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16/12/2020 - Geografia

ONU: o Brasil e as q...

Olá professora! Olá professor! Inicio este post, trazendo uma questão  que tem gerado controvérsias dentro e fora do Brasil. Em 12 de Dezembro de 2020, a ONU (Organização das Nações Unidas) juntamente com o Rein...

16/12/2020 - Geografia

ONU: o Brasil e as questões ambientais

Olá professora! Olá professor!

Inicio este post, trazendo uma questão  que tem gerado controvérsias dentro e fora do Brasil. Em 12 de Dezembro de 2020, a ONU (Organização das Nações Unidas) juntamente com o Reino Unido e a  França, promoveram a Cúpula do Clima, cujo objetivo era que governos de vários países apresentassem suas metas de redução de emissões e/ou ações visíveis em prol do ambiente.

Nesta reunião,  77 países foram convidados para dialogar sobre questões climáticas com o objetivo de uma preparação para a COP-26, que é a 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas. Ela está programada para ser realizada em Glasgow, Reino Unido, de 1 a 12 de novembro de 2021.

Contudo o  Brasil foi deixado de fora desse encontro. O que foi alegado?  A porta-voz da entidade, Alessandra Vellucci, alegou que o país não tem feito expressivas melhorias pelo ambiente, como redução de queimadas e/ou desmatamento. O Brasil não está entre os palestrantes no evento virtual, pois não apresentou nenhum termo que demonstre um efetivo compromisso de proteção ambiental. E quais as consequências dessa exclusão?

A diplomacia brasileira sofre um golpe, pois o país perde credibilidade neste quesito que terá  foco nas próximas décadas. Essa situação não só causa constrangimento ao Itamaraty, como também pode gerar perdas no comércio internacional, pois muitos países têm exigido ampliação dos compromissos ambientais para efetivar suas trocas comerciais. Esta é uma questão que envolve não apenas a diplomacia brasileira, mas sobretudo a proteção ao ambiente, assunto de grande relevância e presente em nossos livros didáticos.

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BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC/SEB, 2018. Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf>. Acesso em:  25 Março de 2020.
CHADE, Jamil. ONU explica corte de Bolsonaro em cúpula: era só para planos ambiciosos. Disponível em <https://noticias.uol.com.br/colunas/jamil-chade/2020/12/11/onu-explica-corte-de-bolsonaro-em-cupula-era-so-para-planos-ambiciosos.htm> Acesso em: 11 Dez. de 2020.
Imagem disponível em <https://pixabay.com/pt/illustrations/polui%C3%A7%C3%A3o-do-ar-aquecimento-global-4017183/> Acesso em 15 Dez. de 2020.

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17/11/2020 - Língua Inglesa

Afinal, o que é lí...

ILF ou ELF O termo ‘inglês como língua franca’, representado pelo acrônimo ILF ou em inglês ELF (English as a lingua franca), refere-se à ideia de que a língua inglesa hoje é mais utilizada em situações que ...

17/11/2020 - Língua Inglesa

Afinal, o que é língua franca?

ILF ou ELF

O termo ‘inglês como língua franca’, representado pelo acrônimo ILF ou em inglês ELF (English as a lingua franca), refere-se à ideia de que a língua inglesa hoje é mais utilizada em situações que envolvem falantes não nativos de inglês do que em situações em que nativos se comunicam. Ou seja, ela não pertence àquela comunidade de falantes específica, nem à corte inglesa. Ela é franca, neutra, pertence a quem dela fizer uso.    A BNCC, documento oficial que estabelece habilidades e competências a serem desenvolvidas na educação básica, enfatiza a importância de se esclarecer aos alunos essa característica do inglês como língua franca.

Língua franca, ensino e identidade

Para o professor de língua inglesa é essencial perceber que a língua é social, que ela revela muito da cultura e dos costumes de cada região em que é falada. A língua revela a identidade de um povo. Ao falar, a pessoa revela de onde vem, país, classe social, cultura, estudo, gênero, profissão. À medida em que cada um se expressa, muitas características típicas da sua cultura são reveladas: comportamentos, gestos, sotaques, escolhas de palavras, todos são fatores reveladores. Se a língua é parte da identidade, essa identidade no contato com uma cultura estrangeira é reafirmada, repensada e reconstruída. Por isso é fundamental perceber a importância do uso e do ensino da língua inglesa como língua franca. O professor ensina uma língua com a qual o aluno irá se comunicar tanto para falar com falantes nativos como para falar com estrangeiros. É comprovado que hoje a língua inglesa apresenta mais falantes não-nativos do que nativos.

Inglês internacional, global ou mundial

H. Douglas Brown há alguns anos utilizou a expressão International English para falar dessa característica de língua a ser utilizada além das fronteiras de onde é falada por nativos. World English é o termo que Ragajopalan adotou para explicar a condição da língua inglesa como língua internacional, que não pertence a nenhuma nação. Segundo esse autor, a língua inglesa deixou de ser monopólio dessa ou daquela nação, ela pertence a quem dela fizer uso. Da mesma forma, David Crystal utiliza o termo Global English para explicar o fato de que essa língua é falada em todo o globo. Todos os três autores, que sao referências para formaçao de professores e estudos de metodologia de língua inglesa, discorrem sobre esse aspecto da língua inglesa, o de ser falada no mundo todo por diferentes comunidades que precisam se comunicar, buscando uma neutralidade de sotaques e gírias para que falantes não nativos cheguem a um denominador comum para a comunicação.   Preparar os alunos para enfrentar essa realidade é fundamental. Lembrar que não existe um único código, uma única maneira de falar inglês, um único sotaque a ser considerado o correto, é essencial.

Qual a variante correta de língua inglesa para o ensino?

Respeitar as diferentes variantes e características culturais é fundamental para a comunicação. Ao considerar a aprendizagem de língua materna, parece natural que existam variações, pois somos um país rico em características singulares que definem cada cultura local e cada variante linguística. Diferenciamos naturalmente um gaúcho de um mineiro ou de um carioca. Na língua estrangeira, especialmente o inglês, essa variação carrega uma amplitude ainda maior, dado o número de falantes nativos e não nativos que existem hoje. Sendo assim, nao existe a variante correta para ensinar em sala de aula, como em qualquer outra língua, mesmo a nossa língua portuguesa, não existe o sotaque perfeito ou o mais correto.  Existem variantes que decorrem do ambiente, da cidade, da cultura, do contexto. Mas nenhuma variante está errada em sua pronúncia ou escolha vocabular.

Nas palavras de Falcão,

“É, então, fundamental que o professor compreenda essa relevância e repasse para o aluno a ideia de que não existe a variante ‘certa’ ou ‘errada’, e que não se deve aprender apenas esta ou aquela variação por ser mais popular, ou menos transmitida pelas mídias sociais.”

Carvalho explica e aconselha:

“A meu ver, esse preconceito em torno das diversidades da língua resulta, em parte, do contato inicial do estudante com o seu instrutor, seja qual for sua tendência linguística. Empatia, segurança, prestatividade e até mesmo um bom timbre de voz influenciam na compreensão, por isso é comum estranhar a pronúncia de um falante que não tenha todas essas qualidades. Desvincule-se de todo preconceito e vício. Não entre nessa de ficar escolhendo com quem gostaria de conversar ou o que ouvir. Na época em que vivemos, marcada pela globalização econômica e cultural, devemos estar preparados para falar (e ouvir) o mundo.”

Somos seres únicos, cheios de singularidades

É importante considerar que cada um de nós possui uma singularidade riquíssima de valores e vivências. E ao nos comunicarmos com outras pessoas, estrangeiros ou não, estamos entrando em contato com essa ampla gama de características, crenças, valores, histórias que vêm junto com a fala, no ato da comunicação. Utilizar uma língua internacional é importante para acessar e entrar em contato com o mundo todo, mas lembrar que essas singularidades estão presentes e devem ser respeitadas é fundamental na comunicação por meio da língua inglesa.  Como afirma Morin, “A humanidade é ao mesmo tempo una e múltipla. Sua riqueza está na diversidade das culturas, mas podemos e devemos nos comunicar dentro da mesma identidade terrestre.” Pertencemos ao mesmo planeta e podemos nos comunicar com o mundo todo por meio dessa língua franca, o inglês, basta que respeitemos e estejamos abertos para compreender toda a bagagem riquíssima que acompanha o contato com o outro.

CARVALHO, Ulysses Britânico ou Americano, qual dos dois devo estudar? Disponível em: http://www.teclasap.com.br/britanico-ou-americano/ Acesso em 19/09/2017.

FALCÃO, Cristiane Vieira; DA SILVA, Ewerton Felix. AS VARIANTES DA LÍNGUA INGLESA EM SALA DE AULA: UMA ABORDAGEM DIDÁTICO-PEDAGÓGICA. Disponível em http://www.editorarealize.com.br/revistas/eniduepb/trabalhos/Modalidade_6datahora_04_10_2013_21_39_59_idinscrito_1682_8ee55d2ec117a4d0d317dc314b53fa50.pdf            Acesso em 19/09/2017

 

GIMENEZ, T.; CALVO, L. C. S.; EL KADRI, M. S. et al. (2015). Inglês como língua franca: desenvolvimentos recentes. Disponível em:<http://www.scielo.br/pdf/rbla/v15n3/1984-6398-rbla-15-03-00593.pdf> Acesso em: 20 de abril de 2020.

 

MORIN, Edgar. Os Sete Saberes necessários à Educação do Futuro. 3.ed. São Paulo: Cortez; Brasília, DF: UNESCO,2001.

 

RAJAGOPALAN, Kanavillil. O inglês como língua internacional na prática docente. In: LIMA, Diógenes Cândido de. (org.) Ensino e aprendizagem de Língua Inglesa – conversas com especialistas. São Paulo: Parábola Editoria, 2009.

 

RITCHIE, Harry. It’s time to challenge the notion that there is only one way to speak English. Disponível em: https://www.theguardian.com/books/2013/dec/31/one-way-speak-english-standard-spoken-british-linguistics-chomsky

 

 

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09/11/2020 - Geografia, História

A Geografia e a expa...

Olá professor! Olá professora! Você sabia que apesar da Pandemia e da necessidade de fechamento do comércio no Brasil e no mundo, o consumo permaneceu elevado? Isso se deve ao e-commerce, isto é, as compras online....

09/11/2020 - Geografia, História

A Geografia e a expansão do e-commerce

Olá professor! Olá professora!

Você sabia que apesar da Pandemia e da necessidade de fechamento do comércio no Brasil e no mundo, o consumo permaneceu elevado? Isso se deve ao e-commerce, isto é, as compras online. Como consequência, no Brasil houve um significativo crescimento deste setor, tanto em termos de faturamento quanto no volume de vendas.

De acordo com a Ebit|Nielsen, o faturamento e as vendas cresceram em torno de 45%. Esse crescimento mostra  o fortalecimento do que já era uma tendência, isto é, o comércio virtual.

Mas, o que isso tem a ver com a Geografia??

Por meio da análise do espaço, podemos verificar alguns fatores que contribuíram para essa ampliação, como:

  • o avanço nos sistemas de comunicação e transportes;
  • a ampliação do acesso da população a tecnologia que promove o estímulo ao comércio online;
  • a segurança nos sistemas de compras e aumento da confiança dos consumidores neste tipo de comércio.

Observa-se portanto que este componente curricular favorece a compreensão das mudanças que se processam na sociedade como um todo. Esta temática, pode ser empregada em vários momentos do ensino de Geografia e por meio dela, podemos também trabalhar com algumas habilidades da BNCC:

  • (EF02GE03) Comparar diferentes meios de transporte e de comunicação, indicando o seu papel na conexão entre lugares, e discutir os riscos para a vida e para o ambiente e seu uso responsável.
  • (EF04GE08) Descrever e discutir o processo de produção (transformação de matérias-primas), circulação e consumo de diferentes produtos.
  • (EF07GE06) Discutir em que medida a produção, a circulação e o consumo de mercadorias provocam impactos ambientais, assim como influem na distribuição de riquezas, em diferentes lugares.
  • (EF08GE09) Analisar os padrões econômicos mundiais de produção, distribuição e intercâmbio dos produtos agrícolas e industrializados, tendo como referência os Estados Unidos da América e os países denominados de Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

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BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC/SEB, 2018. Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf>. Acesso em:  25 Março de 2020.
PARIZ, Tiago e BICCA, Alexandra. Ebit|Nielsen: e-commerce no Brasil cresce 47% no primeiro trimestre, maior alta em 20 anos. Artigo disponível em <https://static.poder360.com.br/2020/08/EBIT-ecommerce-Brasil-1semestre2020.pdf> Acesso em 16 Out. 2020
Imagem Mediamodifier. Disponível em <https://pixabay.com/pt/photos/ecommerce-venda-on-line-2140603/> Acesso em 26 Out. 2020

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26/10/2020 - Geografia

A crise humanitária...

Olá professora! Olá professor! Apesar de não ser mais frequente, o aparecimento de notícias sobre os refugiados na Europa, a crise humanitária ainda persiste neste continente. Recentemente, o campo de refugiados con...

26/10/2020 - Geografia

A crise humanitária dos imigrantes na Grécia

Olá professora! Olá professor!

Apesar de não ser mais frequente, o aparecimento de notícias sobre os refugiados na Europa, a crise humanitária ainda persiste neste continente. Recentemente, o campo de refugiados conhecido como Moria, na Ilha de Lesbos na Grécia, foi palco de um incêndio sem precedentes. Localizada no Mar Egeu,  próxima a Turquia, a localização geográfica desta ilha favorece o ingresso de imigrantes vindos da Ásia e África.  Observe o mapa:

Até o incêndio, viviam ali cerca de 13.000 pessoas em condições subumanas: moradias precárias, esgotos a céu aberto, longas e demoradas filas para conseguir alimentos. Tudo isso em meio a um ambiente hostil, marcado pela violência e preconceito.

Inicialmente, o campo de Moria foi projetado para receber 3.000 pessoas. A sua superlotação favoreceu o desastre e obrigou essa população a viver nas ruas de Lesbos, fato que contribui para o acirramento da violência entre os moradores da ilha e os refugiados.

Este triste episódio, marca mais uma vez, a falta de humanidade dos países europeus frente aos refugiados. E aponta para a necessidade de respeitarmos o outro, independente de suas etnia, religião, nacionalidade, gênero, etc.

O assunto deste post pode ser aplicado em diferentes momentos das aulas de Geografia, pois o deslocamento populacional aparece em praticamente todos os anos do Ensino Fundamental Anos Finais e nos Anos Iniciais, esta temática também aparece, porém de forma mais simples.

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BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC/SEB, 2018. Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf>. Acesso em:  25 Março de 2020.
GAULMYN, I. As cinzas de Moria. A Europa e os refugiados em apuros na ilha grega de Lesbos. Tradução de Wagner Fernandes de Azevedo. Disponível em <http://www.ihu.unisinos.br/78-noticias/603046-as-cinzas-de-moria-a-europa-e-o-os-refugiados-em-apuros-na-ilha-grega-de-lesbos> Acesso em 15 Out. 2020
Mapa da Europa: https://atlasescolar.ibge.gov.br/images/atlas/mapas_mundo/mundo_planisferio_politico_a3.pdf Acesso em 15 Out. 2020

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15/10/2020 - Língua Inglesa

Happy teachers’...

Hello, dear teachers! Gostaria de dizer que mais do que nunca essa data deve ser comemorada! Esse cenário hoje, entristece um pouco… Salas vazias. Mas também enche de saudade! A aula permanece! A alma de professo...

15/10/2020 - Língua Inglesa

Happy teachers’ day!

Hello, dear teachers!

Gostaria de dizer que mais do que nunca essa data deve ser comemorada!

Esse cenário hoje, entristece um pouco… Salas vazias.

Mas também enche de saudade! A aula permanece! A alma de professor está viva!

Imagine um mundo sem professores. O que seria?

Do ponto de vista de alguns…

“that’s a hard question…

sad,

chaos,

no one to look up to…

scary.”

Assista a esse vídeo, “World Without teachers”, em homenagem aos professores do mundo todo, feito há algum tempo por Jubille Media, um dos meus favoritos.

Tenho muito orgulho dos professores com os quais compartilho ideias, aprendo a cada encontro, surpreendo-me sempre com tamanha criatividade e dedicação. E é bem verdade que nessa pandemia todos nós professores nos reinventamos e conseguimos aprender e reinventar muito mais, ainda que com dificuldades de acesso, com distanciamento e ausências. O impossível foi feito para manter o contato, a aula, as atividades, o incentivo aos alunos no ensino remoto.

Professores inspiram. Podem destruir também, sonhos, alegrias, metas. Escolha instigar e despertar sonhos. Esperança.

Professores são “plantadores de esperança”, para Braulio Bessa.

Para Paulo Freire, o professor quando ensina também aprende: “Quem ensina, aprende ao ensinar. Quem aprende, ensina ao aprender.”

Para Malala, “uma criança, um professor, um livro, uma caneta podem mudar o mundo.”

Para Rubem Alves, o professor é aquele que diz “eis aí o mundo!” e ele tem que ter vontade de ensinar o mundo às crianças.

No Brasil, o dia dos professores é comemorado no dia 15 de outubro, mas existe também o dia 5 de outubro, proclamado pela Unesco o dia mundial do professor em 1994. Muitos países comemoram nessa data, mas existem ainda outras datas a serem celebradas em outros países. Ao trabalhar os meses do ano no 5 ano seria curioso explorar quando essa comemoração acontece ao redor do mundo. Veja alguns exemplos:

Mexico – May 15th

Argentina – September 11th

Greece – January 30th

Turkey – November 24th

South Korea – May 15th

Peru – July 6th

Não poderia deixar essa data passar em branco. Fecho com as palavras de Rubem Alves:

“Ensinar é um exercício de imortalidade. A gente ensina, a gente continua a viver.”

Rubem Alves, um imortal educador, professor de sonhos.  Pra ele, cada um tem um céu diferente, feito dos momentos efêmeros de alegria. Eles passam!

Aproveitem as alegrias de ensinar e aprender. Inspirem! Distribuam e compartilhem alegrias.

Abraços festivos!

Keep calm and carry on with the wonderful work you’re doing! 

Cassiana

Assessoria de Língua Inglesa

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13/10/2020 - Língua Inglesa

Avaliação no ensin...

E agora, professores? Estamos distantes da escola e dos alunos, da sala de aula enquanto espaço físico. E o tal dia da prova também não está acontecendo diante dos nossos olhos. Mas isso não é problema. “Ah, mas...

13/10/2020 - Língua Inglesa

Avaliação no ensino remoto, qual o caminho?

E agora, professores? Estamos distantes da escola e dos alunos, da sala de aula enquanto espaço físico. E o tal dia da prova também não está acontecendo diante dos nossos olhos. Mas isso não é problema. “Ah, mas o pai ou a mãe irão ajudar na avaliação em casa!” É verdade, em alguns casos, mas isso também não é problema. O aluno estará vivenciando mais uma etapa de aprendizagem, que seria um dos papéis da avaliação.

Estamos todos vivendo um novo tempo. O cuidado aqui, no ensino remoto e nas atividades avaliativas por causa da pandemia, é que continuemos fortes, construindo laços significativos com o aprendizado ao invés de barreiras intransponíveis! Que a escola permaneça, que os alunos não abandonem esse barco, que não percam esse vínculo com o lugar mágico que é a escola.

Lugar, ainda que virtual, de transformação, de alegria, capaz de fazer com que possam ter sonhos e começar ou continuar a acreditarem em si mesmos. Quantos desses alunos passam a ter uma centelha de sonho no ambiente escolar. Então, professores, o que vale agora é o bom senso, lutar e torcer para que o vínculo permaneça, pensar e criar atividades avaliativas possíveis e encorajadoras.

Nesse cenário, seguem alguns conselhos a partir de grandes nomes no contexto da avaliação: Maria Helena Guimarães, Maria Inês Fini, Celso Vasconcellos e Cipriano Luckesi:

  • Registrar tudo o que for realizado por alunos e professores.
  • Considerar diferentes alternativas para atividades criativas: portfólios, vídeos, podcasts, pesquisa colaborativa, perguntas abertas.
  • Avaliar tanto do ponto de vista cognitivo como socioemocional.
  • Potencializar a potência do aluno é tarefa do professor.
  • Avaliar pode ser um ato transformador!

É preciso acolher os alunos! Dar espaço para a criatividade. Pensar em como se comunicam hoje em sua rotina. Há grandes alternativas e possibilidades para além da avaliação de múltipla escolha. Trazer os gêneros discursivos de todo dia para a sala de aula é uma excelente forma de tornar a aprendizagem e a avaliação mais significativas. Já pensou o aluno vibrar com acertos da mesma forma que faz quando participa de jogos online? Por que não?

Pensar na construção de um currículo de transição, nesse momento, é muito importante. E nesse sentido, vamos recuperar os conteúdos e as aprendizagens desse ano, no ano seguinte. Vamos observar o que é essencial. Vamos ser criativos, mas também aprender com os alunos. O que importa aqui não são conteúdos avaliados. Coragem, professores! Afeto, braços abertos, acolhimento. É importante abrir espaço para a criatividade e a criação. Sugestões:

  • Produção de pequenos vídeos
  • Podcasts
  • Poster
  • Fotos com comentários em um mural colaborativo
  • Timeline
  • Quadrinhos
  • Entrevista
  • Participação ativa num jogo
  • Pesquisa para responder 3 perguntas
  • Comparações e resultados

“Nenhum a menos!” É o que afirma Celso Vasconcellos. Inclusão no processo avaliativo, acolhimento. Abrir portas nesse momento é vital, ao invés de fechá-las para nunca mais.

É preciso lembrar que o maior sentido da avaliação é transformar!

Aprender com ela e por meio dela!

Cassiana Beghetto

Assessoria de Língua Inglesa

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