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28/09/2020 - Marketing

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por Andréa Luiza Santos Arantes*     Caros educadores, Uma das premissas do Sistema de Ensino Aprende Brasil é a promoção da educação pelo exemplo. Acreditamos que, por trabalharmos com a educação, deve...

28/09/2020 - Marketing

EDUCAÇÃO SE FAZ COM EXEMPLOS

por Andréa Luiza Santos Arantes*

 

 

Caros educadores,

Uma das premissas do Sistema de Ensino Aprende Brasil é a promoção da educação pelo exemplo. Acreditamos que, por trabalharmos com a educação, devemos fazer escolhas que inspirem a sociedade a promover sustentabilidade e dessa forma contribuir para a construção de um mundo melhor. Pensando nisso, neste ano vamos presentear todos os educadores que utilizam o Aprende Brasil com uma sacola feita em tecido. Um produto sustentável que pode ser utilizado em substituição às famosas sacolas ou pastas plásticas.

Atualmente, a utilização de plástico descartável é um sério problema ambiental e social em todo o mundo. A grande quantidade de resíduo plástico descartável gerada por nós, e a incorreta destinação dada a esses resíduos, está ameaçando um de nossos mais ricos e importantes ecossistemas. Mares e oceanos estão cheios de resíduos plásticos, causando a mortalidade de vários animais marinhos e a poluição das águas.A sacola é uma contribuição para que vocês possam nos ajudar no compromisso de redução na geração de resíduos plásticos e na promoção da educação pelo exemplo, levando esse assunto para a sala de aula e conversando com seus alunos sobre a importância do consumo consciente e da escolha de produtos com baixo impacto ambiental.

Para auxiliá-los nesse processo, vamos compartilhar com vocês um artigo sobre o tema e dicas sobre algumas atividades que podem ser realizadas em sala de aula com seus alunos.

Vamos juntos fazer a diferença e promover um futuro mais sustentável. Porque aqui, no Aprende Brasil, educação se faz com exemplos!

 

Plástico descartável: proibir para mudar

Ao ser questionado sobre o uso de produtos descartáveis, talvez você não se lembre de que, na última semana, provavelmente utilizou vários deles, seja tomando água, mexendo seu café, carregando compras do supermercado ou usando canudos para tomar um suco. A maioria das atividades humanas modernas utilizam produtos descartáveis – boa parte deles –  feitos de material plástico, e quando paramos para observar o comércio de alimentos e bebidas vemos que o uso de materiais descartáveis é significativamente mais expressivo.
Podemos citar vários problemas relacionados ao descarte de materiais plásticos, como a falta de espaço nos aterros sanitários para descarte dos resíduos, a demora na decomposição desses materiais e os problemas relacionados à incineração de resíduos a céu aberto (que representam uma das principais fontes de poluição do ar no Brasil). Mas atualmente o problema mais comentado diz respeito ao acúmulo de plástico nos oceanos. De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), cerca de 8 milhões de toneladas de plásticos são jogadas anualmente nos oceanos, acarretando na formação de grandes ilhas de resíduo e no aumento da mortalidade entre animais marinhos.

Ainda de acordo com a ONU, a cada ano são gerados cerca de 300 milhões de toneladas de lixo plástico, sendo que 14% desse resíduo é encaminhado para reciclagem e apenas 9% é efetivamente reciclado. Algumas pessoas têm a falsa impressão de que todos os resíduos plásticos são recicláveis. Porém produtos químicos acrescentados aos polímeros plásticos e embalagens de alimentos contaminadas com restos orgânicos podem inviabilizar o processo de reciclagem.

Frente à constatação de que não podemos resolver o problema de destinação de todo o resíduo plástico gerado apenas por meio da reciclagem, fica clara a necessidade de reduzir o consumo e a geração desse resíduo. Considerando esse fato, vários países já estão adotando medidas que proíbem a utilização de produtos plásticos descartáveis. O Canadá, a Indonésia e nações da União Europeia, por exemplo, já definiram uma data para proibição do uso de plástico descartável, e o Brasil, sendo o 4º país que mais gera resíduos plásticos no mundo, precisa acompanhar esse movimento.

Bares e restaurantes são exemplos de estabelecimentos que podem reduzir drasticamente o consumo de itens plásticos, que é bastante expressivo. Copos, canudos, pratos e talheres descartáveis são utilizados cotidianamente em muitos estabelecimentos, e o consumidor, tão acostumado com esse padrão de consumo, não tem por hábito questionar a real necessidade de utilização desses materiais.

Considerando que a proibição do uso de produtos descartáveis está se tornando realidade em alguns municípios brasileiros e que essa iniciativa pública tem a tendência de se espalhar em breve para um grande número de cidades é necessário que proprietários de bares e restaurantes comecem a usar materiais biodegradáveis. Em contrapartida, a indústria responsável pela produção de produtos plásticos descartáveis precisa aumentar o investimento em pesquisa e desenvolvimento de materiais com baixo impacto ambiental, promovendo a inovação nos seus produtos para garantia da manutenção dos seus negócios.

É importante destacar, também, que nós, como consumidores, podemos adotar uma postura consciente e proativa que não dependa da existência de políticas públicas. O consumidor final é o agente de transformação com maior poder nessa cadeia. Podemos estimular as marcas que consumimos, os fornecedores que contratamos e os estabelecimentos comerciais que frequentamos a realizar iniciativas de substituição do plástico.

Por fim, partindo do princípio de que nenhuma mudança é fácil, devemos começar, dando preferência às empresas com um posicionamento ativo e comprometido no que diz respeito a iniciativas de baixo impacto ambiental. Isso contribuirá para viabilizar essa mudança de comportamento tão urgente e fundamental para a sustentabilidade do nosso futuro.

*Andréa Luiza Santos Arantes, engenheira ambiental e sanitarista, é consultora nas áreas de Gestão de Processos, Qualidade e Meio Ambiente, mestre em Gestão Ambiental pela Universidade Positivo e coordenadora de Gestão Ambiental no Grupo Positivo

 

Como abordar essa temática com alunos em sala de aula

Existem várias possibilidades para abordar esse assunto em sala de aula. Descrevemos aqui uma sugestão para inspirar você a gerar um conteúdo bem legal para os seus alunos:

Incentivando a prática da coleta seletiva

Antes de propor qualquer exercício para tratar sobre a temática de geração de resíduos é necessário entender se os seus alunos já possuem o hábito de praticar a coleta seletiva. Se esse for um assunto relevante para o seu grupo, recomendo que comece a abordar o assunto falando sobre a importância da separação dos resíduos.

A maioria das pessoas que não praticam coleta seletiva não o fazem por não entenderem a relevância dessa atitude. Por isso, é importante explicar o que acontece com os materiais após a separação, para que todos possam ser sensibilizados por meio da compreensão sobre o processo completo.

Por exemplo, no geral separamos o lixo da seguinte forma: papel, plástico, metal, vidro e não reciclável. Cada resíduo gerado segue um caminho diferente a partir da coleta seletiva, e todos os resíduos recicláveis vão retornar para a indústria e serão utilizados na fabricação de outros produtos. Chamamos esse processo de economia circular. Para ficar mais fácil de entender vamos ver o exemplo do plástico: você sabia que o plástico é produzido a partir do petróleo? Veja as seguir o ciclo de vida de uma garrafinha plástica:

Pela análise dos dois ciclos, podemos concluir que reciclar é poupar o meio ambiente. Por meio da prática da coleta seletiva, podemos garantir que o resíduo plástico retorne para a indústria e seja utilizado na fabricação de vários produtos, reduzindo, dessa forma, a necessidade de utilização de resina plástica virgem, produzida a partir da extração do petróleo – que causa vários impactos ao meio ambiente.

 

Falando sobre a importância da redução do consumo de plásticos descartáveis
e da reutilização de materiais

Agora que seus alunos já estão sensibilizados sobre a importância da prática da coleta seletiva, vamos dar mais um passo e falar sobre ações que podem ser realizadas para reduzir a geração de resíduos plásticos descartáveis. Para começar, é preciso fazê-los perceber, por conta própria, que os resíduos que mais geramos nas atividades diárias é o resíduo de plástico descartável. Só assim eles entenderão a relevância de falar sobre esse assunto.

Convide seus alunos a tomar nota, pelo período de alguns dias, de todos os resíduos plásticos que são gerados na sua residência e todos aqueles que eles encontram jogados na rua no trajeto para a escola. Naturalmente, todos irão concluir que geramos um grande volume de resíduo plástico nas nossas atividades diárias.

O próximo passo é debater com os alunos ideias de redução de consumo e reutilização de materiais. Peça para cada aluno escolher um tipo de resíduo plástico e dar um exemplo de novo uso. Por exemplo, uma embalagem usada pode virar um porta-lápis de cor, conforme mostra a imagem a abaixo:

Esse exercício irá desenvolver a inovação e a criatividade, além de apresentar várias possibilidades de novas funções para materiais plásticos.

Aqui vão algumas dicas para ajudar a enriquecer a discussão de vocês:

  • Prefira embalagens retornáveis e refis;
  • Escolha garrafinhas ou copos reutilizáveis;
  • Utilize sacolas reutilizáveis, as chamadas ecobags, para carregar suas compras no supermercado;
  • Não utilize canudos descartáveis – opte pelas opções de canudos de metal e plástico reutilizáveis;
  • Evite utilizar talheres e pratos descartáveis.

 

 

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30/09/2020 - Língua Portuguesa

Gênero jornalístic...

Olá, professores(as). Como vocês estão? A dica de hoje é uma atividade para expandir o estudo do gênero textual reportagem. Vamos lá! Para estudar as características, finalidades e estrutura desse gênero jornalí...

30/09/2020 - Língua Portuguesa

Gênero jornalístico: reportagem.

Olá, professores(as).
Como vocês estão?

A dica de hoje é uma atividade para expandir o estudo do gênero textual reportagem.

Vamos lá!

Para estudar as características, finalidades e estrutura desse gênero jornalístico, solicite aos alunos que pesquisem em sites, jornais ou revistas uma reportagem bem antiga, mas que, atualmente, ainda possa despertar o interesse dos leitores.

O objetivo é que eles percebam que, diferentemente da notícia, a reportagem não está, necessariamente, relacionada a um fato recente, mas, mesmo assim, pode trazer muitas informações interessantes.

Peça aos alunos que façam um levantamento sobre o tema da reportagem pesquisada e que organizem essas informações para compartilhar com restante da turma. Você pode usar algumas perguntas para nortear essa prática. Por exemplo:

– Por que essa reportagem foi publicada?

– Qual é a relevância desse assunto para a sociedade?

– As pessoas ainda podem usar essas informações como fonte de pesquisa? Por quê?

Depois, peça aos alunos que busquem reportagens atuais sobre o mesmo tema e analisem:

– Alguma coisa mudou em relação a isso?

– Daqui a dez anos, é possível que essa reportagem ainda tenha relevância social? Por quê?

Para discutir essas questões e promover um diálogo interessante com a sua turma, você pode propor uma apresentação para desenvolver a prática da oralidade. No caso do ensino remoto, você pode organizar durante uma aula on-line, pode também propor a gravação de um vídeo ou apenas um arquivo de voz.

Depois, você pode selecionar algumas reportagens com conteúdos desatualizados e mostrar aos alunos que, embora o assunto não apresente tanta relevância para o contexto atual, os dados ainda podem ser usados como referências de estudo. Se for possível, demonstre isso por meio de citações e embasamentos teóricos usados em trabalhos atuais.

Você também pode criar outras atividades a partir dessa prática: estudar os diferentes suportes de veiculação das reportagens; realizar análises entre reportagens jornalísticas orais e escritas; inserir outros conteúdos para ampliar o estudo desse gênero, como advérbios ou adjuntos adverbiais, por exemplo. Enfim, você pode criar e adaptar de acordo com as suas necessidades!

Essa foi a dica de hoje.
Você já realizou uma prática como essa?

Comente aqui.
Até breve!

Assessoria de Língua Portuguesa

linguaportuguesa@aprendebrasil.com.br

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28/09/2020 - Matemática

Compartilhando Suges...

Seja bem-vindo (a) a seção do blog que destinamos ao compartilhamento de boas práticas pedagógicas de professores do Sistema de Ensino Aprende Brasil. Desta vez vamos conhecer um pouco do trabalho do professor José ...

28/09/2020 - Matemática

Compartilhando Sugestões de Práticas Pedagógicas

Seja bem-vindo (a) a seção do blog que destinamos ao compartilhamento de boas práticas pedagógicas de professores do Sistema de Ensino Aprende Brasil.
Desta vez vamos conhecer um pouco do trabalho do professor José Eduardo da Silva, do município de Poá – SP, destinado ao Ensino Fundamental – Anos Finais, envolvendo o Algeplan. Venha compartilhar conosco também sua prática! Deixe seu comentário!
Assessoria Pedagógica de Matemática

Atividade Matemática

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28/09/2020 - Geografia

A Geografia na mesa ...

Olá professor! Olá professora! Recentemente, por diversas razões, a Geografia presente na  vida cotidiana tem estado muito próxima dos conteúdos dos nossos livros didáticos. Para ilustrar essa afirmação, irei ab...

28/09/2020 - Geografia

A Geografia na mesa do brasileiro

Olá professor! Olá professora!

Recentemente, por diversas razões, a Geografia presente na  vida cotidiana tem estado muito próxima dos conteúdos dos nossos livros didáticos. Para ilustrar essa afirmação, irei abordar um assunto que tem incomodado a maioria dos brasileiros, isto é, o aumento dos preços de alguns gêneros alimentícios. Fatores que contribuíram para isso:

  • o aumento das exportações de produtos agrícolas como o arroz, que assim como outras matérias primas, são chamadas de commodities. O termo vem da língua inglesa e significa mercadorias, que neste caso, são as matérias primas comercializadas em estado bruto. As commodities são bens de consumo mundial e, por isso, são comercializadas em bolsas de valores de todo o mundo;
  • a alta do dólar, que incentivou a preferência do mercado externo pelos produtores rurais;
  • ainda, com a pandemia, tivemos mudanças nos hábitos de consumo que demandou mais alimentos para o consumo doméstico.

Percebam que o aumento da demanda interna atrelada a externa, favoreceu a atual situação de elevação de preços não só do arroz, como também da carne e da soja. Você conseguiu perceber a quantidade de assuntos geográficos que podemos abordar a partir dessa situação real? Através do cenário atual, podemos trabalhar com a aprendizagem significativa.

Esse assunto pode ser abordado nos próximos meses, pois ele aparece no 4o volume em diferentes anos do Ensino Fundamental, como mostram os exemplos a seguir do 4o e 7o ano, respectivamente:

 

        

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Equipe Assessoria de Geografia

Sempre que precisar entre em contato conosco: geografia@aprendebrasil.com.br
Siga nossas redes sociais: @aprendebrasil

Grande abraço e até o próximo post!

Equipe Assessoria de Geografia

Referências:
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC/SEB, 2018. Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf>. Acesso em:  25 Março de 2020.

 

 

 

 

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28/09/2020 - Educação Infantil

O que fazer para aju...

Confira algumas dicas que podem ajudar a reverter essa situação Um dos maiores desafios do professor é conseguir ensinar e transmitir conhecimentos a todos os alunos de uma mesma turma. Muitas vezes, os estudantes apr...

28/09/2020 - Educação Infantil

O que fazer para ajudar alunos com dificuldade de aprendizagem

Confira algumas dicas que podem ajudar a reverter essa situação

Um dos maiores desafios do professor é conseguir ensinar e transmitir conhecimentos a todos os alunos de uma mesma turma. Muitas vezes, os estudantes apresentam níveis aprendizado diferentes e nem todos conseguem acompanhar o ritmo esperado para a classe. O aluno com essa dificuldade acaba se sentindo em constante estado de tensão e frustração e, consequentemente, também pode se tornar uma fonte de indisciplina. Por isso, reunimos aqui no blog algumas dicas gerais que podem ajudar a minimizar isso. O importante é ter em mente que todo aluno pode aprender, mas nem sempre isso acontecerá da mesma forma ou no mesmo tempo para todos.

Utilizar formas diferentes para apresentar informações

Usar meios criativos pode ser uma boa maneira de fazer com que o aluno consiga guardar as informações com mais facilidade. Uma das tendências da educação atual, a aprendizagem pela experiência é ótima para isso, pois propõe que os alunos aprendam na prática com a realização de projetos e atividades mais interativas, tornando o aprendizado mais significativo. Afinal, trabalhar o tema alimentação com as crianças, por exemplo, fica bem mais interessante quando elas podem colocar a mão na massa e fazer sua própria hortinha.

Tentar minimizar as distrações do aluno em sala de aula

A distração em sala de aula é um grande desafio no processo de ensino-aprendizado. Por isso, tomar cuidado com a disposição espacial da sala e deixar os alunos com dificuldades de aprendizagem mais perto do professor é sempre bom. Além disso, apesar de ser vista como uma das principais causas da desatenção, devido ao uso de celulares e outros aparelhos eletrônicos pelos alunos, a tecnologia pode ser uma ferramenta aliada. Trabalhar o conteúdo com o auxílio de recursos tecnológicos, como vídeos e músicas, ajuda a prender a atenção dos alunos.

Ensinar métodos de estudo e estratégias de aprendizagem

É possível usar algumas técnicas que ajudam o aluno a organizar o pensamento, a otimizar o tempo e a priorizar e hierarquizar o que é mais importante. Um desses métodos é o design thinking, que é um jeito simples e barato para gerenciar as informações, lidar com problemas e encontrar soluções de maneira criativa, flexível e colaborativa.

Planejar rotinas diárias de estudo para o aluno

Todos os alunos devem ter rotinas diárias de estudo, dentro e fora da escola, e com os estudantes que apresentam alguma dificuldade de aprendizagem não é diferente. No caso deles, o ideal é que seja elaborada uma rotina mais personalizada, que favoreça os conteúdos que são mais desafiadores para eles de uma forma que possam estudar e evoluir mesmo quando estão sozinhos.

Fornecer aulas de reforços e monitorias

Muitas vezes apenas a rotina diária de estudo em casa não é suficiente para que o aluno consiga vencer suas dificuldades e, por isso, fornecer aulas de reforço e monitorias na escola é ideal. Durante essas aulas extras, o estudante conta com o acompanhamento do professor, que pode dar a ele mais atenção do que durante as aulas regulares, e tem mais liberdade para tirar suas dúvidas e expor o que não entende. Com esse contato mais próximo, o professor também pode compreender o que o aluno precisa e avaliar melhor seu desempenho.

Manter contato e relacionamento com a família

É muito importante que professores e familiares conversem e troquem informações para entender melhor o que pode estar acontecendo e descobrir o que está influenciando no processo de aprendizagem e o que pode ser feito para superar essas dificuldades. O WhatsApp, por exemplo, pode ser uma boa ferramenta de comunicação para auxiliar nesse contato.

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27/09/2020 - Educação Infantil

Conheça os avanços...

Entenda as transformações que a implementação do documento traz A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento normativo, desenvolvido para ser utilizado como referência na elaboração do currículo de tod...

27/09/2020 - Educação Infantil

Conheça os avanços que a BNCC prevê para a educação

Entenda as transformações que a implementação do documento traz

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento normativo, desenvolvido para ser utilizado como referência na elaboração do currículo de todas as escolas que oferecem educação básica no país. Implementada em 2018, seu processo de adaptação tem previsão para acabar em 2020.

Sua escola já está pronta para essas mudanças? Separamos algumas transformações pautadas pelo documento e que prometem gerar impacto e novas perspectivas para a educação dos próximos anos.

Alunos

A BNCC tem como objetivo estruturar e potencializar as habilidades cognitivas, socioemocionais e culturais dos alunos. Zita Lago, professora e doutora em Educação, afirma que uma das principais preocupações da BNCC é “valorizar experiências adquiridas fora do ambiente escolar e utilizá-las como uma ferramenta de fortalecimento entre o ambiente escolar e a vida cotidiana dos alunos”.

Dessa forma, é possível gerar interesse e atenção na construção de conhecimento, já que a transmissão de conteúdo deixa de ser unilateral e passa a pautar a realidade do aluno. Assim, ele tende a se sentir mais preparado para transformar o ambiente em que vive e ocupar novos espaços dentro da sociedade.

Pais e responsáveis

O documento traz para pais e responsáveis mais clareza quanto ao ensino em sala de aula. Ele auxilia a avaliação do desenvolvimento de seus filhos em cada etapa de ensino e esclarece as diretrizes que a escola escolheu para a formação dos alunos.

A escolha da instituição de ensino para colocar crianças e adolescentes também é facilitada, pois, com a BNCC, é possível avaliar avanços e resultados obtidos em direção à mudança, alinhando expectativas com relação à formação do aluno.

Sociedade

Zita garante ainda que a BNCC fortalece as estruturas da educação básica, visto que incentiva a transformação de políticas, como a formação de professores, a atualização de materiais didáticos, o financiamento da educação e a mudança das avaliações escolares.

Todas essas ações trazem avanços para a educação, pois a Base Nacional Comum Curricular está alinhada aos conceitos pedagógicos mais modernos do mundo. O documento objetiva, dessa forma, criar novas perspectivas para os próximos anos.

Quer saber mais sobre o assunto? Confira este episódio da nossa websérie sobre a BNCC com a Profª Drª Zita Lago.

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