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30/06/2020 - Língua Inglesa

Contar histórias pa...

As histórias movimentam nossos dias, nossa infância, nossas aventuras, nossas idas e vindas da vida adulta, até nossas tristezas, quando desabafamos com alguém. Histórias curam, fazem chorar, fazem rir. E ensinam!! ...

30/06/2020 - Língua Inglesa

Contar histórias para aprender inglês? YES, PLEASE.

As histórias movimentam nossos dias, nossa infância, nossas aventuras, nossas idas e vindas da vida adulta, até nossas tristezas, quando desabafamos com alguém. Histórias curam, fazem chorar, fazem rir. E ensinam!! YES, THEY TEACH! Clássicos ensinam, Shakespeare é contado recontado por meio de mil e uma outras histórias. Por que não ensinar outra língua por meio de histórias?

Sim, sim, sim!! YES, PLEASE!

Nas viagens por esse Brasil lindo, tenho conhecido muita gente fina, elegante e sincera.

Professores maravilhosos, apaixonados pelo que fazem, verdadeiros MAGICIANS! IT’S A KIND OF MAGIC!  Já cantava o Queen.

E eles mal sabem do tesouro que têm em suas mãos. Não precisam da tão inalcançada e temerosa tecnologia para conquistar seus alunos, eles têm coração, alma e vontade.

HEART, SOUL, WILLING TO TEACH.

Vou te contar três histórias.  Aprendi com elas, TEACHERS amadas. “Teacher de inglês”, quer coisa mais brasileira?

 

ONE – THE PINK BAG

Uma delas me contou que trazia para a aula uma bolsa rosa toda brilhante. Essa bolsa rosa, completamente fora de moda, um escândalo, virou uma amiga muito querida das crianças. THE PINK BAG! E toda vez que ela chegava com a PINK BAG as crianças sabiam que teria jogo, e aplaudiam. O combinado era: se a gente terminar a tarefa no livro, a gente brinca com a PINK BAG!  E o que as crianças faziam? Caprichavam mais em seu caderno e livro e letra e cores. Então, ela pegava a PINK BAG e dizia: TIME TO HAVE FUN! Eles se preparavam, atentos. Ela colocava uma música, e entregava a PINK BAG nas mãos do primeiro aluno da fila. ATTENTION! E colocava a música. Começava a euforia! De mãos em mãos a PINK BAG percorria as filas da classe. Sem olhar para trás, para perceber com qual aluno estava, a TEACHER pausava a música. E o sorteado, que estava segurando a bolsa naquele momento, pegava um objeto lá de dentro. E deveria dizer seu nome em inglês. Outra vez eram objetos de países diferentes, e eles deveriam dizer o nome do país em inglês. Eles amavam! Ela trouxe elementos e mecanismos de jogos para a aula: a torcida, o elemento surpresa, ter sorte ou não, regras para brincar, expectativa, emoção e diversão.

Sabia que ela gamificava a aula e nem sabia do termo? Isso mesmo! Aprendendo conteúdo da aula com elementos dos jogos e brincadeiras!

 

Hoje paro por aqui, mas vou te contar os outros exemplos, que carinhosamente as professoras dividiram comigo. Me reconheci na fala delas. A gente faz de tudo para ensinar, não é mesmo? Afinal sabemos ser TEACHERS AND MAGICIANS. No próximo, contamos a outra história.

 

Cassiana

Assessoria de Língua Inglesa

 

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  • muito bom a história da bolsinha rosa….fiz uma vez com caixinha de segredos usado como temática maateriais usados no livro…

    • Excelente, Rosa Maria!! As crianças amam essas “magic boxes”! E qualquer conteúdo pode ser trazido ali, não é mesmo? Tem mistério, ativa o pensamento criativo, envolve, desafia, faz a criança brincar aprendendo. Vale à pena!

  • È assim que gosto de trabalhar com meus alunos.Trazendo elementos do cotidiano deles para sala de aula.Ficam mais atentos e respondem melhor os desafios .Sou professora de fundamental 1,e o lúdico é muito importante nas classes…

    • Olá, Rosa Maria! Que bom, que alegria para eles! As crianças precisam ancorar o novo naquilo que já conhecem, e que faz com que estejam seguros diante do que é diferente! Ensinar inglês é construir e reconstrui identidade! Perceber o outro, o diferente, faz com que me reconheça como ser humano! Maravilha que o lúdico esteja presente!

  • É assim que tento fazer sempre com meus alunos,até mesmo trazendo elementos do cotidiano deles para sala de aula

  • Adorei a história da PINK BAG !! Eu trabalho com inglês do 1º ao 5º ano e nos primeiros anos construi um teatrinho e com ele conto pequenas história reinventadas ou clássicos da literatura mesmo. Eles adoravam.

    • Olá, Gilmar! Que bom que gostou! Essa ideia maravilhosa aprendi com uma professora nessas andanças da vida! É perfeita! Ótima ideia recontar, revisitar e reencantar com os clássicos! As crianças adoram! E se eles construirem o material fica ainda mais significativo!

  • Ola´Cassiana, Bem isso mesmo, no ensino fundamental I é comum explorarmos e trabalharmos com gamificação até porque o vocabulário, a pronúncia, a memorização a compreensão flui melhor por meio do compartilhar entre os alunos e correção sem cobrança direta. por meio desta metodologia. O engraçado que ao chegar no fundamental II há uma ruptura e o enfoque cai na teoria e ´cumprimento do conteúdo, permitindo uma aula seca. Quem se desfavorece com isso somos nós, tornando a aula distante e sem desafios. Vou retomar e estender a esse público.

    • Hello, Josi! Brincar, jogar, contar histórias é maravilhoso com as crianças! Sim, é verdade! Com os adolescentes acredito que haja uma mudança de postura, agora não tão abertos a se expor como as crianças. As crianças mergulham sem medo, os adolescentes te olham desconfiados. Mudam os jogos e as brincadeiras, mas veja, nós ainda amamos uma boa história como adultos, não é mesmo? Quem sabe as histórias devam ser um pouco diferentes, um anúncio, um trailler de filme, um youtuber contando algo ou propondo um jogo? Mas a ideia de gamificar a aula pode permanecer, sim!

17/06/2020 - Ensino Religioso, História

Rios e Civilizaçõe...

Olá Professores e professoras,   Ao trabalharmos As sociedades do Crescente Fértil com os alunos do Ensino Fundamental, que tal estabelecermos uma relação entre os significados atribuídos aos rios nas antigas c...

17/06/2020 - Ensino Religioso, História

Rios e Civilizações: relações sociais e religiosas em sala de aula

Olá Professores e professoras,

 

Ao trabalharmos As sociedades do Crescente Fértil com os alunos do Ensino Fundamental, que tal estabelecermos uma relação entre os significados atribuídos aos rios nas antigas civilizações e na atualidade?

Os livros didáticos do 5º. e 6º. Ano, Volume 1, indicam como os rios foram fundamentais para a formação das primeiras civilizações. Os agrupamentos que se fixaram às margens dos rios foram os que mais se desenvolveram. Em torno dos rios a agricultura desenvolveu-se, concentrando o crescimento das populações. Nas palavras de Heródoto, podemos observar a importância do Nilo para a civilização egípcia, que associava o rio até mesmo às divindades.

 

“Ele traz as provisões deliciosas, cria todas as coisas boas, é o senhor das nutrições agradáveis e escolhidas. Ele produz a forragem para os animais, provê os sacrifícios para todos os deuses” (Heródoto).

 

Para ampliar os recursos didáticos, indicamos um vídeo elaborados pela professora Priscila Grahl, veja:

 

Vídeo As Cheias do Rio Nilo, para acessar basta clicar aqui.

 

Vale destacar, também, duas imagens, são elas:

 

Imagem 1: Uma vinheta do Livro dos Mortos de Nakhte, um escriba importante. O homem morto e sua esposa estão diante de Osíris no jardim de sua casa. A casa é construída sobre uma plataforma de proteção contra umidade e acima do nível da inundação. A piscina do jardim é cercada por árvores e palmeiras de data. Egito , Antigo Egípcio. 18a dinastia por volta de 1550-1295 a.C.

Uma vinheta do Livro dos Mortos de Nakhte, um escriba importante. Fotografia. Britannica ImageQuest, Encyclopædia Britannica, 2 Mar 2017. quest.eb.com/search/185_931341/1/185_931341/cite. Acessado em 9 Jun 2020.

 

Imagem 2: Rio Nilo, Luxor, Egito, como visto da Estação Espacial Internacional (ISS). O norte é para o canto inferior esquerdo. Os campos agrícolas (verdes) são sustentados pelas águas do Nilo (azul escuro) à medida que flui da direita para a esquerda através do deserto (marrom). Este trecho do rio tem vários quilômetros de extensão, e passa pela cidade de Luxor (cinza, centro-esquerda) e suas ruínas egípcias antigas, uma das principais atrações turísticas do Egito. O Aeroporto Internacional de Luxor (à esquerda superior, à beira do deserto), e o Vale dos Reis (centro inferior) também são vistos. A ISS orbita cerca de 380 km acima da Terra. Fotografado em 2007, durante a Expedição 15 para a ISS.

Rio Nilo, Luxor, Egito. Fotografia. Britannica ImageQuest, Encyclopædia Britannica, 25 Mai 2016. quest.eb.com/search/132_1235366/1/132_1235366/cite. Acessado em 9 Jun 2020.

 

1 Com base nesses apontamentos, quais mudanças e permanências poderíamos observar nas representações sobre o Nilo no passado e no presente?

2 Qual lugar os rios ocupam na economia e na organização das cidades atuais?

3 Como as pessoas se relacionam com eles?

4 Rios e outros elementos da natureza estão associados as religiões de hoje?

 

Desejamos bons debates e estudos com os alunos!

 

O que achou da proposta? Compartilhe conosco nos comentários.

 

Equipe Assessoria de História

 

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  • Gostei muito !O estudo dos rios mexe c o imaginário. Propicia conhecer lendas , crenças e valores da humanidade .Podemos pesquisar fontes históricas e reconhecer mudanças e permanências através dessa proposta de ensino.

  • Gostei muito da proposta. As mudanças e permanências são sempre ótimas opções de pesquisa .Os rios trazem consigo muitos ensinamentos e histórias q refletem diretamente na cultura , religião, crenças e comportamentos .Levar cada vez mais nossos alunos a pesquisarem e conhecerem rios lendas e ensinamentos q estuda -los nos traz .

  • i muito válida a proposta apresentada .Atraves de atividades como essa , podemos propiciar aos alunos várias aprendizagens .Fazer comparações entre o “ontem e o “hoje, levantar hipóteses, perceber as mudanças acontecidas na humanidade através de documentos históricos, estimular o atitude de pesquisa e perceber como a história se transforma através dos tempos .Pretendo ler e saber mais de propostas de atividades como essa .

  • Achei muito válida a proposta apresentada .Atraves de atividades como essa , podemos propiciar aos alunos várias aprendizagens .Fazer comparações entre o “ontem e o “hoje, levantar hipóteses, perceber as mudanças acontecidas na humanidade através de documentos históricos, estimular o atitude de pesquisa e perceber como a história se transforma através dos tempos .Pretendo ler e saber mais de propostas de atividades como essa .

  • Gostei muito da proposta. Atividades como essa propiciam aos alunos fazer comparações e levantar hipóteses sobre o “ontem e o “hoje

  • [* O plugin Shield marcou este comentário como “Trash”. Motivo: Teste Bot Falhado (caixa de seleção) *]
    matéria que faz sonhar com um mundo antigo cheio de mistério e valores para nossa cultura

    • Augustina
      É verdade. Estimula o imaginário, elemento muito importante para aprender e estudar ciências humanas.

  • Essa parte da história é muito fantástica e cheia de mistérios. E essa proposta é maravilhosa para despertar o interesse dos educandos e consolidar o conhecimento sobre a História Antiga.

    • Olá Jádna
      Isso mesmo, estimular o interesse e a curiosidade das nossas crianças é imprescindível!

30/03/2020 - Educação Física

BNCC: desafios para ...

Olá professoras e professores! Como você tem se sentido com o novo documento que orienta a Educação de modo geral, e a Educação Física, por consequência – a BNCC. Quais os desafios que você vivencia na organiz...

30/03/2020 - Educação Física

BNCC: desafios para o ensino da Educação Física

Olá professoras e professores!

Como você tem se sentido com o novo documento que orienta a Educação de modo geral, e a Educação Física, por consequência – a BNCC.

Quais os desafios que você vivencia na organização do trabalho pedagógico?

Eu te convido para fazer a leitura do texto: A BNCC e a educação física na escola: passos à frente? Segue o link .

Até logo!

Assessoria de Educação Física

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Referências:

MOURÃO, Marcos S. A BNCC e a educação física na escola: passos à frente?. Nova Escola. Disponível em: < https://novaescola.org.br/bncc/conteudo/115/a-bncc-e-a-educacao-fisica-na-escola-passos-a-frente#>. Acesso em: 29 de março de 2020.

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13/02/2020 - História

A História na BNCC:...

Anteriormente destacamos a cultura digital, quinta competência geral da BNCC. Hoje vamos começar uma conversa sobre a relação entre essa competência e o conceito de temporalidade. Sobre a temporalidade, de acordo c...

13/02/2020 - História

A História na BNCC: relacionando temporalidade à cultura digital, parte 1

Anteriormente destacamos a cultura digital, quinta competência geral da BNCC. Hoje vamos começar uma conversa sobre a relação entre essa competência e o conceito de temporalidade.

Sobre a temporalidade, de acordo com a BNCC, devemos pensar “o conceito de tempo histórico em seus diferentes ritmos e durações” (BNCC, 2017, p. 398).

Diante disso, podemos questionar:

Como instigar nosso aluno a se deslocar no tempo se vivemos muito em função das tecnologias digitais, em uma dinâmica acelerada e de hegemonia presentista?

Nesse sentido, cabe destacar que os materiais didáticos de História para os Anos Iniciais do Ensino Fundamental abrem um caminho possível adotando como estratégia partir do que é próximo para o que está mais distante temporalmente.

Para os Anos Finais do Ensino Fundamental, podemos destacar que o material didático de História para o 6º ano aborda a questão do tempo enquanto conteúdo, questionando se todas as pessoas o percebem da mesma forma e deixando claro que diferentes acontecimentos podem ser acionados para se trabalhar com as periodizações.

Isso pode ser percebido na unidade temática “História, passado e memória”, sendo “a questão do tempo, sincronias e diacronias: reflexões sobre o sentido das cronologias” um dos objetos de conhecimento (BNCC, 2017, p. 418).

Livro 6o. ano, Volume 1

Assim, destaca-se a relevância da cronologia para a compreensão da noção de tempo histórico, não se devendo, porém, restringir-se o conhecimento histórico a uma mera questão de cronologia.

Livro 6o. ano, Volume 1

Ao ler sobre a área de Ciências Humanas, o principal item a ser explorado é a noção de espaço e tempo, com reflexões a partir do presente e utilizando diferentes fontes. Além disso, o item 7 das competências específicas de Ciências Humanas aborda o uso das diferentes fontes para promover a noção de simultaneidade (entre outras noções, como direção, duração, sucessão, etc.).

Ao ler isso, podemos nos lembrar da seção Outras versõespresente no material didático, que trabalha com os alunos a questão de simultaneidade, e da Outras versões, sobre as diferentes abordagens históricas.

Manual do Professor de História

 

Você já viu nosso vídeo sobre o ensino de História para o Ensino Fundamental e a BNCC? Para vê-lo, basta clicar no link:

 

Vídeo #3 – BNCC: História nos Anos Iniciais e Finais: <https://youtu.be/bDKshMudvHs>

 

No próximo post, vamos continuar refletindo sobre a competência cultura digital e temporalidade.

 

Até lá!

 

 

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REFERÊNCIAS:
MOVIMENTO pela base nacional comum. Disponível em <http://movimentopelabase.org.br>. Acesso em: maio, 2018.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC/SEB, 2017. Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/bncc-20dez-site.pdf>. Acesso em: maio, 2018.

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06/02/2020 - História

BNCC e o ensino por ...

Você sabia que a BNCC define 10 competências gerais para serem desenvolvidas ao longo da Educação Básica?   Na BNCC, “competência é definida como a mobilização de conhecimentos (conceitos e procedimentos)...

06/02/2020 - História

BNCC e o ensino por competências

Você sabia que a BNCC define 10 competências gerais para serem desenvolvidas ao longo da Educação Básica?

 

Na BNCC,

“competência é definida como a mobilização de conhecimentos (conceitos e procedimentos), habilidades (práticas, cognitivas e socioemocionais), atitudes e valores para resolver demandas complexas da vida cotidiana, do pleno exercício da cidadania e do mundo do trabalho. Elas devem permear todas as áreas de conhecimento indistintamente. O aprendizado deve ser contínuo e gradual para que o estudante seja capaz de desenvolver plenamente todas as 10 competências gerais”. (BNCC, 2017, p. 8)

 

Confira quais são as 10 competências gerais presentes na BNCC:

Fonte da Imagem: Porvir.org

 

No próximo post, vamos falar mais sobre as competências gerais e a influência no ensino de História.

 

Até lá!

 

 

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REFERÊNCIAS:
MOVIMENTO pela base nacional comum. Disponível em <movimentopelabase.org.br>. Acesso em: maio, 2018.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC/SEB, 2017. Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/bncc-20dez-site.pdf>. Acesso em: maio, 2018.

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03/02/2020 - História

Competências gerais...

No post anterior, apresentamos as 10 competências gerais apresentadas pela BNCC. Todas as competências gerais são passíveis de realizações dentro do ensino de História (e dentro do material didático). Podemos cit...

03/02/2020 - História

Competências gerais e a influência no ensino de História

No post anterior, apresentamos as 10 competências gerais apresentadas pela BNCC.

Todas as competências gerais são passíveis de realizações dentro do ensino de História (e dentro do material didático).

Podemos citar como exemplo a competência 2. Pensamento científico, crítico e criativo, o desenvolvimento dela visa:

 

“Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à abordagem própria das ciências, incluindo a investigação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação e a criatividade, para investigar causas, elaborar e testar hipóteses, formular e resolver problemas e criar soluções (inclusive tecnológicas) com base nos conhecimentos das diferentes áreas”. (BNCC, 2017, p. 9)

 

Entendemos que essa competência pode ser de grande valia para ajudarmos nossos alunos a ampliar seu olhar sobre conhecimento histórico. Somado a isso, percebe-se que a diversidade de saberes e vivências é decisiva para que o aluno amplie sua noção de fontes e sujeitos históricos.

Nesse contexto, muitas vezes ainda nos deparamos com visões etnocêntricas em sala de aula que impedem os alunos de ampliar seu olhar sobre o mundo. Em tempos de mudanças e conflitos, é fundamental que a História ajude o aluno a compreender de forma mais complexa as composições sociais e culturais e as possibilidades de interpretação.

Isso nos leva, por sua vez, à ideia de competência de interpretação como algo muito importante que está em nossa concepção de ensino e é corroborada pela base. Lembrar que o próprio Rüsen (2001) nos aponta esse como um dos objetivos da história em sala de aula.

 

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REFERÊNCIAS:
MOVIMENTO pela base nacional comum. Disponível em <http://movimentopelabase.org.br>. Acesso em: maio, 2018.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC/SEB, 2017. Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/bncc-20dez-site.pdf>. Acesso em: maio, 2018.
RUSEN, Jorn. Razão Histórica: teoria da História, fundamentos da Ciência Histórica. Brasília: Editora da UnB, 2001.

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