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11/06/2020 - História, Informática Educativa

Illis: um game para ...

Olá! Vamos falar sobre games? Já sabemos que esse recurso pode ser usado para abordar diversos conteúdos escolares e que muito conteúdo é produzido sobre esse tema, mas hoje queremos compartilhar um projeto que est...

11/06/2020 - História, Informática Educativa

Illis: um game para falar sobre violência contra as mulheres

Olá!

Vamos falar sobre games?

Já sabemos que esse recurso pode ser usado para abordar diversos conteúdos escolares e que muito conteúdo é produzido sobre esse tema, mas hoje queremos compartilhar um projeto que está em desenvolvimento.

Segundo o Portal do Estado de São Paulo, alunos do curso superior tecnológico de Jogos Digitais da Faculdade de Tecnologia do Estado (Fatec) Carapicuíba estão desenvolvendo um game em realidade aumentada para despertar a consciência sobre a necessidade de combater a violência contra as mulheres.

Nome do jogo é Illis, que significa “por elas”, em latim.

O game usa da realidade aumentada, em que o cenário interage com objetos da vida real por meio da câmera do celular, para abordar temas sensíveis a temática evidenciando situações de risco que mulheres enfrentam diariamente, entre elas o feminicídio.

 

Personagens do game Illis, desenvolvido por alunos da Fatec Carapicuíba
Personagens do game Illis, desenvolvido por alunos da Fatec Carapicuíba

 

O game ainda propõe uma ligação com a literatura através de uma viajem pelo tempo, pois as personagens principais do jogo saem de um livro e percebem que, após séculos de caça às bruxas, as mulheres ainda continuam sendo perseguidas sem nenhum motivo.

 

 

Veja a reportagem completa clicando aqui.

 

Ficamos curiosos para usar este jogo em sala de aula. E vocês?

 

 

Equipe Assessoria de História

 

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03/06/2020 - Ensino Religioso, História, Informática Educativa

O lugar dos saberes neste mundo conectado e globalizado: o papel do professor

Olá Educadores

 

Hoje finalizamos nossa série de vídeos Conectados e Globalizados.

 

Tornou-se frequente profissionais da educação questionarem se esta sociedade tão globalizada e conectada realmente compreende a importância do saber escolar.

Na nossa série de vídeos encerramos nossas discussões pensado os saberes e o papel dos professores, pois diante de tudo que foi discutido é evidente que os espaços de aprendizagem cresceram significativamente com o avanço das tecnologias digitais, porém ainda existe aquele saber que se constrói dentro da escola.

Pérez Gómez (2015, p. 29), ao citar Dussel (2011) afirma que a escola  “é uma instituição de transmissão cultural, organizada em determinado momento histórico – a modernidade do final do século XVIII e início do XIX – em torno de uma ideia de cultura pública e na qual predominava o pensamento racional, reflexivo e argumentativo, que respondia às exigências do mundo laboral, em grande parte, organizado ao redor de uma fábrica e de uma linha de montagem”.

Sobre educação, aqui, concordamos com Ken Robinson: “para mim, o objetivo da educação é possibilitar às pessoas a compreensão do mundo à sua volta e de seus talentos a fim de que se tornem cidadãos plenos, ativos solidários” (ROBINSON, 2019, p. 7).

Portanto, o modelo escolar apresentado e, também, criticado por Dussel não se encaixa na sociedade em que vivemos afinal “na contemporaneidade, parece cada vez mais óbvio que o conhecimento não é nem verdadeiro nem definitivo, mas verossímil, melhor ou pior com base em argumentos e evidências, parcial e provisório” (PÉREZ GÓMEZ, 2015, p. 25). Pérez Gómez, ainda apresenta que “aprender não é apenas reter dados ou conceitos, mas antes criar e participar de redes de intercâmbio de dados e ideias, que propagam e avaliam rigorosamente a qualidade das suas fontes de informação” (2015, p. 50).

Portanto, “o conectivismo revela que a principal parte dos processos de ensino e aprendizagem, o que e o como aprender, se combina hoje com o onde encontrar”. (PÉREZ GÓMEZ, 2015, p. 51).

Sendo assim, “se, de algum modo, estiver envolvido com educação, você tem três opções: fazer mudanças no sistema, pressionar por mudanças no sistema ou assumir iniciativas fora do sistema” (ROBINSIN, 2019, p. 8).

Ken Rodinson ainda afirma que “o desafio não é consertar esse sistema, mas mudá-lo; não reformá-lo, mas transformá-lo. A grande ironia no atual mal-estar na educação é que nós, na verdade, sabemos o que funciona. Nós apenas não fazemos isso em grande escala” (ROBINSIN, 2019, p. 9).

Parece que finalizamos nossa série de vídeos colocando toda responsabilidade sobre a educação contemporânea nos professores, não é mesmo?

Porém, como discutimos anteriormente, para a educação dos nossos jovens é necessário a conexão (física e/ou virtual) das comunidades, da família, entre outras instituições.

E, nós professores, talvez sejamos os únicos que somos um pouco de tudo, ou seja, podemos ser educadores, família, representação política, enfim, assumimos os mais diversos papéis.

 

Para assistir ao vídeo O lugar dos saberes neste mundo conectado e globalizado: o papel do professorclique aqui.

 

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Acompanhe a continuidade dos vídeos e postagens da série Conectados e Globalizados, muitos dos assuntos abordados até aqui, ainda serão debatidos.

 

 

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Referências:
PÉREZ GÓMEZ, Ángel. Educação na era digital: a escola educativa. Porto Alegra: Penso, 2015.
ROBINSIN, Ken. Escolas criativas: a revolução que está transformando a educação. Porto Alegre: Penso, 2019.

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  • Nós somos influenciadores, trezendo motivação aos alunos dando um direcionamento e auxiliando em seus objetvos.

  • O papel do professor é o de mediar o conhecimento e o aluno se tornar o protagonista do seu conhecimento.

27/05/2020 - Ensino Religioso, História, Informática Educativa

O lugar dos saberes neste mundo conectado e globalizado: o papel das instituições

Olá Educadores!

 

Hoje retomamos nossa série de vídeos Conectados e Globalizados.

 

Sabemos que em um mundo amplamente conectado e globalizado pode evidenciar muitas incertezas.

 

As relações sociais podem ter se tornado frágeis, como discute Castells, ou líquida, como apresenta Bauman, mas não perderam sua importância para construção e desenvolvimento das mais diversas sociedades.

É possível afirmar que “a família, o grupo de iguais, a vila ou bairro, a escola e a empresa sofreram modificação significativas tanto na sua configuração interna como, especialmente, na sua posição relativa e na sua função de plataformas de socialização das novas gerações” (PÉREZ GÓMEZ, 2015, p. 16-17).

Porém, mudar não é necessariamente deixar de ser importante, por exemplo a instituição familiar. Em toda história da humanidade a família foi diversa, cada cultura, cada religião, cada época pode tentar instituir um modelo ideal, mas nunca chegamos à um padrão.

Portanto, neste mundo atual que se modifica de maneira tão rápida esta instituição, também, se tornará cada vez mais diversa, ou seja, “a família nuclear não desapareceu totalmente da paisagem moderna […] Ainda se espera que a família moderna atenda necessidades íntimas, que o Estado e o mercado (até agora) são incapazes de atender. Mas mesmo aqui a família está sujeita a cada vez mais intervenções” (HARARI, 2018, p. 483).

Cabe destacar que a educação familiar compõe parte substancial na formação do indivíduo, neste sentido é preciso reafirmar as responsabilidades: o que cabe a família? E a escola? E demais instituições sociais ou comunidades?

Conforme Pérez Gómez (2015, p. 69) é preciso entender que “nenhuma organização ou instituição pode, isoladamente, fazer pela criatura o mesmo que a soma desses diferentes e muitas vezes divergentes agentes”.

O autor ainda apresenta que “este novo cenário social também exige mudanças substanciais na formação de futuros cidadãos e, portanto, apresenta desafios inevitáveis para os sistemas educacionais, as escolas, o currículo, os processos de ensino e aprendizagem e, claro, para professores (PÉREZ GÓMEZ, 2015, p. 28).

Portanto, como afirma Ken ROBINSIN (2019, p. 63) “não importa o local e o tipo, cada escola é uma comunidade viva de pessoas com relacionamentos, biografia e sensibilidades únicas. Cada escola tem sua própria “sensibilidade”, seus rituais e rotinas, seu próprio elenco de personalidades, seus próprios mitos, histórias, piadas internas, códigos de comportamento e suas muitas subculturas de amigos e grupos. As escolas não são santuários isolados do turbilhão da vida cotidiana. Elas estão conectadas de todas as maneiras ao mundo que as rodeia”.

 

Para assistir ao vídeo O lugar dos saberes neste mundo conectado e globalizado: o papel das instituiçõesclique aqui.

 

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Referências:
HARARI, Yuval Noah. Sapiens – Uma breve história da humanidade. Porto Alegre: RS: L&PM, 2018.
PÉREZ GÓMEZ, Ángel. Educação na era digital: a escola educativa. Porto Alegra: Penso, 2015.
ROBINSIN, Ken. Escolas criativas: a revolução que está transformando a educação. Porto Alegre: Penso, 2019.

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20/05/2020 - Ensino Religioso, História, Informática Educativa

O mundo conectado e a juventude

Professoras e Professores

 

Anteriormente, na nossa série Conectados e Globalizados, falamos sobre a relação comunidade íntima (ou local) e comunidade imaginada (ou virtual).

 

Hoje queremos refletir sobre a relação comunidade virtual e sua influência na juventude.

O pesquisador Pérez Gómez apresenta ser “possível afirmar que a vida cotidiana das novas gerações, sobretudo dos jovens, configura-se mediada pelas redes sociais virtuais, que induzem novos estilos de vida, de processamento de informação, de intercambio, de expressão e de ação” (PÉREZ GÓMEZ, 2015, p. 25).

Por exemplo, você já percebeu como a nossa linguagem mudou com o uso das redes sociais digitais, palavras como: deletar, curtir, seguir, passaram a ser usuais no cotidiano?

Se o uso das redes sociais influência nosso modo de falar, também, influenciará o modo de vestir, consumir, interagir e até mesmo na forma de pensar, “as novas gerações têm seu alcance a possibilidade de consumir, buscar, comparar, processar, avaliar, selecionar e criar informações, por meio das suas múltiplas relações e contatos nas redes sociais. Por esta razão, não podemos esquecer que se convertem, em certa medida, em produtoras de conteúdo, comunicadoras de sucessos e experiências, usando a palavra, a imagem, os movimentos, o hipertexto, etc” (PÉREZ GÓMEZ, 2015, p. 27).

 

Você conhece influenciadores digitais? Tem até premiação para esses profissionais, veja os mais votados na categoria Educação e Cultura clicando aqui

 

Sendo assim, esta influência não pode ser desconsiderada por educadores. Neil Postman (1999 apud Pérez Gómez, 2015, p. 20) adverte que, atualmente, a televisão comercial, os videogames, as redes sociais e os intercâmbios digitais são, significativamente, as mais constantes fontes de valores ao alcance de meninos, meninas e jovens”.

 

Como pensa a Geração Z? Veja reportagem completa sobre isso clicando aqui.

 

Desenvolve-se, assim, um cenário que causa receio de educadores e família, pois a juventude parece se formar como um grupo tão diferente que se torna inalcançável, porém “acreditamos que esse temor é infundado, esses medos não se justificam. As crianças e jovens de hoje são, em sua essência mais profunda, iguais aos de outros tempos, e tal como crianças de ontem que agora, como mães e pais, também sonham, planejam, amam. Mudou o formato, mudaram as linguagens, mas cérebro infantil e adolescente neste novo mundo digital mudou muito pouco (ANTUNES, 2018, p. 10).

 

Veja mais características da juventude na pesquisa realizada em parceria entre Ibope Media com o YouPix: 10 características do jovem digital

 

Fique de olho, pois no nosso blog temos várias postagens sobre essa temática seja sobre a relação entre BNCC (Base Nacional Comum Curricular) e o conceito de juventude, assim como divulgação de pesquisas sobre a violência e a juventude, oportunidades e desigualdades entre jovens, entre outros.

 

Para assistir ao vídeo Relações humanas conectadas e globalizadasclique aqui.

 

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Referências:
ANTUNES, Celso. Educar em um mundo interconectado: um livro para pais e professores. Petrópolis, RJ: Vozes. 2018.
PÉREZ GÓMEZ, Ángel. Educação na era digital: a escola educativa. Porto Alegra: Penso, 2015.

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13/05/2020 - Ensino Religioso, História, Informática Educativa

A vida em comunidade

Olá Educadores!

 

Retomando nossas discussões sobre a série de vídeos Conectados e Globalizados, hoje queremos falar das comunidades.

Como conversamos anteriormente, “nós, seres humanos, combinamos as influencias que recebemos por meio do estímulo que selecionamos, consideramos ou ignoramos, dos cenários e dos pares que escolhemos, das reações que causamos e das sensibilidades diferentes que ativamos. Somos o resultado de uma história específica de interações e de um modo construído de organização destas” (PÉREZ GÓMES, 2015, 49).

Nosso primeiro grupo de influência é, usualmente, a família e dali ampliamos nossos espaços, criando o que podemos chamar de uma comunidade local ou íntima. O historiados Yuval Noah Harari define que “uma ‘comunidade íntima’ é um grupo de pessoas que se conhecem bem e dependem umas das outras para a sobrevivência” (HARARI, 2018, p. 476).

Mas, como destaca Pérez Gómez “é importante, portanto, destacar claramente que a internet nos permite sair da comunidade local que constitui o cenário vital de cada indivíduo, porém não apenas como um espectador passivo de acontecimentos alheios que ocorrem distantes no espaço e no tempo” (PÉREZ GÓMEZ, 2015, p. 21).

Ou seja, podemos participar de outras comunidades mesmo sem nos deslocarmos fisicamente até elas, afinal “os seres humanos não habitam apenas no espaço físico ou geométrico, vivem também, e simultaneamente, em espaços afetivos, estéticos, sociais, históricos: espaços de significação, em geral” (LÉVY, 2015, p. 128).

Este tipo de relação pode dar origem ao que Harari chama de comunidade imaginada, que segundo ele “é uma comunidade de pessoas que não se conhecem de fato, mas imaginam que sim” (HARARI, 2018, p. 485). O historiador apresenta que essa forma de comunidade pode ser religiosa, movimentos sociais, até mesmo as chamadas tribos urbanas, ou seja, são grupos de pessoas que se unem em prol de um objetivo ou crença em comum, podendo ser bastante heterogêneo, mas existe algo em comum.

Vamos pensar como essa comunidade imaginada pode ser apresentada nas redes sociais digitais: uma pessoa pode aderir a grupos de ideologias políticas, clube de leitura, grupos de estudos para compartilhar e trocar informações com outros indivíduos que, talvez, nunca se conheçam pessoalmente. É claro, que está união pode contribuir para a aprendizagem, desenvolvimento humanos, mas, também, pode alimentar discursos de ódio, dando força para aqueles que não se manifestariam sozinhos.

Cabe destacar que, segundo Yuval Noah Harari “ao longo da história, tais comunidades imaginadas exerceram um papel secundário com relação às comunidades íntimas de várias dezenas de pessoas que se conheciam muito bem. As comunidades íntimas preenchiam as necessidades emocionais de seus membros e eram essenciais para a sobrevivência e o bem-estar de todos. Nos últimos, dois séculos, as comunidades íntimas definharam, e as comunidades imaginadas preencheram o vácuo emocional” (HARARI, 2015, p. 485).

 

Para assistir ao vídeo A vida em comunidade, clique aqui.

 

Pérez Gómez (2015, p. 17) afirma que “o cenário social, local e global se transformou tão radicalmente que os seres humanos, como cidadãos, enfrentam um clima de insegurança, incerteza e medo, tanto como de possibilidades, aspirações e oportunidades imprevistas, em um mundo de fluxos globais, cujos valores, interesses, códigos e aspirações ultrapassam amplamente os padrões culturais familiares e as possibilidades de que os adultos próximos se constituam em exemplos úteis”.

É nesse sentido que cabe resgatar a comunidade íntima, pois é nela que se aprende sobre valores, ética e moral, pois mesmo ganhando força com o avanço tecnológico, esta comunidade ainda pode ser ponto de referência na formação do indivíduo, pois “assim como a família nuclear, a comunidade não poderia desaparecer completamente do mundo sem algum substituto emocional. Hoje, os mercados e os Estados atendem a maior parte das necessidades materiais que um dia eram atendidas pelas comunidades, mas também precisam proporcionar vínculos tribais” (HARARI, 2018, p. 484).

Antes de aprofundarmos nossas discussões sobre o lugar das comunidades intimas, ou seja, de diferentes instituições sociais neste contexto, precisamos pensar sobre os impactos da globalização e conectividades das relações humanas na juventude.

 

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Referências:
FRIEDMAN, Thomas L. Obrigado pelo atraso: Um guia otimista para sobreviver em um mundo cada vez mais veloz. Rio de Janeiro: Objetiva, 2017.
HARARI, Yuval Noah. Sapiens – Uma breve história da humanidade. Porto Alegre: RS: L&PM, 2018.
LÉVY, Pierre. A inteligência coletiva: por uma antropologia do ciberespaço. São Paulo: Edições Loyola, 2015.
PÉREZ GÓMEZ, Ángel. Educação na era digital: a escola educativa. Porto Alegra: Penso, 2015.

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12/05/2020 - Arte, Ciências, Educação Física, Educação Infantil, Ensino Religioso, Geografia, História, Informática Educativa, Língua Inglesa, Língua Portuguesa, Matemática

E você, o que está lendo?

A equipe da assessoria preparou uma surpresa para vocês.

Vocês vão descobrir o que cada assessor está lendo e poderão ter ótimas referências de leitura!

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A assessoria lhe deseja uma boa leitura e uma boa viagem pelo mundo das palavras.

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  • Meu nome é Shirley Maria Moreira de Amorim,estou com expectativas de adquirir bons conhecimento e ampliar meu nível de aprendizado.

  • Gostei muito dessas sugestões,pois estará facilitando para trabalharmos a leitura.

  • Gostei muito dessas sugestões,pois assim ficará fácil para trabalharmos com nossos alunos na leitura.

  • Adorei as sugestões, inclusive Quarto de Despejo foi um obra que li para minha avó enquanto se encontrava internada no hospital.Ela sempre foi ótima leitora e minha inspiradora.

    • Que lindo! É muito bonito quando nossa história pode ser contada pela memória e pelos livros que lemos!

  • Como tenho estudado através do A.Brasil,a leitura tem sido a pausa do dia. estou no 3º da Pandemia, Estou lendo: Nos Domínios Da Mediunidade de Francisco Cândido Xavier,pelo Espírito André Luiz.

  • Sensacional! Que vídeo criativo!
    E como transmite e incentiva o prazer pela leitura.
    Parabéns a toda a equipe!

  • Procuro influenciar meus filhos e alunos para que criem o gosto pela leitura, sendo eu mesma uma apaixonada pelas letras.