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23/03/2021 - Língua Inglesa

Yes, nós temos down...

Good morning, everyone! Vim aqui para divulgar a boa notícia! Já temos todos os áudios do material didático de língua inglesa para download, facilitando o planejamento e o andamento das aulas! Visite a plataforma do...

23/03/2021 - Língua Inglesa

Yes, nós temos download!

Good morning, everyone!

Vim aqui para divulgar a boa notícia!

Já temos todos os áudios do material didático de língua inglesa para download, facilitando o planejamento e o andamento das aulas!

Visite a plataforma do Aprende Brasil Digital e desfrute de mais essa vantagem em utilizar o material didático do Sistema de Ensino Aprende Brasil!

Lembre também de incluir em seu planejamento as videoaulas, os objetos educacionais e as trilhas disponíveis também no Aprende Brasil Digital e já selecionadas por volume.

Enjoy it!

Take care!

Cassiana

 

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17/03/2021 - Língua Inglesa

Você já ouviu fala...

Hello everyone! Happy Saint Patrick’s day! Hoje, iniciamos com um dizer irlandês: “May your troubles be less. And your blessings be more. And nothing but happiness come through your door.” — Irish blessi...

17/03/2021 - Língua Inglesa

Você já ouviu falar sobre Saint Patrick’s Day?

Hello everyone! Happy Saint Patrick’s day!

Hoje, iniciamos com um dizer irlandês:

“May your troubles be less. And your blessings be more. And nothing but happiness come through your door.” — Irish blessing

Ah, já trabalhei em tantas escolas que não deixavam passar em branco essa data! Traz sorte! Usávamos um trevo de quatro folhas verde na roupa. Alguns usavam verde. E fazíamos muitas atividades divertidas como passar um chapéu de Leprechaun pela sala enquanto a música toca, e ao parar, a criança responder alguma pergunta sobre a Irlanda. Houve também caça-palavras com todo o vocabulário que a data representa data: rainbow, gold, shamrock, Irish, luck, leprechaun, green. Um dos principais símbolos dessa data é o trevo de quatro folhas, shamrock. Acreditam que encontrar um trevo de quatro folhas é um sinal de sorte. Ele é o símbolo nacional da Irlanda.

Você já percebeu que nesse dia, em alguns lugares do mundo as pessoas usam roupas e acessórios verdes? Em New York, the St. Patrick’s Day Parade é a maior do mundo, comemorada desde 1762. Veja algumas das fotos da parada:

 

https://www.lohud.com/story/news/2019/03/16/new-york-city-st-held-its-258th-annual-patricks-day-saturday/3186825002/

Todo ano, a cidade de Chicago, nos Estados Unidos, tinge de verde o Chicago River para comemorar o dia de São Patrício e homenagear a Irlanda – essa tradição acontece há 59 anos, segundo reportagem da ABC News.

ABC News https://abcnews.go.com/US/chicago-limits-st-patricks-day-celebrations-continues-river/story?id=76436645

Saint Patrick é o santo patrono da Irlanda. era inglês e só chegou na Irlanda aos 16 anos. Um dos seus maiores feitos, segundo lendas, é ter banido todas as cobras da Irlanda. A Irlanda é conhecida como Emerald Island (ilha esmeralda) pelo verde das suas colinas. Há ainda o verde da bandeira da Irlanda. Conta a lenda que se você usar verde nesse dia vai evitar de ser beliscado por um Leprechaun, caso encontre um – segundo lendas irlandesas.

Leprechauns são criaturas mágicas, um tipo de fada do folclore irlandês. São arteiros, usam chapéu verde e têm cabelo e barba ruiva. São shoemakers e sabem onde encontrar ouro. Diz a lenda que se você consegue capturar um leprechaun poderá negociar a liberdade dele com seu pote de ouro, que está no final do arco-íris e ele saber como alcançá-lo.

Uma brincadeira que pode ser feita com os alunos é descobrir o nome de seu leprechaun, e assim revisar meses do ano e as letras do alfabeto, no 4 e 5 ano:

Em: https://www.daveswordsofwisdom.com/2015/03/whats-your-lucky-leprechaun-name.html

Além dessa brincadeira dos nomes, você vai encontrar muitas outras atividades e brincadeiras sobre essa data.

Aqui links para muitas atividades!

https://www.education.com/worksheets/st-patricks-day/

https://www.superteacherworksheets.com/reading-comp/3rd-pot-of-gold_POTOG.pdf

https://www.dltk-holidays.com/Patrick/worksheets.htm

“May your heart be light and happy,

May your smile be big and wide,

And may your pockets always have a coin or two.”

Cassiana Beghetto

 

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10/03/2021 - Ensino Religioso, História

Dialoga, Brasil! ...

Palavras-chave: Tempo, temporalidade, memória. Segmento/ano: Ensino Fundamental, Educação Infantil.     Professores, vamos refletir um pouco sobre o conceito de tempo e temporalidade?   O que entendemos...

10/03/2021 - Ensino Religioso, História

Dialoga, Brasil! – Para que serve o tempo?

Palavras-chave:

Tempo, temporalidade, memória.

Segmento/ano:

Ensino Fundamental, Educação Infantil.

 


 

Professores, vamos refletir um pouco sobre o conceito de tempo e temporalidade?

 

O que entendemos por realidade é um processo individual para cada pessoa. Formado sobretudo através do nosso contato com o mundo externo e nossa absorção dele. Isso não ocorre de maneira neutra, pois nossas crenças, memórias, vivências, etc. servem de filtro para que a realidade chegue até nós, tornando-se um processo único para cada pessoa. 

Um dos fatores determinantes na forma como vamos dialogar com o mundo externo é o tempo. Por vezes tão abstrato, lidamos com ele de forma mecânica no cotidiano, ou mesmo inconsciente. Porém, compreender as diversas construções de tempo que nos rodeiam, permite-nos observar acontecimentos, agir e analisar a realidade de maneira mais crítica na nossa relação com o meio, com as pessoas e com nós mesmos. Tempo, é também um instrumento chave quando o assunto é ensino de História!

A nossa compreensão de tempo passa por um caminho: concepção do tempo, percepção do tempo e temporalidade.

A concepção está atrelada ao social, ou seja, como a sociedade na qual fomos criados entende o tempo? 

Sobretudo no ocidente, fomos ensinados a lidar com ele de forma cronológica e linear. Essa concepção é baseada numa ideia progressiva do tempo, como se estivéssemos caminhando em uma linha reta. Ou melhor, como se a História do mundo caminhasse de forma linear. As famosas linhas do tempo, tão usadas na História e no ensino dela, são um ótimo exemplo disso!

Apesar de ser comum vermos essa concepção como “natural”, há inúmeras críticas à ela, primeiro porque reproduz uma visão eurocêntrica e excludente do mundo, segundo porque:

 

O tempo da História não é uma linha reta […] as linhas entrecruzadas por ele compõem um relevo. Ele tem espessura e profundidade (PROST, 2014, p. 114)

 

Dessa forma, é importante que observemos que construir uma História cronológica e selecionar os fatos considerados relevantes para se estar em uma linha do tempo não é um processo neutro e exclui dessa linha muitos outros acontecimentos e fatos ocorridos em tempos e espaços distintos. 

 

Para acessar o PDF clique na imagem ou AQUI.

 

Por sua vez, a percepção do tempo está ligada a forma como a concepção social chega para nós, de forma individual, filtrado por nossas memórias, vivências, crenças, etc. 

E por fim, chegamos a temporalidade: a sensação de passagem objetiva do tempo, no cotidiano, e nossas ações ligadas e delimitadas pelo tempo. A hora de acordar, sair de casa para o trabalho, escola ou faculdade, o horário daquela reunião importante, a hora do almoço e do café da tarde… tudo isso influencia as nossas ações e nossas relações: eis a importância da temporalidade!

Assim percebemos que, apesar de inconsciente, nossa relação com o tempo molda quem somos, como estamos e como entendemos o mundo! Esse processo começa ainda na infância e o ensino de História pode ser um aliado importante. Apresentar às crianças diversas formas de compreender o tempo pode ampliar a percepção de tempo e desenvolver sujeitos que se relacionam de forma mais saudável com o mundo, com as pessoas e com si mesmo. Um sujeito crítico!

 

Para acessar o PDF clique na imagem ou AQUI.

 

Apontamos que a percepção cronológica e linear de tempo se apresenta de forma excludente e eurocêntrica. Que tal expandir nossos conhecimentos sobre o tempo para outros grupos sociais? Esse material do InfoAmazonia e do Instituto Socioambiental nos apresenta um pouco da ideia de tempo para uma etnia dos povos originários do Brasil, perpassando a  astronomia, os ecossistemas climáticos e a espiritualidade.

 

Ciclos Anuais dos povos indígenas do Rio Tiquié – Calendário Indígena

 

E a pergunta que fica é: como fazer isso na prática, na realidade da sala de aula?

Fica ligado (a) no próximo post que vamos te apresentar uma possibilidade prática!

 

Habilidades mobilizadas (BNCC):

EF02HI06 Identificar e organizar, temporalmente, fatos da vida cotidiana, usando noções relacionadas ao tempo (antes, durante, ao mesmo tempo e depois).

EF04HI01 Reconhecer a história como resultado da ação do ser humano no tempo e no espaço, com base na identificação de mudanças e permanências ao longo do tempo.

EF06HI01 Identificar diferentes formas de compreensão da noção de tempo e de periodização dos processos históricos (continuidades e rupturas).

 

*Texto escrito em parceria entre: Equipe Assessoria de História e Professora Daniela Pereira da Silva

 

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Referências:
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC/SEB, 2017. Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/bncc-20dez-site.pdf>. Acesso em: maio, 2018.
WHITROW, G. J. O Tempo na História. Rio de Janeiro. Editora Zahar, 1993.
FERREIRA, Marieta de Morais; OLIVEIRA, Margarida Maria Dias de. Dicionário de Ensino de História. Editora FGV, 2019.

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10/02/2021 - Geografia

O êxodo urbano como...

Olá professora! Olá professor! Iniciamos este ano trazendo para o nosso Blog um assunto que tem ganhado destaque: o êxodo urbano, fenômeno  que se intensificou em 2020 com a Pandemia. O curioso desse fato, é que se...

10/02/2021 - Geografia

O êxodo urbano como consequência da Pandemia

Olá professora! Olá professor!

Iniciamos este ano trazendo para o nosso Blog um assunto que tem ganhado destaque: o êxodo urbano, fenômeno  que se intensificou em 2020 com a Pandemia. O curioso desse fato, é que se voltássemos algumas décadas, essa situação seria inimaginável, uma vez que o movimento populacional ocorria no sentido contrário, ou seja, as pessoas se deslocavam para os grandes centros urbanos em busca de oportunidades.

Contudo, estudos recentes apontam para o aumento de pessoas à procura de imóveis em municípios menores. Esta tendência teve início no continente europeu e tem se espalhado pelo mundo, sobretudo pelas grandes metrópoles, como Rio de Janeiro e São Paulo.  Essa mudança de paradigma está diretamente relacionada ao isolamento imposto pela Covid-19, pois muitas pessoas precisaram conciliar o trabalho, o estudo, o lazer, os cuidados com a casa e a família em espaços que antes eram exclusivamente reservados à vida familiar. Com isso, surgem espaços domésticos multifuncionais, isto é, que tem que acomodar toda a família e suas diferentes atividades.

Esse fato provocou em muitas pessoas a necessidade de espaços mais amplos (principalmente as famílias com crianças) e também mais próximos à natureza. Além disso, muitas empresas passaram a adotar em definitivo, o home-office, o que permite que o trabalho seja realizado de qualquer lugar. Outro fator que interferiu para esse deslocamento (temporário ou não) foi a busca por um menor custo de moradia e melhor qualidade de vida (menos trânsito, poluição, violência,…), uma vez que nos grandes centros urbanos os imóveis localizados em áreas com melhor infraestrutura, em geral, têm apresentado  espaços reduzidos (entre 45 e 65 m²) e, ainda, consomem significativa parcela da renda familiar, ou seja, morar bem obriga  gastos elevados.  Este fato atrelado a uma busca por um novo e melhor modo de vida, tem estimulado o êxodo urbano, assunto presente (deslocamentos populacionais) nos livros de Geografia do Sistema de Ensino Aprende Brasil.

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Equipe Assessoria de Geografia

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Equipe Assessoria de Geografia

Referências:
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC/SEB, 2018. Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf>. Acesso em:  25 Março de 2020.
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. IBGE Educa. População rural e urbana. Disponível em: <https://educa.ibge.gov.br/jovens/conheca-o-brasil/populacao/18313-populacao-rural-e-urbana.html>  Acesso em 09 Fev. 2021
Fonte imagens: https://pixabay.com/ Acesso em 09 Fev. 2021

 

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17/11/2020 - Língua Inglesa

Afinal, o que é lí...

ILF ou ELF O termo ‘inglês como língua franca’, representado pelo acrônimo ILF ou em inglês ELF (English as a lingua franca), refere-se à ideia de que a língua inglesa hoje é mais utilizada em situações que ...

17/11/2020 - Língua Inglesa

Afinal, o que é língua franca?

ILF ou ELF

O termo ‘inglês como língua franca’, representado pelo acrônimo ILF ou em inglês ELF (English as a lingua franca), refere-se à ideia de que a língua inglesa hoje é mais utilizada em situações que envolvem falantes não nativos de inglês do que em situações em que nativos se comunicam. Ou seja, ela não pertence àquela comunidade de falantes específica, nem à corte inglesa. Ela é franca, neutra, pertence a quem dela fizer uso.    A BNCC, documento oficial que estabelece habilidades e competências a serem desenvolvidas na educação básica, enfatiza a importância de se esclarecer aos alunos essa característica do inglês como língua franca.

Língua franca, ensino e identidade

Para o professor de língua inglesa é essencial perceber que a língua é social, que ela revela muito da cultura e dos costumes de cada região em que é falada. A língua revela a identidade de um povo. Ao falar, a pessoa revela de onde vem, país, classe social, cultura, estudo, gênero, profissão. À medida em que cada um se expressa, muitas características típicas da sua cultura são reveladas: comportamentos, gestos, sotaques, escolhas de palavras, todos são fatores reveladores. Se a língua é parte da identidade, essa identidade no contato com uma cultura estrangeira é reafirmada, repensada e reconstruída. Por isso é fundamental perceber a importância do uso e do ensino da língua inglesa como língua franca. O professor ensina uma língua com a qual o aluno irá se comunicar tanto para falar com falantes nativos como para falar com estrangeiros. É comprovado que hoje a língua inglesa apresenta mais falantes não-nativos do que nativos.

Inglês internacional, global ou mundial

H. Douglas Brown há alguns anos utilizou a expressão International English para falar dessa característica de língua a ser utilizada além das fronteiras de onde é falada por nativos. World English é o termo que Ragajopalan adotou para explicar a condição da língua inglesa como língua internacional, que não pertence a nenhuma nação. Segundo esse autor, a língua inglesa deixou de ser monopólio dessa ou daquela nação, ela pertence a quem dela fizer uso. Da mesma forma, David Crystal utiliza o termo Global English para explicar o fato de que essa língua é falada em todo o globo. Todos os três autores, que sao referências para formaçao de professores e estudos de metodologia de língua inglesa, discorrem sobre esse aspecto da língua inglesa, o de ser falada no mundo todo por diferentes comunidades que precisam se comunicar, buscando uma neutralidade de sotaques e gírias para que falantes não nativos cheguem a um denominador comum para a comunicação.   Preparar os alunos para enfrentar essa realidade é fundamental. Lembrar que não existe um único código, uma única maneira de falar inglês, um único sotaque a ser considerado o correto, é essencial.

Qual a variante correta de língua inglesa para o ensino?

Respeitar as diferentes variantes e características culturais é fundamental para a comunicação. Ao considerar a aprendizagem de língua materna, parece natural que existam variações, pois somos um país rico em características singulares que definem cada cultura local e cada variante linguística. Diferenciamos naturalmente um gaúcho de um mineiro ou de um carioca. Na língua estrangeira, especialmente o inglês, essa variação carrega uma amplitude ainda maior, dado o número de falantes nativos e não nativos que existem hoje. Sendo assim, nao existe a variante correta para ensinar em sala de aula, como em qualquer outra língua, mesmo a nossa língua portuguesa, não existe o sotaque perfeito ou o mais correto.  Existem variantes que decorrem do ambiente, da cidade, da cultura, do contexto. Mas nenhuma variante está errada em sua pronúncia ou escolha vocabular.

Nas palavras de Falcão,

“É, então, fundamental que o professor compreenda essa relevância e repasse para o aluno a ideia de que não existe a variante ‘certa’ ou ‘errada’, e que não se deve aprender apenas esta ou aquela variação por ser mais popular, ou menos transmitida pelas mídias sociais.”

Carvalho explica e aconselha:

“A meu ver, esse preconceito em torno das diversidades da língua resulta, em parte, do contato inicial do estudante com o seu instrutor, seja qual for sua tendência linguística. Empatia, segurança, prestatividade e até mesmo um bom timbre de voz influenciam na compreensão, por isso é comum estranhar a pronúncia de um falante que não tenha todas essas qualidades. Desvincule-se de todo preconceito e vício. Não entre nessa de ficar escolhendo com quem gostaria de conversar ou o que ouvir. Na época em que vivemos, marcada pela globalização econômica e cultural, devemos estar preparados para falar (e ouvir) o mundo.”

Somos seres únicos, cheios de singularidades

É importante considerar que cada um de nós possui uma singularidade riquíssima de valores e vivências. E ao nos comunicarmos com outras pessoas, estrangeiros ou não, estamos entrando em contato com essa ampla gama de características, crenças, valores, histórias que vêm junto com a fala, no ato da comunicação. Utilizar uma língua internacional é importante para acessar e entrar em contato com o mundo todo, mas lembrar que essas singularidades estão presentes e devem ser respeitadas é fundamental na comunicação por meio da língua inglesa.  Como afirma Morin, “A humanidade é ao mesmo tempo una e múltipla. Sua riqueza está na diversidade das culturas, mas podemos e devemos nos comunicar dentro da mesma identidade terrestre.” Pertencemos ao mesmo planeta e podemos nos comunicar com o mundo todo por meio dessa língua franca, o inglês, basta que respeitemos e estejamos abertos para compreender toda a bagagem riquíssima que acompanha o contato com o outro.

CARVALHO, Ulysses Britânico ou Americano, qual dos dois devo estudar? Disponível em: http://www.teclasap.com.br/britanico-ou-americano/ Acesso em 19/09/2017.

FALCÃO, Cristiane Vieira; DA SILVA, Ewerton Felix. AS VARIANTES DA LÍNGUA INGLESA EM SALA DE AULA: UMA ABORDAGEM DIDÁTICO-PEDAGÓGICA. Disponível em http://www.editorarealize.com.br/revistas/eniduepb/trabalhos/Modalidade_6datahora_04_10_2013_21_39_59_idinscrito_1682_8ee55d2ec117a4d0d317dc314b53fa50.pdf            Acesso em 19/09/2017

 

GIMENEZ, T.; CALVO, L. C. S.; EL KADRI, M. S. et al. (2015). Inglês como língua franca: desenvolvimentos recentes. Disponível em:<http://www.scielo.br/pdf/rbla/v15n3/1984-6398-rbla-15-03-00593.pdf> Acesso em: 20 de abril de 2020.

 

MORIN, Edgar. Os Sete Saberes necessários à Educação do Futuro. 3.ed. São Paulo: Cortez; Brasília, DF: UNESCO,2001.

 

RAJAGOPALAN, Kanavillil. O inglês como língua internacional na prática docente. In: LIMA, Diógenes Cândido de. (org.) Ensino e aprendizagem de Língua Inglesa – conversas com especialistas. São Paulo: Parábola Editoria, 2009.

 

RITCHIE, Harry. It’s time to challenge the notion that there is only one way to speak English. Disponível em: https://www.theguardian.com/books/2013/dec/31/one-way-speak-english-standard-spoken-british-linguistics-chomsky

 

 

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09/11/2020 - Geografia, História

A Geografia e a expa...

Olá professor! Olá professora! Você sabia que apesar da Pandemia e da necessidade de fechamento do comércio no Brasil e no mundo, o consumo permaneceu elevado? Isso se deve ao e-commerce, isto é, as compras online....

09/11/2020 - Geografia, História

A Geografia e a expansão do e-commerce

Olá professor! Olá professora!

Você sabia que apesar da Pandemia e da necessidade de fechamento do comércio no Brasil e no mundo, o consumo permaneceu elevado? Isso se deve ao e-commerce, isto é, as compras online. Como consequência, no Brasil houve um significativo crescimento deste setor, tanto em termos de faturamento quanto no volume de vendas.

De acordo com a Ebit|Nielsen, o faturamento e as vendas cresceram em torno de 45%. Esse crescimento mostra  o fortalecimento do que já era uma tendência, isto é, o comércio virtual.

Mas, o que isso tem a ver com a Geografia??

Por meio da análise do espaço, podemos verificar alguns fatores que contribuíram para essa ampliação, como:

  • o avanço nos sistemas de comunicação e transportes;
  • a ampliação do acesso da população a tecnologia que promove o estímulo ao comércio online;
  • a segurança nos sistemas de compras e aumento da confiança dos consumidores neste tipo de comércio.

Observa-se portanto que este componente curricular favorece a compreensão das mudanças que se processam na sociedade como um todo. Esta temática, pode ser empregada em vários momentos do ensino de Geografia e por meio dela, podemos também trabalhar com algumas habilidades da BNCC:

  • (EF02GE03) Comparar diferentes meios de transporte e de comunicação, indicando o seu papel na conexão entre lugares, e discutir os riscos para a vida e para o ambiente e seu uso responsável.
  • (EF04GE08) Descrever e discutir o processo de produção (transformação de matérias-primas), circulação e consumo de diferentes produtos.
  • (EF07GE06) Discutir em que medida a produção, a circulação e o consumo de mercadorias provocam impactos ambientais, assim como influem na distribuição de riquezas, em diferentes lugares.
  • (EF08GE09) Analisar os padrões econômicos mundiais de produção, distribuição e intercâmbio dos produtos agrícolas e industrializados, tendo como referência os Estados Unidos da América e os países denominados de Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

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Referências:
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC/SEB, 2018. Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf>. Acesso em:  25 Março de 2020.
PARIZ, Tiago e BICCA, Alexandra. Ebit|Nielsen: e-commerce no Brasil cresce 47% no primeiro trimestre, maior alta em 20 anos. Artigo disponível em <https://static.poder360.com.br/2020/08/EBIT-ecommerce-Brasil-1semestre2020.pdf> Acesso em 16 Out. 2020
Imagem Mediamodifier. Disponível em <https://pixabay.com/pt/photos/ecommerce-venda-on-line-2140603/> Acesso em 26 Out. 2020

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