocadas em lugares perigosos, como olhos e boca.

Outra opção é “enchendo a caixinha de ovos”.

Esta sugestão também é ótima para desenvolver a coordenação motora, o movimento pinça, a noção de espaço, o raciocínio e demais habilidades.

Para esta proposta, pegue uma caixinha de ovos, deixe-a aberta e coloque-a sobre um tapete no chão da sala ou do quarto ou de outro ambiente da casa que desejar.

Coloque dentro de uma caixinha ou pote ou pratinho de plástico alguns objetos ( tampas de garrafa pet, pompons de lã, bolinhas feitas de massinha de modelar, pecinhas de lego, enfim o que desejar e que tiver disponível e que seja do tamanho suficiente para colocar no lugar dos “ ovos” que não estão mais na caixa).

Em seguida, é só deixar a criança colocar os objetos dentro dos espaços vazios da caixinha de ovos. É interessante observar se a criança coloca um único objeto ou mais de um no mesmo espaço, se preenche todos os espaços vazios, se coloca e depois retira o objeto para repetir a brincadeira, pega um de cada vez ou se consegue pegar dois ou mais objetos e coloca-os em uma única vez, enfim observar qual foi a estratégia e raciocínio utilizado por ela ao tentar completar a caixinha de ovos. Lembro novamente, que esta brincadeira deve ser supervisionada por um adulto, já que os objetos disponibilizados podem ser atrativos para as crianças e colocados na boca.

 

 

 

 

 

As duas propostas são muito interessantes para essas faixas etárias e é importante, por parte do adulto proporcionar situações que possam instigar o pensamento e a descoberta da criança, fazendo alguns questionamentos como:

“Porque você colocou a haste aqui e não ali?”

“Parabéns, você colocou as hastes em todos os buraquinhos da caixinha!”

“Será que todas as hastes foram colocadas nos buraquinhos da caixinha?”

“Quer minha ajuda?”

“Porque você não colocou todos os objetos dentro dos espaços vazios da caixinha de ovos?”

“Porque você colocou os objetos na caixinha sempre deixando um espaço vazio entre eles?”

“Porque você colocou dois objetos num único espaço da caixinha?”

“Ficou algum espaço sem ser preenchido?”

“Parabéns, você preencheu todos os espaços vazios da caixinha de ovos.”

É importante a interação, a participação e a observação do adulto durante a realização da atividade. Assim, é possível perceber as capacidades, o interesse, a motivação, as dificuldades e as conquistas da criança, assim como propostas tão simples podem contribuir para o seu pleno desenvolvimento.

Depois que brincar com seus pequenos, deixe um comentário contando como foi a experiência da caixinha de ovos.

Forte abraço e até o próximo post!

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29/06/2020 - Educação Infantil

Quarentena brincante...

Olá, pessoal! Espero que o final de semana tenha sido feliz e que todos estejam bem! Como já constatado, percebemos que as brincadeiras auxiliam a estimular os aspectos do desenvolvimento humano! Hoje, gostaria de apre...

29/06/2020 - Educação Infantil

Quarentena brincante para crianças pequenas

Olá, pessoal!

Espero que o final de semana tenha sido feliz e que todos estejam bem!

Como já constatado, percebemos que as brincadeiras auxiliam a estimular os aspectos do desenvolvimento humano!

Hoje, gostaria de apresentar um jogo que ajuda no desenvolvimento do raciocínio, da lógica, estratégia e resolução de problemas, prever o movimento do adversário, aprender a formar sequência e ter paciência.Vocês conseguem adivinhar sobre qual jogo estou me referindo?

Mais uma dica para vocês: pode-se jogá-lo dentro e fora de casa, utilizando materiais variados.

Simmm!! JOGO DA VELHA – Esse é o nome do jogo!

O Jogo da Velha (ou Jogo do Galo como é conhecido em Portugal, ou Tic Tac Toe) é milenar. Estudiosos de jogos antigos dizem que no Antigo Egito já havia registros de tabuleiros da “Velha” esculpidos em pedras. Que bacana, não é?

Eu joguei muito esse jogo e adorava jogá-lo! E vocês conhecem esse jogo? Vocês sabiam que podemos criar outras possibilidades para jogá-lo?

Regras do Jogo da Velha

  • O tabuleiro é uma matriz  de três linhas por três colunas.
  • Dois jogadores escolhem uma marcação cada um, geralmente um círculo (O) e um xis (X).
  • Os jogadores alternadamente, fazem uma marcação por vez, numa lacuna que esteja vazia.
  • O objetivo é conseguir três círculos (O) ou três xis (X) em linha, quer horizontal, vertical ou diagonal, e ao mesmo tempo, quando possível, impedir o adversário de ganhar na próxima jogada.
  • Quando um jogador conquista o objetivo, costuma-se riscar os três símbolos.

Se os dois jogadores jogarem sempre da melhor forma, o jogo terminará sempre em empate.

É uma brincadeira que permite ter algumas variações e possibilidades de aproveitamento em várias situações.

Vamos ver algumas delas?

Jogo da velha no tabuleiro (o tabuleiro pode ser substituído por sulfite, cartolina ou outros papeis lisos disponíveis em casa)

  • Para jogar, desenhe um diagrama com duas linhas verticais paralelas cruzadas por duas linhas horizontais também paralelas, de maneira a formar nove espaços vazios. Dois jogadores escolhem uma marcação cada um, geralmente um círculo (O) e um xis (X) feitas com caneta ou lápis de cor ou giz de cera. Porém, se preferir pode-se substituir as marcações círculo (O) e xis (X) por outros materiais como tampinhas de garrafa pet ( escolher duas cores diferentes), botões ( escolher duas cores ou dois formatos diferentes), quadradinhos feitos de papel ou EVA ( escolher duas cores ou dois formatos diferentes). Porém, cuidado com peças muito pequenas para que as crianças não as levem à boca!

 

 

 

 

 

Jogo da velha com prato descartável.

É só usar a fita adesiva para fazer o desenho do tabuleiro no chão da sala, da garagem da sua casa ou no jardim.

  • Utilize pratinhos de cores diferentes para cada jogador ou faça uma marcação diferente nos pratinhos de cada jogador, como: para um jogador pratinhos marcados com X e para o outro jogador pratinhos marcados com um tracinho. Ou, se preferir cole imagens ( sol, coração, estrela, flor, etc,.) que simbolizem a diferença dos pratinhos dos dois jogadores . Depois, é só jogar!

Jogo da Velha Humano

Para essa sugestão é necessário fazer um tabuleiro gigante com fita crepe no chão da sala, da garagem da sua casa ou no jardim.

  • Seis pessoas podem brincar, três em cada time que corresponde a dois times. A equipe do xix (X) ficam com os braços abertos. A equipe do círculo (O) com as mãos na cintura. Cada um na sua vez se posiciona numa casinha do tabuleiro até formar a “Velha”.

Super divertido! Se não tiver tantas pessoas para jogar, você pode complementar o tabuleiro com objetos como uma bola, um chinelo, folhas de árvores, gravetos, pedras, enfim o objeto que desejar e que tiver disponível em sua residência.

Jogo da velha com palitos de picolé

Para essa sugestão é necessário fazer um tabuleiro com quatro palitos de picolé no chão da sala, da cozinha, do quarto ou sobre uma mesa. Dois devem ficar na posição vertical e dois na horizontal para formar o tabuleiro como feito no papel.

  • Utilize palitos coloridos ou peça para a criança pintá-los com giz de cera ou tinta guache. Você poderá jogar com tampinhas de garrafa pet (escolher duas cores diferentes) ou fazer marcações diferentes nas tampinhas dos dois jogadores ou escolha os objetos disponíveis em sua residência para poder jogar. Com o tabuleiro pronto é só iniciar o jogo!

 

E aí, que tal experimentar alguma dessas possibilidades e jogar com sua família?

Depois, conte para nós como foi a sua experiência com essas possibilidades diferentes do jogo da velha! Ou crie uma outra e compartilhe conosco! Ficaremos muito felizes com sua ideia e comentário!

Forte abraço e até o próximo post!

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REFERÊNCIAS:

Brincadeira adaptada de: https://www.tempojunto.com/2016/05/19/jogo-da-velha-e-uma-brincadeira-para-dentro-e-fora-de-casa-que-estimula-a-velocidade-de-raciocinio/ Acesso em: 28/06/2020

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