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24/02/2021 - Arte, Ensino Religioso, História

Dialoga, Brasil! ...

  Palavras-chave: Filmes, trabalho escolar, criatividade   Segmento/ano: Ensino fundamental Olá! Quando falamos do uso de filmes na sala de aula, abrimos uma grande porta criativa que mora entre a realidade e ...

24/02/2021 - Arte, Ensino Religioso, História

Dialoga, Brasil! – O uso de filmes da sala de aula

 

Palavras-chave:

Filmes, trabalho escolar, criatividade

 

Segmento/ano:

Ensino fundamental


Olá!

Quando falamos do uso de filmes na sala de aula, abrimos uma grande porta criativa que mora entre a realidade e a ficção.

Dessa forma, devemos observar produções audiovisuais como um produto cultural que carrega algumas marcas possíveis de expandir o repertório cultural dos estudantes:

 

“(…) no trabalho escolar com filmes, desde que devidamente organizado, o professor pode adensar esta experiência, para ele e para os seus alunos, exercitando o olhar crítico e encantado, ao mesmo tempo.” (NAPOLITANO, 2009, p. 15).

 

Para exemplificar, vamos falar um pouco sobre o filme A Missão (1986) e como ele pode ser usado no trabalho escolar?

 

 

Nessa obra, podemos, inicialmente, investigar o que representa fatos históricos.

Entre eles, é possível citar o encontro entre os europeus e os povos originários; as missões jesuíticas; a Guerra Guaranítica; entre outros eventos citados abaixo como representações de eventos históricos:

 

Para acessar o PDF clique na imagem ou AQUI.

 

Frente a esses fatos históricos presentes no filme, podemos nos questionar: e o que o filme representa que tende mais à ficção?

É possível aqui problematizar a construção dos personagens: os jesuítas representam mesmo uma alma caridosa e inocente perante os costumes indígenas? Será que a visão de que os indígenas “gostavam” da catequização pode ser romântica demais? Além disso, os povos originários são representados com um típico exotismo, reduzidos a um segundo plano da trama. Seria esse mesmo o papel que eles assumiram no contexto histórico de 1750?

 

Essas fragilidades do filme podem ser entendidas realizando alguns questionamentos:

 

  1. Quem produziu esse filme?
  2. Em que época foi produzido?
  3. Qual época ele retrata?
  4. Quem ele retrata?
  5. Quem é o narrador da trama?

 

As indagações acima nos levam a saber que o filme foi produzido na Inglaterra – no século XX – e retrata portugueses, espanhóis e ameríndios na América do Sul – no século XVIII. Também é importante destacar que a trama é narrada por um funcionário da corte.

Essa leitura mais ampla apura nosso olhar frente às fragilidades que um audiovisual pode apresentar. Neste caso, há uma reprodução de uma ideia civilizatória positiva dos europeus sobre os povos originários.

Esse simples roteiro de análise já se apresenta como uma atividade inicial de sondagem possível de realizar com os estudantes sobre um filme.

 

Mas, que tal desafiar um pouco mais nós e nossos estudantes?

 

“(…) seja qual for a demanda de trabalho, as atividades de cinema precisam ser dinâmicas, desafiadoras, interessantes para o público jovem e jovem adulto e, sobretudo, que contribuam para a formação geral e ampliação do seu repertório cultural.” (NAPOLITANO, 2009, p. 30).

 

Nem sempre a ficção leva a fragilidades! Ela pode ser um caminho de exercício da criatividade para os educandos.

Vamos explorar essa lado da ficção e suas potências para ensino religioso usando o filme A Missão (1986)  no nosso próximo post, fique ligado!

 

Te convidamos para aproveitar e assistir ao filme 🙂

 

 

Habilidades mobilizadas (BNCC):

(EF01ER01) Identificar e acolher as semelhanças e diferenças entre o eu, o outro e o nós.

(EF07ER08) Reconhecer o direito à liberdade de consciência, crença ou convicção, questionando concepções e práticas sociais que a violam.

(EF15AR25) Conhecer e valorizar o patrimônio cultural, material e imaterial, de culturas diversas, em especial a brasileira, incluindo-se suas matrizes indígenas, africanas e europeias, de diferentes épocas, favorecendo a construção de vocabulário e repertório relativos às diferentes linguagens artísticas.

(EF05HI10) Inventariar os patrimônios materiais e imateriais da humanidade e analisar mudanças e permanências desses patrimônios ao longo do tempo.

 

*Texto escrito em parceria entre: Equipe Assessoria de História e Professora Daniela Pereira da Silva

 

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Referências:
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC/SEB, 2017. Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/bncc-20dez-site.pdf>. Acesso em: maio, 2018.
NAPOLITANO, Marcos. Cinema: experiência cultural e escolar. Secretaria de Educação, Estado de São Paulo. Caderno de cinema do professor dois. São Paulo: FDE, p. 10-31, 2009.
DE OLIVEIRA, Cláudia Neli B. Abuchaim. NAPOLITANO, Marcos. Como usar o cinema na sala de aula. São Paulo: Contexto, 2003.

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10/02/2021 - Geografia

O êxodo urbano como...

Olá professora! Olá professor! Iniciamos este ano trazendo para o nosso Blog um assunto que tem ganhado destaque: o êxodo urbano, fenômeno  que se intensificou em 2020 com a Pandemia. O curioso desse fato, é que se...

10/02/2021 - Geografia

O êxodo urbano como consequência da Pandemia

Olá professora! Olá professor!

Iniciamos este ano trazendo para o nosso Blog um assunto que tem ganhado destaque: o êxodo urbano, fenômeno  que se intensificou em 2020 com a Pandemia. O curioso desse fato, é que se voltássemos algumas décadas, essa situação seria inimaginável, uma vez que o movimento populacional ocorria no sentido contrário, ou seja, as pessoas se deslocavam para os grandes centros urbanos em busca de oportunidades.

Contudo, estudos recentes apontam para o aumento de pessoas à procura de imóveis em municípios menores. Esta tendência teve início no continente europeu e tem se espalhado pelo mundo, sobretudo pelas grandes metrópoles, como Rio de Janeiro e São Paulo.  Essa mudança de paradigma está diretamente relacionada ao isolamento imposto pela Covid-19, pois muitas pessoas precisaram conciliar o trabalho, o estudo, o lazer, os cuidados com a casa e a família em espaços que antes eram exclusivamente reservados à vida familiar. Com isso, surgem espaços domésticos multifuncionais, isto é, que tem que acomodar toda a família e suas diferentes atividades.

Esse fato provocou em muitas pessoas a necessidade de espaços mais amplos (principalmente as famílias com crianças) e também mais próximos à natureza. Além disso, muitas empresas passaram a adotar em definitivo, o home-office, o que permite que o trabalho seja realizado de qualquer lugar. Outro fator que interferiu para esse deslocamento (temporário ou não) foi a busca por um menor custo de moradia e melhor qualidade de vida (menos trânsito, poluição, violência,…), uma vez que nos grandes centros urbanos os imóveis localizados em áreas com melhor infraestrutura, em geral, têm apresentado  espaços reduzidos (entre 45 e 65 m²) e, ainda, consomem significativa parcela da renda familiar, ou seja, morar bem obriga  gastos elevados.  Este fato atrelado a uma busca por um novo e melhor modo de vida, tem estimulado o êxodo urbano, assunto presente (deslocamentos populacionais) nos livros de Geografia do Sistema de Ensino Aprende Brasil.

O que achou deste post? Deixe seu comentário.

Equipe Assessoria de Geografia

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Referências:
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC/SEB, 2018. Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf>. Acesso em:  25 Março de 2020.
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. IBGE Educa. População rural e urbana. Disponível em: <https://educa.ibge.gov.br/jovens/conheca-o-brasil/populacao/18313-populacao-rural-e-urbana.html>  Acesso em 09 Fev. 2021
Fonte imagens: https://pixabay.com/ Acesso em 09 Fev. 2021

 

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17/11/2020 - Língua Inglesa

Afinal, o que é lí...

ILF ou ELF O termo ‘inglês como língua franca’, representado pelo acrônimo ILF ou em inglês ELF (English as a lingua franca), refere-se à ideia de que a língua inglesa hoje é mais utilizada em situações que ...

17/11/2020 - Língua Inglesa

Afinal, o que é língua franca?

ILF ou ELF

O termo ‘inglês como língua franca’, representado pelo acrônimo ILF ou em inglês ELF (English as a lingua franca), refere-se à ideia de que a língua inglesa hoje é mais utilizada em situações que envolvem falantes não nativos de inglês do que em situações em que nativos se comunicam. Ou seja, ela não pertence àquela comunidade de falantes específica, nem à corte inglesa. Ela é franca, neutra, pertence a quem dela fizer uso.    A BNCC, documento oficial que estabelece habilidades e competências a serem desenvolvidas na educação básica, enfatiza a importância de se esclarecer aos alunos essa característica do inglês como língua franca.

Língua franca, ensino e identidade

Para o professor de língua inglesa é essencial perceber que a língua é social, que ela revela muito da cultura e dos costumes de cada região em que é falada. A língua revela a identidade de um povo. Ao falar, a pessoa revela de onde vem, país, classe social, cultura, estudo, gênero, profissão. À medida em que cada um se expressa, muitas características típicas da sua cultura são reveladas: comportamentos, gestos, sotaques, escolhas de palavras, todos são fatores reveladores. Se a língua é parte da identidade, essa identidade no contato com uma cultura estrangeira é reafirmada, repensada e reconstruída. Por isso é fundamental perceber a importância do uso e do ensino da língua inglesa como língua franca. O professor ensina uma língua com a qual o aluno irá se comunicar tanto para falar com falantes nativos como para falar com estrangeiros. É comprovado que hoje a língua inglesa apresenta mais falantes não-nativos do que nativos.

Inglês internacional, global ou mundial

H. Douglas Brown há alguns anos utilizou a expressão International English para falar dessa característica de língua a ser utilizada além das fronteiras de onde é falada por nativos. World English é o termo que Ragajopalan adotou para explicar a condição da língua inglesa como língua internacional, que não pertence a nenhuma nação. Segundo esse autor, a língua inglesa deixou de ser monopólio dessa ou daquela nação, ela pertence a quem dela fizer uso. Da mesma forma, David Crystal utiliza o termo Global English para explicar o fato de que essa língua é falada em todo o globo. Todos os três autores, que sao referências para formaçao de professores e estudos de metodologia de língua inglesa, discorrem sobre esse aspecto da língua inglesa, o de ser falada no mundo todo por diferentes comunidades que precisam se comunicar, buscando uma neutralidade de sotaques e gírias para que falantes não nativos cheguem a um denominador comum para a comunicação.   Preparar os alunos para enfrentar essa realidade é fundamental. Lembrar que não existe um único código, uma única maneira de falar inglês, um único sotaque a ser considerado o correto, é essencial.

Qual a variante correta de língua inglesa para o ensino?

Respeitar as diferentes variantes e características culturais é fundamental para a comunicação. Ao considerar a aprendizagem de língua materna, parece natural que existam variações, pois somos um país rico em características singulares que definem cada cultura local e cada variante linguística. Diferenciamos naturalmente um gaúcho de um mineiro ou de um carioca. Na língua estrangeira, especialmente o inglês, essa variação carrega uma amplitude ainda maior, dado o número de falantes nativos e não nativos que existem hoje. Sendo assim, nao existe a variante correta para ensinar em sala de aula, como em qualquer outra língua, mesmo a nossa língua portuguesa, não existe o sotaque perfeito ou o mais correto.  Existem variantes que decorrem do ambiente, da cidade, da cultura, do contexto. Mas nenhuma variante está errada em sua pronúncia ou escolha vocabular.

Nas palavras de Falcão,

“É, então, fundamental que o professor compreenda essa relevância e repasse para o aluno a ideia de que não existe a variante ‘certa’ ou ‘errada’, e que não se deve aprender apenas esta ou aquela variação por ser mais popular, ou menos transmitida pelas mídias sociais.”

Carvalho explica e aconselha:

“A meu ver, esse preconceito em torno das diversidades da língua resulta, em parte, do contato inicial do estudante com o seu instrutor, seja qual for sua tendência linguística. Empatia, segurança, prestatividade e até mesmo um bom timbre de voz influenciam na compreensão, por isso é comum estranhar a pronúncia de um falante que não tenha todas essas qualidades. Desvincule-se de todo preconceito e vício. Não entre nessa de ficar escolhendo com quem gostaria de conversar ou o que ouvir. Na época em que vivemos, marcada pela globalização econômica e cultural, devemos estar preparados para falar (e ouvir) o mundo.”

Somos seres únicos, cheios de singularidades

É importante considerar que cada um de nós possui uma singularidade riquíssima de valores e vivências. E ao nos comunicarmos com outras pessoas, estrangeiros ou não, estamos entrando em contato com essa ampla gama de características, crenças, valores, histórias que vêm junto com a fala, no ato da comunicação. Utilizar uma língua internacional é importante para acessar e entrar em contato com o mundo todo, mas lembrar que essas singularidades estão presentes e devem ser respeitadas é fundamental na comunicação por meio da língua inglesa.  Como afirma Morin, “A humanidade é ao mesmo tempo una e múltipla. Sua riqueza está na diversidade das culturas, mas podemos e devemos nos comunicar dentro da mesma identidade terrestre.” Pertencemos ao mesmo planeta e podemos nos comunicar com o mundo todo por meio dessa língua franca, o inglês, basta que respeitemos e estejamos abertos para compreender toda a bagagem riquíssima que acompanha o contato com o outro.

CARVALHO, Ulysses Britânico ou Americano, qual dos dois devo estudar? Disponível em: http://www.teclasap.com.br/britanico-ou-americano/ Acesso em 19/09/2017.

FALCÃO, Cristiane Vieira; DA SILVA, Ewerton Felix. AS VARIANTES DA LÍNGUA INGLESA EM SALA DE AULA: UMA ABORDAGEM DIDÁTICO-PEDAGÓGICA. Disponível em http://www.editorarealize.com.br/revistas/eniduepb/trabalhos/Modalidade_6datahora_04_10_2013_21_39_59_idinscrito_1682_8ee55d2ec117a4d0d317dc314b53fa50.pdf            Acesso em 19/09/2017

 

GIMENEZ, T.; CALVO, L. C. S.; EL KADRI, M. S. et al. (2015). Inglês como língua franca: desenvolvimentos recentes. Disponível em:<http://www.scielo.br/pdf/rbla/v15n3/1984-6398-rbla-15-03-00593.pdf> Acesso em: 20 de abril de 2020.

 

MORIN, Edgar. Os Sete Saberes necessários à Educação do Futuro. 3.ed. São Paulo: Cortez; Brasília, DF: UNESCO,2001.

 

RAJAGOPALAN, Kanavillil. O inglês como língua internacional na prática docente. In: LIMA, Diógenes Cândido de. (org.) Ensino e aprendizagem de Língua Inglesa – conversas com especialistas. São Paulo: Parábola Editoria, 2009.

 

RITCHIE, Harry. It’s time to challenge the notion that there is only one way to speak English. Disponível em: https://www.theguardian.com/books/2013/dec/31/one-way-speak-english-standard-spoken-british-linguistics-chomsky

 

 

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24/09/2020 - História

A atualidade de Jean...

Olá Professores   Francês e calvinista, Jean Léry escreveu a obra “Histoire d’um Voyage fait em la terre du Bresil, dite Amerique” (traduzido como “Viagem à terra do Brasil”) sendo editada em 1578. A f...

24/09/2020 - História

A atualidade de Jean Léry

Olá Professores

 

Francês e calvinista, Jean Léry escreveu a obra “Histoire d’um Voyage fait em la terre du Bresil, dite Amerique” (traduzido como “Viagem à terra do Brasil”) sendo editada em 1578.

A fonte histórica pode ser encontrada na seção Livros Raros disponibilizados na Biblioteca Digital do Senado Federal, excelente site para encontrar documentos e livros originais digitalizados, acesse clicando aqui.

 

Capa do livro “Histoire d’um Voyage fait em la terre du Bresil, dite Amerique”.

 

O tom de atualidade da obra se encontra na sua visão mais etnográfica, que procura perceber as diferenças culturais entre europeus e indígenas sem tantas hierarquizações, de uma forma mais horizontal.

Ao projetarmos a visão de Léry em nossa sociedade, podemos afirmar que sua atualidade é evidente, pois as populações indígenas ainda sofrem com as mesmas formulações sobre sua indolência e barbárie, e a formulação do calvinista francês já apontava para uma compreensão mais profunda, no que hoje chamamos de diversidade cultural, contribuindo para chamar a atenção de nossa sociedade para este conceito, bem como possibilitando a análise dos conceitos de empatia, de etnocentrismo e de alteridade.

 

Vale destacar que a sugestão apresentada neste post pode ser relacionado com o conteúdo dos Volumes 1 e 2 do 7o. ano

Livro de História, Volume 1 e 2, 7o. ano, páginas 13 e 44.

 

Também, pode ser associado ao conteúdo do Volume 2, do 4o. ano.

Capa do Livro Didático de História, Volume 2, 4o. ano.

 

O que achou da proposta? Compartilhe conosco nos comentários.

 

 

Equipe Assessoria de História

 

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  • Não finalizamos ainda o volume 1 , mas é uma boa proposta para atividade complementar.

    • Olá Tânia
      Bom que já pode ser contemplado no próximo planejamento!
      Depois compartilhe conosco como foi a experiência.

22/04/2020 - Geografia

A Geografia e a ind...

Olá professores, Você sabe onde foi produzida a roupa que está usando? Quem a produziu? Em quais condições? Você se considera uma vítima da moda? Essas e outras questões são respondidas pelo documentário franc...

22/04/2020 - Geografia

A Geografia e a indústria da moda

Olá professores,

Você sabe onde foi produzida a roupa que está usando? Quem a produziu? Em quais condições? Você se considera uma vítima da moda?

Essas e outras questões são respondidas pelo documentário francês – The true cost – dirigido por Andrew Morgan. Ele aborda a indústria da moda sob diferentes ângulos,  aponta para o consumismo desenfreado e faz uma análise sobre o impacto econômico, social e ambiental que essa indústria causa ao Planeta.

Você pode encaixar este documentário nas suas aulas ou indicá-lo aos seus alunos.

Veja algumas das habilidades presentes na BNCC que são abordadas e que remete ao nosso livro didático:

(EF07GE06) Discutir em que medida a produção, a circulação e o consumo de mercadorias
provocam impactos ambientais, assim como influem na distribuição de riquezas, em diferentes
lugares.

(EF08GE09) Analisar os padrões econômicos mundiais de produção, distribuição e intercâmbio
dos produtos agrícolas e industrializados, tendo como referência os Estados Unidos da América
e os países denominados de Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

(EF09GE10) Analisar os impactos do processo de industrialização na produção e circulação de
produtos e culturas na Europa, na Ásia e na Oceania.
(EF09GE11) Relacionar as mudanças técnicas e científicas decorrentes do processo de
industrialização com as transformações no trabalho em diferentes regiões do mundo e suas
consequências no Brasil.

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07/04/2020 - Educação Infantil

Baú de Ideias

Experimentar é importante para o aprendizado!   Olá, Professores! Nas semanas anteriores abordamos os temas Curiosidade e Investigação. Hoje iremos falar sobre a Experimentação na Educação Infantil como um g...

07/04/2020 - Educação Infantil

Baú de Ideias

Experimentar é importante para o aprendizado!

 

Olá, Professores!

Nas semanas anteriores abordamos os temas Curiosidade e Investigação.

Hoje iremos falar sobre a Experimentação na Educação Infantil como um grande elemento para a aprendizagem das crianças e porquê a experiência é tão importante e significativa na Educação Infantil.

Segundo Jorge Lorossa, um dos conceitos mais pungentes do mundo contemporâneo é a experiência. Ela está no centro do debate do mundo, principalmente no que se refere à Educação Infantil. Se formos analisar hoje a Base Nacional Comum Curricular, a experiência está incorporada nela!

Silvana Augusto também ressalta essa questão, quando aponta a BNCC salientando que educadores têm que cuidar dos processos de humanização dos saberes comuns e da construção de uma outra possibilidade de intervenção do mundo, e é por isso que voltamos a pensar na questão de experiências.

A nova Base propõe que o currículo da Educação Infantil seja composto por um conjunto de práticas, que buscam articular as experiências e os saberes das crianças com os conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural, artístico, ambiental, científico e tecnológico, promovendo o desenvolvimento integral de crianças de 0 a 5 anos.

A qualidade das experiências oferecidas para esse público é muito importante para sua formação, construção de ideias, criação de hipóteses e formulação de conhecimentos. Portanto, articular práticas sociais com a exposição de experiências cotidianas das crianças na escola, é tornar significativa a sua própria cultura, investigar o porquê de suas colocações e tornar reflexivas as trocas de conversas entre os pequenos. O objetivo é levá-los a um desafio de expor “o que já sabem”, pesquisar “o que querem saber” e analisar “o que já descobriram”.

As crianças devem viver suas diversas experiências, participar delas por meio dos materiais que os professores mediam e organizam, problematizando saberes e usando conhecimentos já sistematizados.

É muito interessante, quando estamos experienciando com os pequenos, ver os olhares, o interesse que manifestam pelo experimento e as informações que podem tirar deles. De forma lúdica, em uma conversa infantil, o conhecimento de mundo é construído. Isso é fantástico e uma grande oportunidade para novas descobertas.

E, por falar em experimentos, segue aqui uma sugestão para fazer com as crianças:

 

Experiência da bexiga

Você irá precisar:
– 1 bexiga
– 1 garrafa pet de 600ml
– ½ xícara de vinagre branco
– 1 funil
– 2 colheres de sopa de bicarbonato de sódio

Como fazer:

Coloque o vinagre dentro da garrafa. Com ajuda de um funil, adicione duas colheres de sopa de bicarbonato de sódio dentro da bexiga. Encaixe a bexiga na boca da garrafa, tomando muito cuidado para o bicarbonato de sódio não cair dentro dela e certifique-se de que o elástico da bexiga está bem preso à boca da garrafa. Feito isso, jogue o bicarbonato que está dentro da bexiga para dentro da garrafa. Veja o que acontece!

 

 

E aí, gostaram? Pensamos que as crianças irão gostar! E vocês, o que acham?

Deixem seus comentários e compartilhem como foi a experiência com a gente!

 

Grande abraço e até o próximo post!

Equipe Assessoria Educação Infantil

 

Sempre que desejar, entre em contato conosco: edinfantil@aprendebrasil.com.br

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REFERÊNCIAS:

Adaptado: http://www.amaecoruja.com/2015/09/5-experimentos-cientificos-para-fazer-em-casa-com-as-criancas/

Adaptado: http://blog.singularidades.com.br/a-relacao-entre-a-bncc-e-as-investigacoes-e-os-fazeres-da-educacao-infantil/

 

 

 

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  • Teoria e prática devem caminhar juntos, e nas novas metodologias o lúdico para a Educação |Infantil é importante. A experiência é uma prática fantástica porque acontece no concreto e o conhecimento se consolida.

    • Com certeza, Jádna! Tanto que o BRINCAR é um eixo estruturante da BNCC e também um direito!
      É a base de tudo! =) Assim que as crianças aprendem!
      Agradecemos sua contribuição em nosso blog!
      Abraço,
      Beatriz

  • Através da experimentação, a criança permite- se questionar, argumentar e concluir

    • Isso mesmo, Maria Stela!
      Habilidades que fazem toda diferença em nossas vidas!
      Organizar o pensamento, questionar, problematizar, expor ideias… E tudo isso é possível desenvolver desde muito cedo, na Educação Infantil…
      Até mais!
      Abraço,
      Beatriz

    • Olá Margarete!
      Tudo bem?
      Ficamos feliz que tenha gostado da sugestão, logo teremos mais novidades! Abraço.
      Luciane