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24/09/2020 - Língua Portuguesa

Tem algum provérbio...

Olá, professor! Olá, professora! Tudo bem? Olha só que legal esta tela para explorar a leitura de imagens e também de provérbios com os alunos!   Como assim leitura de provérbios? Cada cena retratada nesta obr...

24/09/2020 - Língua Portuguesa

Tem algum provérbio aqui?

Olá, professor! Olá, professora! Tudo bem? Olha só que legal esta tela para explorar a leitura de imagens e também de provérbios com os alunos!

Provérbios Neerlandeses (Nederlandse Spreekwoorden) 1559 Gemäldegalerie
Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Pieter_Bruegel,_o_Velho#/media/Ficheiro:Pieter_Brueghel_the_Elder_-_The_Dutch_Proverbs_-_Google_Art_Project.jpg Acesso: 23 set. 2020.

 

Como assim leitura de provérbios? Cada cena retratada nesta obra faz referência a um provérbio diferente. Legal, não é mesmo?! A tela chamada “Provérbios neerlandeses” é uma pintura de 1559, de Pieter Bruegel, o Velho. Tente identificar os provérbios na pintura… mas, se não localizar todos, não se preocupe: assista ao vídeo que vai mostrando as partes da tela e a relação com os provérbios.

https://www.youtube.com/watch?v=bMLz5yAs3WU&t=13s 

Ou também aqui: https://pt.wikipedia.org/wiki/Prov%C3%A9rbios_Neerlandeses 

 

Que tal desafiar seus alunos nesta proposta? Quantos provérbios eles conseguem identificar? E também é possível pedir que eles criem, a partir de outros provérbios, imagens, ilustrações, desenhos (quem sabe até uma nova pintura). Gostou da ideia? Compartilhe aqui conosco seus comentários e de que forma você exploraria esta tela com seus alunos.

 

Até breve!

Assessoria de Língua Portuguesa

linguaportuguesa@aprendebrasil.com.br 

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22/09/2020 - Língua Portuguesa

Você sabe criar um ...

Olá, professor! Olá, professora! Tudo bem? Espero que você esteja bem e em segurança! Você sabe criar um Qr-Code? Antes, o que é um Qr-Code e para que ele serve… vamos     Qr-Code é um código de r...

22/09/2020 - Língua Portuguesa

Você sabe criar um Qr-Code?

Olá, professor! Olá, professora! Tudo bem? Espero que você esteja bem e em segurança!

Você sabe criar um Qr-Code? Antes, o que é um Qr-Code e para que ele serve… vamos

 

 

Qr-Code é um código de resposta rápida (Quick Response Code), como um código de barras, mas em 2D (bidimensional) e que pode ser lido pelo celular (por aplicativos de leitor de Qr-Code e pela maioria da câmeras dos aparelhos celulares). Hoje em dia é muito utilizado e facilmente encontrado, seja em livros, cartazes, panfletos, revistas, jornais, sites, telejornais, propagandas etc. (para entregar mais conteúdos, por exemplo), até em cardápios, bula de remédio, cupom fiscal, rótulos (direcionando para o site das empresas, para algum formulário, para uma pesquisa, para dados mais específicos) e também pode ser encontrado para pagamentos.

É muito fácil e rápido de acessar: basta direcionar a câmera do seu celular para o qr-code (alguns aparelhos necessitam que você tire a foto do código e ele já converte e encaminha para o destino; outros, já ao apontar a câmera para o código, automaticamente abrem a página; e ainda há alguns aparelhos que não fazem a leitura pela câmera – neste caso, é preciso baixar um aplicativo leitor de qr-code e abri-lo para fazer a leitura, apontando a câmera do celular, da mesma maneira, para o código, depois que o aplicativo estiver aberto).

Você pode usar o qr-code com seus alunos e tornar as aulas mais interativas. Pode criar qr-code que leva o aluno a um determinado site para leitura/pesquisa; ou para uma atividade a ser realizada; para abrir algum formulário; até para uma avaliação. Também é possível utilizar como meio de ampliação de conteúdos (ao ler o qr-code o aluno terá acesso a mais informações a respeito do tema/conteúdo); como apresentação de imagens e vídeos; como caminho para acessar a videoaulas; como uma gincana etc. Você pode, inclusive, usar nas aulas remotas para encaminhar as propostas / atividades / materiais / vídeos; e pode ser uma etapa da estratégia de sala de aula invertida: os alunos acessam o qr-code (que recebem pelo whatsapp, ou fazem a leitura do código direto no Google Classroom, no Teams, em uma atividade dentro do ON, ou até enviado impresso etc.) para ter contato com o conteúdo antes da aula.

Ok, agora já ficou claro que podemos usar de muitas formas… mas como criar um qr-code? Mais fácil ainda:

  • basta acessar o site https://br.qr-code-generator.com/ (importante: não faça o login);
  • inserir o endereço do site, por exemplo, que você queira acessar por meio do qr-code, no campo indicado;

  • pronto, seu qr-code já aparece ao lado direito;

  • você pode baixá-lo no próprio site e salvá-lo no seu computador ou ainda pode usar a ferramenta “captura de imagem”, do Windows e copiar;

  • agora é só criar seus qr-codes e encaminhar para seus alunos.

 

Como sugestão, deixo aqui uma proposta de uso de qr-code na escola que foi publicada pela site Porvir (https://porvir.org/cacada-qr-code-interesse-leitura/)

Caçada ao QR Code estimula leitura de poesia

 

E você pode acessar o tutorial para criar qr-code aqui: https://drive.google.com/file/d/1MvxHoYEAatPmuEojZPFMiqC5XLvJXLNi/view?usp=sharing

ou direto neste qr-code:

 

Gostou? Deixe aqui seus comentários. Para que você vai utilizar o qr-code com seus alunos?

 

Até breve!

Assessoria de Língua Portuguesa

linguaportuguesa@aprendebrasil.com.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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18/09/2020 - Língua Portuguesa

Regência nominal em...

Olá, professores(as). Como vocês estão? Hoje vamos dar uma dica que pode ser usada para trabalhar o conteúdo de regência nominal. Quando ensinamos a relação entre “regente” e “regido” é importante demarca...

18/09/2020 - Língua Portuguesa

Regência nominal em prática

Olá, professores(as).
Como vocês estão?

Hoje vamos dar uma dica que pode ser usada para trabalhar o conteúdo de regência nominal.

Quando ensinamos a relação entre “regente” e “regido” é importante demarcarmos a dependência que existe entre os termos. Para isso, não basta realizar o estudo isolado dos diferentes casos, é preciso criar oportunidades para que os alunos possam refletir sobre esses usos, ampliando, assim, a percepção de que há dependência do nome em relação aos seu complemento.

Como ampliar essa percepção?

– Selecione títulos ou trechos de reportagens, mas lembre-se de deixar as frases incompletas. Exemplo:

“Aluno relata que teve dificuldade…”
“O estudo é referente…”
“Especialistas ainda têm dúvidas…”

– Mostre esses trechos aos alunos e solicite que levantem hipóteses sobre o desfecho dessas reportagens;

– Cada um deverá construir uma lógica para poder completar essas frases;

– Depois, todos deverão explicar quais foram as hipóteses que criaram para cada desfecho;

– Nesse momento, você já pode verificar como foi que os alunos relacionaram intuitivamente os nomes (dificuldade, referente e dúvidas) aos seus complementos;

Professor (a), sabemos que grande parte das regras gramaticais são internalizadas pelos falantes, que, muitas vezes, nem as percebem nos usos espontâneos que fazem da língua. Isso quer dizer que, nessa atividade, os alunos podem até ter usado corretamente as regras de regência nominal sem se dar conta de que sabiam fazer isso naturalmente. Por isso, depois que todos comentarem suas hipóteses, mostre isso a eles, ressaltando as frases da seguinte maneira:

“Aluno relata que teve dificuldade…” – Em quê? Para quê? Com quê?
“O estudo é referente…” – A quê?
“Especialistas ainda têm dúvidas…” –  Sobre o quê?

– Se tiverem acertado o uso das preposições, mostre a eles que souberam aplicar corretamente as regras de regência nominal. Caso tenham cometido algum desvio, explique que é sempre importante pesquisar essa relação de dependência entre os termos durante a escrita de um texto.

Essa atividade é simples, mas muito eficiente. Ela serve também para incentivar os alunos a refletirem mais sobre a língua e os usos reais que fazem dela.

Se desejar, essa prática também pode ser ampliada para o estudo de outros conteúdos, por exemplo, o de transitividade verbal. Outra sugestão é usar diferentes gêneros textuais como: títulos de filmes, mensagens de texto, e-mails etc.

O mais importante é praticar e refletir sobre a língua!

Gostou dessa dica?
Comente aqui.

Até breve!
Assessoria de Língua Portuguesa
linguaportuguesa@aprendebrasil.com.br

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16/09/2020 - Língua Portuguesa

Efeitos de modaliza...

Olá, professores (as). Como vocês estão? A dica de hoje é uma atividade prática e divertida para trabalhar os efeitos de modalização do discurso. A ideia é fazer essa atividade para ampliar o estudo desse conteú...

16/09/2020 - Língua Portuguesa

Efeitos de modalização

Olá, professores (as).
Como vocês estão?

A dica de hoje é uma atividade prática e divertida para trabalhar os efeitos de modalização do discurso.

A ideia é fazer essa atividade para ampliar o estudo desse conteúdo, ou seja, o ideal é que os alunos já saibam o que são modalizadores e já tenham estudado ou realizado algumas atividades sobre isso.

Como fazer?

– Escolha alguns trailers de filmes que estão disponíveis no Youtube (verifique a classificação indicativa e selecione de acordo com a faixa etária dos seus alunos);

– Inicie essa atividade passando um trecho da cena do filme;

– Durante uma cena importante, pare a reprodução do trailer e questione: o que acontecerá a seguir?

– Solicite aos alunos que escrevam algumas hipóteses sobre o desfecho dessa cena, usando os modalizadores que já foram estudados.

Exemplo:

Se o aluno já assistiu ao filme e, portanto, sabe o que vai acontecer, ele poderá usar uma forma que expresse certeza: “Certamente, o cachorro derrubará o bolo”.

Se o aluno já assistiu ao filme, mas não se lembra da cena, ele poderá usar uma forma que expresse dúvida: “É provável que o cachorro derrube o bolo”.

Se o aluno não assistiu ao filme, poderá criar uma hipótese: “Pode ser que o cachorro derrube o bolo”.

Nessa atividade, é possível recorrer ao uso de diferentes formas de modalização: certeza, dúvida, delimitação, desejo, emoção etc. O objetivo, aqui, é praticar o uso desses recursos e demonstrar aos alunos que um mesmo conteúdo pode ser transmitido de formas diferentes, expressando posicionamentos e visões diferentes, de acordo com a intenção do enunciador.

Você pode concluir essa atividade com uma análise dos modalizadores nas críticas, resenhas e comentários – sobre esse filme – disponíveis em sites e redes sociais.

Essa foi a dica de hoje.
Você já realizou alguma prática diferente? Como foi?
Comente aqui.

Até breve!
Assessoria de Língua Portuguesa
linguaportuguesa@aprendebrasil.com.br

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  • Eu gostei muito dessa forma de trabalho, vou utilizar quando tiver oportunidade. Em minha escola já trabalhei com atividade de leitura onde os alunos escreviam outro final para a história, cada um a sua maneira.

12/09/2020 - Língua Portuguesa

Desafio: o poder da ...

Olá, professores! Tudo bem com vocês? Hoje nossa proposta é um desafio (primeiro para vocês e, depois, para que façam com seus alunos também). Este desafio envolve o poder de síntese, algo que é muito importante ...

12/09/2020 - Língua Portuguesa

Desafio: o poder da síntese!

Olá, professores! Tudo bem com vocês?

Hoje nossa proposta é um desafio (primeiro para vocês e, depois, para que façam com seus alunos também). Este desafio envolve o poder de síntese, algo que é muito importante para a nossa comunicação e, não à toa, está presente em muitas habilidades da BNCC (desde o 1° ano do Ensino Fundamental).

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Precisamos usar o poder de síntese em momentos diversos: quando vamos contar a alguém uma história ou relatar um acontecimento; quando precisamos escrever um bilhete; quando vamos produzir um resumo, uma resenha ou sinopse; quando vamos elaborar uma legenda ou um título; quando fazemos uma apresentação oral – enfim, se pararmos um pouco para analisar, vamos encontrar diversas atividades que demandam o poder de síntese, não é mesmo?!

Sendo assim, é algo que precisamos sempre praticar para que possamos ir aperfeiçoando, tal qual as habilidades. Por isso, sugerimos este desafio (que pode ser adaptado para diversas faixas etárias e contextos diferentes).

A proposta é:

  • pegue um texto – (a princípio, pode ser um texto menor, e você pode ir aumentando, de forma gradativa também);
  • primeiro é necessário fazer a leitura completa do texto;
  • primeira rodada do desafio: para cada parágrafo do texto, escreva uma única frase que traga o mais importante (a síntese);
  • segunda rodada do desafio: transforme esta frase em uma única palavra;
  • terceira rodada do desafio: transforme o texto todo em uma única frase;
  • quarta rodada do desafio: transforme o texto em uma palavra que o defina.
  • (quinta rodada é plus: transforme a mensagem do texto em um desenho/imagem).

E você pode ir fazendo isso de diversas formas, com textos diferentes. Se for colocar para sua turma, ainda pode ser primeiro um trabalho individual; depois em duplas, trocando entre eles cada etapa e conversando/argumentando/convencendo para que decidam o que pode ficar melhor (ainda podem, juntos, chegar a escolha de outra frase/palavra que descobriram atender melhor a proposta). Depois pode ser com grupos maiores e até de forma coletiva. E é possível ser trabalhado nas aulas remotas, até enviando os desafios por whatsapp.

De uma forma mais lúdica e divertida, no formato de desafios (que pode até ter tempo estipulado para cada etapa), vamos desenvolvendo habilidades importantes que ajudarão bastante, também, no trabalho com alguns gêneros textuais depois, como o próprio resumo, a resenha e a sinopse.

O que acharam do desafio? Compartilhem conosco seus comentários, suas práticas e outras ideias.

 

Grande abraço e até breve!

Assessoria de Língua Portuguesa

linguaportuguesa@aprendebrasil.com.br

 

 

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09/09/2020 - Língua Portuguesa

Como usar a sala de ...

Olá, professor! Olá, professora! Tudo bem? Hoje trazemos uma sugestão de estratégia a partir da proposta da sala de aula invertida. Você sabe o que é sala de aula invertida? Também conhecida como “flipped cl...

09/09/2020 - Língua Portuguesa

Como usar a sala de aula invertida no ensino remoto?

Olá, professor! Olá, professora! Tudo bem?

Hoje trazemos uma sugestão de estratégia a partir da proposta da sala de aula invertida. Você sabe o que é sala de aula invertida?

Também conhecida como “flipped classroom”, a sala de aula invertida, assim como o nome já aponta,  inverte os momentos da aula, com o objetivo de que o aluno tenha contato com o “conteúdo” / “tema” da aula antes – seja por meio de textos, vídeos, áudios, pesquisas, atividades – e o momento em que estiver na sala de aula, com o professor, aproveite este momento para debater, tirar dúvidas, ampliar… Deixamos aqui um link com uma entrevista com Jon Bergmann para que você possa conhecer mais sobre a proposta: https://desafiosdaeducacao.grupoa.com.br/jon-bergmann-e-a-sala-de-aula-invertida/

 

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Certo, mas se a ideia da sala de aula invertida é ter o contato na sala de aula – no momento presencial – para as trocas, ampliações, construções – como podemos fazer isso agora neste momento de aulas remotas? Adaptando a proposta para o nosso atual contexto: entendendo que é necessário um momento de reunião, de troca de ideias, de conversas – podemos considerar que este encontro também pode ser virtual (e, quando as aulas retornarem presencialmente – ou na proposta do ensino híbrido, estes momentos podem ser presencialmente também). Para isso é possível utilizar vários recursos diferentes como Zoom, Teams, Google Meet, plataformas de ambientes virtuais de aprendizagem, salas virtuais no messenger, whatsapp etc.

E como podemos organizar uma proposta assim? Depende do que você quer explorar com seus alunos e com qual objetivo – por isso o planejamento aqui também é essencial (até porque estamos falando de uma aula). Uma vez definido o conteúdo/tema que será discutido, primeiro é preciso pensar como você fará com que seus alunos tenham contato com esse assunto. Pode ser por meio de um vídeo que explore o tema ou até uma videoaula – você pode usar as videoaulas do canal do Aprende Brasil no YouTube, por exemplo. Lá temos videoaulas de todos os componentes curriculares, desde a Educação Infantil até o Ensino Fundamental – anos finais, acompanhando a organização e propostas presentes nos livros didáticos do Sistema de Ensino Aprende Brasil. Vale a pena dar uma olhada:  https://www.youtube.com/c/SistemaAprendeBrasil/playlists.

Também pode ser um texto sobre o assunto; um arquivo com uma sistematização; um áudio falando sobre o tema; uma breve introdução encaminhada em um texto e um pedido de pesquisa para descobrir mais sobre o assunto etc. Caso você e seus alunos estejam usando o Aprende Brasil ON, você pode criar uma atividade e inserir este material lá dentro (assim você consegue acompanhar o acesso da turma). É possível ir variando a estratégia e/ou escolher a mais adequada para a faixa etária / nível dos alunos / contexto-realidade. O importante é que, de alguma forma, os alunos sintam-se desafiados para que esta primeira etapa – que demanda a atenção e envolvimento deles – tenha bons resultados.

O próximo momento é a parte do encontro para conversar sobre aquilo que foi encaminhado na primeira etapa. Aqui a estratégia a ser aplicada dependerá do que foi enviado previamente, do seu objetivo de aula (aquilo que você quer alcançar com seus alunos) e também do perfil da sua turma. Mas, basicamente, precisa ter um encontro (que, na nossa proposta – de ensino remoto, é um encontro virtual). Para isso, é necessário combinar com os alunos antes, o prazo para que eles realizem a primeira etapa e também alertá-los para que estejam preparados para esse segundo momento em que eles devem trazer: o que entenderam do conteúdo/tema; as pesquisas realizadas e/ou atividades propostas; as ampliações e aprofundamentos; e, especialmente, as dúvidas.

Também é necessário planejar o encontro virtual (além de escolher por qual meio ele será realizado, data/horário/duração), pensando nos encaminhamentos que fará para que haja a participação dos seus alunos; para que haja momentos de escutar o que eles trouxeram; para que você possa ampliar e também tirar as dúvidas. Aqui, também é possível utilizar outra proposta de metodologia ativa: aprendizagem por pares – quando, depois de uma rodada inicial para que os alunos tragam o que entenderam sobre o conteúdo/tema, e, ainda havendo dúvidas, você permite que os próprios alunos conversem entre eles e expliquem uns para os outros. É sempre uma proposta muito interessante e com resultados significativos.

No encontro virtual também pode haver momento de atividades realizadas de forma coletiva e em pequenos grupos. E, claro, ainda podemos adaptar de muitas outras formas: para cada aluno ou pequeno grupo pode ser um conteúdo/tema diferente e, para cada encontro virtual, um responsável (aluno ou grupo) traz para apresentação/discussão o estudo realizado, com um momento para uma rodada de perguntas dos colegas; pode solicitar que o responsável grave um vídeo com seu estudo e encaminhe para todos da turma (depois de sua prévia avaliação) e será a partir desse vídeo que todos irão pesquisar mais e realizar algumas atividades propostas para, depois, no encontro virtual, trazerem suas complementações e dúvidas etc.

A sala de aula invertida é uma proposta de metodologia ativa que coloca o aluno como protagonista no processo de construção do conhecimento e, portanto, é uma boa opção para explorarmos em nossas aulas – também nesse momento de aulas remotas. O que vocês acharam? Já utilizaram estratégias assim com suas turmas? Compartilhem suas experiências aqui conosco!

 

Grande abraço e até breve!

Assessoria de Língua Portuguesa

linguaportuguesa@aprendebrasil.com.br

 

 

 

 

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