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02/04/2020 - História

Qual o papel do ensi...

Olá! Hoje queremos compartilhar com vocês um texto de opinião. Abaixo deixamos as reflexões levantadas pela Prof. Dra Marcella Albaine sobre o Ensino de História no atual momento.   “Falo em nome do país...

02/04/2020 - História

Qual o papel do ensino de História em tempos de COVID-19?

Olá!

Hoje queremos compartilhar com vocês um texto de opinião.

Abaixo deixamos as reflexões levantadas pela Prof. Dra Marcella Albaine sobre o Ensino de História no atual momento.

 

“Falo em nome do país. Como professora, talvez quisesse falar em nome do mundo. O texto de hoje, assumidamente, possui um tom de pesar, pois a pandemia de coronavírus tem provocado muitas mortes, em diferentes localidades. Os números são alarmantes; as previsões, baseadas em dados, péssimas.

O mundo se vê obrigado a parar. Quem pode se dar a esse luxo? A regra de ficar em casa não funciona para todos: há um grande número de sujeitos que precisam estar na linha de frente. Profissionais da saúde dedicando seu tempo e sua vida cuidando dos que estão em hospitais lotados. A pesquisa, tão sucateada em nosso país, vem sendo fonte de esperança. Dizem que ainda não estamos no pior momento da crise e seus efeitos já podem ser sentidos com intensidade. Valem algumas análises, vamos a elas.

A orientação de lavagem da mão e uso do álcool gel, tampouco se direciona a todos: tenho pensado nos tantos corações que se encontram em situação de rua. E os moradores de comunidades, de zonas sem infraestrutura de saneamento básico? E aqueles que pagam por água encanada e que, de forma inadmissível, a tiveram contaminada em suas casas?

É difícil colocar em palavras um momento tão presente, sentido por meio dos noticiários de cada dia que atualizam o número de mortes. Inicialmente a China, hoje os números da Itália são de chocar. Não quero reforçar perspectivas hierárquicas, mas outra pergunta que tenho me feito é: o que sabemos da situação do coronavírus no continente africano? As relações de poder se manifestam nesta crise que, muito mais do que econômica, é uma crise moral. O texto de Djamila Ribeiro sobre a doméstica que faleceu cuidando da patroa vinda da Itália é emblemático para pensar sobre esse ponto.

Humanidade. Em meio ao caos, aos queixumes de tédio de muitas pessoas que não sabem como olhar para si, que pouco se escutam, que pouco param nesse mundo acelerado de cobranças e excessos, existem também manifestações solidárias. É um convite irrecusável da vida à mudança de hábito. Nossa sociedade que menospreza tanto os idosos, reconhece que eles são a parte mais vulnerável. Recados em elevadores de pessoas se oferecendo para fazer compras para os senhores e senhoras que necessitarem. É isso. Não precisaríamos desenhar o pior dos cenários para fazer valer aquilo que deveria ser a regra número da História: a empatia, o exercício da cidadania.

Ainda queria falar sobre a exigência que tem sido endereçada aos profissionais das mais diversas áreas em relação ao uso da tecnologia digital para o trabalho em casa. Cito outro texto, agora da professora Alessandra Nicodemos: “como garantir, em um país desigual como o nosso, acesso democrático aos dados e instrumentos/ferramentas da cultura digital em contexto de educação”? Pensemos que mais do que o entretenimento com as lives do Instagram ou o consumo das séries da Netflix, precisamos de efetividade para assumir e combater a exclusão digital.

O que temos pela frente é luta. Tudo está intensificado: atitudes solidárias e atitudes egoístas caminham lado a lado. Mais do que nunca defendo a importância do ensino de História como arma das transformações sociais que urgem. Menos notícias falsa, mais ciência, mais pesquisa, mais investimento no SUS, mais valorização profissional. Um país comandado por uma presidência alheia e perversa precisa do pensamento crítico e humano”.

 

por Marcella Albaine Farias da Costa
*Texto originalmente publicado no site da ANPUH.

 

Referências citadas pela professora:

NICODEMOS, Alessandra. ‘Entretenimento on-line’ não substitui a escola. Esquerda Diário. Disponível em: http://esquerdadiario.com.br/Entretenimento-on-line-nao-substitui-a-escola Acesso: em 23 de mar. 2020.
RIBEIRO, Djamila. Doméstica idosa que morreu no Rio cuidava da patroa contagiada pelo coronavírus. Folha de São Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/djamila-ribeiro/2020/03/domestica-idosa-que-morreu-no-rio-cuidava-da-patroa-contagiada-pelo-coronavirus.shtml Acesso: em 23 de mar. 2020.

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31/03/2020 - História

Mary Seacole: histó...

Olá!   Anteriormente falamos sobre os preconceitos que a profissão da enfermagem já sofreu ao longo da história. Para isso destacamos a biografia de Florence de Nightingale. Sabendo que Florence, mesmo pertence...

31/03/2020 - História

Mary Seacole: história de uma enfermeira

Olá!

 

Anteriormente falamos sobre os preconceitos que a profissão da enfermagem já sofreu ao longo da história. Para isso destacamos a biografia de Florence de Nightingale.

Sabendo que Florence, mesmo pertencendo a uma família rica, teve dificuldades para exercer a profissão e sofreu preconceito, imagine falarmos de uma mulher negra de origem jamaicana que viveu na mesma época?

Estamos falando de Mary Seacole (Kingston – Jamaica, 23 de novembro de 1805 — Londres – Inglaterra, 14 de maio de 1881). Ainda na infância foi para Inglaterra, era filha de um soldado escocês e acompanhava a mãe nos cuidados de soldados inválidos.

 

Mary Seacole
Fonte: National Geographic

 

Como era mestiça, Mary não podia votar e era proibida de ter algumas profissões.

Durante viagens pela América Central aprendeu técnicas de medicina tradicional e soube articulá-las com a medicina europeia.

Ela se alistou para ser voluntária na Guerra da Crimeia, na equipe de Florence de Nightingale, porém foi recusada. Mesmo assim foi por conta própria trabalhar juntamente aos soldados feridos.

Em 1857 publicou suas memórias “As maravilhosas aventuras da Sra. Seacole em muitas terras”.

 

Quer conhecer mais da história de Mary leia:

 

Livro Grandes Mulheres que Mudaram o Mundo

Livro The Extraordinary Life of Mary Seacole

 

Já conhecia a história de Mary Seacole? Acompanhe nossas postagens, pois vamos apresentar sugestões sobre como abordar a história dela e da Florence nas aulas de História a outras disciplinas.

 

Equipe Assessoria de História

 

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Referências:
BBC. Mary Seacole (1805-1881). História. Disponível em: <http://www.bbc.co.uk/history/historic_figures/seacole_mary.shtml>. Acesso em: 25 mar 2020.

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  • Olá! Não conhecia a a história de Mary Seacole! Desde aquela época já existiam mulheres corajosas batalhando por um ideal! Obrigada por compartilhar assuntos tão instigantes que ampliam o conhecimento de todos! Abs

    • Sim, Adrianna. Infelizmente, por muitos anos a história destas mulheres ficaram “escondidas”. Mas, aos poucos começam a ser resgatadas e, principalmente ensinadas em sala de aula. 😉
      Abraço, Camila

    • Olá Professora
      Acompanhe nossas próximas postagens, pois vamos apresentar outras história incríveis, inclusive com dicas de filmes 😉
      Abraço, Camila

17/03/2020 - História

Falsas notícias sob...

Olá!   Você certamente já ouviu falar de Fake News. Talvez já tenha acreditado em alguma ou ficou confuso sobre qual informação confiar, não é mesmo? Pensando no momento em que vivemos, com grandes preocupa...

17/03/2020 - História

Falsas notícias sobre doenças ao longo da História

Olá!

 

Você certamente já ouviu falar de Fake News. Talvez já tenha acreditado em alguma ou ficou confuso sobre qual informação confiar, não é mesmo?

Pensando no momento em que vivemos, com grandes preocupações sobre o COVIV-19 e o acesso ilimitado aos meios de comunicação digitais, estamos mais vulneráveis para estas situações.

Agora, imagine as consequências destas notícias falsas podem causar! E, por quanto tempo elas podem continuar circulando?

Se olharmos a História podemos encontrar diferentes impactos de informações mentirosas. Um exemplo que podemos apresentar são as mentiras divulgadas na década de 1990 sobre o combate a AIDS.

 

Fonte da imagem: Britannica ImageQuest

 

Uma das notícias mais absurdas é a de acreditar que sexo com virgens pode curar a doença. Este informação contribuiu para o aumento avassalador de casos de estupro de adolescentes e crianças, conforme reportagem da Revista Superinteressante “no ano 2000, 67 mil casos de estupro de criança – incluindo tentativas frustradas – foram registrados na África do Sul. Dois anos antes, em 1998, tinham sido quase a metade: 37 500”. (leia a reportagem completa clicando aqui).

Vale destacar que essa crença tem origens mais antigas, pois no início da Idade Moderna a mesma teoria era divulgada pela Europa para curar a sífilis.

É claro que muito conhecimento e pesquisas foram desenvolvidas e as desmentiram, mas elas ainda permeiam a mentalidade de muitas pessoas.

Abordar este tipo de assunto em sala de aula, principalmente nas aulas de História pode contribuir para o desenvolvimento de competências gerais apresentadas pela BNCC, por exemplo:

 

1. Conhecimento

Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico, social, cultural e digital para entender e explicar a realidade, continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva.

2. Pensamento científico, crítico e criativo

Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à abordagem própria das ciências, incluindo a investigação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação e a criatividade, para investigar causas, elaborar e testar hipóteses, formular e resolver problemas e criar soluções (inclusive tecnológicas) com base nos conhecimentos das diferentes áreas.

5. Cultura digital

Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva.

10. Responsabilidade e cidadania

Agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, tomando decisões com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários.

 

Todas estas competências compõem a formação baseada na responsabilidade sobre a pesquisa e disseminação de informações falsas, ou seja, é preciso pensar nos impactos imediatos e históricos que tais Fake News podem causar.

 

Veja mais informações falsas sobre a AIDS ainda são mundialmente divulgadas, na reportagem da BBC: Dia Mundial de Luta contra a Aids: Oito mitos sobre o HIV que foram derrubados.

 

Equipe Assessoria de História

 

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Referências:
Imagem: Fita vermelha e um globo simbolizando a conscientização sobre aids. Fotografia. Britannica ImageQuest, Encyclopædia Britannica, 22 Out 2018. Disponível em: <quest.eb.com/search/132_1572867/1/132_1572867/cite>. Acessado em 24 Mar 2020.

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02/03/2020 - História

BNCC: estimulando a ...

Olá, professores!   Anteriormente listamos os cinco processos necessários para o desenvolvimento da atitude historiadora. Vale a pena reforçar o que significa cada um deles, conforme a BNCC.   Identificaçã...

02/03/2020 - História

BNCC: estimulando a atitude historiadora – parte 2

Olá, professores!

 

Anteriormente listamos os cinco processos necessários para o desenvolvimento da atitude historiadora.

Vale a pena reforçar o que significa cada um deles, conforme a BNCC.

 

  • Identificação

De que material é feito o objeto em questão? Como é produzido? Para que serve? Quem o consome? Seu significado se alterou no tempo e no espaço?

 

  • Comparação

A comparação em história faz ver melhor o outro. Se o tema for, por exemplo, pintura corporal, a comparação entre pinturas de povos indígenas originários e populações urbanas pode ser bastante esclarecedora em relação ao funcionamento das diferentes sociedades.

 

  • Contextualização

Os estudantes devem identificar, em um contexto, o momento em que uma circunstância histórica é analisada e as condições específicas daquele momento, inserindo o evento em um quadro mais amplo de referências sociais, culturais e econômicas. Ela estimula a percepção de que povos e sociedades, em tempos e espaços diferentes, não têm os mesmos valores e princípios da atualidade.

 

  • Interpretação

O exercício da interpretação – de um texto, de um objeto, de uma obra literária, artística ou de um mito – é fundamental na formação do pensamento crítico. Interpretações variadas sobre um mesmo objeto tornam mais clara a relação sujeito/objeto e, ao mesmo tempo, estimulam a identificação das hipóteses levantadas e dos argumentos selecionados para a comprovação das diferentes proposições.

 

  • Análise

A análise é uma habilidade bastante complexa porque pressupõe problematizar a própria escrita da história e considerar que, apesar do esforço de organização e de busca de sentido, trata-se de uma atividade em que algo sempre escapa. Segundo Hannah Arendt, trata-se de um saber lidar com o mundo, fruto de um processo iniciado ao nascer e que só se completa com a morte. Nesse sentido, ele é impossível de ser concluído e incapaz de produzir resultados finais, exigindo do sujeito uma compreensão estética e, principalmente, ética do objeto em questão. (BNCC, 2017, p. 396, 397 e 398).

 

Já viu nosso vídeo sobre o desenvolvimento da atitude historiadora? Para ver, basta clicar no link abaixo:

Vídeo – Atitude historiadora: <https://youtu.be/TIn72vvrofA>

 

Portanto, um dos importantes objetivos de História no Ensino Fundamental é estimular a autonomia de pensamento e a capacidade de reconhecer que os indivíduos agem de acordo com a época e o lugar nos quais vivem, preservando ou transformando seus hábitos e condutas.

 

No próximo post, vamos falar sobre como a BNCC influencia o currículo escolar. Até lá!

 

 

Equipe Assessoria de História

 

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REFERÊNCIAS:
MOVIMENTO pela base nacional comum. Disponível em <http://movimentopelabase.org.br>. Acesso em: maio, 2018.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC/SEB, 2017. Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/bncc-20dez-site.pdf>. Acesso em: maio, 2018.

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27/02/2020 - História

BNCC: estimulando a ...

Olá, professores! Hoje nossa conversa sobre a BNCC começará a ter como foco o ensino de História no Ensino Fundamental. A documentação apresenta a necessidade de ensinar uma história que faça sentido aos alunos, ...

27/02/2020 - História

BNCC: estimulando a atitude historiadora – parte 1

Olá, professores!

Hoje nossa conversa sobre a BNCC começará a ter como foco o ensino de História no Ensino Fundamental.

A documentação apresenta a necessidade de ensinar uma história que faça sentido aos alunos, abordando um passado que dialoga com o tempo atual. Para isso, a utilização de objetos pode auxiliar o professor e os alunos a colocar em questão o significado das coisas do mundo, estimulando a produção do conhecimento histórico em âmbito escolar.

Por meio dessa prática, docentes e discentes poderão desempenhar o papel de agentes do processo de ensino e aprendizagem, assumindo, ambos, uma atitude historiadora diante dos conteúdos propostos, no âmbito de um processo adequado ao Ensino Fundamental.

Para o desenvolvimento dessa atitude historiadora, cinco processos se destacam:

 

  1. Identificação;
  2. Comparação;
  3. Contextualização;
  4. Interpretação;
  5. Análise.

 

Quer saber como se desenvolve cada um desses processos? Confira nosso vídeo:

Vídeo – Atitude historiadora: <https://youtu.be/TIn72vvrofA>

 

No próximo post, vamos falar mais um pouco sobre o desenvolvimento da atitude historiadora.

Até lá!

 

 

Equipe Assessoria de História

 

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REFERÊNCIAS:
MOVIMENTO pela base nacional comum. Disponível em <http://movimentopelabase.org.br>. Acesso em: maio, 2018.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC/SEB, 2017. Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/bncc-20dez-site.pdf>. Acesso em: maio, 2018.

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  • Identificação;
    Comparação;
    Contextualização;
    Interpretação;
    Análise. Esses 5 itens são importantes demais, principalmente quando falamos em interpretação, que eu, particularmente, procuro trabalhar com meu aluno em todas as disciplinas. Pois acredito que o aluno que interpreta, que entende o que lê nas entrelinhas, desenvolve um censo crítico bem mais aguçado e argumentativo. Uso de leitura e interpretação em todas as disciplinas. Amei o víde do Professor Walfrido. Parabéns!

  • Identificação;
    Comparação;
    Contextualização;
    Interpretação;
    Análise. Esses 5 itens são importantes demais, principalmente quando falamos em interpretação, que eu, particularmente, procuro trabalhar com meu aluno em todas as disciplinas. Pois acredito que o aluno que interpreta, que entende o que lê nas entrelinhas, desenvolve um censo crítico bem mais aguçado e argumentativo.

24/02/2020 - História, Informática Educativa

A História na BNCC:...

Olá, professores!   Anteriormente conversamos sobre a competência cultura digital e temporalidade, destacando momentos em que o material didático traz possibilidades de construção dessa relação. Neste momento...

24/02/2020 - História, Informática Educativa

A História na BNCC: relacionando temporalidade à cultura digital, parte 3

Olá, professores!

 

Anteriormente conversamos sobre a competência cultura digital e temporalidade, destacando momentos em que o material didático traz possibilidades de construção dessa relação.

Neste momento, é importante olhar para as competências gerais da BNCC competências específicas da área e aos livros didáticos.

Agora vamos observar que essa integração pode ser reforçada com base nas competências específicas de História para o Ensino Fundamental, por exemplo:

 

 

  1. Compreender a historicidade no tempo e no espaço, relacionando acontecimentos e processos de transformação e manutenção das estruturas sociais, políticas, econômicas e culturais, bem como problematizar os significados das lógicas de organização cronológica.

 

  1. Produzir, avaliar e utilizar tecnologias digitais de informação e comunicação de modo crítico, ético e responsável, compreendendo seus significados para os diferentes grupos ou estratos sociais (BNCC, 2017, p. 400).

 

Mas como juntarmos essas duas competências e investirmos

em aulas de História mais dinâmicas?

 

A relação cultura digital x temporalidade x ensino de História pode ser pensada e potencializada com base no uso dos: Livros digitais por meio dos OEDs e Aprende On para possibilitar trabalhos diferenciados que complexifiquem o pensamento histórico de acordo com as demandas atuais.

 

Aprende On – Carrossel – Ícones Livro Digital

 

Acompanhe nossas postagens aqui no blog, pois sempre compartilhamos com vocês dicas e sugestões de como usar esses recursos na sala de aula.

 

Até a próxima!

 

 

Equipe Assessoria de História

 

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REFERÊNCIAS:
MOVIMENTO pela base nacional comum. Disponível em <http://movimentopelabase.org.br>. Acesso em: maio, 2018.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC/SEB, 2017. Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/bncc-20dez-site.pdf>. Acesso em: maio, 2018.

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