Últimas Publicações:

31/03/2020 - História

Enfermagem, Guerra e...

Olá Educadores!   Em postagens anteriores apresentamos a história da Florence Nightingale e Mary Jane Seacole, mulheres que rebateram preconceitos para exercer a profissão escolhida: a enfermagem.   A rel...

31/03/2020 - História

Enfermagem, Guerra e feminismo

Olá Educadores!

 

Em postagens anteriores apresentamos a história da Florence Nightingale e Mary Jane Seacole, mulheres que rebateram preconceitos para exercer a profissão escolhida: a enfermagem.

 

A relação entre o surgimento e processo de valorização desta profissão pode ser vista no seu material didático, como conteúdo de 9o. ano, no volume 1.

 

Livro de História, 9o. ano, volume 1.

 

Livro de História, 9o. ano, volume 1.

 

Abordar este conteúdo em sala pode auxiliar no desenvolvimento de habilidades apresentadas pela BNCC (Base Nacional Comum Curricular).

Abaixo apresentamos dois exemplos de habilidades do Ensino médio, ou seja, já no Ensino Fundamental Anos Finais iniciamos o desenvolvimentos delas:

 

(EM13CHS404) Identificar e discutir os múltiplos aspectos do trabalho em diferentes circunstâncias e contextos históricos e/ou geográficos e seus efeitos sobre as gerações, em especial, os jovens, levando em consideração, na atualidade, as transformações técnicas, tecnológicas e informacionais.

(EM13CHS402) Analisar e comparar indicadores de emprego, trabalho e renda em diferentes espaços, escalas e tempos, associando-os a processos de estratificação e desigualdade socioeconômica.

 

Observar a relação entre o conteúdo proposto no material didático e a BNCC é evidenciar o que o documento apresenta sobre progressão das aprendizagens, ou seja, o conhecimento é apresentado e vai aos poucos se complexificando.

 

Equipe Assessoria de História

 

Sempre que precisar entre em contato conosco: historia@aprendebrasil.com.br
Siga nossas redes sociais: @aprendebrasil

 

Referências
Oliveira Júnior, Walfrido S. História : 9º. ano / Walfrido S. Oliveira Júnior reformulação dos originais de Celina Fiamoncini. – Curitiba : Aprende Brasil, 2019.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC/SEB, 2018. Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/bncc-20dez-site.pdf>. Acesso em: dez, 2018.

Deixe o seu comentário!

30/03/2020 - Educação Infantil

Baú de ideias

O protagonismo infantil e a investigação Olá, Professores! Desejamos que todos estejam bem! Na semana anterior foi abordado o tema “Curiosidade”, lembram? Que tal hoje falarmos um pouquinho sobre investigação na...

30/03/2020 - Educação Infantil

Baú de ideias

O protagonismo infantil e a investigação

Olá, Professores!

Desejamos que todos estejam bem!

Na semana anterior foi abordado o tema “Curiosidade”, lembram?

Que tal hoje falarmos um pouquinho sobre investigação na Educação Infantil? A curiosidade, que é o desejo de querer e aprender, leva-nos a investigar para descobrir aquilo que não se sabe.

O protagonismo infantil requer estratégias de ensino que possibilitem às crianças serem autônomas, explorarem materiais, espaços e ambientes e se expressarem livremente, valorizando suas singularidades. Daí a importância de oportunizar momento de investigação com as crianças.

Quando promovemos situações de aprendizagem que proporcionam oportunidades para que as crianças sejam protagonistas da própria aprendizagem, abrimos caminhos para o desenvolvimento e incentivo de atitudes investigativas, tornando o dia a dia na escola mais interessante, significativo e prazeroso não somente para as crianças, mas também para os professores.

Como a investigação requer atitudes que valorizem a experimentação, a manipulação, a exploração, a descoberta e a ampliação do conhecimento para promover aprendizagem, aí vai uma sugestão bem bacana para desenvolver com as crianças!

Pintura no gelo

Esta brincadeira é encantadora. Gera imagens divertidas e promove olhares curiosos e investigativos das crianças!

Você irá precisar de:

Um bloco de gelo, sal e tinta ou corante de alimentos.

Coloque um pote de tamanho médio com água no freezer ou congelador de um dia para outro (pode ser até um pote de sorvete). No dia seguinte, desenforme e, primeiro, espalhe uma fina camada de sal sobre o bloco de gelo.

Logo as crianças irão perceber que o sal foi penetrando no gelo formando pequenas fissuras. Em seguida, você professora ou as crianças colocam o corante. Todos perceberão que ficará um efeito bem bonito!

Com cor fica mais fácil ver a experiência acontecendo!

O sal reduz o ponto de fusão do gelo. Por isso, nos lugares onde o sal foi espalhado, o derretimento aconteceu mais depressa, permitindo a criação das minúsculas fendas!

Obs: Professor(a), se preferir coloque água nas forminhas pequenas, próprias para fazer gelo. Assim, as crianças terão várias pedrinhas de gelo para experimentar e investigar.

 

E aí, gostaram? Pensamos que as crianças irão gostar! E vocês, o que acham?

Se quiser assistir ao vídeo antes de executar com as crianças veja o mesmo na referência abaixo.

Deixe seu comentário e compartilhe como foi a experiência com a gente.

 

Sempre que precisarem, entrem em contato conosco!
Grande abraço e até o próximo post!

 

Equipe Assessoria Educação Infantil
Sempre que precisar entre em contato conosco: edinfantil@aprendebrasil.com.br
Siga nossas redes sociais: @aprendebrasil

 

 

REFERÊNCIAS:
https://www.univates.br/editora-univates/media/publicacoes/166/pdf_166.pdf
https://tempodecreche.com.br/proposta-de-atividade/pesquisar-e-investigar-na-educacao-infantil-muito-mais-do-que-informar/
Vídeo:https://www.tempojunto.com/2016/02/13/brincadeiras-que-estimulam-a-curiosidade-dos-jovens-cientistas/. Acessado em 27 mar 2020.

 

 

Deixe o seu comentário!

30/03/2020 - Educação Infantil

Bebê e Cia

Investigar com bebês e crianças bem pequenas?   Simmm!! Olá, Professores! Desejamos que todos estejam bem! Na semana anterior foi abordado o tema “Curiosidade”, lembram? Que tal hoje falarmos um pouquinho sobre i...

30/03/2020 - Educação Infantil

Bebê e Cia

Investigar com bebês e crianças bem pequenas?  

Simmm!!

Olá, Professores!

Desejamos que todos estejam bem!

Na semana anterior foi abordado o tema “Curiosidade”, lembram?

Que tal hoje falarmos um pouquinho sobre investigação com bebês e crianças bem pequenas? A curiosidade, que é o desejo de querer e aprender, leva-nos a investigar para descobrir aquilo que não se sabe.

Desde muito cedo as crianças investigam intensamente o mundo, fazendo dos objetos disponíveis alvos de investigação.

Exploram texturas, temperatura, cores, tamanho e diversos outros objetos. Os materiais plásticos permitem essa experimentação, por isso, as misturas devem ser favorecidas e estimuladas desde cedo e você, professor (a) deve criar possibilidades de exploração e investigação que favoreçam aprendizagens importantes e essenciais.

Para bebês e crianças bem pequenas as atividades de exploração de misturas de materiais plásticos são bastante adequadas, pois possibilitam que, ao manipular os materiais, as crianças por meio da investigação, descubram os efeitos e/ou transformações que sua própria ação provoca na interação com o mundo.

Vejam como é fácil! Segue uma dica:

Encontre a tampa

A atividade consiste em colocar vários potes de plástico abertos, no chão para que a criança encontre a tampa. Quanto maior a variedade de tamanhos e formatos, melhor.

A proposta é fazer a criança encontrar as tampas certas para cada pote. Comece separando potes de plástico de diferentes tamanhos e formatos e coloque-os no chão, os potes de um lado e as tampas do outro.

Primeiramente, deixe a criança observar, tocar, enfim explorar os potes. Depois oriente para que encontre as tampas certas para cada pote. Você perceberá que cada uma delas terá um critério ao realizar a tarefa: olhares, toques, tentativas, explorações, experimentos e descobertas. Além disso, conceitos como grande, pequeno e formas geométricas são trabalhados o tempo todo em atividades como esta.

Professor (a), você perceberá a cara de satisfação e alegria no momento em que a criança conseguir acertar!

Baby boy sitting on blanket in garden playing with plastic stack toy, close-up

A brincadeira pode não parar por aí: após ter encaixado as tampas nos potes corretos, a criança pode ter outras atitudes que também poderá leva-la a mais investigações e descobertas como brincar de abrir os potes e encaixar uns dentro dos outros, colocar o pé dentro dele, sobre a cabeça, colocar o pote em frente ao rosto para observar o que vê e como vê, etc.

Viu como brincar com potes da cozinha pode ser legal, divertido e proporciona aprendizagens?

Deixem seu comentário e compartilhem com a gente.

 

Grande abraço e até o próximo post!

Equipe Assessoria Educação Infantil

Sempre que precisar entre em contato conosco: edinfantil@aprendebrasil.com.br

Siga nossas redes sociais: @aprendebrasil

 

Referências:

Disponível em: www.artenacreche.org.br/proposal1.html.

Brincadeira adaptada de: https://www.tempojunto.com/2017/01/17/10-brincadeiras-para-criancas-de-2-anos-parte-2/

Deixe o seu comentário!

30/03/2020 - Educação Infantil

Quarentena brincante...

Olá pessoal! Tudo bem por aí? Estamos passando por um momento bem difícil no Brasil e no mundo, devido esta pandemia do novo coronavírus (COVID-19), e junto vem muitos sentimentos negativos, como medos, inseguranças...

30/03/2020 - Educação Infantil

Quarentena brincante para crianças pequenas

Olá pessoal!

Tudo bem por aí?

Estamos passando por um momento bem difícil no Brasil e no mundo, devido esta pandemia do novo coronavírus (COVID-19), e junto vem muitos sentimentos negativos, como medos, inseguranças, ansiedade, entre outros. E como estamos em casa com nossas crianças em isolamento social, o que fazer para que esse tempo seja gostoso e produtivo?

Que tal brincar? Ou melhor, fazer junto com eles um brinquedo?

Vamos?!

Iremos precisar de alguns materiais, tais como:

– uma caixa de papelão;

– pedaço de E.V.A ou papel colorido verde;

– tinta ou spray de duas cores diferentes;

– papel colorido para encapar a caixa;

– 4 palitos de churrasco ou de fixar balão;

– 10 pregadores de roupa de madeira;

– uma bolinha de gude ou de borracha pequena;

– tesoura, cola quente, cola branca, estilete, canetinha preta, régua, pincel;

– guache branco.

Como fazer:

  1. Encape a caixa com papel colorido, por fora e a tampa, usando cola branca.
  2. Nas duas laterais, marcar o gol com régua e canetinha (10cm por 5 cm). Depois é recortar com estilete.
  3. Pinte 5 pregadores de cores diferentes (dois times).
  4. Palito com 2 jogadores próximo ao gol (zagueiros) e os palitos com 3 jogadores ao centro (atacantes).
  5. No E.V.A ou papel verde, desenhe um campo de futebol com a tinta branca. Depois cole no fundo da caixa com cola branca.
  6. Marque na caixa a posição dos jogadores, fure com a ponta da tesoura e coloque os palitos.
  7. Coloque o time em campo, colando com cola quente os jogadores nos palitos conforme a instrução nº 4.
  8. Agora é só iniciar a partida!

GOOOOLLLLLLLL !!!!!

Segue link para acessar o vídeo que mostra o passo a passo para confecção desse brinquedo. Clique aqui.

 

Bom jogo!

Depois que brincarem, deixem seus comentários! Queremos saber se gostaram e como foi a diversão em família!

 

Grande abraço e até o próximo post!

Equipe Assessoria Educação Infantil

 

Sempre que precisar entre em contato conosco: edinfantil@aprendebrasil.com.br

Siga nossas redes sociais: @aprendebrasil

 

Referências:

Jogo do Pebolim. Disponível em:

<https://www.youtube.com/watch?v=jhToesh1MgU>. Acesso em: 26 mar 2020.

 

 

Deixe o seu comentário!

30/03/2020 - História

Qual o papel do ensi...

Olá! Hoje queremos compartilhar com vocês um texto de opinião. Abaixo deixamos as reflexões levantadas pela Prof. Dra Marcella Albaine sobre o Ensino de História no atual momento.   “Falo em nome do país...

30/03/2020 - História

Qual o papel do ensino de História em tempos de COVID-19?

Olá!

Hoje queremos compartilhar com vocês um texto de opinião.

Abaixo deixamos as reflexões levantadas pela Prof. Dra Marcella Albaine sobre o Ensino de História no atual momento.

 

“Falo em nome do país. Como professora, talvez quisesse falar em nome do mundo. O texto de hoje, assumidamente, possui um tom de pesar, pois a pandemia de coronavírus tem provocado muitas mortes, em diferentes localidades. Os números são alarmantes; as previsões, baseadas em dados, péssimas.

O mundo se vê obrigado a parar. Quem pode se dar a esse luxo? A regra de ficar em casa não funciona para todos: há um grande número de sujeitos que precisam estar na linha de frente. Profissionais da saúde dedicando seu tempo e sua vida cuidando dos que estão em hospitais lotados. A pesquisa, tão sucateada em nosso país, vem sendo fonte de esperança. Dizem que ainda não estamos no pior momento da crise e seus efeitos já podem ser sentidos com intensidade. Valem algumas análises, vamos a elas.

A orientação de lavagem da mão e uso do álcool gel, tampouco se direciona a todos: tenho pensado nos tantos corações que se encontram em situação de rua. E os moradores de comunidades, de zonas sem infraestrutura de saneamento básico? E aqueles que pagam por água encanada e que, de forma inadmissível, a tiveram contaminada em suas casas?

É difícil colocar em palavras um momento tão presente, sentido por meio dos noticiários de cada dia que atualizam o número de mortes. Inicialmente a China, hoje os números da Itália são de chocar. Não quero reforçar perspectivas hierárquicas, mas outra pergunta que tenho me feito é: o que sabemos da situação do coronavírus no continente africano? As relações de poder se manifestam nesta crise que, muito mais do que econômica, é uma crise moral. O texto de Djamila Ribeiro sobre a doméstica que faleceu cuidando da patroa vinda da Itália é emblemático para pensar sobre esse ponto.

Humanidade. Em meio ao caos, aos queixumes de tédio de muitas pessoas que não sabem como olhar para si, que pouco se escutam, que pouco param nesse mundo acelerado de cobranças e excessos, existem também manifestações solidárias. É um convite irrecusável da vida à mudança de hábito. Nossa sociedade que menospreza tanto os idosos, reconhece que eles são a parte mais vulnerável. Recados em elevadores de pessoas se oferecendo para fazer compras para os senhores e senhoras que necessitarem. É isso. Não precisaríamos desenhar o pior dos cenários para fazer valer aquilo que deveria ser a regra número da História: a empatia, o exercício da cidadania.

Ainda queria falar sobre a exigência que tem sido endereçada aos profissionais das mais diversas áreas em relação ao uso da tecnologia digital para o trabalho em casa. Cito outro texto, agora da professora Alessandra Nicodemos: “como garantir, em um país desigual como o nosso, acesso democrático aos dados e instrumentos/ferramentas da cultura digital em contexto de educação”? Pensemos que mais do que o entretenimento com as lives do Instagram ou o consumo das séries da Netflix, precisamos de efetividade para assumir e combater a exclusão digital.

O que temos pela frente é luta. Tudo está intensificado: atitudes solidárias e atitudes egoístas caminham lado a lado. Mais do que nunca defendo a importância do ensino de História como arma das transformações sociais que urgem. Menos notícias falsa, mais ciência, mais pesquisa, mais investimento no SUS, mais valorização profissional. Um país comandado por uma presidência alheia e perversa precisa do pensamento crítico e humano”.

 

por Marcella Albaine Farias da Costa
*Texto originalmente publicado no site da ANPUH.

 

Referências citadas pela professora:

NICODEMOS, Alessandra. ‘Entretenimento on-line’ não substitui a escola. Esquerda Diário. Disponível em: http://esquerdadiario.com.br/Entretenimento-on-line-nao-substitui-a-escola Acesso: em 23 de mar. 2020.
RIBEIRO, Djamila. Doméstica idosa que morreu no Rio cuidava da patroa contagiada pelo coronavírus. Folha de São Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/djamila-ribeiro/2020/03/domestica-idosa-que-morreu-no-rio-cuidava-da-patroa-contagiada-pelo-coronavirus.shtml Acesso: em 23 de mar. 2020.

Deixe o seu comentário!

30/03/2020 - Educação Física

BNCC: desafios para ...

Olá professoras e professores! Como você tem se sentido com o novo documento que orienta a Educação de modo geral, e a Educação Física, por consequência – a BNCC. Quais os desafios que você vivencia na organiz...

30/03/2020 - Educação Física

BNCC: desafios para o ensino da Educação Física

Olá professoras e professores!

Como você tem se sentido com o novo documento que orienta a Educação de modo geral, e a Educação Física, por consequência – a BNCC.

Quais os desafios que você vivencia na organização do trabalho pedagógico?

Eu te convido para fazer a leitura do texto: A BNCC e a educação física na escola: passos à frente? Segue o link .

Até logo!

Assessoria de Educação Física

Sempre que precisar entre em contato conosco: edfisica@aprendebrasil.com.br

Siga nossas redes socias:@aprendebrasil

Referências:

MOURÃO, Marcos S. A BNCC e a educação física na escola: passos à frente?. Nova Escola. Disponível em: < https://novaescola.org.br/bncc/conteudo/115/a-bncc-e-a-educacao-fisica-na-escola-passos-a-frente#>. Acesso em: 29 de março de 2020.

Deixe o seu comentário!